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Lisboa e Porto entre os destinos preferidos dos europeus em 2017, revela a eDreams

eDreams destaca também a ilha Terceira como o destino europeu de curta-distância com maior crescimento entre os viajantes de toda a Europa, em 2017.

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Lisboa e Porto entre os destinos preferidos dos europeus em 2017, revela a eDreams

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As cidades de Lisboa e Porto foram dois dos destinos preferidos dos turistas europeus em 2017, apurou o relatório eDreams ODIGEO 2017, intitulado “O viajante europeu: tendências e previsões”.

O relatório apresenta as tendências registadas ao longo de 2017 e antecipa algumas previsões para 2018, tendo sido realizado através da análise a mais de 18 milhões de viajantes que a empresa registou através das suas marcas eDreams, Opodo, GO Voyages e Travellink durante este ano.

Relativamente a 2017, o relatório da eDreams revela que Lisboa foi a quinta cidade mais procurada pelos turistas europeus, registando um aumento de 17% face a 2016, enquanto o Porto foi a nona escolha dos turistas na Europa, com uma procura 12% acima do ano passado.

Mas as tendências de 2017 destacam também outros destinos portugueses, como é o caso da ilha Terceira, nos Açores, que foi o destino europeu de curta-distância com maior crescimento entre os viajantes de toda a Europa, registando um crescimento superior a 155% face ao ano anterior, enquanto Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, foi a quinta cidade mais procurada em viagens de curta-distância, com um aumento de 61% na procura.

A nível global, Londres foi a cidade mais visitada pelos turistas europeus e, em relação aos portugueses, a capital britânica foi o segundo destino fora de Portugal preferido, depois de Paris, que liderou as preferências dos turistas lusos em 2017.

Os destinos preferidos dos portugueses em 2017 foram Porto, Lisboa, Paris, Ponta Delgada e Londres e, para 2018, a eDreams destaca São Vicente, Sal, Dubai, Lyon e Bucareste como os destinos que apresentam uma percentagem de crescimento das reservas feitas em 2017 para 2018, comparando com as mesmas datas do ano passado, entre os portugueses. Ainda assim, os destinos com maior volume de reservas para 2018 são o Funchal, Amesterdão, Nova Iorque, Lisboa, Paris e Londres.

O estudo da eDreams apurou também que cerca de 23% dos portugueses usaram dispositivos móveis para fazer as suas reservas durante 2017, o que traduz um crescimento de 229% durante a última década, com Espanha a registar a maior percentagem de viajantes a fazer reservas online usando um dispositivo móvel – 37% -, enquanto a Suécia foi o país em que este tipo de utilização mais cresceu em 10 anos, no total de 283%.

 

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Turismo internacional em Bali bateu no fundo em 2021

O turismo na ilha Indonésia de Bali bateu no fundo em 2021. Se acolheu cerca de 6,2 milhões de chegadas internacionais em 2019 e 1,05 milhões em 2020, no ano passado, o destino recebeu apenas 45 visitantes internacionais.

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Se os destinos por todo o mundo tiveram uma redução significativa de turismo durante a pandemia do coronavírus, a ilha Indonésia de Bali, muito apreciada por turistas internacionais à escala global, terá sido uma das mais afetadas.

Devido às medidas rigorosas de controlo fronteiriço e a um aeroporto encerrado, Bali passou de receber milhões de visitantes internacionais para apenas 45 em 2021. Compare-se isso com cerca de 6,2 milhões de chegadas internacionais em 2019 e 1,05 milhões em 2020.

“É o número mais baixo de visitas de turistas internacionais desde que há registos”, disse à CNN Nyoman Gede Gunadika, diretor regional de turismo da província de Bali, também confirmado pelo Gabinete Central de Estatística da ilha.

Como o aeroporto internacional da ilha, Ngurah Rai International Airport (DPS) em Denpasar, esteve encerrado para voos internacionais durante quase todo o ano, quase todos esses turistas chegaram através de iates privados. Apesar de o aeroporto ter reaberto oficialmente a voos internacionais a 24 de outubro, até agora só voos domésticos chegaram e partiram do aeroporto, principalmente da capital da Indonésia, Jacarta.

Refira-se que, para chegar a Bali, os turistas estrangeiros têm de lidar com rígidos requisitos de entrada relativos à covid. Têm de obter um visto de negócios, que custa 300 dólares (neste momento não há vistos de turismo), fazer vários testes PCR e comprar um seguro de saúde especial. Além disso, os custos das passagens são mais elevados do que o habitual devido à falta de voos diretos.

