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Ryanair, Google e eDreams chegam a acordo em processo legal sobre anúncios online

Processo decorria desde 2015 e opunha a Ryanair à Google e à eDreams.

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Processo decorria desde 2015 e opunha a Ryanair à Google e à eDreams.

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A Ryanair, a Google e a eDreams chegaram a acordo relativamente ao processo legal que opunha a companhia aérea irlandesa à Google e à eDreams desde 2015. As condições do acordo continuam confidenciais, informaram as partes em comunicado.

O processo da Ryanair, no alto tribunal irlandês, contra a Google e a eDreams diz respeito aos anúncios online da eDreams e à plataforma Google AdWords, disputa para a qual as partes “chegaram agora a uma solução, a qual vai beneficiar os consumidores de toda a Europa”.

“Vamos continuar a oferecer aos nossos clientes as tarifas mais baixas da Europa e acolhemos bem estas medidas que vão garantir transparência em relação à publicidade online de tarifas aéreas, para benefício dos nossos clientes. Estamos muito satisfeitos por ter resolvido esta questão e agradecemos estes consensos para que a publicidade na plataforma Google AdWords seja mais adaptada aos clientes”, afirma Kenny Jacobs, representante da Ryanair.

Já a Google mostra-se igualmente satisfeita com o resultado do processo e um representante da empresa refere que as politicas da Google são “muito claras em relação ao tipo de anúncios” permitidos na plataforma, desejando que “este acordo permita a todos os envolvidos focarem-se em disponibilizar ainda melhor valor e serviço aos viajantes europeus”, ideia que é também partilhada por Robert McNamara, representante da eDreams.

 

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Emirates volta a recrutar em Portugal

Companhia aérea do Dubai voltar a realizar duas ações de recrutamento em Braga e Lisboa, a 21 e 23 de setembro, respetivamente.

A Emirates vai voltar a realizar ações de recrutamento de tripulantes de cabine em Portugal e, este mês, tem previstos dois Assessment Days em Braga e em Lisboa, que decorrem já nas próximas quarta e sexta-feira, 21 e 23 de setembro, respetivamente.

Em Braga, a ação de recrutamento da Emirates, que acontece na quarta-feira, 21 de setembro, vai ter lugar no hotel Mercure Braga Centro, enquanto a sessão de Lisboa, que decorre sexta-feira, 23 de setembro, está marcada para o hotel Ramada Lisbon by Wyndham.

Segundo a companhia aérea, “o candidato ideal terá de liderar com confiança e assumir o controlo na gestão dos serviços a bordo, nomeadamente no que se refere aos procedimentos de segurança”.

Todos os requisitos para o processo de seleção estão disponíveis aqui e a Emirates indica que os interessados em participar nestas ações de recrutamento devem apresentar uma candidatura online e possuir o curriculum vitae (CV) atualizado e em inglês, assim como uma fotografia recente.

No dia das ações de recrutamento, acrescenta a companhia aérea de bandeira do Dubai, os candidatos devem estar preparados para passar todo o dia no local de seleção.

A companhia aérea lembra ainda que toda a sua tripulação recebe formação nas instalações da Emirates no Dubai e conta com “excelentes oportunidades de carreira”, ao abrigo da “vasta gama de programas de desenvolvimento” que a transportadora disponibiliza aos seus colaboradores.

“Toda a tripulação da Emirates está baseada na cidade cosmopolita do Dubai e usufrui de um pacote salarial  distintivo no mercado que inclui uma variedade de benefícios tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito oferecido pela companhia, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai”, acrescenta a Emirates.

A tripulação de cabine da Emirates goza ainda de vários benefícios de viagem para si e para as suas famílias e amigos, que abrangem todos os destinos para os quais a companhia aérea voa.

 

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Beijing Capital Airlines passa a voar duas vezes por semana entre Portugal e a China

De acordo com a Lusa, a operação da Beijing Capital Airlines entre Lisboa e Hangzhou passa a contar com dois voos por semana, às quartas-feiras e sábados, ainda este mês.

