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Já são conhecidas as duas listas candidatas à presidência da ATA

Conheça aqui as duas listas candidatas à presidência da Associação de Turismo do Algarve (ATA).

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Já são conhecidas as duas listas candidatas à presidência da ATA

Conheça aqui as duas listas candidatas à presidência da Associação de Turismo do Algarve (ATA).

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Na próxima segunda-feira, 3 de Dezembro, a Associação de Turismo do Algarve (ATA) vai a votos para eleger os órgãos sociais para o próximo triénio.  Conheça as duas listas candidatas.

Lista A

Assembleia Geral

Presidente – ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve, representada por Álvaro José Martins Viegas;

Secretário – Associação Vilamoura Visitors, Residentes & Conventions Bureau, representada por Isolete Jerónimo Café Correia;

Vogal – Proactivetur, Lda., representada por João António Silvestre Ministro;

Suplente – Animaris – Animação Turística, Lda., representada por José Rita Brito Vargas
Suplente – Alfazema Restaurantes, Lda., representado por Joaquim Alberto Rodrigues Coelho;

Direcção

Presidente – Região de Turismo do Algarve, representada por João Pedro Ferreira Caldas Fernandes;

Vice-Presidente – Grampiam, SA, representada por Daniel Alexandre Rosário do Adro;

Vice-Presidente – APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, representada por Duarte Manuel Gois Correia;

Vice-Presidente – Benamor – Actividades Turísticas, SA., representada por João Paulo Carvalho Oliveira e Sousa;

Vice-Presidente – Vila Monte – Desenvolvimento de Exploração Turística, SA, representada por Francisco Moser;

Vice-Presidente – Sociedade Turística da Penina SA, representada por Rúben Miguel Rodrigues Paula;

Suplente – Visacar – Aluguer de Veículos Motorizados Automóveis, SA, representada por Honório Manuel Bernardo Teixeira;

Suplente – Lusotur SA, representada por Jorge Henrique Gomes Moedas;

Conselho Fiscal

Presidente – Castro Marim Golf and Country Club (Algarvelux – Const. e Empreendimentos SA.), representada por Ricardo José Madeira Cipriano;

Vice-Presidente – Eva Sociedade Hoteleira SA, representada por Ana Sofia Mendes de Almeida;

Vogal – Verão Garantido Lda., representada por Lourenço Ribeiro;

Suplente – Filipe Contreiras Unipessoal, representado por Filipe Manuel Lampreia Contreiras;

Suplente – Vale do Garrão, Lda., representada por Maria Teresa Pontes Caldeano.

Lista B

Assembleia Geral

Presidente – Staroteis, Sociedade Hotelaria, Lda., representada por José Procópio Lourenço dos Santos;

Secretário – Município de Faro, representado por Carlos Jorge Matias Gonçalves Baía;

Vogal – Urbigarbe, Lda., (Quinta Pedra dos Bicos), representada por Maria Teresa Guerreiro Bispo;

Suplente – Portugal Lovers Lda., (Portugal4U), representada por Diana Cristina Fernandes Nunes;

Suplente – Insonso Salmarim, Lda., (Salmarim), representada por Jorge Filipe Raiado Pereira

Direcção

Presidente – Topcar – Agência de Viagens e Turismo, Lda., representada por Carlos Alberto Gonçalves Luís;

Vice-presidente – Eliseu Correia Travel Lda., (EC Travel), representada por Eliseu António Grazina Correia;

Vice-presidente – Luxury on Two Wheels, Unipessoal Lda., (Bike Tours Portugal), representada por Ricardo Alexandre Duarte González Migães de Campos;

Vice-presidente – H. F. Martins Consultoria Unipessoal, Lda., (Hotel Rural Quinta do Marco), representada por Hélder Manuel Faria Martins;

Vice-presidente – Mundo Aquático, S.A., (Zoomarine), representada por Élio Alexandre Salvador Rodrigues Vicente;