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Hoteleiros angolanos apontam “revitalização” do turismo interno e pedem apoio do Estado

O menor número de viagens internacionais fez com que a AHARA considera que se registe uma “revitalização” do turismo interno e, assim, melhores tempos para a hotelaria em Angola. Contudo, apoios precisam-se.

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A Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHRA) considerou, recentemente que o turismo interno “está a revitalizar-se”, fruto da diminuição das viagens internacionais, exortando o Governo a uma “maior compreensão e apoio financeiro” ao setor.

“O que precisamos é o apoio financeiro em condições de viabilidade económica e financeira no âmbito dos programas de revitalização da economia, cuja responsabilidade é dos órgãos do Estado”, afirmou o presidente da AHARA, Ramiro Barreira citado pela agência Lusa.

Numa mensagem, divulgada por ocasião do Ano Novo, o responsável disse esperar, em 2022, “uma maior compreensão das autoridades” para com este setor “importantíssimo para ajudar a desenvolver o país, numa altura em que o turismo interno começa a revitalizar-se”.

Segundo Ramiro Barreira, que não se esqueceu das contrariedades e adversidades derivadas da COVID-19, sobretudo nos últimos três anos, este ano a AHARA quer estar “mais próximo dos associados para compreender as suas dificuldades e ansiedades”.

“Continuaremos a nossa agenda de reuniões mensais do conselho de direção e manteremos contactos permanentes como executivo, através dos ministérios da Cultura, Turismo e Ambiente e da Economia para que as políticas de apoio à economia contemplem também no nosso setor”, assinalou.

Os atores do setor hoteleiro, cuja força de trabalho antes da crise rondava os 223 mil trabalhadores diretos, realçou o presidente da AHARA, é uma força muito importante e “nem sempre” tem “encontrado as melhores políticas de apoio” ao setor.

“Estamos esperançados e convictos que 2022 será diferente. Também esperançados que este ano, que agora se inicia, aprenderemos a conviver e a trabalhar com a COVID-19, numa base de muita sustentabilidade e produtividade”, concluiu Ramiro Barreira.

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Israel reabre fronteiras para turistas vacinados

As fronteiras tinham sido encerradas em dezembro, após a deteção do primeiro caso da variante Ómicron no país.

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O Governo de Israel anunciou, recentemente, que irá reabrir as suas fronteiras a turistas vacinados a partir da próxima semana, depois de terem sido fechadas em dezembro após deteção do primeiro caso da variante Ómicron de um viajante proveniente da África do Sul.

Assim, a partir de 9 de janeiro, os turistas estrangeiros vacinados e procedentes de um país classificado de “laranja”, poderá entrar em Israel. Contudo, terá de apresentar, além do comprovativo de vacinação, um teste PCR ou antigénio negativo feito antes de embarcar, bem como repetir os testes à chegada a Israel, onde terá de esperar, isolado por 24 horas, revelou o Governo, em comunicado.

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Governo da Madeira cancela festas de Carnaval na região

O Executivo madeirense considera que, cancelar os eventos de Carnaval, previstos de 26 de fevereiro a 2 de março, é “a decisão mais acertada”.

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As festividades de Carnaval na Madeira, programadas para decorrer entre os dias 26 de fevereiro e 2 de março, foram canceladas, devido à evolução da situação pandémica da COVID-19 na região, anunciou o Governo insular.

“O Governo Regional da Madeira entende não estarem reunidas as condições de segurança em termos de saúde pública para que o evento se realize”, lê-se na informação divulgada pelo gabinete do secretário do Turismo e Cultura do arquipélago.

Assim, o Executivo “decidiu cancelar as festas que teriam lugar entre os dias 26 de fevereiro e 2 de março”, acrescenta.

As 19 trupes que iriam desfilar no cortejo de Carnaval, o principal evento deste cartaz, que é assistido por milhares de residentes e visitantes, já estão a ser informadas desta decisão.

O Executivo madeirense assegura ter sido “sensível às preocupações dos grupos envolvidos que transmitiram dificuldades na organização dos ensaios, pelo receio manifestado por parte dos participantes relativamente ao perigo de contágio”, cita a agência Lusa.

Também argumenta que, “ao contrário do que aconteceu na Festa da Flor”, cuja programação, em 2020 e 2021, pôde ser “deslocada para outras alturas do ano sem prejuízo do seu propósito, as Festas de Carnaval não podem ser adiadas”.

