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Norwegian liga Barcelona a Telavive no próximo mês

Esta será a 27ª rota que a companhia aérea oferecerá em Barcelona, depois do anúncio de rotas para Islândia e Estados Unidos da América (Los Angeles, São Francisco, Nova York e Miami).

Raquel Relvas Neto
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Norwegian liga Barcelona a Telavive no próximo mês

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norwegianA Norwegian, companhia aérea low cost de longo curso, anunciou o lançamento da sua 27ª rota em Barcelona, que ligará os aeroportos de El prat e de Telavive, em Israel.
A rota vai começar no próximo dia 31 de Outubro, com duas frequências semanais, às segundas e sextas-feiras, com os seguintes horários: Barcelona – Tel Aviv: 06.00 – 11.25;  Telavive – Barcelona: 12.25 – 16.00. Os voos encontram-se já disponíveis desde 99 euros no sentido Barcelona- Telavive e de 87,80 euros no sentido inverso.

A Norwegian será a terceira companhia a operar esta rota na temporada de Invierno, juntamente com a Vueling e El Al.

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Azul lança tarifa promocional de 644 euros na rota de Lisboa-Viracopos

A tarifa promocional de 644 euros é válida para voos de ida e volta na rota Lisboa-Viracopos-Lisboa e aplica-se a reservas realizadas até esta segunda-feira, 7 de novembro.

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A Azul está a oferecer uma tarifa promocional de 644 euros para voos de ida e volta na rota Lisboa-Viracopos-Lisboa, que é válida para reservas realizadas até esta segunda-feira, 7 de novembro.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea brasileira indica que esta tarifa promocional se aplica a viagens que decorram entre 1 de fevereiro e 31 de maio de 2023.

A tarifa de 644 euros já inclui taxas, assim como o transporte de um volume de bagagem até 23 kg.

A companhia aérea diz estar disponível para mais informações, através dos seus contactos em Portugal, concretamente pelo e-mail [email protected] e pelo número de telefone +351 211 350 520.

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Turkish Airlines duplamente distinguida nos prémios APEX

A Turkish Airlines foi distinguida como ‘APEX World Class’ e voltou a ser considerada, pelo sexto ano consecutivo, uma ‘Five Star Global Airline’ pelo seu elevado padrão de serviço, no âmbito dos Official Airline Ratings da APEX.

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A Turkish Airlines foi distinguida com o prémio ‘APEX World Class’ e voltou a ser considerada, pelo sexto ano consecutivo, uma ‘Five Star Global Airline’ pelo seu elevado padrão de serviço, distinções que foram entregues à companhia aérea turca pela APEX – Airline Passenger Experience Association, uma das mais prestigiadas associações dedicadas à aviação em todo o mundo.

Num comunicado enviado à imprensa, a Turkish Airlines indica que estes prémios, atribuídos no âmbito dos Official Airline Ratings da APEX, são atribuidos com base na votação dos passageiros, que, nesta edição, avaliaram mais de um milhão de voos de 600 companhias aéreas à escala global.

De acordo com a companhia aérea turca, esta foi a segunda consecutiva vez que a Turkish Airlines recebeu o galardão ‘APEX World Class’, depois de reunir avaliações positivas em parâmetros como a segurança, bem-estar, sustentabilidade, serviço e experiência dos passageiros.

Além do prémio de ‘APEX World Class’, a Turkish Airlines foi ainda nomeada, pelo sexto ano consecutivo, como ‘Five Star Global Airline’ nos prémios da APEX.

“Apenas oito companhias aéreas foram consideradas dignas deste prémio em todo o mundo, isso mostra a importância desta conquista. Também temos o prazer de ser nomeados Five Star Global Airline pelo sexto ano consecutivo. Continuaremos a moldar e enriquecer os nossos serviços de acordo com as expectativas e satisfação dos nossos hóspedes no âmbito da segurança e sustentabilidade”, congratula-se Ahmet Bolat, Chairman of the Board and the Executive Committee da Turkish Airlines.

Recorde-se que os prémios da APEX foram atribuídos a 26 de outubro, numa cerimónia que decorreu em Long Beach, California, nos EUA.

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Jorge Alves é o novo presidente do SITEMA

Jorge Alves, que era vice-presidente do SITEMA – Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves, já tomou posse como novo presidente, substituindo Paulo Manso na liderança do sindicato.

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O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) tem um novo presidente, cargo que passou a ser ocupado por Jorge Alves, que era vice-presidente do sindicato e que substitui Paulo Manso na liderança.

De acordo com uma nota informativa do SITEMA, Jorge Alves tomou posse esta quarta-feira, 2 de novembro, e vai prosseguir o mandato da atual direção, que decorre até 2026.

“Jorge Alves é membro dos órgãos sociais do SITEMA desde 2011, integrando cargos da direção do sindicato desde 2014”, indica o sindicato na informação divulgada.