Vice-presidente – Albufeira Hotel GMBH C. Bet, (Hotel Rocamar), representada por João José da Silva Guerreiro;

Suplente – Domitur Viagens e Turismo, Lda., (Domitur), representada por Domitília Maria Sebastião de Brito Leal;

Suplente – Correia & Santinha Lda., (Slide&Splash), representada por Ana Isabel Guerreiro Correia Tendinha

Conselho Fiscal

Presidente – Bernardino Gomes, S.A., (Hotéis Real), representada por António Filipe Seiça Gonçalves;

Vice-presidente – Quinta da Ombria, SA, (Quinta Ombria), representada por Aníbal de Sousa Moreno;

Vogal – Glamourfutur Unipessoal, Lda., (Lagoa Hotel), representada por Bruno Miguel de Duarte e Fragoso;

Suplente – On Pro Travel Solutions, S.A., representada por André da Palma Silva Oliveira;

Suplente – Formosamar – Atividades Turísticas, S.A, representada por Paulo José Nugas Lopes.

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Amazing Evolution já abriu aparthotel The Shipyard na Terceira

Novo aparthotel de Angra do Heroísmo é gerido pela Amazing Evolution, conta com 29 apartamentos e apresenta uma inspiração náutica.

O The Shipyard, novo aparthotel gerido pela Amazing Evolution, já abriu portas ao público em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores, disponibilizando 29 apartamentos de diferentes tipologias e com inspiração náutica.

Instalado nas antigas oficinas da Câmara Municipal, o The Shipyard foi inaugurado no passado dia 1 de outubro, está localizado a apenas 20km do aeroporto da Terceira e apresenta uma inspiração náutica, quer seja pela sua localização ou por ter a intenção de se tornar num “porto de abrigo” para os visitantes da ilha. 

De acordo com a Amazing Evolution, “o nome ‘The Shipyard’ surge da sua localização, inspirado nas antigas oficinas, na proximidade ao mar e na forma arquitetónica do edifício, que se assemelha a um navio”.

“Os materiais utilizados e a arquitetura do projeto conjugam o aspeto industrial com o conforto das madeiras, conferindo ao espaço um ambiente de ‘porto seguro’, onde os hóspedes são convidados a sentir a ilha em toda a sua dimensão natural: mar, terra e céu, e desafiados a viver todas as comodidades do espaço interior”, indica a empresa responsável pela gestão da unidade.

Além dos 29 apartamentos, o The Shipyard disponibiliza ginásio, rooftop com vista privilegiada para o oceano e para o pôr-do-sol, bar e restaurante de assinatura do Chef Vítor Sobral, que promete elevar a oferta gastronómica da ilha.

“O restaurante Oficina da Esquina nasceu da paixão do Chef pela ilha e da vontade de valorizar ainda mais a gastronomia dos Açores. A carta é bastante diversificada e aposta sobretudo nos produtos da ilha, provenientes de fornecedores açorianos. O espaço tem uma capacidade de 90 lugares no interior, 12 lugares na esplanada e funciona ao pequeno-almoço, almoço e jantar”, acrescenta a Amazing Evolution.

O The Shipyard disponibiliza preços desde 78 euros por noite para alojamento em estúdio, com pequeno-almoço incluído.

 

 

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Alojamento

Indicadores económicos da hotelaria mantêm quebra em agosto, apesar da ajuda dos residentes

Segundo o INE, os proveitos totais e por aposento continuaram a apresentar descidas significativas em agosto e, no acumulado do ano, a quebra ultrapassa mesmo os 50% face ao período pré-pandemia.