A Beijing Capital Airlines vai aumentar para dois voos por semana as ligações aéreas entre Portugal e a China já a partir desde mês, avança a Lusa, que cita fonte da companhia aérea chinesa.

De acordo com a informação avançada, além do voo que decorre aos sábados, a operação da Beijing Capital Airlines vai passar a contar também com um voo às quartas-feiras, ligando a capital portuguesa a Hangzhou, a capital da província de Zhejiang.

A Lusa recorda que os voos da Beijing Capital Airlines entre Portugal e a China tinham como destino a cidade de Xi’an, no entanto, autoridades de Xian suspenderam a ligação com Lisboa em 25 de dezembro de 2021, numa altura em que a cidade enfrentava um surto de covid-19, e só retomaram o voo em 12 de junho passado.

Por isso, a companhia aérea optou por trocar o destino do voo, que passou a ligar a capital portuguesa a Hangzhou, ainda que também estes voos tenham estado suspensos devido à COVID-19, uma vez que os voos para a China estão sujeitos à política ‘circuit breaker’ (interruptor, em português), em que quando são detetados cinco ou mais casos a bordo, a ligação é suspensa por uma semana. Caso haja dez ou mais casos, a ligação é suspensa por duas semanas.

A Lusa diz também que, devido à COVID-19 e à redução do número de voos para este país asiático, os preços das ligações aéreas entre Lisboa e Hangzhou dispararam e, atualmente, o preço de um voo de ida chega quase aos 3000 euros.

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TAP lança promoção para viagens até 30 de junho de 2023

Preços começam nos 49 euros para destinos nacionais, enquanto para África há valores a partir de 99 euros, para a América do Norte desde 299 euros e para o Brasil a partir de 499 euros. Todos os valores são para voos de ida e volta e já incluem taxas.

A TAP lançou esta segunda-feira, 19 de setembro, uma promoção que disponibiliza preços especiais para Portugal, Europa, África, América do Norte e Brasil, e que é válida para viagens que decorram até 30 de junho de 2023.

“A TAP deu início a uma mega promoção de preços com ofertas irrecusáveis”, destaca a companhia aérea de bandeira nacional, indicando que esta oferta é válida para voos de ida e volta e está disponível para reservas realizadas até 2 de outubro.

Para os destinos nacionais da TAP, incluindo ilhas, os preços começam nos 49 euros, enquanto os destinos africanos apresentam preços a partir de 99 euros e para a América do Norte os valores começam nos 299 euros. Já para o Brasil, os bilhetes têm preços desde 499 euros, sendo que todos os valores já incluem taxas.

A promoção está disponível em www.flytap.com ou através das agências de viagens e é válida para voos realizados até 30 de junho de 2023, com exceção do período entre 15 de dezembro e 15 de janeiro de 2023, assim como de 31 de março a 17 de abril de 2023.

 

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Controladores aéreos franceses convocam nova greve entre 28 e 30 de setembro

Os controladores de tráfego aéreo franceses convocaram uma nova greve para 28 a 30 de setembro, depois de terem cumprido uma paralisação na última sexta-feira, 16 de setembro, que levou ao cancelamento de cerca de um milhar de voos.

Os controladores aéreos franceses convocaram sexta-feira, 16 de setembro, uma nova greve para os dias 28 a 30 de setembro, paralisação que se segue à realizada na última semana e que levou ao cancelamento de cerca de um milhar de voos.

De acordo com um porta-voz da Direção de Aviação Civil francesa, a greve anunciada para o final de setembro está confirmada, mas, por enquanto, não existe qualquer previsão sobre o seu impacto no tráfego aéreo francês.

O certo é que a última greve dos controladores aéreos franceses levou ao cancelamento de cerca de um milhar de voos, cerca de metade dos que estavam programados para a passada sexta-feira, 16 de setembro, e provocou “atrasos significativos” nos aeroportos de Paris, que terão chegado, em média, aos 40 minutos.

A greve da última sexta-feira levou mesmo ao encerramento por completo de dois aeroportos franceses, concretamente Montpellier e Rennes, apesar dos serviços mínimos decretados.

