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Soltrópico: Charter de fim-de-ano para Salvador da Bahia quase esgotado

A Soltrópico reuniu, este fim-de-semana, 150 agentes de viagens na Madeira, num evento que teve como objectivo agradecer o “esforço dos agentes de viagens durante o Verão” e apresentar a programação do operador para o fim-de-ano.

Carina Monteiro
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Soltrópico: Charter de fim-de-ano para Salvador da Bahia quase esgotado

A Soltrópico reuniu, este fim-de-semana, 150 agentes de viagens na Madeira, num evento que teve como objectivo agradecer o “esforço dos agentes de viagens durante o Verão” e apresentar a programação do operador para o fim-de-ano.

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Aviação

A Soltrópico reuniu, este fim-de-semana, 150 agentes de viagens na Madeira, num evento que teve como objectivo agradecer o “esforço dos agentes de viagens durante o Verão” e apresentar a programação do operador para o fim-de-ano. A fam trip contou com o apoio do Turismo da Madeira e do Governo do Estado da Bahia, dois destinos importantes na programação da Soltrópico para o reveillon.

Em declarações aos jornalistas, Fernando Bandrés, director de operações da Soltrópico, começou por destacar a programação de fim-de-ano do operador, que este ano conta com uma novidade na operação de longo curso: o charter para Salvador da Bahia à partida de Lisboa com a SATA. Para este período, a Soltrópico conta ainda com voos extra para a Ilha do Sal e Boavista, em Cabo Verde; e para Marraquexe à partida de Lisboa e, este ano, também do Porto. O operador apresenta ainda “uma ampla programação de fim-de-ano” para o Funchal e Porto Santo.

Quanto às vendas para este período, Fernando Bandrés destaca o charter para Salvador, que está “praticamente cheio”, restando à data apenas “17/18 lugares”. Segundo o responsável de operações da Soltrópico, onde ainda existe maior disponibilidade é na operação Porto-Marraquexe, Lisboa-Funchal e Lisboa-Porto Santo, devido também “à quantidade de lugares contratados”.

Reconhecendo o sucesso da operação charter para Salvador da Bahia, Fernando Bandrés admite que no próximo ano o operador equaciona a “possibilidade de fazer, pontualmente, fretamentos charter” para o Brasil e explica porquê. “Neste momento, todos os operadores que programam o Brasil deparam-se com a mesma situação que é a dificuldade do transporte aéreo. As companhias regulares têm ocupações e tarifas muito altas, tarifas essas que são incomportáveis na execução de pacotes turísticos”.

Agentes de viagens vivenciam experiências na Madeira
Durante o fim-de-semana, os agentes de viagens ficaram hospedados no Vila Galé Santa Cruz e tiveram oportunidade de experimentar algumas das actividades incluídas na campanha “Experiências”, lançada pela Associação de Promoção da Madeira na última edição da Bolsa de Turismo de Lisboa. A campanha era válida para todos aqueles que comprassem uma viagem à Madeira ou ao Porto Santo de 15 de Março a 30 de Junho deste ano. Em troca, receberiam, por parte do destino, a oferta de uma ou duas experiências, dependendo do número de noites da estadia.

Nesta viagem, em que também participaram alguns fornecedores da Soltrópico, tais como a Be Live Hotels, a Iberostar Hotels & Resorts, SGS, Oásis Hotels & Resorts, Vila Galé, entre outros, os participantes tiveram a oportunidade de fazer um passeio numa levada, uma viagem de barco para observação de cetáceos e a descida em carro de cestos. O programa contou ainda com um workshop com vários fornecedores convidados, seguido de jantar com animação e sorteio de prémios.

Sobre a adesão à campanha de Experiências na Madeira, o director de operações da Soltrópico faz um balanço positivo, destacando sobretudo a observação de cetáceos. Fernando Bandrés gostaria que a campanha se repetisse no próximo ano, destacando que esta acção com os agentes de viagens permitirá que se tornem embaixadores da campanha no próximo ano.

