Governo reclassifica Palace Hotel do Buçaco como monumento nacional

Por a 7 de Dezembro de 2017 as 17:35

O Governo aprovou esta quinta-feira, 7 de Dezembro, em Conselho de Ministros, o decreto que reclassifica o Palace Hotel do Buçaco e mata envolvente como monumento nacional, cujo Projecto de Decisão por parte da Direcção Geral do Património Cultural tinha sido publicado em Diário da República em Junho.

“Foi aprovado, igualmente, o decreto que reclassifica como monumento nacional o conjunto denominado “Palace Hotel do Buçaco e mata envolvente, incluindo as capelas e ermidas, Cruz Alta e tudo o que nela se contém de interesse histórico e artístico, em conjunto com o Convento de Santa Cruz do Buçaco”, fixando restrições com vista à respectiva salvaguarda e protecção”, refere o comunicado do Conselho de Ministros.

A reclassificação do Palace Hotel do Buçaco e mata envolvente enquanto monumento nacional vai ao encontro das reivindicações do presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, que há muito pedia o reconhecimento do monumento, de forma a que seja possível avançar posteriormente para a sua classificação como Património Mundial da Humanidade.

“Não sei bem o que se passou nestes últimos anos, mas só por distracção dos organismos, que tomavam conta do Buçaco, é que ainda não foi classificado como monumento nacional. Há monumentos nacionais com muito menos valor histórico, patrimonial e natural que o Buçaco”, afirmava o autarca, em Junho, à Lusa.

Rui Marqueiro considerava na altura que a reclassificação do Palace Hotel do Buçaco seria fundamental para aumentar o número de visitantes, uma vez que o monumento  “é o terceiro local com maior visitação por parte das agências”, logo a seguir à Universidade de Coimbra e ao Portugal dos Pequenitos.

“Com esta reclassificação e posteriormente como Património Mundial da Humanidade, disputaremos taco a taco com a Universidade de Coimbra. Mas há todo um trabalho a fazer para que os operadores encaminhem as agências para esta jóia”, afirmou o autarca à Lusa.

 

 

 

 

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