Avóris confirma aquisição de 100% da Nortravel

Por a 7 de Junho de 2018 as 15:57

O director-geral da Avóris, Diamantino Pereira, confirmou esta quinta-feira, 7 de Junho, que o negócio que envolve a aquisição da Nortravel pela Escalatur está fechado, faltando apenas acertar alguns pormenores, e prevê a aquisição de 100% do capital do operador turístico, bem como da Jade Travel.

“A Nortravel, definitivamente, faz parte do nosso grupo, como foi amplamente noticiado”, começou por afirmar o responsável pela divisão de viagens do Grupo Barceló, explicando que apenas “falta acertar alguns pormenores” e que se trata de “uma aquisição a 100% e também envolve a Jade Travel”.

De acordo com o responsável, a integração da Nortravel deverá demorar três a quatro meses, até porque “não há um calendário rígido e não há motivos para stresses”, pois “a Nortravel está a funcionar normalmente” e é uma “empresa saudável”.

“Acima de tudo, a Nortravel vem acrescentar valor ao nosso grupo, é uma excelente empresa, técnica e financeiramente. Portanto, não há pressas, claro que temos que concretizar, mas isso vai demorar três ou quatro meses. As coisas, aqui, fazem-se com muita calma”, explicou Diamantino Pereira.

O director-geral da Avóris sublinhou também que o negócio de aquisição não prevê qualquer mexida na estrutura da Nortravel, devendo Nuno Aleixo manter-se como director do operador turístico, tal como aconteceu aquando da aquisição da rede de agências de viagens Halcon.

“A Avoris não vai mexer na estrutura, quer da Nortravel, quer da Halcon. Na Halcon, mantém-se a mesma direcção, os mesmos supervisores, não houve introduções. Claro que há correcções e vamos adaptar a Halcon a um novo modus operandi, a uma empresa nova, mas, em termos estruturais, não houve alterações”, referiu, explicando que “há uma adaptação de método e de estratégia, que é normal, e o caso da Nortravel vai ser a mesma coisa”.

Recorde-se que a Autoridade da Concorrência deu, em Abril, luz verde à aquisição da Nortravel pela Escalatur, empresa do Grupo Barceló, considerando que a efectivação do negócio “não é susceptível de criar entraves significativos à concorrência efectiva nos mercados identificados”.

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