*O Publituris viajou a convite da Soltrópico para a Madeira

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62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses comprometem-se com a sustentabilidade

No total, foram recebidas mais de 730 candidaturas e, após avaliação por uma comissão de avaliação independente, foram selecionadas 629 PME de 35 países, incluindo 62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses.

O SUSTOUR, programa financiado pelo programa COSME da União Europeia, destinado a melhorar o desempenho de sustentabilidade, vai contar com a participação de 700 agências de viagens e operadores turísticos, incluindo 62 portugueses, avança a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT), em comunicado.

Segundo a APAVT, as candidaturas a este programa arrancaram em março, com o objetivo de selecionar 175 agências e operadores para participar do SUSTOUR e beneficiar de “um programa abrangente de apoio técnico para os ajudar a melhorar o seu desempenho de sustentabilidade”.

No total, foram recebidas mais de 730 candidaturas e, após avaliação por uma comissão de avaliação independente, foram selecionadas 629 PME de 35 países, incluindo 62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses.

“Estamos muito satisfeitos com tanto interesse por parte dos operadores turísticos e agentes de viagens em toda a Europa em aprender como tornar os seus negócios e cadeia de fornecedores mais sustentáveis. Decidimos aceitar três vezes mais empresas no programa de apoio do que o inicialmente planeado, para permitir que um máximo de empresas beneficie do projeto”, explica Naut Kusters, Diretor da ECEAT e líder do projeto SUSTOUR.

Já Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, destaca a importância da sustentabilidade que, diz, “é claramente uma das principais prioridades da APAVT”, motivo pelo qual a associação se mostra satisfeita por “ver que cerca de seis dezenas de agentes de viagens e operadores turísticos associados foram selecionados no âmbito do projeto SUSTOUR”.

O programa de apoio técnico inicia-se este mês de julho e fornecerá uma combinação de formações on-line, formações em sala de aula de vários dias, formação intensiva (em grupo e individual), bem como aprendizagem entre pares – todos fornecidos e guiados por especialistas em turismo sustentável ​​selecionados para o efeito.

Durante esta etapa, as empresas podem escolher entre obter apoio para a certificação Travelife ou apoio em termos de melhoria de áreas específicas, como gestão de carbono, plástico e cadeia de fornecimento ou certificação de suas excursões em terra.

Ao longo do SUSTOUR, vão ser também organizados vários eventos em conjunto com feiras europeias para permitir às empresas de viagens selecionadas trocar experiências e melhores práticas, bem como “premiar as que obtiverem com sucesso a certificação através do projeto SUSTOUR”.

A lista completa de agências de viagens e operadores turísticos portugueses que participam no SUSTOUR pode ser consultada online aqui.

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47.º Congresso da APAVT será realizado em Ponta Delgada

Depois de revelada a data do próximo congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), faltava o local. Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, foi o local escolhido para receber a 47.ª edição do congresso da APAVT.

Victor Jorge

Pela quinta vez, depois de 1995, 2006, 2013 e 2018, o arquipélago dos Açores vai receber o congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), entre os dias 8 e 11 de dezembro, no que será a 47.ª edição do evento.

O local escolhido foi a cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, anúncio oficial feito esta segunda-feira, 4 de julho, pelos presidentes da APAVT e do Governo Regional dos Açores, Pedro Costa Ferreira e José Manuel Bolieiro, respetivamente, em cerimónia que contou também com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, da secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestrutura, Berta Cabral, da diretora Regional do Turismo, Rosa Costa, e do vice-presidente do Turismo de Portugal, Filipe Silva.

Na cerimónia, realizada no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, Pedro Costa Ferreira frisou que pretende que este seja mais do que o congresso das agências de viagens e ser “o congresso do turismo português”, salientando que é neste certame que se pretende fazer uma “reflexão do que tem acontecido” e onde serão traçadas as “bases do caminho” que falta percorrer.

“Não podíamos estar em melhor local para fazermos a reflexão sobre o futuro do turismo nacional”, considerou ainda o presidente da APAVT, destacando que para a escolha do local terá contribuído o facto de os Açores serem um destino “alicerçado” em “três grandes pilares” – “natureza, autenticidade e a sustentabilidade” -, observando que, mais do que ideias feitas, são “realidades” e “instrumentos de política” que servem de “base de crescimento coerente e sustentável”.

