TAP vai voar para Florença e Nouakchott em 2018

Por a 19 de Dezembro de 2017 as 16:54
TAP

A TAP vai começar a voar para Florença, em Itália, e Nouakchott, na Mauritânia, em 2018, anunciou esta terça-feira, 19 de Dezembro, Fernando Pinto, presidente executivo da TAP, durante o almoço de Natal com a comunicação social, que a companhia promove anualmente.

“Vamos começar a operação para Florença a partir de 10 de Junho, serão cinco voos por semana Lisboa-Florença. É uma rota muito solicitada, é um destino de extremo interesse para turismo mas também pela região em volta que é de extremo interesse no tráfego de negócios”, revelou o responsável.

Além de Florença, Fernando Pinto avançou ainda que a companhia vai passar a voar também para Nouakchott, na Mauritânia, à partida de Lisboa, numa rota que arranca também em 2018 e que, segundo o presidente executivo da TAP, será importante para manter o crescimento da companhia em África.

“É mais uma rota em África, todos sabem que temos crescido muito em África. No início falava-se muito no crescimento no Brasil, depois passámos a falar no crescimento nos EUA, mas o crescimento e a dedicação da TAP às rotas de África é muito grande”, explicou, afirmando que a companhia vai continuar a abrir novos destinos em África.

Além das rotas à partida de Lisboa, Fernando Pinto confirmou também que a TAP vai voltar a voar desde o Porto para Barcelona e Milão, com dois voos diários, abrindo ainda rotas da Invicta para London-City e para Ponta Delgada, nos Açores, tal como já tinha sido avançado segunda-feira, 18 de Dezembro.

“É a nossa prenda de Natal para a população do Porto”, disse Fernando Pinto, acrescentando que a companhia não vai ficar por aqui no Porto e que a intenção é continuar a desenvolver a TAP no Porto.

Novidade para 2018 será também a chegada de novos aviões, com o responsável a revelar que a companhia deverá receber, durante o segundo semestre do ano, seis novos aviões A330-900 Neo, aos quais se deverão juntar os primeiros A321 Long Range, também no segundo semestre, com Fernando Pinto a destacar os ganhos em eficiência que as aeronaves vão permitir.

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