Com a passagem de Jorge Alves para a liderança do SITEMA, houve também mudanças na vice-presidência do sindicato, cargo que passou para Ricardo Medina, que era anteriormente secretário do SITEMA, enquanto o novo secretário é Paulo Gomes.

Já Simão Alves, assim como Mário Moreira, Bruno Silvestre e Gonçalo Gonçalves mantém-se como tesoureiro e secretários do sindicato, respetivamente.

“É com grande sentido de responsabilidade que assumo a presidência do SITEMA, continuando a missão de representar os quase 900 TMA de todo o país e assegurando que continuaremos a lutar pelos seus direitos junto das respetivas entidades empregadoras”, referiu Jorge Alves.

A direção do SITEMA acrescenta ainda que vai iniciar, em breve, plenários setoriais de forma a informar e a esclarecer todos os associados sobre as atividades desenvolvidas.

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Azul inaugura nova ponte-aérea entre São Paulo e Rio de Janeiro

A nova ponte-aérea da Azul liga Congonhas, em São Paulo, a Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e conta com 14 voos diários, sete em cada sentido.

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A Azul inaugurou segunda-feira, 31 de outubro, uma nova ponte-aérea que liga Congonhas, em São Paulo, a Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e que conta com 14 voos diários, sete em cada sentido.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea brasileira indica que, com a inauguração desta nova ponte-aérea, o Rio de Janeiro “passa a ter voos regulares da Azul nos aeroportos de Santos Dumont e Galeão, na capital Fluminense, além das cidades de Cabo Frio, Campos dos Goytacazes e Macaé”.

“Este voo é mais um resultado de um trabalho da Azul, que busca desenvolver a aviação no Rio. Voos como estes trazem mais desenvolvimento económico e social para o estado, além de gerar mais empregos”, comentou Flávio Costa, diretor de Relações Institucionais da Azul. 

De segunda a sábado, a Azul conta com partidas de Congonhas pelas 06h30, 08h40 e 11h10, enquanto de segunda a sexta-feira há partidas pelas 13h20 e 15h50, e, de domingo a sexta, estão ainda disponíveis saídas às 18h00 e 20h30.

Em sentido contrário, as partidas de Jacarepaguá decorrem às 06h15, 08h45 e 10h55, de segunda a sábado, bem como pelas 13h25 e 15h35, entre segunda e sexta-feira, enquanto de domingo a sexta-feira há ainda partidas às 18h05 e 20h15.

Os bilhetes para os novos voos já se encontram à venda e podem ser adquiridos através do site da Azul, bem como pelos canais oficiais da companhia aérea e agências de viagens.

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Nova greve da tripulação “seria um desastre” para a TAP

Segundo a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, a realização de uma nova greve poderia colocar em causa os resultados positivos que a companhia aérea registou no terceiro trimestre do ano.

Inês de Matos

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, afirmou esta quarta-feira, 2 de novembro, que a convocação de uma nova greve da tripulação de cabine da companhia aérea “seria um desastre” para a TAP, uma vez que colocaria em causa todo o trabalho de reestruturação da companhia aérea que tem vindo a ser realizado e que trouxe mesmo um regresso aos lucros no terceiro trimestre do ano.

“Uma greve seria um desastre porque afeta todo o trabalho que tem sido feito por todos, depois de um terceiro trimestre que veio provar que estamos certos e que este é o caminho certo para reconstruir o orgulho nesta companhia”, afirmou a responsável, quando confrontada com a hipótese de greve por parte da tripulação de cabine da TAP, que vai decidir se avança para a paralização esta quinta-feira, 3 de novembro.

Christine Ourmières-Widener diz não compreender a intenção de greve, até porque os cortes salariais chegam a todos os funcionários da TAP e só com diálogo será possível chegar a um consenso.

“Não entendo a greve, percebo que é difícil aceitar que todos os nossos funcionários tenham cortes, mas é esse o plano e o acordo de emergência foi assinado pelos sindicatos em 2021, não foi há muito tempo”, lembrou.

Por isso, a CEO da TAP diz estar disponível para se sentar à mesa com os sindicatos e discutir um novo acordo de empresa, mas sem ações que venham a colocar em causa os resultados e o futuro da empresa.

“Uma greve nunca é boa para qualquer organização e penso que o diálogo que precisamos de ter não deve incluir este tipo de ações, mas não é algo que me caiba a mim decidir. Penso que nos devemos sentar e ver o que é possível fazer”, acrescentou, defendendo que, apesar da greve ser um direito, este “não é o melhor momento” para avançar para uma paralização.

Recorde-se que a TAP apresentou esta quarta-feira, 2 de novembro, os resultados do terceiro trimestre do ano, ao longo do qual a companhia aérea alcançou um lucro de 111 milhões de euros, valor que compara com os 134 milhões de euros de prejuízo registado em igual período do ano passado.

