Vila Galé continua a identificar oportunidades de investimento em Portugal

Por a 22 de Março de 2017 as 23:03

São quatro as unidades hoteleiras que o Grupo Vila Galé tem em desenvolvimento em Portugal. Mais quatro que se vão juntar aos já 20 hotéis que o grupo hoteleiro português tem no País. Ainda este ano, o grupo hoteleiro prevê inaugurar o Vila Galé Porto Ribeira em Setembro. No próximo ano, seguem-se o Vila Galé Sintra em Abril, o Vila Galé Braga em Maio e o Vila Galé Serra da Estrela em Novembro.
No entanto, o investimento da Vila Galé em Portugal pode não ficar apenas por aqui, pois, segundo Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador do grupo, que falava na primeira conferência dedicada ao Turismo no Espaço 560, no Ministério da Economia, “continuamos a haver muitas oportunidades em Portugal”. Estas oportunidades não se verificam apenas nos destinos consolidados, como Lisboa, Algarve, Porto e Madeira, como noutros, “porque tem estado a haver um movimento de procura para outras áreas do País”. No entanto, não deixa de referir a dificuldade em gerar procura para alguns dos destinos onde o grupo já tem ou vai ter unidades hoteleiras.  “A procura tem de ser induzida, (…) mas tem sido para nós um desafio promover estes destinos”, indica.
Gonçalo Rebelo de Almeida destaca que “continuamos a dar primazia a essas oportunidades em detrimento de oportunidades que surjam lá fora”.
No que refere a investir em destinos internacionais onde o grupo ainda não está presente – recorde-se que a Vila Galé conta já com seis unidades no Brasil, país onde vai abrir o seu sétimo empreendimento turístico, desta vez em Touros, em Setembro de 2018 – implica um custo “muito elevado”.  “Não é só o custo da aquisição da unidade, há um custo de perceber o mercado, conhecer a legislação local, não conhecemos ninguém, os fornecedores, os canais de distribuição, falta muita informação”, refere. “O custo de abertura de um destino novo é grande. O tempo que se demora é muito mais elevado e caro do que consolidar um destino existente”, esclarece, indicando que a Vila Galé já analisou a entrada em destinos como Moçambique, Cuba e Espanha, mas “ainda não apareceu nenhum negócio que fosse efectivamente bom”.  Gonçalo Rebelo de Almeida destaca também que a rentabilidade que se obtém num destino novo é ainda muito baixa.

Um comentário

  1. Armando Ferreira

    24 de Março de 2017 at 12:12

    Boa tarde,o que era o Vila Galé quando adequeri o time shering no Atlântico, força bons negócios.

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