Num evento que na última edição juntou mais de 700 pessoas, Pedro Costa Ferreira lembrou que se trata de um congresso “organizado por agentes de viagens”, mas que é “o congresso do turismo português”.

Destacada foi, igualmente, a data do evento, realçando tanto o presidente da APAVT como o presidente do Governo Regional doa Açores, José Bolieiro, a importância de o congresso “combater a sazonalidade” por decorrer num período de “época baixa”.

De resto, José Bolieiro deixou bem claro que os Açores “não apostam num turismo em massa” e que estará para breve a apresentação de “um plano estratégico para o turismo regional, que dará resposta aos “passos consistentes” que os Açores têm vindo a dar, num “pensamento moderno” que, segundo o mesmo, “é considerado já um exemplo pela prática”, destacando o presidente do Governo Regional as preocupações com a sustentabilidade e natureza.

Bolieiro frisou que os Açores “não procuram o crescimento económico sem ter o enquadramento da sustentabilidade bem vincado”, concluindo que “apresentamos um rumo para o nosso desenvolvimento”.

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Alojamento

AHP quer solução “urgente” para o aeroporto e diz que polémica recente “é muito má para o país”

O presidente da AHP, Bernardo Trindade, considera que “a situação recentemente criada é muito má para o país”, pois arrasta a questão do aeroporto, que tem levado à “perda de oportunidades devido à incapacidade de resposta”, com consequências negativas para o turismo e economia.

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O presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Bernardo Trindade, veio esta segunda-feira, 4 de julho, lamentar a polémica em torno do aeroporto de Lisboa, considerando que “a situação recentemente criada é muito má para o país”, já que arrasta a questão do aeroporto, cujo esgotamento tem levado à “perda de oportunidades devido à incapacidade de resposta”, com consequências negativas para o turismo e para a economia.

“A solução para o Aeroporto de Lisboa é, há muito, urgente, urgentíssima no curto prazo”, começa por considerar o presidente da AHP, que lamenta as oportunidades perdidas e o seu consequente efeito “prejudicial para o setor do Turismo, mas também para a economia do país”.

Bernardo Trindade considera que “Portugal não se pode dar ao luxo de rejeitar clientes por falta de soluções de mobilidade”, pelo que, defende o responsável, “uma decisão imediata, seja ela qual for, é estrutural”, principalmente numa altura em que o país ainda está a recuperar da pandemia e se vivem momento de instabilidade geopolítica.

“Esta indefinição traz, para já, problemas no imediato, mas também a médio e longo prazo que têm de ser resolvidos. Todas as soluções agora encontradas só trarão benefícios para Portugal daqui a uns anos”, considera o presidente da AHP, que defende também a necessidade de realização de “obras no Aeroporto Humberto Delgado que permitam aumentar o número de lugares de estacionamento, melhorar a circulação em terra com aumento do número de movimentos, tudo articulado com uma mais eficaz monitorização do espaço aéreo”.

Apesar do ruído político, Bernardo Trindade considera que as declarações dos responsáveis políticos mostram que “há vontade em definitivamente tomar decisões”, até porque o recém-eleito líder do maior partido da oposição, o Partido Social-Democrata (PSD), reconheceu que “o país e Lisboa precisam de reforçar a capacidade aeroportuária e suprir insuficiências que existem e prejudicam o interesse nacional”.

“Espero que assim seja e, sobretudo, que, além de tomadas, as mesmas sejam rapidamente executadas”, acrescenta o presidente da AHP, que apela ainda ao Governo e aos demais intervenientes para que, “apesar deste retrocesso, não se perca o foco e se trabalhe de forma célere para encontrar uma solução aeroportuária definitiva”.

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Destinos

Viagens de avião deverão atingir 65% dos níveis de 2019 no 3.º trimestre de 2022

Os destinos de praia estão entre os mais escolhidos pelos viajantes para o terceiro trimestre de 2022, ao contrário das cidades, segundo avança a ForwardKeys. Funchal e Lisboa aparecem no estudo feito para o WTM, embora a cidade da Madeira apareça com resultados mais positivas que a capital de Portugal.