Apesar do mercado interno ter contribuído com 4,2 milhões de dormidas e ter crescido 24,2%, o valor mensal mais elevado desde que há registos,  os indicadores económicos da hotelaria nacional mantiveram, em agosto, quebras expressivas face a igual mês de de 2019, avança o  Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com os dados já confirmados do INE relativamente ao mês de agosto, que foram divulgados esta quinta-feira, 14 de outubro, “os proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico atingiram 515,8 milhões de euros no total e 410,2 milhões de euros relativamente a aposento”, o que traduz descidas de 19,2% e 19,3% face a igual mês de 2019.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, as quebras nos proveitos são ainda maiores face ao mesmo período pré-pandemia, uma vez que, indica o INE, “registaram-se variações de -57,1% e -56,7%” nos proveitos totais e por aposento, respetivamente.

Apesar de continuarem por metade face ao período pré-pandemia, tanto os proveitos totais, como os proveitos por aposento, subiram em comparação com agosto do ano passado, num aumento que, de acordo com o INE, foi de 25,0% nos proveitos totais e de 27,2% nos por aposento.

Já o RevPar situou-se em 71,4 euros em agosto, valor que indica uma subida face ao mês anterior, já que, em julho, este indicador estava nos 40,2 euros, mas ainda assim abaixo dos 84,4 euros registados em agosto de 2019.

O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) é o indicador que mais perto está de alcançar os valores de 2019, uma vez que, no oitavo mês deste ano, chegou aos 115,8 euros, acima dos 98,7 euros contabilizados em julho e já próximo dos 116,2 euros de agosto de 2019.

No total, as unidades de alojamento turístico nacionais somaram 2,5 milhões de hóspedes e 7,5 milhões de dormidas, o que indica subidas de 35,6% e 47,6%, respetivamente, que se somam aos aumento de +60,4% e +73,0% que já tinham sido apurados em julho.

Ainda assim, o INE diz que estes valores “foram, no entanto, inferiores aos observados em
agosto de 2019, tendo diminuído o número de hóspedes e de dormidas, 23,6% e 22,1%, respetivamente”.

Além da forte recuperação do mercado interno, que contribuiu com 4,2 milhões de dormidas e aumentou 24,2%, também os mercados externos cresceram 94,5% e totalizaram 3,3 milhões de dormidas, ainda que, ao contrário do mercado doméstico, os não residentes apresentem um decréscimo de 46,9% nas dormidas face a agosto de 2019, enquanto as dormidas de residentes subiram 22,6%.

Já a ocupação das unidades de alojamento situou-se nos 61,6%, mais 15,0 pontos percentuais que o observado em agosto de 2020, mas 11,0 pontos percentuais abaixo do registado em agosto de 2019, quando a taxa de ocupação chegava aos 72,6%.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, as unidades de alojamento turístico somam 8,8 milhões de hóspedes e 23,9 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 8,1% e 11,8%, respetivamente.

 

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Presidente da ANAC diz que é “urgente” encontrar solução para expansão aeroportuária de Lisboa

Para o presidente da ANAC, uma das questões “fundamentais” a analisar, está relacionada com a “capacidade e as características” que esta infraestrutura precisará de incorporar para “acomodar” os requisitos de toda uma nova geração de aeronaves.

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O presidente da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), Luis Ribeiro, alertou, durante o Portugal Air Summit, que é “urgente” fechar uma solução para a expansão aeroportuária da região de Lisboa, sublinhando que este projeto “não pode mais” ser adiado.

“É urgente fechar uma solução para a expansão aeroportuária da região de Lisboa. Este projeto de envergadura nacional é estruturante para o país e não pode mais ser adiado”, admitiu.

O presidente da ANAC garantiu que a autoridade “contribuirá” com a sua “experiência e conhecimento técnico” nas discussões que possam surgir sobre este projeto, “assumindo as suas responsabilidades enquanto entidade reguladora”.

Na opinião de Luís Ribeiro, uma das questões “fundamentais” que deverá ser “analisada” está relacionada com a “capacidade e as características” que esta infraestrutura precisará de incorporar para “acomodar” os requisitos de toda uma nova geração de aeronaves movidas a hidrogénio ou a combustíveis verdes que, “previsivelmente”, entrarão ao serviço durante a próxima década.