A Air France terá sido a companhia aérea mais afetada pela greve da passada sexta-feira, com cerca de 400 voos cancelados, metade das ligações aéreas que a transportadora aérea francesa tinha programado, ainda que a grande maioria dos voos cancelados corresponda a ligações de curta distância e médio curso, já que apenas cerca de 15 voos de longo curso foram cancelados devido à paralisação.

A greve anunciada para o final do mês foi convocada pelo Sindicato Nacional de Controladores de Tráfego Aéreo (SNCTA), que reclama aumentos salariais e a contratação de mais pessoal, e acusa as autoridades francesas de não darem resposta às reivindicações.

 

 

 

 

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Pilotos aprovam acordo com a TAP

A proposta da TAP foi aprovada por 92,8% dos 639 pilotos presentes ou representados na Assembleia-Geral do SPAC – Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, que decorreu esta quinta-feira, 15 de setembro, em Lisboa.

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O SPAC-Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil aprovou esta quinta-feira, 15 de setembro, em Assembleia-Geral em Lisboa, a proposta da TAP para compensar os pilotos pelas perdas remuneratórias e que já tinha sido anunciada no final da semana passada.

“Nos termos da proposta aprovada pelos Pilotos, a TAP irá entregar a cada um dos Pilotos Associados do SPAC, até ao dia 29 de setembro de 2022, um valor individual, apurado em função do seu perfil de Piloto TAP, que será pago a título de compensação extraordinária”, explica o sindicato, indicando que a proposta foi aprovada por 92,8% dos 639 pilotos presentes ou representados na reunião.

O SPAC explica ainda que a proposta agora aprovada nasceu das negociações entre a Direção do SPAC, a Administração da TAP e o Ministro da tutela, Pedro Nuno Santos, realizadas no âmbito do Acórdão Interpretativo do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) do início de julho de 2022, que foi favorável aos pilotos, relativamente ao computo da retribuição de Férias e do Subsídio de Férias pela TAP, há mais de uma década.

“Com esta aprovação, a TAP e o SPAC acordam ainda em retomar as negociações para o novo AE até 30 de setembro de 2022 e, a partir do dia 1 de janeiro de 2023, será eliminado o corte adicional de salário dos Pilotos TAP (atualmente de 10%), previsto no Acordo Temporário de Emergência, mantendo-se o corte de transversal em vigor para todos os Trabalhadores TAP (de 25%)”, acrescenta o sindicato no comunicado divulgado.

O SPA congratula-se com a “forte participação” registada nesta reunião, que vem provar o “compromisso e preocupação” dos pilotos para com a TAP e reforça que o acordo agora aprovado “demonstra igualmente a disponibilidade e o interesse dos pilotos para encontrar soluções de futuro para a TAP, sempre que enquadradas com a realidade e as especificidades do setor, beneficiando ambas as partes”.

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TAAG: “Despedimentos não fazem parte da nossa agenda”, garante ministro angolano dos Transportes

O ministro angolano do Transportes, Ricardo de Abreu, garantiu esta quinta-feira, 15 de setembro, que a TAAG – Linhas Aéreas Angolanas não vai despedir funcionários, apesar do processo de reestruturação em curso na companhia aérea.

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O ministro angolano do Transportes, Ricardo de Abreu, garantiu esta quinta-feira, 15 de setembro, que a TAAG – Linhas Aéreas Angolanas não vai despedir funcionários, apesar do processo de reestruturação em curso na companhia aérea.

“É obvio que temos um processo de restruturação em curso, mas, obviamente, que não estamos a contar com despedimentos que não fazem parte da nossa agenda, e é muito importante explicar à população que, mesmo ao longo da pandemia, com os aviões no chão, não houve um único despedimento”, garantiu Ricardo de Abreu, citado pela Lusa.

O ministro angolano dos Transportes foi questionado sobre os possíveis despedimentos na TAAG depois de, a 21 de agosto, os funcionários da TAAG terem realizado uma manifestação que pretendia alertar para alegados atropelos da nova administração da empresa angolana e impedir um processo de despedimento coletivo que, alegavam os trabalhadores da companhia aérea, poderia começar assim que o novo Presidente de Angola tomasse posse.