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Um relatório realizado pela ForwardKeys para o World Travel Market (WTM) sobre as perspectivas de viagens de avião para o verão, revela que no terceiro trimestre do ano – julho, agosto e setembro -, as viagens aéreas globais devem atingir 65% do nível registado antes da pandemia em 2019. No entanto, esta recuperação é “irregular”, com algumas partes do mundo a sair muito melhor do que outras e alguns tipos de viagens, principalmente férias na praia, sendo muito mais populares do que as visitas urbanas e passeios turísticos.

A região do mundo para a qual a ForwardKeys aponta uma recuperação mais forte é a África e o Oriente Médio, apontando a consultora que as chegadas no terceiro trimestre devem atingir 83% dos níveis de 2019. Seguem-se as Américas, onde se espera que as chegadas de verão cheguem a 76%, e depois a Europa com 71%, e, finalmente, a Ásia-Pacífico com apenas 35%.

Destinos de praia lideram no verão de 2022
A preferência atual por férias na praia é bem ilustrada por uma comparação dos dez principais destinos de praia e urbanos da Europa, classificados pelas reservas de voos do terceiro trimestre de 2022 em relação a 2019, embora no computo geral, os números indiquem uma descida de 3% entre o terceiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2019.

Em termos de destinos de praia os dados indicam uma liderança de Antalya (Turquia), com uma evolução de 81% face ao mesmo período de 2019, à frente de Tirana (Albânia), com +36%, e Mykonos (Grécia) +29%.

O Funchal aparece neste Top 10, com um crescimento na procura de 11% face ao mesmo trimestre de 2019.

No que toca aos destinos urbanos, a descida é maior do que nos destinos de praia, com uma quebra de 25% face ao terceiro trimestre de 2019, com a única cidade com variação positiva a pertencer a Nápoles, com um aumento de 5%. Istambul (Turquia) mantém igual ao período pré-pandémico analisado, ficando à frente de Atenas (-5%) e Lisboa -8%), embora a ForwardKeys reconheça que estas cidades funcionem como “portas de entrada para resorts de praia”.

Uma tendência semelhante é exibida nas Américas, onde as reservas de viagens aéreas para o Caribe, América Central e México, no terceiro trimestre de 2022, estão 5% acima dos níveis de 2019, enquanto as reservas de voos para a América do Sul e para os EUA e Canadá ficam, respetivamente, 25% e 31% atrás do que eram em 2019. Os destinos com melhor desempenho são Costa Rica (+24%) à frente da Jamaica (+17%) e República Dominicana (+13%).

Custos não impedem vontade de viajar
“O entusiasmo para viajar novamente a nível internacional é tão forte que um aumento nas tarifas aéreas teve relativamente pouco impacto na procura”, frisa a ForwardKeys na análise. Por exemplo, a tarifa média dos EUA para a Europa aumentou mais de 35% entre janeiro e maio, sem nenhuma desaceleração percetível nas taxas de reserva. E essas tarifas ficaram quase 60% acima do ano anterior. As tarifas para viagens curtas e intra-regionais (ou seja, dentro das Américas) também aumentaram substancialmente (+47%), o que é menos do que para as viagens longas.

Já as perspectivas relativamente às viagens de verão para África e Médio Oriente devem-se, segundo à ForwardKeys a uma combinação de fatores. “Vários aeroportos do Médio Oriente atuam como ‘hubs’ para viagens entre a Ásia-Pacífico e a Europa, o que levou o Médio Oriente a beneficiar da recuperação das viagens intercontinentais, principalmente impulsionadas por pessoas que retornam aos países asiáticos para visitar amigos e parentes”.

O encerramento do espaço aéreo russo também contribuiu para o aumento do tráfego nos ‘hubs’, verificando-se, por exemplo, um aumento de 23% no Cairo que aumentou a conectividade com os mercados europeus. Também a Nigéria (+14%), Gana (+8%) e Costa do Marfim (+1%) beneficiam de grandes diásporas na Europa e nos EUA que estão a ver os expatriados a regressarem aos países para visitarem amigos e familiares.