Recorde-se que em cima da mesa estão três hipóteses: aeroporto Humberto Delgado (principal), com o aeroporto do Montijo (complementar); aeroporto do Montijo (principal), com o aeroporto Humberto Delgado (complementar) e uma infraestrutura localizada no Campo de Tiro de Alcochete.

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Servivuelo integra NDC através do API do Amadeus

O consolidador continuará a colaborar com o Amadeus no seu programa NDC e será pioneiro na implementação desta norma no seu canal online através da API de Viagens Amadeus.

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Amadeus e Servivuelo renovaram e alargaram a sua colaboração, com o principal consolidador aéreo espanhol a implementar, no seu canal online, o NDC através do API do Amadeus, com o acordo a incluir a implementação do Amadeus B2B Wallet para agilizar os pagamentos.

O Amadeus Travel API é uma solução, com tecnologia NDC, que oferece conteúdos mais especializados, proporcionando à Servivuelo “acesso ao extenso conteúdo de viagem do Amadeus com uma das mais completas ofertas de serviços complementares, melhorando a experiência de viagem e a autonomia dos seus clientes através do seu canal online”.

Já o Amadeus B2B Wallet irá beneficiar o consolidador aéreo com um fluxo de pagamento mais fluido e abrangente.

Jorge Zamora, CEO e fundador da Servivuelo, refere, em comunicado, que “a renovação deste acordo significa continuar na vanguarda do desenvolvimento tecnológico do setor”, salientando ainda que “ser pioneiros na implementação do NDC irá reforçar o nosso compromisso com as agências de viagens, para lhes fornecer as melhores ferramentas e tornar o seu trabalho mais fácil e mais eficiente”.

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Governo “dá” mais 2 mil milhões de euros à TAP em 2021 e 2022

Estes quase dois mil milhões de euros deverão fazer com que, o próximo ano, “seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP”, admite o Governo

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tagsTAP

O Governo vai injetar 1.988 milhões de euros na TAP em 2021 e 2022, segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2022, mantendo os 990 milhões de euros previstos para o ano”.

O relatório indica que este ano “foi ainda concedida à TAP, ao abrigo das normas comunitárias especialmente desenhadas para o contexto pandémico, uma compensação por danos COVID referentes ao período de março a junho de 2020, no valor de 462 milhões de euros, compensação que foi atribuída sob a forma de capital”.

No documento, o executivo lembra ainda que “foram submetidas à Comissão Europeia duas notificações adicionais para Compensação por danos COVID – uma referente ao segundo semestre de 2020, outra referente ao primeiro semestre de 2021”.

“Tal como já anunciado, espera-se que, com a aprovação do Plano de Reestruturação por parte da Comissão Europeia, a ajuda à TAP em 2021 totalize os 998 milhões de euros”, já incluindo o montante das compensações por danos COVID, de acordo com o documento.

Além disso, segundo a proposta, “é previsto no Plano de Reestruturação apresentado à Comissão Europeia, no seu cenário central, que 2022 seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP, no valor de 990 milhões de euros”.

O Governo acredita que “a TAP ficará, assim, devidamente capitalizada para poder prosseguir a sua atividade, contribuindo fortemente para a economia portuguesa”.

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Resorts valorizam e aumentam vendas em 30% no 1.º semestre de 2021

Resorts reforçam trajetória de valorização com expectativas positivas sobre evolução de preço e vendas.

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Com o mercado de resorts em Portugal muito exposto à procura britânica, o processo do “Brexit” fez com que os preços passassem de uma valorização de 11% para uma queda de 10%, queda essa reforçada pela chegada da pandemia, colocando novo travão nos preços, agravando a contração homóloga para 13% no 1.º semestre de 2020, indica o Índice de Preços de Resorts (SIR-Resorts), criado pela Confidencial Imobiliário em parceria com a Associação Portuguesa de Resorts (APR)e com o apoio do Turismo de Portugal.

