RAVT teve vendas superiores a 60 M€ em 2017

Por a 14 de Abril de 2018 as 20:00

Em 2017, a RAVT registou um crescimento de vendas acima de 15%, num montante superior a 60 milhões de euros, “só dos fornecedores contratados pela RAVT”, refere a rede de agências de viagens independentes, que realizou este sábado, 14 de Abril, a sua Convenção Nacional, que decorreu em Ílhavo, contando com 132 participantes, incluindo 70 agentes de viagens.

“Crescemos em número de balcões. Produção teve crescimento acima de 15% equivalente a um total de vendas superior a 60 milhões de euros, só dos fornecedores contratados pela RAVT”, lê-se numa nota enviada à imprensa.

O ano passado foi marcado por “demasiadas irregularidades”, refere a RAVT, que aponta as catástrofes naturais, atentados, greves e falência de companhias aéreas low cost, problemas que originaram “um ano cheio de stress”, mas que acabou por ser positivo, uma vez que gerou “mais motivação devido à maior procura, procura essa muito mais antecipada”.

Caraíbas, Cabo Verde, Algarve, Ilhas Espanholas e Sul de Espanha foram os destinos mais vendidos em termos de Sol e Praia, seguindo-se os “City Breaks na Europa com muita hotelaria e incremento das Low Cost”, bem como os cruzeiros, circuitos europeus, as viagens longas e luas-de-mel, com a maior parte das vendas a incluírem destinos como a Tailândia, São Tomé e Dubai, além dos parques temáticos.

Já os fornecedores com maior expressão para a RAVT foram a Soltour, Solférias, Soltrópico, Nortravel, Veturis, Ávoris, YourHotels, Marsol, Travelplan e Easybookings.

Na mesma nota, a RAVT diz ainda que espera que 2018 seja “um ano semelhante ao anterior”, ainda que se espere “um acréscimo de trabalho devido a novos procedimentos necessários com novas formas de agir”.

“Também esperamos um acréscimo de valores dos produtos devido a várias projecções avançadas internacionalmente, não só com o suposto aumento de combustível esperado, valores de hotelaria e aviação a aumentarem, mais custos inerentes a maiores protecções aos clientes, mais encargos nas agências de viagens, que acabarão a ser passados para o cliente final”, acrescenta a mesma informação.

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