A ForwardKeys destaca ainda Cabo Verde como destino que está a atrair com sucesso visitantes de longa distância da Europa.

Olivier Ponti, vice-presidente de Insights da ForwardKeys, conclui que “com as restrições às viagens a serem levantadas em 2022, a conectividade restabelecida e a confiança do consumidor recuperada, a procura por viagens internacionais está a aumentar mais uma vez, marcando um afastamento da tendência de viagens domésticas que dominou em anos recentes”.

Por isso, diz que, “no terceiro trimestre deste ano, os turistas estão relativamente mais interessados em deixar a pandemia para trás com uma pausa relaxante na praia do que consumir cultura, cidades e passeios”.

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Destinos

Certificado digital e teste negativo deixam de ser obrigatórios nos voos para Portugal

As companhias aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental, à apresentação de comprovativo de realização de teste, Certificado Digital COVID UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

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Os passageiros de voos com destino ou escala em Portugal deixam de ter de apresentar o certificado digital ou teste negativo à COVID, informou hoje a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Em comunicado, a ANAC refere que, na sequência da entrada em vigor do despacho conjunto n.º 8022-D/2022, de 30 de junho, “as transportadoras aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental”, a apresentação de comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por Sars-CoV-2 com resultado negativo, de certificado digital covid UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

“Com a entrada em vigor deste novo regime as transportadoras áreas e os passageiros deixam de estar sujeitos às medidas restritivas, aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, no âmbito do combate à pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2, que duraram até 30 de junho de 2022”, refere.

O despacho n.º 8022-D/2022, publicado na quinta-feira, 30 de junho, em Diário da República, revoga o despacho n.º 4829-A/2022, de 22 de abril, que determinava “as medidas aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, aeroportos, fronteiras marítimas e fluviais e define os termos e requisitos do respetivo sistema de verificação, bem como a supervisão do seu funcionamento”.

Segundo se lê no diploma que entrou em vigor, “a situação epidemiológica vivida em Portugal na sequência da pandemia da doença COVID-19 tem-se mantido relativamente estável, resultado da elevada cobertura vacinal, da emergência de novos fármacos para a doença grave e de um maior conhecimento sobre a infeção”.

Adicionalmente, “também no contexto internacional, nomeadamente no quadro da União Europeia, a evolução da situação epidemiológica deixou de justificar a adoção de medidas excecionais em matéria de tráfego aéreo, aeroportos e fronteiras marítimas e fluviais”.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, tinha anunciado na conferência de imprensa realizada após o último Conselho de Ministros, que o período de isolamento por COVID-19 iria passar de sete para cinco dias e que deixaria de ser exigido o certificado digital para entrar no país.

“Fora estas duas alterações, a passagem de sete para cinco dias e deixar de ser exigido certificado em viagens, as regras permanecem as mesmas, com a indicação de uso de máscara nos transportes públicos e com a recomendação de utilização de máscara quando estamos em contacto com pessoas mais vulneráveis, quando temos sintomas ou quando sabemos que tivemos um contacto de maior risco”, precisou.

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Destinos

Portugal entre os destinos mais procurados pelos americanos para o 4 de julho, revela a Mabrian

Entre os destinos europeus mais procurados pelos americanos para os feriados do 4 de julho, Portugal só é ultrapassado pela Espanha. No que diz respeito aos preços, a consultora refere que o nosso país apresenta os voos com os preços mais em conta.

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Portugal aparece entre os destinos internacionais mais procurados pelos norte-americanos para o fim de semana do feriado nacional de 4 de julho. De acordo com os dados da Mabrian, Portugal só é suplantando pelo México e Espanha.

Enquanto Portugal aparece com mais de 13 milhões de buscas, à frente da Grécia (com 11,7 milhões), Itália (com 10,3 milhões) e França (com 9,6 milhões), a liderança pertence ao México, destino que registou 36 milhões de buscas. Já Espanha aparece em segundo lugar e primeiro destino europeu procurado neste ranking, mercê das mais de 20 milhões de buscas.