Já na segunda metade do ano passado, o mesmo índice mostra que este mercado voltou a valorizar, registando-se uma subida homóloga de 5,3%, entretanto confirmada, também, no 1.º semestre deste ano de 2021.

No que toca a esta nova valorização, o inquérito de confiança Resort Market Survey mostra que “as expetativas combinadas quanto à evolução dos preços e das vendas atingiu neste semestre os 46 pontos percentuais (pp, calculados via saldo de respostas extremas), em forte recuperação face aos 21 pp registados no período anterior e apenas superado pelos 55 pp registados há três anos, em 2018”, refere o comunicado da APR.

Britânicos perdem expressão nas aquisições
Certo parece ser também o facto de esta valorização ter “animado os operadores ativos neste mercado, cujos níveis de confiança não só regressaram a patamares pré-Covid como estão mesmo nivelados com os momentos em que o Brexit levantou menor incerteza, diz ainda a APR.

Segundo Pedro Fontaínhas, diretor-executivo da Associação Portuguesa de Resorts, “o mercado parece ter ganho confiança e acreditar na possibilidade de valorização. O mesmo se passa quanto à evolução das vendas, cujas expectativas estão agora em níveis bastante robustos, quando há um ano imperava o sentimento de que os preços iriam descer e a confiança de que as vendas iam crescer era bastante ténue”.

Certa parece ser, igualmente, a menor expressão dos compradores oriundos do Reino Unido que, apesar de se manterem como principal fonte de procura internacional para os resorts no eixo Albufeira-Loulé, com uma quota de 44% das aquisições por estrangeiros no 1.º semestre do ano, está longe dos 56% do semestre anterior.

De acordo com o relatório da APR observou-se ainda uma diluição da quota por um maior número de nacionalidades ativas na compra deste tipo de habitação na referida localização. Assim, em vez das 9 nacionalidades do 2.º semestre de 2020, nos primeiros seis meses deste ano, esse número subiu para 11, evidenciando a entrada de compradores russos no mercado, que passaram a agregar 4% das vendas internacionais.

Por outro lado, verificou-se um maior dinamismo de mercados já presentes, como o mercado francês, que passou de uma quota de 2% para 8% das compras pelos estrangeiros, e o mercado dos Países Baixos, de 10% para 15%.

Vendas aumentam 30%
No primeiro semestre de 2021, as vendas de habitação em resort aumentaram mais de 30% face ao semestre anterior no total do mercado nacional, indica o relatório da APR, evidenciando, ainda, uma tendência que foi “transversal a todas as regiões, mas que foi especialmente sentida no eixo de Albufeira-Loulé”, mercado que agregou 45% das transações registadas no SIR-Resorts. O preço médio de venda deste tipo de habitação atingiu os 3.928€/m2, superando os 4.450€/m2 no já referido eixo Albufeira-Loulé.

João Richard Costa, diretor comercial e de marketing do Ombria Resort, no Barrocal Algarvio, admite que “os principais fatores de sucesso das vendas têm sido a nossa localização no interior do Algarve e a aposta na criação de um empreendimento cujo foco é a sustentabilidade e a proteção do meio ambiente. Talvez em parte devido à pandemia, temos constatado uma crescente procura por imóveis com grandes áreas e fácil acesso a espaços verdes ou com uma estreita ligação à natureza que os rodeia, que é o caso no Ombria Resort.”

O mesmo diz Pedro Rebelo Pinto, de West Cliffs, na Costa de Prata, que afirma notar-se “alguma pressão da procura por parte de clientes do Norte da Europa, sobretudo por produto acabado, pronto a habitar ou a desfrutar em parte do ano”.

Já Cristina Santos, da Engel & Völkers de Albufeira, diz que “o Algarve mantem uma procura positiva, embora, devido aos constrangimentos das viagens, verificou-se uma desaceleração o que contribuiu para uma estabilidade nos preços de mercado”. A responsável salienta, contudo, que devido, “ao progressivo levantamento das restrições e mantendo-se a procura pelo Algarve os preços tenderão a apresentar uma ligeira subida”.

