Turismo do Centro quer ser ouvido na discussão sobre a floresta

Por a 27 de Julho de 2018 as 15:13

O presidente do Turismo Centro de Portugal (TCP), Pedro Machado, afirmou esta sexta-feira, 27 de Julho, que a entidade deve ter “uma voz activa” na discussão do perfil e da utilização da floresta, porque o Turismo está muito dependente da paisagem e “não pode ficar dispensado desta discussão”.

Segundo a Lusa, o responsável, que discursava na tomada de posse dos órgãos sociais da TCP para o mandato 2018-2023, lembrou os incêndios de 2017 e “as dificuldades e alterações” que trouxeram ao destino turístico, defendendo, por isso, “uma participação activa do Turismo do Centro na discussão”, nomeadamente ao nível do “perfil e da utilização da exploração da floresta, dos seus planos de segurança e dos perímetros de segurança”.

“Nós temos que ter uma voz activa. O Turismo não pode ficar dispensado desta discussão”, frisou, lembrando que o sector turístico vive “com a paisagem” e “com os agentes económicos que estão nessa paisagem”.

Presente na cerimónia, realizada em Penalva do Castelo, no distrito de Viseu, esteve também a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, que salientou os bons resultados que o turismo da região Centro tem alcançado.

“Significa que o território está, de facto, a reagir, com condições que todos sabemos muitíssimo difíceis, nomeadamente em 2017”, afirmou a governante.

Na tomada de posse, Pedro Machado anunciou também que os novos órgãos sociais da TCP vão fazer a revisão do plano de marketing aprovado em 2014, explicando que “é preciso fazer ajustamentos”.

Um dos objetivos para os próximos anos é intensificar as parcerias já existentes com as várias redes, nomeadamente das aldeias históricas, das aldeias de xisto e das judiarias.

“Queremos ter, cada vez mais, uma evolução para os grandes desígnios da atualidade, que são os domínios da sustentabilidade, da economia circular, da inovação e da competitividade”, acrescentou.

 

 

 

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