Segundo os dados analisados pela Mabrian, regista-se uma procura crescente, indicando, igualmente, que “Grécia e Itália são os destinos com maior interesse dos americanos”.

No que diz respeito aos preços, a Mabrian indica que os preços mais competitivos para voos diretos (uma viagem) a partir dos EUA têm como destinos o México e a República Dominicana, com valores a não excederem os 350 euros. Já os preços mais caros para voos diretos a partir dos EUA e com destino à Europa, têm como destino a Grécia, apontando a Mabrian valores médios de 1.000 euros.

Para a Europa, Portugal aparece, novamente, bem classificado, com os valores mais baixos entre os destinos europeus, com um preço médio de 670 euros.

Em média, os preços para os destinos europeus começam nos 855 euros.

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Alojamento

Alojamento turístico recupera em maio mas mantém descida nas dormidas de não residentes

Segundo o INE, em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões, valores que traduzem um crescimento de 11,6% e uma descida de 4,7% face ao mesmo mês de 2019, respetivamente.

Inês de Matos

Em maio, o alojamento turístico nacional contabilizou 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas, valores que traduzem diminuições de 3,2% e 0,7% face a igual mês de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica que, no caso das dormidas, este indicador foi influenciado pelo decréscimo de 4,7% registado nos mercados externos.

“Em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões. Face a maio de 2019, o mercado interno cresceu 11,6% e os mercados externos diminuíram 4,7%”, lê-se no comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho, pelo INE.

Face a maio do ano passado, o cenário é, no entanto, mais animador, uma vez que os 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas contabilizados representam subidas de 162,1% e 221,8%, respetivamente.

O INE diz que “os mercados externos predominaram”, já que representaram 72,2% das dormidas contabilizadas nos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, num aumento de 489,5% face ao ano passado, enquanto o aumento no mercado interno foi de 47,7%.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as dormidas totalizam já mais de 21,4 milhões, o que representa uma descida de 9,0% face a igual período de 2019, com o INE a indicar que esta descida foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes cresceram 4,9%”.

Em comparação com o acumulado dos primeiros cinco meses de 2021, o cenário volta a ser diferente, uma vez que existe um aumento de 355,2%, incluindo uma subida de 128,5% nos residentes e de 775,8% nos não residentes.

“No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, registou-se um aumento de 355,2% das dormidas totais, +128,5% nos residentes e +775,8% nos não residentes. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 9,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes aumentaram 4,9%”, resume o INE, no comunicado divulgado.

Por tipo de alojamento, o INE indica que as dormidas na hotelaria representaram 82,9% do total e que, face a igual mês de 2019, este tipo de alojamento registou um descida de -0,9%, ainda que, face a maio de 2021, haja um aumento de 237,5%.

No alojamento local, onde as dormidas representaram 13,8% do total, o cenário foi idêntico, já que as dormidas nestes tipo de estabelecimentos aumentaram 200,4% face a maio de 2021, mas desceram 4,8% face a maio de 2019.

Já nas unidades de turismo no espaço rural e de habitação, cujas dormidas representaram 3,3% do total, houve um aumento de 70,4% face a maio do ano passado, assim como de 30,1% face a maio de 2019.

Por mercados, o INE indica que a “totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos expressivos em maio”, representando 88,2% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

No entanto, três dos principais mercados emissores de turistas para Portugal, nomeadamente britânico, alemão e francês, continuaram a evidenciar descidas face a 2019, com o mercado britânico, que representou 21,7% do total das dormidas de não residentes, a cair 0,8%, enquanto o alemão, que representou 11,8% do total, desceu 7,3%, e o francês, que teve uma quota de 10,7%, recuou 10,0%.

“Comparando com maio de 2019, os maiores crescimentos foram registados nos mercados dinamarquês (+38,2%), romeno (+36,7%), checo (+32,8%) e norte americano (+21,9%). As maiores diminuições foram registadas nos mercados brasileiro (-25,8%), sueco (-18,0%) e austríaco (-11,7%)”, acrescenta o INE.

