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Reportagem| Egipto – O Regresso do Faraó

Existirão poucos destinos no mundo capazes de entrar no nosso imaginário como o Egipto, um dos mais antigos países do mundo, berço de uma espetacular civilização histórica e que está de regresso à programação dos operadores turísticos nacionais, já este verão.

Inês de Matos
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Reportagem| Egipto – O Regresso do Faraó

Existirão poucos destinos no mundo capazes de entrar no nosso imaginário como o Egipto, um dos mais antigos países do mundo, berço de uma espetacular civilização histórica e que está de regresso à programação dos operadores turísticos nacionais, já este verão.

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Existirão poucos destinos no mundo capazes de entrar no nosso imaginário como o Egipto, um dos mais antigos países do mundo, berço de uma espetacular civilização histórica e que está de regresso à programação dos operadores turísticos nacionais, já este verão.

 

É difícil resumir em poucas palavras o turbilhão de emoções que senti quando cheguei às Pirâmides de Gizé. A imponência dos edifícios, construídos quase três mil anos antes de Cristo, deixa-nos sem palavras, principalmente porque sabemos que foram edificados sem recurso às tecnologias de que, hoje, dispomos, e que cada um dos blocos de pedra que os formam – e são quase cinco milhões só na Grande Pirâmide – pesa mais de 2,5 toneladas. Como foi possível? É a pergunta que não conseguimos conter em frente às Pirâmides de Gizé, o monumento egípcio mais conhecido e a única das sete maravilhas do mundo antigo que ainda pode ser apreciada.
Visitar o Egipto é um daqueles sonhos que vamos alimentando desde crianças, desde as aulas de História passadas a ouvir falar sobre os avanços deixados por esta civilização, sobre as pirâmides e sobre os faraós que governaram o Egito, um país que nasceu à beira do Nilo, o mais extenso rio do mundo e o único que corre de sul para norte e onde 95% do território é deserto. Mas nada nos prepara para lidar com todas as emoções que sentimos quando estamos de frente para os edifícios que nos habituámos a ver nos livros da escola.
Foi assim que me senti quando, em fevereiro, a Soltrópico e a Solférias convidaram o Publituris a visitar o Egito, destino que vai estar em destaque na programação de ambos os operadores turísticos este verão, num regresso há muito aguardado, depois de oito anos de ausência. É que o Egito foi um dos destinos que, até 2011, esteve presente, de forma quase permanente, na programação dos operadores nacionais. Depois, chegou a Primavera Árabe, que trouxe um extenso período de instabilidade e insegurança, que afastaram os portugueses. Mas, 2019 promete ser um ano da mudança e do regresso do país dos faraós ao mercado nacional.
Aceite o convite e embarque connosco nesta viagem ao mundo dos faraós, mas onde também houve tempo para experimentar as águas quentes e cristalinas do Mar Vermelho, assim como atividades mais radicais no deserto.