À questão concreta dos possíveis despedimentos, Ricardo Abreu respondeu que é “normal” que exista esse receio por parte dos trabalhadores da companhia aérea, explicando, no entanto, que o executivo angolano olha para essa questão como sendo um dos “grandes desafios de transformação e reestruturação” da economia e empresas do país.

O governante defendeu ainda que a companhia aérea de bandeira angolana tem de procurar sustentabilidade profissional, técnica e de gestão de custos.

“A TAAG é uma companhia aérea que tem que se garantir sustentável, num negócio altamente exigente, do ponto de vista profissional, técnico e de gestão de custos, para que seja sustentável. Nós não estamos num caminho em que podemos exigir que o Estado permaneça fiel ao subsídio das ineficiências das várias empresas públicas, porque os Estados não têm recursos para sustentar as ineficiências que existem em várias empresas públicas. Todas as empresas vão ter que passar por transformação semelhante”, explicou.

Recorde-se que, na semana passada, a TAAG e o Sindicato Provincial do Pessoal Navegante de Cabine (SINPROPNC) reuniram-se para discutir a atual situação da companhia de bandeira angolana, dias depois de o ministro dos Transportes ter exigido a abertura de conversações.

Mais tarde, a companhia emitiu um comunicado a explicar que o encontro durou cerca de três horas e serviu para “auscultação mútua e exposição de informação relevante sobre a situação atual da TAAG, bem como as preocupações da classe do Pessoal Navegante de Cabine”.

“Foi o que sempre quisemos, que a empresa estivesse aberta a ouvir as legítimas preocupações dos trabalhadores através do órgão que os representa e que acima de tudo, esteja aberta ao diálogo e a negociação”, disse na altura à Lusa o secretário adjunto do SINPROPCN, Délio Gomes.

O comunicado da TAAG adianta que foi estabelecido o compromisso de manter as sessões “para a boa resolução de questões laborais e preocupações relacionadas com o desenvolvimento da companhia”.

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INE: Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais ainda ficou 1,5% abaixo de julho de 2019

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em julho, os aeroportos nacionais movimentaram 6,2 milhões de passageiros, valor que ainda corresponde a um decréscimo de 1,5% face a mês homólogo de 2019.

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Em julho, os aeroportos nacionais movimentaram 6,2 milhões de passageiros, número que traduz um aumento de 122,5% face a igual mês do ano passado mas que, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), ainda corresponde a um decréscimo de 1,5% face a mês homólogo de 2019.

De acordo com os dados divulgados esta quinta-feira, 15 de setembro, pelo INE, em julho, “registou-se o desembarque médio diário de 104,3 mil passageiros nos aeroportos nacionais”, valor que já se aproximou do observado em julho de 2019, quando tinha sido registado o desembarque de 105,5 mil passageiros por dia.

Em julho, 81,1% dos passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais corresponderam a tráfego internacional, dos quais 68,6% foi proveniente da Europa, enquanto nos passageiros embarcados 79,5% correspondia a tráfego internacional, sendo que 65,7% do total tinha como destino o continente europeu.

“O início do ano 2022 revelou uma tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico. Em julho de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 104,3 mil passageiros nos aeroportos nacionais (95,9 mil no mês anterior), aproximando-se do valor observado em julho de 2019 (105,5 mil)”, refere o INE, no comunicado divulgado esta quinta-feira, 15 de setembro.

No que diz respeito a aeronaves, o INE indica que, em julho, aterraram nos aeroportos nacionais 22,8 mil aeronaves em voos comerciais, número que também traduz uma decréscimo de 2,1% face ao mesmo mês de 2019.

Já no acumulado do ano até julho, o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 269,1% em comparação com o mesmo período de 2021, ainda que, na comparação com o mesmo período de 2019, se continue a identificar uma descida de 10,7%.

Por aeroportos, foi a infraestrutura lisboeta que concentrou a maior parte do tráfego de julho, tendo movimentado 49,3% do total de passageiros, o que correspondeu a 15,1 milhões de passageiros e traduz um crescimento de 300,0% comparando com igual período de 2021. No entanto, face a julho de 2019, o aeroporto de Lisboa apresentou ainda uma descida de 15,0% face ao mesmo período de 2019.

