easyJet teve o melhor Inverno de sempre

Por a 17 de Maio de 2018 as 12:13

A easyJet registou o melhor Inverno de sempre, somando um total de 36,8 milhões de passageiros transportados no semestre que terminou a 31 de Março, e uma taxa de ocupação de 91,1%, o que representa uma subida de 0,9 pontos percentuais.

“A robustez da rede e da proposta comercial da easyJet ajudou a companhia a apresentar um forte desempenho nos primeiros seis meses do exercício”, refere a companhia aérea low cost britânica, atribuindo o sucesso deste semestre a um “ambiente comercial positivo e um aumento da taxa de ocupação”, bem como às “reduções de capacidade de outras companhias aéreas que actuam nos mercados da easyJet” e à “transição parcial do período de Páscoa do segundo semestre em 2017 para o primeiro semestre em 2018”.

No total, a companhia transportou mais três milhões de passageiros face a igual semestre do ano anterior, número que “inclui os 0,7 milhões das novas operações em Berlim Tegel que a easyJet lançou em Janeiro”.

Por outro lado, a companhia aumentou a sua capacidade em 7,8% graças ao crescimento de 4,6% da rede da easyJet e aos 1,2 milhões de assentos adicionais do Tegel, o que permitiu uma taxa de ocupação de 91,1%, 0,9 pontos percentuais acima de período homólogo.

Em sentido ascendente vão também as receitas da easyJet, que subiram 19,5%, atingindo um total de 2183 milhões de libras, quando em igual período do ano passado se tinham ficado pelos 1827 milhões de libras.

Já o total de receitas por assento aumentou 10,9%, para 54,10 libras, enquanto o custo global por assento, excluindo combustível, aumentou 2,2% para 43,11 libras, o que permitiu um lucro global antes de impostos, excluindo Tegel, de oito milhões de libras, o que traduz uma melhoria de 220 milhões de libras relativamente ao primeiro semestre de 2017, quando a companhia tinha apresentado um prejuízo de 212 milhões de libras.

O total de prejuízos antes de impostos no semestre findo a 31 de Março de 2018 foi de 68 milhões de libras, o que, segundo a easyJet, “reflecte sobretudo os custos não globais associados à integração extraordinária das operações do Tegel e a vendas e renovações de contratos de aluguer de dez aeronaves A319”.

“O nosso desempenho foi ajudado pelas reduções de capacidade de outras companhias aéreas, mas também se deveu à robustez da marca easyJet, que é agora a marca de serviços de transporte aéreo com maior aprovação no Reino Unido, ultrapassando a BA pela primeira vez”, congratula-se Johan Lundgren, CEO da easyJet.

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