Rede Nacional de Arte Rupestre discutida em Reguengos de Monsaraz

Por a 14 de Fevereiro de 2019 as 10:29

No passado dia 8 de Fevereiro, Reguengos de Monsaraz foi palco de uma sessão consultiva para a criação da Rede Nacional de Arte Rupestre, encontro que contou com a presença dos membros fundadores do projecto e que visou preparar a constituição desta rede, que pretende “promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais”.

Além de contribuir para a valorização dos recursos, a Rede Nacional de Arte Rupestre pretende também “potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte rupestre e instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos”, criando igualmente “canais de comunicação apropriados ao desenvolvimento de projetos colaborativos, promover a cooperação com redes internacionais congéneres e expandir e diversificar os recursos das entidades gestoras dos sítios de arte rupestre e a sustentabilidade financeira dos projetos”.

“A rede quer assim identificar e valorizar todos os locais de arte rupestre em Portugal, educar o público para a sua importância, criar sinalização e documentação de apoio ao turista, fazer um roteiro e um produto editorial para os jovens e criar um portal na internet”, resume a autarquia de Reguengos de Monsaraz, numa nota enviada à imprensa.

A reunião preparatória decorreu nos Paços do Concelho de Reguengos de Monsaraz e contou com a presença da Fundação Côa Parque, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Faculdade de Letras da Universidade do Porto, além das autarquias de Reguengos de Monsaraz, Alijó, Vila Velha de Ródão, Alandroal, Viseu, Bragança, Vila Nova de Foz Côa, Caminha, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel, Freixo de Espada à Cinta, Oliveira de Frades, Montemor-o-Novo, Fundão, Moncorvo, Meda, Mação, Macedo de Cavaleiros e Mirandela.

A arte rupestre pré-histórica é um testemunho arqueológico comum em Portugal, particularmente nas regiões do interior, sendo que alguns desses vestígios têm uma importância científica de âmbito mundial e podem permitir a sua fruição pelo público.

 

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