Apesar de Lisboa ter concentrado a maior parte do tráfego, foi em Faro que se registou a maior subida, num aumento que chegou aos 397,7% face ao mesmo mês de 2021, enquanto o Porto registou a maior aproximação aos níveis de 2019, registando, no entanto, uma descida de 8,3% face a julho do último ano antes da pandemia da COVID-19.

Por mercados, o Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos entre janeiro e julho, apresentando um crescimento de 589,2% no número de passageiros desembarcados e de 675,4% no número de passageiros embarcados face ao mesmo período de 2021.

Já a França ocupou a segunda posição, com aumentos de 192,3% nos passageiros
desembarcados e 221,9% nos passageiros embarcados, face ao mesmo período de 2021, enquanto a Espanha ficou na terceira posição do ranking.

 

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Azul já recebeu primeiro avião A350

Novo avião da Azul é o primeiro dos dois que são esperados até ao final do ano e que vão substituir os A330CEO que a companhia aérea brasileira ainda está a operar.

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A Azul recebeu recebeu esta quarta-feira, 14 de setembro, o seu primeiro avião A350, aparelho que tem capacidade para transportar 334 passageiros e que, segundo comunicado da companhia aérea brasileira, é o primeiro dos dois que são esperados até ao final do ano e que vão substituir os A330CEO.

“Estamos muito felizes em apresentar esta novidade aos nossos Clientes, Tripulantes e parceiros. O Airbus A350 é uma das aeronaves mais modernas existentes, o que vai trazer muito mais conforto para nossos clientes e mais eficiência em termos de consumo de combustível e emissão de CO2, trazendo redução no custo por assento quando comparado às aeronaves A330CEO, que hoje fazem os voos de longo curso da Azul”, afirma John Rodgerson, presidente da Azul.

O A350 é um aparelho de última geração e que é também mais amigo do ambiente, já que tem menos 20% de consumo de combustível por assento, o que resulta em emissões de CO2 por assento muito inferiores em comparação com o A330CEO.

O aparelho é também mais confortável que os de anterior geração, uma vez que disponibiliza uma cabine mais silenciosa, mais ampla, além de janelas panorâmicas mais largas e maior espaço nos compartimentos de bagagem.

Nas próximas semanas, a aeronave deve concluir o processo de certificação junto dos órgãos reguladores brasileiros e, até o final do ano, a Azul espera a entrega de mais um destes aparelhos para substituir as duas aeronaves de antiga geração A330CEO que a Azul ainda opera.

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UAL and Emirates announcement at Dulles International Airport in Dulles, VA
September 14, 2022. Credit: Chris Kleponis

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Emirates e United Airlines estabelecem parceria para voos nos EUA e Dubai

Acordo de parceria entra em vigor em novembro e, segundo comunicado das companhias aéreas, vai melhorar a rede de ambas e oferecer um maior número de ligações aos passageiros que voam entre os EUA e o Dubai.

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A Emirates e a United Airlines estabeleceram um acordo de parceria que entra em vigor em novembro e que, segundo comunicado das companhias aéreas, vai melhorar a rede de ambas e oferecer um maior número de ligações aos passageiros que voam entre os EUA e o Dubai.

De acordo com a informação divulgada, a partir de novembro, os passageiros da Emirates que voam para Chicago, São Francisco e Houston, nos EUA, passam a ter à sua disposição mais de 200 voos da United em território norte-americano, com um único bilhete.

Além de Chicago, São Francisco e Houston, passa ainda a existir um acordo de  interligação nos outros nove aeroportos dos EUA onde a Emirates opera, concretamente Boston, Dallas, Los Angeles, Miami, Newark, JFK, Orlando, Seattle e Washington DC.

A partir de março de 2023, a United Airlines vai lançar também um novo voo direto entre Nova Iorque/Newark e o Dubai, cujos passageiros passam também a ter acesso, a partir dessa data, a mais de 100 cidades para onde a Emirates e a flydubai voam. Os bilhetes para o novo voo da companhia aérea norte-americana já se encontram à venda.