Excitante Cairo


Era já noite quando o grupo de nove jornalistas chegou ao Cairo, capital do Egito e cidade que, como cantavam os Táxi nos anos 80, é excitante, vibrante e apaixonante. Apesar do adiantado da hora, a viagem entre o aeroporto e o Conrad Cairo, hotel que nos acolheu nas primeiras noites, serviu para perceber que esta cidade não dorme. Por todo o lado, havia lojas abertas, pessoas na rua e muito trânsito. O trânsito é, aliás, umas das imagens de marca do Cairo, é caótico e as regras parecem inexistentes, mas lá vai fluindo, ao som de buzinadelas constantes.
A primeira impressão sobre o Cairo foi confirmada no dia seguinte, quando atravessámos a cidade para chegar a Gizé, zona onde se encontram as pirâmides e que, nos dias de hoje, foi praticamente engolida pela capital, que não tem parado de crescer, acolhendo, atualmente, 20 milhões de habitantes. É verdade, as pirâmides estão praticamente dentro da cidade e isso pode ser motivo de desilusão. Não foi meu caso, que já estava preparada para essa realidade.
As três pirâmides de Gizé – Queóps, Quéfren e Miquerinos – avistam-se ao longe, tal a sua imponência, e foram construídas entre a terceira e a sexta dinastias faraónicas, a partir de 2.550 a.C., para acolherem os reis do Egito depois da morte. São parte de uma vasta necrópole que inclui também a Grande Esfinge, cemitérios e diversos templos funerários e de mumificação, o que permite ter uma ideia da importância que a morte tinha no Antigo Egito.
Começámos pela maior, a Pirâmide de Quéops, que contava com 146 metros de altura – equivalente a um prédio de 49 andares. Contava, porque devido ao peso do edifício e por ter sido construído sobre areia, já afundou uns bons metros e, hoje, tem apenas 137 metros. As outras duas são mais pequenas, já que, explicou Benjamin Talaat, guia do recetivo Travel Ways que nos acompanhou no Cairo, foram construídas pelo filho e neto de Queóps, que não queriam afrontar o antepassado, daí as dimensões mais modestas.
A entrada na Pirâmide de Quéops custa 18 euros e permite visitar as câmaras que acolheram o faraó e os seus tesouros, ainda que os artefactos tenham sido mudados para o Museu Egício, no centro do Cairo, daí que as pirâmides estejam completamente vazias.
Faltava a Grande Esfinge, símbolo de poder, força e inteligência. Reza a história que esta criatura mítica, com corpo de leão e cabeça humana, é uma representação do faraó Quéfren, ainda que seja impossível ter certeza, até porque o seu nariz há muito desapareceu, o que deu origem a várias teorias sobre a sua destruição, sendo as culpas atribuídas tanto a Napoleão como aos britânicos, que usariam o monumento para tiro ao alvo.
Depois das pirâmides, seguimos para o Museu Egípcio do Cairo, no centro da capital, na famosa praça Tahrir, o melhor local para se compreender a antiga civilização egípcia.

Museu Egípcio do Cairo

Com um espólio de mais de 120 mil peças, o Museu Egípcio do Cairo foi inaugurado em 1902, é o mais importante do país e leva-nos numa autêntica viagem no tempo. Logo à entrada, deparamo-nos com as estátuas de Ramsés II, um dos mais importantes faraós do Egito depois da unificação do país e cujo reinado foi um dos mais longos, que se destacam pela imponente dimensão e que se encontram bem perto da réplica da Pedra de Roseta, descoberta em 1798 e a partir da qual foi possível decifrar a língua dos faraós.
No andar térreo, o Museu Egípcio conta com 42 salas, onde é possível apreciar milhares de estátuas e sarcófagos, mas é no andar de cima, com mais 47 salas, que se encontram as maiores relíquias, a começar no espólio de Yuya e Thuya, pais da rainha Tiye, cujos túmulos foram descobertos em 1905 praticamente intactos. Além dos chinelos de papiro e que calçariam os monarcas na outra vida, em exposição estão também as múmias de Yuya e Thuya, assim como os seus sarcófagos e máscaras mortuárias, entre vários outros artefactos, que seriam úteis na viagem até ao paraíso. Essa viagem está, aliás, relatada num papiro com 20 metros, o maior alguma vez recuperado e que foi encontrado nos túmulos de Yuya e Thuya.
Os tesouros do Museu Egípcio são inúmeros e de valor incalculável, mas nenhum se compara ao espólio de Tutankamon, o faraó-menino, que terá subido ao trono antes dos 10 anos de idade e morreu com 18. Tutankamon não ficou para a posteridade por ter sido um dos grandes faraós egípcios, nem o seu tesouro seria o mais deslumbrante, mas o seu túmulo, descoberto em 1922, estava completamente intacto, ao contrário da maioria, que foi pilhada por saqueadores atraídos pelas riquezas que os faraós levavam para a outra vida, o que contribuiu para criar o mito que, ainda hoje, existe em torno deste faraó.
A máscara de Tutankamon, assim como muitas das mais de oito mil peças encontradas no seu túmulo, ainda podem ser apreciadas no Museu Egípcio do Cairo, mas, em breve, vão ser mudadas para um novo museu que está a ser construído perto das pirâmides e que é maior que o Louvre, permitindo acolher, de forma mais organizada e com a merecida dignidade, todas as peças que se começam a amontoar no edifício atual.