Aumento de dormidas em todas as regiões

Por regiões, o INE diz que, face ao ano passado, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, com destaque para o Algarve, que “concentrou 28,6% das dormidas,
seguindo-se a AM Lisboa (26,3%), o Norte (16,4%) e a RA Madeira (12,1%)”.

Face a 2019, a situação é, contudo, diferente, uma vez que apenas houve subidas na RA Madeira (+18,8%), Norte (+6,5%) e Alentejo (+1,2%), enquanto o Centro (-7,4%) contabilizou “o maior decréscimo observado”.

No que diz respeito às dormidas de residentes, também se registaram “aumentos em todas as regiões”, neste caso com destaque para a RA Madeira (+66,2%), Norte (+14,2) e Alentejo (+10,0%), enquanto as dormidas de não residentes aumentaram na RA Madeira (+12,6%) e no Norte (+2,4%), “tendo as maiores diminuições sido observadas no Centro (-23,1%) e Alentejo (-11,1%)”, segundo o INE.

Em maio, a estada média a nos estabelecimentos de alojamento turístico totalizou 2,56 noites, num aumento de 22,7% face a igual mês do ano passado, com destaque para a estada média dos residentes, que foi de 1,89 noites e aumentou 6,8%. Já a estada média dos não residentes foi de 2,98 noites, o que traduz uma subida de 2,3%.

O INE diz ainda que “na RA Madeira e no Algarve as estadas médias atingiram os valores mais elevados: 4,52 e 3,77 noites, respetivamente”.

 

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Inês de Matos

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Aviação

Primeiro-ministro revoga despacho sobre aeroporto e o que era já não é

Afinal, a decisão sobre as novas infraestruturas aeroportuárias para Lisboa, anunciadas por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, voltou à estaca zero. O primeiro-ministro, António Costa, decidiu revogar o despacho publicado.

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O primeiro-ministro, António Costa, determinou esta quinta-feira, 30 de junho, a revogação do despacho publicado na quarta-feira, 29 de junho, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa e reafirmou que quer uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

“O primeiro-ministro determinou ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação a revogação do despacho ontem [quarta-feira] publicado sobre o novo aeroporto da região de Lisboa”, lê-se num comunicado divulgado pelo gabinete de António Costa.

No comunicado, o primeiro-ministro “reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição e, em circunstância alguma, sem a devida informação previa ao Presidente da República”.

“Compete ao primeiro-ministro garantir a unidade, credibilidade e colegialidade da ação governativa. O primeiro-ministro procederá, assim que seja possível, à audição do líder do PSD que iniciará funções este fim de semana para definir o procedimento adequado a uma decisão nacional, política, técnica, ambiental e economicamente sustentada”, acrescenta-se no comunicado.

Recorde-se que na quarta-feira foi publicado em Diário da República um despacho assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

No despacho lê-se que “o Governo pretende avançar com a construção do aeroporto complementar do Montijo e planear imediatamente a construção de um novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete

“Os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo ‘stand alone’ como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”, lê-se na exposição de motivos.

O secretário de Estado das Infraestruturas considera que, “excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o país e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”.

Na quarta-feira, Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, desdobrou-se em entrevistas, defendendo a solução apresentada para Montijo e Alcochete, não referindo, contudo, os moldes em que essas obras iriam decorrer e quem assumiria os custos das mesmas.

Certo é que Pedo Nuno Santos avançou que a nova solução aeroportuária para Lisboa passava pela construção de um novo aeroporto no Montijo até 2026 e por encerrar o aeroporto Humberto Delgado, quando estivesse concluído o de Alcochete, em 2035.

O primeiro-ministro, António Costa, tinha afirmado no parlamento, na semana passada, que aguardava a decisão do presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa para que houvesse “consenso nacional suficiente” tendo em vista uma decisão “final e irreversível” sobre esta matéria.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou desconhecer os “contornos concretos” da nova solução aeroportuária do Governo para a região de Lisboa, observando que “foi ajustada agora”, e recusou comentá-la sem ter mais informação.