Devido à atual situação pandémica, o Executivo regional considera que cancelar os eventos de Carnaval previstos é “a decisão mais acertada”.

O Governo madeirense aponta que, “a nível nacional e mesmo internacional, as celebrações do Carnaval em 2022 estão a ser canceladas ou estão envoltas em indefinição”, nomeadamente na Nazaré e Torres Vedras.

No Brasil, exemplifica, “a maioria dos desfiles e festividades de Carnaval já foi cancelada, com destaque para o conhecido Carnaval da Bahia”, e, na Europa, pela incerteza causada pelo aumento de casos de COVID-19 devido à variante Ómicron, Veneza ainda não confirmou a realização presencial das festas de Carnaval.

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Castelo e espaços culturais de Leiria tiveram quase 160 mil visitantes em 2021

Durante o ano de 2021, o Castelo e os restantes espaços culturais do concelho de Leiria acolheram quase 160 mil visitantes, números que, segundo a autarquia, se aproximam já dos verificados antes da pandemia.

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O Castelo de Leiria, agora reabilitado, bem como o conjunto de espaços culturais do concelho, receberam, em 2021, um total de 155.957 visitantes, sem incluir ainda os números de dezembro último.

Relativamente ao ano anterior, em 2021 o número de frequentadores de museus, salas de espetáculo, monumentos e restantes espaços culturais de Leiria praticamente duplicou, e quase se aproximam da realidade pré-pandemia, muito à custa da curiosidade em torno da reabilitação do Castelo, avançou o município à agência Lusa.

Em 2020, já em pandemia, a afluência desceu para 83.873 entradas, redução substancial quando se compara com os números de 2019 (186.555 visitantes).

A renovação do Castelo de Leiria, que depois da reabertura em maio teve durante alguns meses acesso gratuito, atraiu 104.622 pessoas, contribuindo para o substancial aumento dos frequentadores de espaços culturais em Leiria.

Ao longo do ano que terminou vários equipamentos estiveram encerrados ou com funcionamento limitado devido ao contexto pandémico, frisa o município na informação.

Para 2022, a Câmara de Leiria prevê realizar obras de manutenção no Moinho Papel, avançar com o projeto de reabilitação do edifício do antigo Banco de Portugal – onde funciona o Banco das Artes Galeria – e concluir a intervenção na Casa dos Pintores, atualmente de portas fechadas, enquanto será posta a votação a proposta para uma nova fase de reabilitação do Castelo, nomeadamente nos Paços Novos, Torre de Menagem, ruínas da Colegiada, além de reparações de fundo e consolidação das muralhas, barbacãs, torreões e Portas do Norte.

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Empresários açorianos do turismo pedem reativação de medidas de apoio

A Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), apela que sejam reeditadas medidas de apoio ao funcionamento e à manutenção de emprego, “com caráter imediato e de aplicação célere”, tendo em conta os “resultados finais de 2021 e às perspetivas muito negativas para o primeiro trimestre de 2022”.

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Os empresários açorianos do turismo, através da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), querem que sejam reeditadas medidas de apoio ao funcionamento e à manutenção de emprego, “com caráter imediato e de aplicação célere”, tendo em conta os “resultados finais de 2021 e às perspetivas muito negativas para o primeiro trimestre de 2022”.

Conforme escreve o Açoriano Oriental, a reivindicação surge após a direção e a Comissão Especializada do Turismo da CCIPD/Associação Empresarial das Ilhas de São Miguel e Santa Maria terem reunido com representantes da Associação de Alojamento Local dos Açores (ALA) e da delegação da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) para analisarem a forma como decorreu o ano de 2021 e as perspetivas para 2022.

Os empresários dizem, em comunicado, que se perspetiva “um primeiro trimestre muito difícil para o setor, eventualmente tão mau como o de 2021, estimando-se que só a partir daquela altura se possa voltar a uma retoma significativa, para um resultado final ainda de 70% a 80% do nível de atividade alcançada em 2019”, o que dignifica que “as empresas continuarão a enfrentar sérias dificuldades, principalmente nos próximos meses de muita reduzida atividade”.

Pedem, por outro lado, a adoção de uma estratégia pública “clara” para o turismo alicerçada numa “promoção inteligente e suficiente” e na revisão dos principais instrumentos de atuação do setor – Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA) e Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores (PEMTA).