Já na zona da Comporta, e segundo Isabel Duarte, da Herdade da Comporta – Atividades Agro Silvícolas e Turísticas, S.A., “os períodos de confinamento motivaram uma procura pelos destinos rurais e com pouca densidade populacional e de construção, onde as pessoas se sentem mais seguras e livres.

O diretor-executivo da APR reforça ainda que “a expetativa até ao final do ano é muito positiva, o que apenas confirma a qualidade da oferta e a abundância da procura neste segmento do imobiliário residencial.”

Eixo Albufeira-Loulé sustenta oferta com preços mais altos
A habitação em resort apresentou, no 1.º semestre de 2021, um valor médio de oferta de 4.442€/m2, atingindo os 8.058€/m2 na gama mais elevada do mercado. Tais valores refletem, sobretudo, o nível de preços no principal mercado de resorts, nomeadamente o eixo Albufeira-Loulé, onde se regista um valor médio de 5.266€/m2, que atinge os 9.274€/m2 na gama alta.

Em termos médios, no 1.º semestre, nesta região o valor pedido fica 30% a 60% acima da oferta registada em qualquer um dos outros três destinos de resorts delimitados no SIR-Resorts. O maior contraste (+58%) é com a região do Barlavento do Algarve. O menor diferencial é observado face à Costa Atlântica, onde os valores médios atingiram os 4.093€/m2 nos primeiros seis meses do ano.

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Porto e Norte alia-se à Turkish Airlines para promover região no mercado turco

Segundo o Turismo do Porto e Norte de Portugal, esta ação, que arrancou na segunda-feira, 11 de outubro, visa “estabelecer contacto com players locais” e dar a conhecer os destinos da região ao mercado turco.

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O Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) e a Turkish Airlines uniram-se para realizar uma ação de promoção sobre a região Norte no mercado turco, iniciativa que arrancou na passada segunda-feira, 11 de outubro, e termina na quinta-feira, dia 14, e que segundo comunicado da entidade regional de turismo conta com a participação de 16 empresas da região.

“Este apoio às 16 empresas da região que estão connosco na Turquia é mais um passo na dinâmica de retoma da operação turística e um esforço na reposição da conectividade aérea, com a elevada importância que tem esta ligação com o Médio Oriente, a região turística mundial com maior taxa de crescimento até 2030”, refere Luís Pedro Martins, citado no comunicado divulgado.

O TPNP explica que a ação, que tem um cariz comercial, visa “estabelecer contacto com players locais, procurando aproveitar estas novas dinâmicas que a Turkish Airlines co-promove”.

“Ao promovermos este tipo de encontros entre operadores turcos e portugueses, a intenção é a de mostrar a variedade de destinos que a região tem para oferecer aos turistas turcos”, acrescenta Omer Faruk Sonmez, vice-presidente de Vendas da Turkish Airlines para a Europa do Sul, considerando que “o Porto e Norte de Portugal tem muito para oferecer aos turistas turcos”.

Omer Faruk Sonmez adianta também que a companhia aérea, que atualmente realiza quatro voos por semana entre Istambul e o Porto, conta chegar ao próximo verão já com voos diários entre as duas cidades, ainda assim longe dos 10 voos por semana que a Turkish Airlines chegou a ter para a Invicta, no verão de 2019.

Além desta ação promocional, o Porto e Norte de Portugal tem vindo a lançar um conjunto de campanhas, a última das quais foi lançada no passado dia 07 de outubro.

“Em pouco mais de três minutos, “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” reforça a estratégia e o posicionamento do Turismo do Porto e Norte de Portugal no segmento de Meetings Industry”, destaca a entidade regional de turismo.

 

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Publituris Hotelaria de outubro

A edição de outubro da Publituris Hotelaria traz entrevistas com o diretor-geral da Memmo Hotels, presidento do grupo Hotusa, uma conversa com o CEO da Unlock Boutique Hotels e um dossier especial dedicado à DecorHotel.

