Gastronomia e diversidade da oferta são pontos fortes da BTL

Por a 17 de Abril de 2018 as 16:30

A gastronomia e a diversidade da oferta são pontos mais apreciados pelos visitantes da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, segundo um estudo da Escola de Turismo e Hospitalidade da Universidade Europeia, realizado pela Associação Industrial Portuguesa (AIP), que procurou definir o perfil do visitante do maior certame turístico nacional.

De acordo com o estudo, 98% dos visitantes da feira ficaram bastante satisfeitos e declararam mesmo sentir-se embaixadores da feira, cujos pontos fortes mais apreciados são a gastronomia, com 19% das preferências, seguindo-se a diversidade da oferta (18%) e a oferta nacional (15%), existindo ainda 14% de visitantes que apreciam a experiência proporcionada pela iniciativa na sua totalidade.

“Para a maior parte da população inquirida, a principal motivação para visitar a feira está sobretudo relacionada com a vontade de descobrir o país e com a necessidade de ter um maior conhecimento sobre a oferta turística existente”, refere a Universidade Europeia em nota à imprensa.

O estudo foi saber quem são os visitantes da BTL e apurou que a maioria apresenta uma média de idades que ronda os 36 anos e são visitantes individuais (40%), em comparação com os visitantes estudantes (30%) ou os profissionais (19%).

A maioria dos visitantes da BTL vão à feira acompanhados pela família (41%) e ficam cerca de 3h30 na feira, residindo, sobretudo, em Lisboa (62%), mas também na região Centro do país (24%).

Entre os inquiridos, Brasil, a América do Sul e São Tomé e Príncipe foram os stands mais apreciados na edição de 2018 da BTL, enquanto os espaços dos Açores, Madeira e Alentejo foram os mais destacados a nível nacional.

O estudo procurou também apurar quais os pontos menos positivos da feira, com 13% dos inquiridos a apontarem a confusão, 11% os acessos e 10% o barulho como os principais aspectos que devem ser melhorados.

“Ao nível da oferta, a escassez de stands europeus e a falta de representação de empresas nacionais foi também mencionada pelos visitantes”, acrescenta a Universidade Europeia, na mesma informação.

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