De igual modo, reclamam a concertação imediata sobre a estratégia e a configuração específica do novo quadro financeiro plurianual europeu (PO Açores); a continuidade e reforço da política de qualificação de pessoas; o acompanhamento da reestruturação da TAP de forma a que não seja prejudicado o encaminhamento para os Açores de passageiros dos seus mercados de atuação e a manutenção de uma “função racional” da SATA Internacional nas ligações com a Europa e América do Norte.

O reforço orçamental para a promoção junto dos mercados emissores, no sentido de consolidar estes mercados e evitar abandonos como já aconteceu no passado, com reflexos negativos para o destino Açores, foi outra das reivindicações.

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Dubai recebeu 4,88 milhões de visitantes até outubro e Portugal foi um dos destaques

Em outubro de 2021, os números registados pelo mercado português foram mesmo 13% superiores aos de 2019, segundo o Turismo do Dubai.

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Entre janeiro e outubro de 2021, o Dubai recebeu um total de 4,88 milhões de visitantes, com destaque para a procura proveniente dos mercados da India e Rússia, assim como para Portugal, que apresentou uma “performance recorde no mês de outubro”.

De acordo com o Turismo do Dubai, Portugal apresentou “uma performance positiva ao longo de todo o ano”, com destaque para outubro, em que “os números registados foram mesmo 13% superiores aos de 2019, que já tinham representado um recorde comparativamente a anos anteriores”.

“A abertura de uma representação do Turismo do Dubai em Portugal e as inúmeras iniciativas de promoção que foram desenvolvidas ao longo do ano – fam trips, press trips, viagens de influencers, brand contents, campanhas de publicidade, ações de formação do trade, apresentações, etc- contribuíram de forma decisiva para o crescimento da procura”, considera o Turismo do Dubai, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 3 de janeiro.

Além das iniciativas desenvolvidas, também a Expo Dubai 2020, que decorre até 31 de março de 2022, assim como as próprias características do destino, que “conjuga história/cultura, deserto, praia e modernidade”, justificam a elevada procura.

Apesar do bom desempenho do mercado português, o ranking de mercados emissores de turistas para o Dubai é liderado pela India e pela Rússia, com 667 mil e 311 mil visitantes, respetivamente, seguindo-se a Arábia Saudita, com 271 mil turistas; Reino Unido, com 235 mil; e Estados Unidos da América, com 203 mil turistas.

Em termos de continentes, destaque para a Europa Ocidental, que contribuiu com 20% do número de visitantes, bem como para a Asia do Sul, com 19%, a Europa de Leste, com 16%, e o Médio Oriente/Norte de África, com 14%.

Recorde-se que o Dubai foi um dos primeiros destinos do mundo a abrir as suas portas ao turismo durante a pandemia, em julho de 2020, o que atraiu turistas de todo o mundo, levando mesmo a que a estada média no destino passasse, entre 2020 e 2021, das 4,1 noite/visitante para 4,6 noites/visitante.

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Unicâmbio abre 32 lojas na Alemanha

Empresa portuguesa especialista em câmbio e parceira exclusiva da Western Union, criou a Ucambio para entrar no mercado alemão e abrir 32 lojas no país.

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A Unicâmbio abriu 32 lojas na Alemanha, numa expansão para território germânico que acontece sob a designação Ucambio e que surge depois de Angola e Marrocos, informou a empresa portuguesa especialista em câmbio e transferências de dinheiro.

“Esta nova operação de internacionalização culminou dois anos de negociações em que a Unicâmbio foi sujeita a um criterioso escrutínio por parte da Western Union no final do qual passou a assumir o negócio das transferências de dinheiro e câmbios na Alemanha”, explica a Unicâmbio.

Em território alemão, a Unicâmbio conta com uma equipa de mais de 150 colaboradores e opera sob a designação de Ucambio, uma empresa alemã participada a 100% pela Unicâmbio, que é reconhecida e licenciada pela BaFin e pelo Bundesbank para iniciar a atividade de câmbios (compra e venda de moeda estrangeira).

“Desde logo vimos neste convite o reconhecimento da importância e da credibilidade da nossa marca, e uma grande oportunidade para a consolidação e desenvolvimento e processo de internacionalização iniciado em 2016”, considera Carlos Lilaia, administrador da Unicâmbio.

Já Paulo Jerónimo, também administrador da Unicâmbio, acredita que “o investimento na Ucambio tem um potencial muito grande, pela dimensão natural do mercado, pela localização privilegiada das lojas, pela cobertura geográfica das mesmas, aliados ao conhecimento e experiência da equipa que irá certamente permitir alavancar o negócio global da Unicâmbio”.