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Rodrigo Machaz faz a capa  de outubro da revista Publituris Hotelaria. O diretor-geral da Memmo Hotels acredita que as crises são “pontos de viragem” e, por isso mesmo, refere que é preciso mudar mentalidades na hotelaria e gerir equipas de forma diferente para fazer face, novamente, à falta de recursos humanos no setor. Em entrevista, explica ainda de que forma o sólido quadro financeiro do grupo salvou a Memmo durante a pandemia e revela, também, pormenores sobre os dois novos hotéis que o grupo irá abrir em Lisboa.

De visita a Portugal para as últimas verificações antes da inauguração oficial dos 20.º e 21.º hotéis no nosso país, a Publituris Hotelaria esteve também à conversa com o presidente do grupo Hotusa, Amancio Lopez Seijas. No final, ficou a certeza de que é na “diferenciação” que estará o sucesso e que as próximas apostas poderão ser, mais “interiores”, mas com a sustentabilidade e experiências como mote.

Miguel Velez, é outro dos rostos desta edição. O CEO da Unlock Boutique Hotels explica de que forma a empresa de gestão de boutique hotéis ultrapassou os últimos 18 meses e fala ainda das medidas que urgem ser implementadas e de como o mercado se vai ajustar.

Com a DecorHotel à porta, destaque para o dossier especial dedicado ao certame que se realiza entre 21 e 23 de outubro, na FIL, em Lisboa.

Visitámos o Dolce by Wyndham Camporeal Lisboa que se encontra a concluir uma remodelação total e que tem também uma nova tipologia dedicada às famílias.

Nas habituais ‘Sugestões’ contamos-lhe o que pode encontrar no novo maat Café & Kitchen, a nova aposta de ‘fine dining’ do grupo Mercantina.

O desafio da atração e retenção de talento no setor, o regresso dos retiros ‘wellness’, a gastronomia ou o recomeço e o novo ‘mindset’ são algumas das temáticas exploradas nos  vários artigos de opinião dos nossos cronistas convidados.

* Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.
Contacto: Carmo David | cdavid@publituris.pt | 215 825 430 **

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OE2022: Governo prevê aumento das exportações à boleia do turismo

Governo antevê “uma recuperação do setor do turismo” no próximo ano, o que deverá ter um impacto positivo nas exportações de bens e serviços.

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O Governo prevê que, no próximo ano, as importações abrandem e as exportações aumentem à boleia do turismo, um dos sectores que mais foi afetado pela pandemia da COVID-19, mas que se espera que possa recuperar já em 2022, segundo o relatório do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022)..

Segundo a Lusa, que cita o relatório, o aumento das exportações, que se prevê que possam aumentar 9,1% este ano e 10,3% em 2022, “pressupõe uma recuperação do setor do turismo, um dos setores mais penalizados pelas restrições impostas pela pandemia”.

O relatório do OE2022 prevê que as exportações de bens e serviços cresçam 9,1% este ano, depois de terem diminuído 18,6% no ano passado, fortemente impactadas pela pandemia, estimando-se que as importações sigam uma tendência idêntica e que, depois de uma quebra de 12,1% em 2020 devido à pandemia, aumentem 9,4% este ano.

Porém, em 2022 as tendências deverão ser diversas, já que as exportações prosseguirão um ritmo superior de crescimento, para os 10,3%, impactadas pelo turismo, e as importações abrandarão para 8,2%.

Nos contributos para o crescimento do PIB, a procura externa líquida, que impacta nas exportações, deverá passar de -0,4% em 2021 (tinha sido de -2,9% em 2020) para 0,6% em 2022.

“O crescimento antecipado para a área do euro para o próximo ano irá refletir-se no crescimento da procura externa, o que irá estimular as exportações de bens e serviços em 2022, prevendo-se uma aceleração do crescimento das mesmas para 10,3% face ao verificado em 2021 (9,1%)”, escreve o Governo no relatório do OE2022.