O acordo entre as duas companhias aéreas foi assinado esta quinta-feira, 15 de setembro, numa cerimónia que decorreu no Aeroporto Internacional de Dulles, em Washington, nos EUA, e que contou com a presença do CEO da United, Scott Kirby, e do presidente da Emirates, Tim Clark.

“Duas das maiores, e mais conhecidas companhias aéreas do mundo estão unir-se para transportar melhor as pessoas e para mais lugares, numa altura em que a procura de viagens está a recuperar em força. É uma parceria significativa que irá desbloquear enormes benefícios para os passageiros e aproximar ainda mais os Emirados Árabes Unidos e os Estados Unidos”, destaca Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

Já Scott Kirby considera que “este acordo une duas companhias aéreas icónicas e com grande notabilidade que partilham um compromisso comum de criar a melhor experiência de passageiro no ar” e realça que esta parceria vai “facilitar as viagens globais a milhões” de passageiros, ajudando também “a impulsionar as economias locais e a reforçar os laços culturais”.

 

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easyJet abre nova rota para Paris Beauvais em novembro

Com a abertura desta rota, que começa a ser operada em novembro, com três voos por semana, a easyJet passa a voar para os três aeroportos que servem a capital francesa, concretamente Paris Beauvais, Paris-Charles de Gaulle e Paris Orly.

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A easyJet abriu esta segunda-feira, 12 de setembro, as vendas para a rota Lisboa-Paris Beauvais, que a companhia aérea low cost vai começar a operar em novembro, com três ligações por semana.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea explica que, com a abertura desta rota, passa a voar para os três aeroportos que servem a capital francesa, concretamente Paris Beauvais, Paris-Charles de Gaulle e Paris Orly.

“O trajeto será garantido através de três frequências semanais: às terças, quintas e sábados; em adição às rotas para Paris-Charles de Gaulle e Paris Orly, o que significa que a companhia aérea estará a voar para os três aeroportos da cidade”, refere a easyJet em comunicado, explicando que, com este reforço, vai disponibilizar 118.890 lugares este inverno para Paris, o que representa um aumento de 50% em relação ao inverno passado.

Os bilhetes para a nova rota da easyJet para Paris Beauvais já se encontram à venda e apresentam preços desde 23,99 euros por pessoa.

“Alargar a nossa operação para Paris Beauvais, a partir de novembro, significa estarmos presentes nos três aeroportos de Paris. Estamos bastante contentes por reforçar a nossa posição enquanto companhia aérea número #1 a voar de Portugal para França e por oferecer cada vez mais ligações aos nossos clientes”, congratula-se José Lopes, Country Manager da easyJet para Portugal.

Além da nova rota para Paris Beauvais, a easyJet vai também reforçar a operação entre Lisboa e Barcelona, que atualmente conta com cinco ligações aéreas por semana, passando a disponibilizar um voo diário entre a capital portuguesa e a capital catalã.

Com este aumento de voos para Barcelona, acrescenta a informação divulgada pela companhia aérea, a easyJet passa a disponibilizar 19.740 lugares adicionais para o inverno de 2022, o que corresponde a uma capacidade total de 69.000 lugares para o destino espanhol.

“Também estamos muito contentes por aumentar a nossa rota de Lisboa para Barcelona de cinco para sete frequências semanais, o que responde aos nossos níveis cada vez maiores de procura para o destino e proporciona uma maior flexibilidade de horários para todos aqueles que voam connosco”, sublinha ainda José Lopes.

A easyJet atribui este aumento de operação aos 18 novos slots diários no aeroporto de Lisboa, que eram da TAP e que foram atribuídos à companhia aérea low cost pela Comissão Europeia.

Devido aos novos slots, a easyJet anunciou já que vai basear mais três aviões A321neo na capital portuguesa, o que permite o lançamento de “novas rotas e o reforço da capacidade para outros destinos”.

“Assim, a easyJet torna-se a companhia aérea #2 no aeroporto de Lisboa, com uma rede de 33 rotas – 31 internacionais e duas domésticas -, a tocar em 10 países”, conclui a companhia aérea low cost.

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