Luxor e Vale dos Reis

Depois do Cairo, o plano era seguirmos para Luxor, antiga Tebas e cidade que é considerada um museu ao ar livre, cujo nome significa ‘palácios’ em árabe, já que, quando chegaram ao país, os muçulmanos terão confundido os túmulos dos faraós com palácios. Digo que o plano era seguirmos para Luxor, porque não foi isso que aconteceu devido à meteorologia. À chuva do Cairo, juntou-se uma tempestade de areia em Luxor, que nos reteve na capital mais uma noite e nos obrigou voar diretamente para Hurghada, de onde fizemos o trajeto em autocarro até Luxor. A viagem revelou-se bem interessante, pois começou no deserto de Hurghada e só terminou nas verdes planícies de Luxor, onde seguimos de imediato para o Templo de Karnak, um complexo de santuários com 50 hectares, dedicado ao deus Amon-Rá e que é conhecido pelos obeliscos de 22 metros de altura, esculpidos numa única pedra, e por possuir a maior sala colunada do mundo, com 134 colunas de 22 metros.
Depois do templo, o destino foi o Vale dos Reis, na margem ocidental do Nilo e local onde passaram a ser sepultados os faraós entre a XVIII e a XX dinastias, quando se decidiu abandonar os túmulos em forma de pirâmide, que eram frequentemente saqueados.

O Vale dos Reis, tal como as pirâmides, é um local incontornável. No total, existem mais de 100 túmulos, entre os quais 20 reais, mas só 10 estão abertos ao público, incluindo o de Tutankamon, que obriga a um bilhete extra. O bilhete normal custa oito euros e permite visitar três outros túmulos. Optámos pelos de Ramsés VI, Ramsés IX e Ramsés IV, considera dos dos mais belos, estando o primeiro a 85 metros de profundidade.
O dia passado em Luxor permitiu ainda visitar uma fábrica de papiro e perceber como esta planta é transformada numa espécie de papel, e outra de alabastro, pedra que é usada desde a antiga civilização. Antes do regresso a Hurghada, houve ainda tempo para visitar o Templo Mortuário de Hatshepsut, parte do complexo de Deir el-Bahari, perto do Vale dos Reis, que tem a particularidade de ter sido construído pela faraó Hatshepsut, a primeira mulher a usar o título, mas cuja história foi parcialmente apagada pelo seu enteado, Tutmés III.
Antes da despedida, houve tempo para ver os Colossos de Mêmnon, duas impressionantes estátuas do faraó Amenófis III, com 18 metros de altura, localizadas perto da necrópole da antiga Tebas.

Deserto e Mar Vermelho

De regresso a Hurghada, e ao Prima Life Makadi Resort, onde ficámos alojados nos últimos dias, o tempo foi passado entre as águas quentes e cristalinas do Mar Vermelho e atividades mais radicais no deserto.
No primeiro dia completo em Hurghada, a opção foi a Giftun Island, também conhecida como Paradise Island ou ilha do paraíso, nome apropriado tendo em conta as praias paradisíacas que oferece. Aqui, passámos um dia relaxante, entre mergulhos no mar e a oportunidade de fazer snorkelig num local onde a biodiversidade marinha é impressionante, e que contou ainda com almoço, além de espetáculo de dança do ventre e dança sufi, um tipo de dança associado à religião e que é praticada por homens que usam uma saia típica.
Mas ir ao Egito e não realizar um passeio no deserto é quase como ir a Roma e não ver o Papa. Por isso, o último dia pelo país dos faraós foi vivido com muita adrenalina, já que nos esperava um passeio em moto4 pelo deserto, que teve tanto de divertido como de desafiante. Devo dizer que conduzir um veículo deste género deserto a fora parece bem mais fácil do que aquilo que, na realidade, se revela, já que é necessária alguma força de braços para manter a mota no trilho, mesmo quando a areia do deserto forma lombas que parecem de pedra quando as atravessamos. O corpo fica dorido, mas a adrenalina e toda a diversão associada a esta atividade fizeram esquecer todas as maleitas.
Depois do passeio no deserto, eram novamente as águas do Mar Vermelho que nos esperavam em Sharm El Naga, estância a 60 quilómetros de Hurghada e onde a diversidade marinha é ainda mais exuberante, o que nos fez entrar novamente na água com óculos e barbatanas. Foi o último mergulho no Mar Vermelho e, como qualquer despedida, deixou saudades.

