“Não estamos num ponto de saturação da atividade turística”

Por a 22 de Maio de 2019 as 23:10

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, afirmou esta quarta-feira, 22 de maio, que a atividade turística nacional não se encontra num “ponto de saturação”, mas sim “num ponto de viragem”, defendendo que os desafios passam agora por garantir a “sustentabilidade, qualidade, inovação e uma visão de futuro”.

“Ao contrário do que alguns céticos afirmam, não estamos num ponto de saturação da atividade turística, estamos num ponto de viragem, o que é bem diferente. E o desafio para 2019 e para os próximos anos não é procurar fórmulas mágicas para crescer sem rumo. Queremos continuar a crescer mas com sustentabilidade, qualidade, inovação e com uma visão de futuro”, defendeu, na sessão de encerramento do 6.º Fórum de Turismo Interno Vê Portugal, em Castelo Branco.

Para o presidente da CTP, “uma correta e saudável gestão da atividade turística implica criar boas propostas de valor diferenciadoras, criativas, inovadoras e sustentáveis, que respondam eficazmente às exigências dos mercados internacionais”,  considerando que existem “áreas em que Portugal se pode tornar competitivo”, como o cinema, a inovação digital e a orla costeira.

“Há condições para enriquecer a nossa oferta e captar mais e novos turistas, explorando os ativos que já nos distinguem, como o património, o clima, a gastronomia, o golfe e a hospitalidade, e identificando outros, como os referidos atrás”, afirmou.

Fundamental a essa competitividade é o aeroporto de Lisboa que, lembrou o presidente da CTP, “não serve apenas Lisboa. É um hub crucial para o Norte e para o Sul, para o Litoral e para o Interior, para os centros urbanos e para as regiões rurais, para o turismo, indústria e comércio. Em suma, para todos os setores e para todos os portugueses”.

 

 

 

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