MSC Cruzeiros vai fechar 2018 com “o maior crescimento até hoje” em Portugal

Por a 12 de Outubro de 2018 as 15:42

A MSC Cruzeiros espera encerrar 2018 com “o maior crescimento até hoje” em Portugal, revelou esta sexta-feira, 12 de Outubro, Eduardo Cabrita, director-geral da companhia de cruzeiros para o mercado nacional.

“Acredito, pelos números que temos até hoje, que possamos ter, eventualmente, o maior crescimento que tivemos até hoje na MSC Cruzeiros Portugal”, afirmou o responsável, durante a apresentação da programação da companhia para a temporada 2019/2020, que decorreu a bordo do MSC Divina, no terminal de cruzeiros de Lisboa.

Sem querer revelar números exactos, Eduardo Cabrita admitiu, no entanto, que a companhia espera um crescimento a “dois dígitos” em Portugal, até “provavelmente no segundo dígito das dezenas”, o que, segundo o responsável, se deve “a vários factores”.

“A conjuntura económica ajuda, há um slide muito interessante da OMT, que diz que os portugueses, em relação à Europa, gastam o dobro do dinheiro em férias, mas também porque o próprio posicionamento da MSC Cruzeiros, devido à comunicação que faz com o mercado e à própria marca, acaba, nos últimos 10 anos de existência, por criar um grande ‘buzz’ à volta do que é a companhia e do que é o produto cruzeiros”, justificou Eduardo Cabrita.

Importante para o crescimento da MSC Cruzeiros em Portugal, tem sido também o aumento de capacidade e lançamento de novos navios, o que tem permitido diversificar a oferta e fidelizar mais clientes, além da forte presença no Mediterrâneo que, pela proximidade, continua a ser o destino preferido dos portugueses para cruzeiros.

“A capacidade que estamos a lançar é extremamente forte e implica que tenhamos mais itinerários, novos itinerários e novas possibilidades de as pessoas que também já fizeram cruzeiros possam fazer outros itinerários. Portanto, temos uma capacidade de retenção, o que somado ao facto de, no nosso Verão, a nossa capacidade estar instalada na Europa, o que torna muito mais fácil para nós termos mais portugueses a viajar, do que outras companhias de cruzeiro que tenham menos navios na Europa”, explicou o responsável.

 

 

 

 

 

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