*Leia a reportagem completa na edição n.º 1390 do Publituris.
A jornalista viajou a convite da Soltrópico e Solférias.

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, “ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023”.

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, “o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria”.

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

“Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo”, indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do “bom funcionamento desta rota nos meses de verão” e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

“Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

“Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México – que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana – com mais três voos semanais, até 13 frequências – e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana”, indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

“Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19”, congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, “o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada”.

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas “boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano”.

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma “parceria exclusiva”, que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

“A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança”, afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana “combina perfeitamente” com a rede da Gol no Brasil.

“Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América”, acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

“O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo “fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais” e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

“Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora”, disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o “cruzeiro espacial” e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ – sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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Certificado europeu mais perto de se tornar ‘standard’ global

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE.

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Albânia, Andorra, Ilhas Faroé, Israel, Mónaco, Marrocos e Panamá são os países e territórios mais recentes a adoptar  o sistema europeu do certificado  COVID Digital da União Europeia.

A Comissão Europeia anunciou que os  certificados COVID-19 emitidos pelos países referidos são equivalente ao Certificado COVID Digital da União Europeia.

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE, existindo atualmente 42 países, incluindo os 27 Estados-membros, que integram o sistema europeu, o que o está a converter num ‘standard’ internacional.

Didier Reynders, comissário da Justiça, destacou que esta situação  permite que todos ganhem: “os cidadãos podem desfrutar do seu direito de livre circulação e as empresas, assim como o setor dos transportes, podem começar a compensar as perdas dos últimos meses”.

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“Turismo e mobilidade sustentável” em debate no Algarve

Debate “Turismo e Mobilidade Sustentável” está inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, decorre a 17 de setembro, e pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

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O Centro Europe Direct Algarve, em parceria com a CCDR Algarve e a Região de Turismo do Algarve (RTA), promovem na próxima sexta-feira, 17 de setembro, o debate “Turismo e Mobilidade Sustentável”, inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, que pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

Num comunicado enviado à imprensa, a organização do evento explica que “esta será uma oportunidade única para debater os desafios e as prioridades do Algarve, de Portugal e da Europa no âmbito do turismo e da mobilidade sustentável, mas sobretudo para ouvir e responder às perguntas do público que estará a assistir à conversa em direto”.

“Com o mote da Conferência sobre o Futuro da Europa, que até à primavera de 2022 vai ouvir os cidadãos europeus sobre o futuro que pretendem para a União Europeia, o Centro Europe Direct Algarve organiza este fórum de discussão, abrindo o diálogo à região do Algarve e a todos os que nela vivem, com o objetivo de aumentar o nível de conhecimento sobre o projeto europeu”, lê-se no comunicado divulgado pela organização.

Com a participação de João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA),  da eurodeputada  Cláudia Monteiro de Aguiar, de João Ferreira, da DG MOVE da Comissão Europeia, José Apolinário, da CCDR Algarve, e Rodrigo Soares, da Erasmus Student Network, o debate vai decorrer entre as 11h00 e as 13h00, e pode ser acompanhado através da página de Facebook da RTA.
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