Do lado da oposição e dos respetivos partidos com representação parlamentar foram várias as críticas à decisão anunciada, com Luís Montenegro, presidente eleito do PSD, a salientar não ter sido “informado de nada” sobre os planos do Governo para o novo aeroporto.

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Governo avança já com aeroporto complementar no Montijo e quer construir substituto da Portela em Alcochete

O Governo pretende avançar, já no início de 2023, com um aeroporto complementar à Portela no Montijo e construir um novo aeroporto de raiz, em Alcochete, que venha a substituir a atual infraestrutura em 2035.

Inês de Matos

O Governo vai avançar já com um aeroporto complementar à Portela no Montijo, que deverá contar apenas com uma pista de aviação, e pretende iniciar também para a construção de uma nova infraestrutura em Alcochete, que deverá entrar em funcionamento em 2035, substituindo o atual Aeroporto Humberto Delgado.

De acordo com a imprensa nacional, a decisão já estará tomada e, tal como avança o Observador, terá sido articulada com a ANA – Aeroportos de Portugal, ainda que seja necessário negociar o contrato de concessão com a empresa que gere os aeroportos nacionais para incluir a construção de um novo aeroporto, o que deverá acontecer no início de 2023.

O ECO diz mesmo que Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, que tem a tutela do aeroporto, já terá deixado cair o concurso de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) ganho por um consórcio que tem uma empresa participada pelo Estado espanhol e vai lançar um novo para a construção imediata de uma infraestrutura complementar no Montijo e início dos trabalhos de um novo aeroporto de raiz em Alcochete para substituir a Portela no prazo de 10 a 15 anos.

O Observador diz também que a solução ainda vai ser objeto de avaliação ambiental estratégica por parte do LNEC, que deverá ser emitida até ao final do ano, mas estima que o aeroporto do Montijo só venha a estar pronto dentro de quatro anos, mas ainda dentro da atual legislatura.

O aeroporto do Montijo só deverá, no entanto, funcionar como aeroporto complementar à Portela enquanto Alcochete estiver a ser construído e de forma a resolver os problemas de capacidade da atual infraestrutura que, segundo o Expresso, deverá ser desmantelada quando o novo aeroporto de Alcochete entrar em funcionamento.

Até lá, acrescenta ainda o Observador, o objetivo é investir na Portela de forma a garantir uma maior fluidez na circulação dos aviões e reduzir os atrasos nos voos, não estando previstos investimentos no aumento da capacidade para passageiros.

 

 

 

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Portugal e Quénia assinam acordo para abrir ligações aéreas diretas “em breve”

O primeiro-ministro português e o Presidente queniano assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

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O primeiro-ministro, António Costa, e o Presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, assinaram esta terça-feira, 28 de junho, três acordos de cooperação bilateral, um dos quais prevê a abertura “em breve” de ligações aéreas diretas entre os dois países.

Os acordos foram assinadas depois de uma reunião entre o líder do executivo português e o chefe de Estado queniano, que decorreu em São Bento, e, no caso do acordo para a abertura de voos, representa “um passo importante ao nível das relações comerciais, sobretudo no domínio do turismo”, disse à Lusa fonte diplomática.

“Estamos certos de que contribuirá para a crescente internacionalização das empresas portuguesas num mercado importante como o do Quénia”, acrescentou a fonte citada pela Lusa, que esclarece que, para entrar em vigor, este acordo deve ser ainda ratificado pelos parlamentos dos dois países.

Além da abertura de ligações aéreas, Portugal e o Quénia acordaram também a formalização de consultas regulares políticas entre os dois países para o tratamento de questões bilaterais e internacionais, tendo ainda sido assinado um memorando que prevê que o Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros desenvolva programas de formação de quadros quenianos.

A reunião desta terça-feira decorreu à margem da 2.ª Conferência dos Oceanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que é coorganizada por Portugal e pelo Quénia, e que decorre até sexta-feira, 1 de julho, na Altice Arena, em Lisboa.

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