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Interesse de companhias estrangeiras deve ser motivo de “satisfação e orgulho” para a TAP

Para a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, o interesse manifestado por companhias aéreas estrangeiras mostra que há “um valor real porque estas empresas estão a dedicar tempo e dinheiro ao olharem para a TAP”.

Inês de Matos

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, considerou esta quarta-feira, 2 de novembro, que o interesse manifestado na companhia aérea de bandeira nacional por transportadoras estrangeiras deve ser um motivo de “satisfação e orgulho” para a TAP, uma vez que mostra que a companhia aérea tem um “valor real”.

“Penso que devemos estar todos satisfeitos e orgulhosos por ver que alguns players externos estão interessados nesta maravilhosa empresa”, afirmou a CEO da TAP, durante a conferência de imprensa de apresentação dos resultados do terceiro trimestre, período ao longo do qual a TAP conseguiu regressar ao lucros.

Sem querer comentar manifestações de interesse concretas, Christine Ourmières-Widener considerou, no entanto, que o facto de haver interessados mostra que a TAP tem “um valor real porque estas empresas estão a dedicar tempo e dinheiro ao olharem para a TAP”.

“No final, aquilo que esperamos é que haja uma decisão”, acrescentou a responsável, indicando que não sabe se o interesse manifestado se vai mesmo concretizar, até porque não é a administração da TAP a conduzir o processo, mas sim o Estado, que é atualmente dono da companhia aérea.

“Não nos cabe a nós decidir quem será a melhor noiva, ou como lhe queiram chamar, para a TAP”, afirmou ainda a CEO da TAP, garantindo que, por parte da administração da companhia aérea, há toda a disponibilidade para colaborar com os interessados.

Recorde-se que, nas últimas semanas, tem vindo a público o interesse de várias companhias aéreas e grupos de aviação estrangeiros na TAP, a exemplo da Air France-KLM, cujo CEO, Ben Smith, admitiu o interesse na aquisição da companhia aérea de bandeira nacional, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

Além da Air France-KLM, há rumores de que também a Lufthansa estará em conversações com vista à aquisição da companhia aérea e, nos últimos dias, foi ainda conhecido o interesse do IAG, grupo de aviação que detém a British Airways e a Iberia, na transportadora portuguesa.

 

 

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Associação das Companhias Aéreas da África Austral vai ser liderada pelo diretor-geral da LAM

João Carlos Pó Jorge, diretor-geral da LAM, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA) e vai liderar a associação nos próximos 12 meses.

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O diretor-geral das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), João Carlos Pó Jorge, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA), liderando a associação nos próximos 12 meses.

De acordo com a Lusa, além de João Carlos Pó Jorge, também Elmar Conradie, diretor-executivo da Safair, foi eleito vice-presidente da associação, cargo que vai desempenhar ao longo do próximo ano.

O “fornecimento confiável de combustível” é, atualmente, o maior desafio para as companhias aéreas africanas, motivo pelo qual foi já apontado como a principal prioridade da AASA, a par das restrições e da quebra abrupta do negócio devido à COVID-19.

A revisão de políticas e regulamentos dos diferentes estados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) faz ainda parte da lista de temas a abordar no novo mandato da AASA.

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Aviação civil chinesa perde 14,6 mil milhões de euros até setembro

As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, o que se deve à redução da operação devido à COVID-19 mas também ao aumento do preço do combustível.

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As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, perdas que, segundo a Lusa, se devem às medidas de prevenção epidémica vigentes no país, no âmbito da estratégia ‘zero covid’.

Segundo a Lusa, que cita o portal de informação económica Yicai, as perdas foram especialmente acentuadas nas quatro maiores empresas chinesas do setor, concretamente Air China, China Eastern, Hainan Airlines e China Southern, que somaram perto de 90% das perdas, enquanto a Spring Airlines, principal companhia aérea low cost chinesa e que tinha sido a única a apresentar lucros nos três primeiros trimestres de 2021, também apresentou prejuízo.

“As perdas da indústria ultrapassaram o total somado de 2021 e 2020. Este ano é o pior de sempre para a aviação civil da China”, disse o analista Lin Zhijie, citado pelo portal Yicai.

De acordo com o especialista, este ano, o setor da aviação civil chinês operou apenas a 50% de 2019, enquanto no ano passado foi registada uma operação de cerca de 70% dos níveis de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

Além da diminuição da operação, as companhias aéreas chinesas estão ainda a lidar com o aumento dos preços dos combustíveis, que subiu 75% em termos homólogos, o que significa um custo extra de cerca de 40.000 milhões de yuans (5.530 milhões de euros) para as empresas do setor.

O portal Yicai lembra que, este ano, cerca de uma dezena de companhias aéreas chinesas e subsidiárias declararam insolvência, numa tendência que se deverá agravar no futuro.

