Opinião| Carlos Díez de la Lastra “O plus da formação internacional”

Por a 27 de Outubro de 2017 as 14:43

Em 2004 a UNESCO definiu a educação internacional como um processo que aporta conhecimento, cooperação e paz a nível internacional, ao conjugar três elementos: direitos humanos, liberdades fundamentais e compromisso pela paz e, reforça este organismo, que esta forma global de formação deveria estar presente em todas as ações e matérias do sistema educativo e não ser entendida como algo à parte e não inerente ao próprio sistema.
Quando em 1954, abre as suas portas pela primeira vez na Suiça, a escola internacional Les Roches, a ideia de completar ou estudar no estrangeiro não era tão valorizada ou percecionada como plataforma para aceder aos melhores cargos e centros decisores das cadeias hoteleiras internacionais. Nesta instituição de ensino e exatamente pela especialização em Direção Hoteleira Internacional (Hospitality), a internacionalização com inaugurações sucessivas em Espanha, China e Estados Unidos acabou por ter lugar de forma natural numa indústria que per si é global. A par desta escola e a partir da década de 60 do século passado, outras escolas inauguraram com o objetivo de dar mais e melhor formação na área do Turismo. Todas estas instituições tiveram e têm a preocupação de na definição dos planos com o caráter universal das matérias lecionadas e a vocação cosmopolita que a área do turismo representa.
A Les Roches é a única instituição entre as três mais importantes a nível mundial que tem presença nos quatro eixos mais relevantes do turismo mundial: tradição, competitividade, liderança de mercado no futuro e vanguarda tecnológica, converteram esta instituição num centro de referência não só para quem deseja exercer funções na esfera decisora mas também pela possibilidade de estudar em diferentes países, conhecer novas culturas e conviver em campus universitários com inúmeras nacionalidades.
Esta amplificação de oportunidades, com o desenvolvimento das práticas laborais internacionais, é um dos aspetos mais importantes a ter em conta na hora de decidir estudar no estrangeiro, assim como as credenciais da instituição de ensino selecionada. Les Roches Global Hospitality Education ocupa o segundo lugar no Ranking das escolas superiores de gestão da indústria de Hospitality e Turismo tendo em conta o grau de empregabilidade dos seus alunos (QS World University Rankings by Subject 2017), e conta atualmente com uma rede internacional de mais de 12.000 graduados que trabalham em 129 países.
Portugal, um dos destinos turísticos mais relevantes dos últimos tempos, converteu-se num magnífico epicentro de talento pela sua extraordinária capacidade para atrair e projetar a criatividade e entre o conjunto de profissionais portugueses formados na Les Roches destacam-se: Carolina Dos Santos Conference Services Manager no Four Seasons Hotels and Resorts em Lisbon, Bruno Teles, Deputy Manager at 3HB Hotels, Lisbon, Miguel Brito Asst. Manager, Four Seasons Hotels and Resorts, Londres; João Pedro Maia Bibe Front Office Agent noThe Little Nell em Aspen, USA; Pedro Sinval, Senior Manager CUF Hospitals – José de Mello Saúde – Carnaxide e Francisco Manuel Calaveiras atualmente na equipa de Spain Barceló Hotel Group Finestrat en Alicante. Cumprindo os desejos da UNESCO, em Marbella convivem em paz e harmonia 80 nacionalidades distintas, convertendo o campus num modelo de convivência que se expande a cada ano e não coloca fronteiras aos valores da educação internacional.

*Por Carlos Díez de la Lastra, CEO e director geral da Les Roches Marbella.
Artigo de opinião publicado na edição 1351 de 15 de Setembro.

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