Na proposta do OE2022, que foi entregue na Assembleia da República esta segunda-feira à noite, o executivo estima que o défice das contas públicas nacionais deverá ficar nos 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 e descer para os 3,2% em 2022, prevendo também que a taxa de desemprego portuguesa descerá para os 6,5% no próximo ano, “atingindo o valor mais baixo desde 2003″.

Já a dívida pública deverá atingir os 122,8% do PIB em 2022, face à estimativa de 126,9% para este ano.

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Agências de viagens queixam-se de serem tratadas como “parente pobre do turismo” e querem mais apoios

A ASGAVT considera que o setor está a ser abandonado à sua sorte com a “inadmissível redução dos apoios às agências de viagens”, por parte do Turismo de Portugal.

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A Associação de Sócios Gerentes das Agências de Viagens e Turismo (ASGAVT) considera que, nesta crise pandémica, as agências de viagens foram tratadas “como o parente pobre do turismo”, uma vez que, apesar das promessas das autoridades, não foi possível “criar uma medida específica para o setor das agências de viagens” e os poucos apoios que existem estão a terminar.

“Nesta altura de extrema dificuldade em que vemos os restantes países da UE, como Espanha e Alemanha a alargar os apoios a este setor, e o nosso governo, o Turismo de Portugal e Secretaria de Estado do Turismo a reduzirem os apoios e a não terem qualquer consideração pelo setor”, denuncia a associação, num comunicado enviado à imprensa esta segunda-feira, 11 de outubro.

Na informação divulgada, a ASGAVT lembra os meses difíceis em que não existia “produto algum para venda” devido à paragem total da atividade, assim como o papel das agências de viagens no repatriamento de cidadãos que tinham ficado retidos no estrangeiro e o “esforço titânico” dos agentes de viagens que tudo fizeram para não deixar os seus clientes sem apoio e deixa a pergunta: “imaginem o que seria o setor sem as agências de viagens?”.

Por isso, a ASGAVT reclama mais apoios para o setor das agências de viagens, que considera estar a ser abandonado à sua sorte com a “inadmissível redução dos apoios às agências de viagens, especialmente por parte do Turismo de Portugal”.

“Sendo a entidade supervisora do setor deveria nesta fase, mais do que nunca, criar apoios efetivos e assertivos ao setor e não retira-los como está a proceder neste momento, com o desaparecimento das majorações nos financiamentos atribuídos, e a não criação da 6ª fase no apoio a tesouraria”, acrescenta a associação.

A ASGAVT considera também que, pela sua importância, o turismo já deveria ter um ministério, até porque, acusa a associação, a Secretaria de Estado do Turismo não tem “peso nem força junto do Ministério da Economia e das Finanças, cuja única preocupação é focada na hotelaria, restauração e similares”.

“Temos uma Secretaria de Estado do Turismo, mas que pela importância que o nosso sector representa, já deveria ser um Ministério. Sem peso nem força junto do Ministério da Economia e das Finanças, cuja única preocupação é focada na hotelaria, restauração e similares e que apesar de muitas promessas durante todo este tempo não foi capaz de criar uma medida específica para o setor das agências de viagens”, critica a associação.

As palavras duras da ASGAVT são ainda dirigidas ao Banco de Fomento, que “anuncia linhas, mas tarda em divulgar as condições de acesso, pois a tutela está constantemente a efetuar correções e alterações, impedindo que as mesmas sejam operacionalizadas”. Já o acesso a essas linhas, acusa ainda a associação, é “só para alguns e exclui na maioria das vezes as microempresas que são 90% da força produtiva em Portugal”.

“Porque merecemos, porque somos o único setor em Portugal que tem um fundo de garantia solidário (valor esse depositado no Turismo de Portugal) para que nunca nenhum cliente de uma agência de viagens tenha alguma vez um prejuízo financeiro por serviços não cumpridos, devemos ter uma atenção especial por parte da tutela”, conclui a associação.

 

 

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