“A taxa de ocupação dos nossos voos foi de 85%: temos 15% de margem para crescer!”

Por a 16 de Março de 2017 as 13:30
Lufthansa

Patrick Borg Hedley chegou em finais de Outubro para substituir o antigo country manager da Lufthansa em Portugal, Michael Hutzelmann. Uma herança difícil, admite, apesar de apontar a novos objectivos.

Patrick Borg Hedley chegou em finais de Outubro para substituir o antigo country manager da Lufthansa em Portugal, Michael Hutzelmann. Uma herança difícil, admite, apesar de apontar a novos objectivos. Na sua primeira entrevista ao Publituris fala dos desafios, da sua experiência na aviação, do Turismo em Portugal e do Aeroporto do Montijo. Novas rotas, por agora, nada. “Há que solidificar o que já existe”, diz.

Chega a Portugal numa altura em que a Lufthansa regista os seus melhores momentos no país. Quais as suas expectativas para este novo desafio?

O desafio está sempre presente: na perspectiva pessoal e profissional. Ainda assim, pois não a pena fugir das responsabilidades, devemos admitir, sem problemas, que a exigência vai ser grande, já que os resultados têm sido, e ainda bem, muito bons para a Lufthansa aqui em Portugal. Por outro lado – e é importante que isto fique claro – nesta companhia trabalhamos sempre para melhorar aquilo que já conquistámos, mesmo que pareça difícil ou mesmo impossível à primeira análise. Sinto, porém, que faço parte de uma equipa que está extremamente motivada para melhorar os resultados de 2016: temos novos produtos, serviços, aviões e isso são aspectos que elevam o moral de quem connosco colabora. Um bom exemplo do que digo tem que ver com a nossa taxa de ocupação que foi de 85%. Um excelente valor, mas que pode melhorar: temos margem para crescer 15%!

Leia a entrevista completa na edição impressa do Publituris – edição especial BTL 2017.

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