“TAP contribui e beneficia da boa imagem que o País passou a ter no estrangeiro”

Por a 29 de Novembro de 2018 as 17:14
Miguel Frasquilho

O presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, afirmou esta quinta-feira, 29 de Novembro, que a “TAP contribui e também beneficia da boa imagem que o país passou a ter no estrangeiro”, considerando que “o transporte aéreo é, evidentemente, crucial para o desenvolvimento do Turismo, e a TAP, enquanto companhia aérea nacional, tem contribuído muito para esse desígnio nacional”.

Miguel Frasquilho foi o primeiro keynote speaker da conferência “Marcas Globais, Destinos Turísticos e Mercado Imobiliário”, que decorreu esta quinta-feira, na Estufa Real, em Lisboa, onde fez um paralelismo entre o crescimento que a actividade turística tem conhecido em Portugal e a transformação por que tem passado a companhia aérea de bandeira nacional.

O presidente do Conselho de Administração da TAP começou por considerar que o dinamismo que o país tem vivido em termos turísticos está directamente relacionado com a notoriedade alcançada a nível internacional, em grande parte devido a eventos como o Web Summit ou o Festival Eurovisão da Canção, ainda que também o cada vez maior reconhecimento da TAP se traduza em “reflexos positivos”, não só para o Turismo, como também para o mercado imobiliário.

“Portugal é, hoje, uma marca conhecida – e ainda bem para nós que foi possível que nos tivéssemos tornado, enquanto país atractivo, numa marca global, que é, hoje, reconhecida em qualquer parte do mundo. Mas, depois, há outra marca que se está a tornar cada vez mais conhecida e cada vez mais global, que é a TAP”, afirmou Miguel Frasquilho, acrescentando que a TAP “tem uma trajectória de crescimento sustentado e sustentável, que tem sido positiva”, o que, “evidentemente, do ponto de vista do Turismo e do imobiliário, teria que ter reflexos positivos”.

Fundamental para essa maior notoriedade que a TAP tem vindo a alcançar foi a transformação por que a companhia aérea tem passado, e que levou à entrada do consórcio Atlantic Gateway no capital da empresa, mudanças que, segundo Miguel Frasquilho, visam “tornar o Grupo TAP mais forte e sustentável”.

Miguel Frasquilho passou uma imagem positiva da companhia, apesar de reconhecer algumas “dores de crescimento” que, disse, muitas vezes nem são culpa da própria TAP, mas sim da infraestrutura aeroportuária, cujos problemas devem ser rapidamente solucionados.

“Muitas vezes, deixem-me dizê-lo, sem querer assacar responsabilidades a outros actores, mas pagamos por aquilo de que não temos culpa nem responsabilidade. Muitas vezes as infraestruturas não cumprem o seu papel como deviam”, criticou, referindo-se directamente ao aeroporto de Lisboa.

“Este ano, o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, deve aproximar-se dos 30 milhões de passageiros, será um novo recorde, mas atenção porque a estrutura já está bastante congestionada e, portanto, têm que ser feitas as melhorias que se impõe e num prazo já não muito longo”, acrescentou.

Já a TAP, deverá fechar o ano com perto de 16 milhões de passageiros e apresentar resultados que, espera Miguel Frasquilho, se mantenham “no verde”, tal como já aconteceu no ano passado.

“Isto significa que a TAP tem todas as condições para continuar a contribuir para afirmar e divulgar o nome de Portugal no mundo, sendo uma marca cada vez mais global, para que o país tire também partido disso”, concluiu.

 

 

 

 

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