Vítor Costa define prioridades para Lisboa na tomada de posse dos órgãos sociais

Por a 14 de Setembro de 2018 as 17:42

O funcionamento do actual modelo da regionalização turística, a estratégia da região, o impacto do actual número de turistas e a capacidade aeroportuária são as quatro prioridades enumeradas por Vitor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa (ERT-RL), durante a tomada de posse dos novos órgãos sociais da entidade, que decorreu esta sexta-feira, 14 de Setembro, em Setúbal.

“O Turismo Regional é um elemento fulcral para o desenvolvimento turístico e, por isso, a organização regional, nomeadamente através das entidades e das agências regionais, deve ser dignificada e valorizada como um parceiro essencial do Estado e dos seus organismos e da estrutura empresarial”, salientou o presidente da ERT-RL, criticando a pouca autonomia administrativa e financeira das mesmas.

Vitor Costa fez um balanço positivo do seu primeiro mandato, destacando a aposta no fortalecimento da marca Lisboa, através do desenvolvimento e promoção de mais conteúdos, e o reforço de cinco centralidades – Grande Lisboa, Sintra, Cascais, Arrábida e Arco do Tejo, como forma de beneficiar da capacidade de atracção internacional de Lisboa para benefício conjunto.

O presidente da ERT-RL referiu-se ainda ao impacto do actual número de turistas, considerando que “ao valorizar as cidades e as regiões”, o Turismo ajuda a evidenciar os problemas existentes, mas que não pode ser o ‘bode expiatório’ porque os “problemas também existem onde não há turismo e não seriam resolvidos se o Turismo desaparecesse”.

Vitor Costa falou ainda sobre as infraestruturas aeroportuárias existentes, que considerou inadequadas, não permitindo que o Turismo cresça e se desenvolva ainda mais, defendendo, por isso, que é premente tomar decisões.

Em relação ao mandato que agora se inicia e que deverá decorrer até 2023, o presidente da ERT-RL mostrou-se optimista, reafirmando que a ERT-RL se mantém disponível para continuar a trabalhar com os municípios, com o Governo e com as empresas do sector.

 

 

 

 

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