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Faleceu: Francisco Sampaio levou o turismo do Alto Minho aos quatro cantos do mundo

Foi presidente da antiga Região de Turismo do Alto Minho e levou o destino aos quatro cantos do mundo. Era considerado embaixador das tradições, gastronomia e folclore da região. Estamos a falar de Francisco Sampaio, que faleceu sexta-feira com 84 anos,

Francisco Sampaio, antigo presidente da Região de Turismo do Alto Minho, faleceu na sexta-feira, aos 84 anos. Era um embaixador das tradições, gastronomia e folclore da região, tendo levado o nome do destino aos quatro cantos do mundo.

Segundo o presidente da Câmara de Viana do Castelo. Luís Nobre, à Lusa, a morte de Francisco Sampaio constitui uma “perda para o concelho, para o Alto Minho e para o país”.

Também o Turismo do Porto e Norte, em comunicado, lamenta a morte de Francisco Sampaio, classificando-o como um precursor na investigação e dinamização turística da região.

“Francisco Sampaio ajudou a projetar além-fronteiras a região que tanto amava, fruto da sua dedicação, entusiasmo e competência, deixando um legado de profissionalismo que os atuais responsáveis pelo turismo na região têm a obrigação de honrar”, considera Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte.

Ainda recentemente, Francisco Sampaio foi agraciado em Viana do Castelo por parte do Turismo do Porto e Norte e da Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo atribuído o seu nome ao Centro de Congressos do Castelo Santiago da Barra, sede da TPNP.

Licenciado em Ciências Históricas pela Faculdade de Letras de Universidade do Porto, e pós-graduado em Direção de Empresas, Francisco Sampaio exerceu funções docentes no ensino secundário e superior, e foi fundador e coordenador do Curso Superior de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Antevendo a importância da região enquanto destino turístico, Francisco Sampaio participou no processo de constituição da Região de Turismo do Alto Minho, onde foi presidente entre 1980 e 2009. Foi, também, responsável pelas Festas da Senhora da Agonia durante 40 anos, evento declarado de Interesse Turístico Nacional.

Condecorado com a Medalha de Mérito Turístico – Grau Ouro e Prata, da Secretaria de Estado do Turismo, Francisco Sampaio recebeu igualmente a Medalha da Academia Portuguesa de Gastronomia em 2007, entre outras distinções, inclusive de Espanha.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Alto Minho renova Carta Europeia de destino sustentável

A Federação Europeia de Parques Nacionais e Naturais renovou a certificação da Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS) do Alto Minho.

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A renovação da certificação da Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS) do Alto Minho acaba de ser aprovada pela Comissão de Avaliação da Federação Europeia de Parques Nacionais e Naturais – Federação Europarc.

A iniciativa, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), ao abrigo do projeto “Aldeias do Alto Minho – Walking & Cycling” é apoiada pelo Turismo de Portugal, no âmbito da Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior.

Este reconhecimento resultou de um trabalho de parceria com vários atores locais, quer públicos, quer privados, que culminou com a apresentação pública do dossier de reavaliação da Carta Europeia de Turismo Sustentável do Alto Minho, com especial enfoque para a Estratégia de Desenvolvimento Turístico Sustentável e para o Plano de Ação para o período 2021-2024.

Em nota enviada à imprensa, o município de Arcos de Valdevez, numa estreita parceria com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), tem investido no reforço do posicionamento do território como destino turístico sustentável, com mais valias para a economia, a sociedade, a cultura e o ambiente.

Submetido em maio deste ano, o processo de reavaliação da Carta Europeia de Turismo Sustentável do Alto Minho foi analisado por um comité de avaliação, tendo o território sido alvo de uma visita por parte de um auditor da Federação Europarc, que recomendou que fosse renovada a atribuição ao Alto Minho deste certificado.

A entrega do galardão europeu decorrerá a 03 de maio de 2022, aquando da Conferência Europarc, que terá lugar no Parque Nacional Neusiedler See – Seewinkel, na Áustria.

De referir que o plano de ação para o período 2021-2024, em matéria de turismo sustentável, assenta em cinco produtos estratégicos para o território do Alto Minho (gastronomia e vinhos; património, identidade cultural e e4ventos eco; Alto Minho Greenways; caminhos de Santiago e Alto Minho Blueways e oferta náutica), e integra 33 ações a serem concretizadas neste período, mobilizando 18 promotores, entre entidades públicas, privadas e organizações não governamentais de ambiente, num orçamento global de 7,4 milhões de euros, dos quais 68% são investimento público, sendo os restantes 32% investimento privado.

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