Go4Travel contrata novo CEO

Por a 16 de Maio de 2018 as 17:45

A GO 4 TRAVEL, grupo de agências de viagens em Portugal, revela parte da estratégia adoptada pela nova administração, de destacar o reforço do sistema interno e a contratação de um novo CEO com mais de 15 anos de experiência no sector.

A nova administração da GO 4 TRAVEL, que tomou posse em Janeiro de 2018,  implementou um plano de acção, que concilia o reforço das estratégias já iniciadas no passado e está  a desenvolver diversos projectos complementares de “grande importância”. Em comunicado, o grupo indica que os novos projetos pretendem “fortalecer a actuação dos accionistas do maior grupo de agências de viagens em Portugal”.  Entre estes projectos destaca-se “o reforço do sistema interno e comum aos 42 accionistas, com o intuito de obter ganhos de produtividade mediante inovação tecnológica, maior segurança e total adaptação às novas leis do sector”.

“As crescentes exigências, a diversidades de projectos em execução ou implementação e a vontade de reforço da ligação e das sinergias entre accionistas, obrigaram a um reforço do controlo de gestão interno, nomeadamente contratação de um CEO. Vasco Pinheiro, o profissional escolhido, possui um vasto conhecimento do sector turístico, estando familiarizado com a tecnologia aplicada às agências de viagens e operadores turísticos, para além de deter ampla experiência internacional” destaca Ricardo Ferreira, do conselho de administração da GO4TRAVEL.

Com formação em Gestão, pela Universidade Católica de Lisboa e experiência de mais de 15 anos no sector turístico, chefiou as áreas de operações, vendas, contratação e desenvolvimento tecnológico e geriu a área de viagens para mais de uma dezena de países numa multinacional de consultoria se sistemas de informação. Vasco Pinheiro considera o sector turístico desafiante, razão pela qual enveredou por esta área: “Escolhi gestão por vocação e o turismo pela sua constante mudança e necessidade de adaptação. Penso que o principal desafio da minha experiência internacional foi conseguir integrar, numa só matriz de gestão, o maior número de países com o mínimo de desvios possíveis. Esse desafio foi atingido na totalidade dos objectivos propostos, ultrapassando as várias barreiras culturais”.

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