Recorde-se que, devido à pandemia, a Administração de Aviação Civil da China foi obrigada a apoiar as companhias aéreas e, ainda no primeiro semestre de 2022, realizou injeções de capital na Air China, China Eastern, China Southern e no maior grupo de aeroportos do país, a Capital Airports Holdings.

A Administração de Aviação Civil da China estendeu mesmo as linhas de crédito de apoio às companhias aéreas e abriu uma nova, no valor de 150.000 milhões de yuans (20.731 milhões de euros), que se junta à que já existia e que tem um valor de 65.600 milhões de yuans (9.067 milhões de euros), sendo esta última também destinada ao apoio aos aeroportos do país.

Recorde-se que a China adoptou uma política de zero casos de COVID-19, o que leva a confinamentos rigorosos e à suspensão dos voos sempre que seja detectado um surto da doença, o que ajuda a explicar a difícil situação económica das transportadoras chinesas.

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Air France-KLM assume interesse na TAP

O interesse é assumido pelo presidente executivo da Air France-KLM, Ben Smith, que diz que, “se as circunstâncias forem as adequadas”, o grupo vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP.

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O presidente executivo do Grupo Air France-KLM, Ben Smith, assumiu que o grupo de aviação franco-holandês está interessado numa parceria ou aquisição de capital da TAP, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

“Estamos interessados”, afirmou o responsável, durante a apresentação de resultados da Air France-KLM do terceiro trimestre de 2022, em que o grupo de aviação obteve receitas de 8112 milhões de euros e um lucro de 460 milhões de euros.

Segundo Ben Smith, o Grupo Air France-KLM vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP, com vista a uma parceria ou aquisição de capital, quando for aberto o processo de reprivatização da companhia aérea de bandeira nacional.

“A consolidação é um factor-chave para nós, especialmente na Europa”, acrescentou o presidente executivo da Air France-KLM, explicando que o grupo de aviação tem “estudado durante vários anos” o mercado da Península Ibérica.

Recorde-se que, além do interesse manifestado na TAP, a Air France-KLM está atualmente em conversações para entrar no capital da ITA, companhia aérea italiana que veio substituir a Alitalia.

A Reuters adianta que o grupo franco-holandês terá apresentado uma proposta de 350 milhões por 50% do capital da ITA, mais uma ação, de modo a garantir a maioria do capital.

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Iberia estima capacidade 105% acima de 2019 no início de 2023

No último trimestre de 2022, a Iberia conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

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A Iberia estima que, no primeiro trimestre de 2023, seja possível aumentar em 105% a capacidade oferecida face a igual período de 2019, antes da pandemia da COVID-19, o que será possível graças aos novos aviões que a companhia aérea espanhola se prepara para receber.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado da Iberia, no último trimestre de 2022, a companhia aérea conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

No comunicado citado pela Lusa, a Iberia sublinha que já restabeleceu toda a sua rede de voos e destinos na América Latina, está a crescer nos Estados Unidos, com a rota para Dallas, e terá uma maior implantação em várias rotas da sua rede de curto e médio curso em Espanha e na Europa.

Em Espanha, a transportadora conta mesmo disponibilizar, este inverno, uma maior capacidade do que acontecia em 2019 nas redes de curta distância e médio curso, nomeadamente em destinos de negócios mas também lazer.

“Em Espanha, a Iberia reforça a sua posição na Air Bridge, e recupera todas as frequências que operava antes da pandemia”, informa a companhia aérea no comunicado divulgado.

E também na América Latina a Iberia já recuperou a totalidade da rede que tinha antes da pandemia da COVID-19, meta que foi atingida com a retoma dos voos para o Rio de Janeiro e Caracas, que eram os únicos que ainda não tinham sido retomados e que a Iberia voltou a operar este fim-de-semana, ambos com três frequências por semana.

No total, a Iberia conta, este inverno, com cerca de 260 voos semanais, a maioria dos quais são diários e ligam a Europa a 18 destinos em 16 países da América Latina.

A Iberia destaca ainda a recuperação nos EUA, que conta este inverno com um aumento de capacidade em comparação com 2019, já que a companhia aérea vai disponibilizar 589.000 lugares nas rotas norte-americanas, o que representa um aumento de 15% face a 2019, e cerca de 2.000 voos, mais 21% do que no inverno pré-pandemia.

A Iberia vai também manter a rota para Dallas, nos EUA, ao longo de todo o ano e, em dezembro, passa a operar no terminal 8 do aeroporto JFK, em Nova Iorque, EUA.

Na Europa, a companhia aérea destaca ainda os crescimentos em Itália (Roma e Milão), França (Paris), Suíça (Genebra) e Portugal, onde a rota para o Funchal funcionará durante todo o inverno, concluiu.

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