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Malta: À descoberta da micro-pérola do Mediterrâneo

Por Tiago da Cunha Esteves Malta é muito mais do que um destino de praias mediterrânicas de tirar o fôlego. Se é fã de praias de areia a perder de vista, a ilha poderá até causar alguma desilusão, já que a maioria das praias são rochosas e pequenas. Agora, que as há, há. E são… Continue reading Malta: À descoberta da micro-pérola do Mediterrâneo

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Malta: À descoberta da micro-pérola do Mediterrâneo

Por Tiago da Cunha Esteves Malta é muito mais do que um destino de praias mediterrânicas de tirar o fôlego. Se é fã de praias de areia a perder de vista, a ilha poderá até causar alguma desilusão, já que a maioria das praias são rochosas e pequenas. Agora, que as há, há. E são… Continue reading Malta: À descoberta da micro-pérola do Mediterrâneo

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Por Tiago da Cunha Esteves

Malta é muito mais do que um destino de praias mediterrânicas de tirar o fôlego. Se é fã de praias de areia a perder de vista, a ilha poderá até causar alguma desilusão, já que a maioria das praias são rochosas e pequenas. Agora, que as há, há. E são inesquecíveis. Mas já lá vamos…

 

Mdina, antiga captial de Malta
Mdina, antiga captial de Malta
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Jardins Upper Barraca Gardens

Esta viagem começa mesmo pela capital do país – La Valletta – também conhecida por ser uma das capitais europeias do Barroco e Património Mundial da UNESCO. Qualquer visitante rapidamente se aperceberá de que a cidade fortificada, plantada na península Sceberras, nada tem a ver com o resto da ilha. Distinta, sumptuosa, repleta de palácios e igrejas que gritam História, a capital ostenta imponentes fachadas que escondem peças de arte únicas. De acordo com a UNESCO, Valletta é uma das áreas históricas do mundo com mais património por m2 e isso rapidamente se percebe.
De ruas estreitas e íngremes, a fazer lembrar a tão amada Lisboa dos lusitanos, Valletta distingue-se também pelos seus jardins à beira-mar plantados, onde não faltam miradouros e pequenos quiosques. É o caso dos jardins Upper Barracca Gardens, onde consta até uma homenagem pública aos portugueses, que ajudaram os malteses a livrar-se do domínio dos turcos, em 1551. Vá ao quiosque, peça um café ou um copo de vinho e dirija-se ao miradouro, um dos mais bonitos da ilha, com vista para o majestoso Mediterrâneo e monumentos como o Forte de São Ângelo.
Embora magnífica, a capital é pequena, não estivéssemos nós num dos países mais pequenos do mundo. Se tiver com pressa, um dia é suficiente para percorrer a cidade de uma ponta à outra, mas não deixe de visitar monumentos como o Teatro Manoel, por exemplo. É o segundo teatro mais antigo da Europa ainda activo e foi mandado construir pelo português Manoel de Vilhena, em 1731, na altura Grão-Mestre da Ordem de Malta. Ao entrar, percebe-se uma vez mais a influência arquitectónica do Barroco na capital. Se não quiser fazer um pequeno tour pelo seu interior (de segunda à sexta), pare no seu café adjacente e peça o bolo de chocolate. Com sorte, estará alguém a tocar piano!

Blue_Lagoon_Aerial_View
Lagoa Azul, em Comino


A CIDADE DO SILÊNCIO

Não interessa se vai a Malta três dias ou uma semana. O que não pode mesmo perder é uma visita à sua antiga capital, Mdina, também conhecida pela cidade do silêncio. Mais uma vez, estamos dentro de uma cidade muralhada e localizada no topo de uma colina. Aqui, ao contrário do rebuliço de Valletta, o visitante poderá encontrar algo que é realmente difícil encontrar em toda a ilha: silêncio. Também Mdina é composta por ruas estreitas onde não faltam palácios e, uma vez mais, faustosas igrejas. Afinal de contas, não nos podemos esquecer de que estamos num país onde há 362 igrejas e capelas (quase uma por ano!), considerado um dos mais católicos da Europa.
Em parte Medieval e Barroca, Mdina conserva em si algumas das casas (habitadas) mais ricas do país. Respira-se luxo e tranquilidade. É o caso do Xara Palace Hotel, um dos poucos cinco estrelas da ilha e, de longe, o mais luxuoso de todos. Integrado na cadeia Relais & Châteaux, trata-se de um palácio Barroco do século XVII, cujas melhores suites têm uma vista panorâmica inesquecível.
O hotel fica também a caminho do café-boutique Fontanella, que tem os melhores bolos à fatia de Malta. Ao entrarmos, deparamo-nos com um jardim colorido onde poderá sentar-se e deliciar-se com o vasto menu. Mas o melhor mesmo é subir ao primeiro andar, não esquecendo que está no topo de uma colina, onde não faltam vistas soberbas. Depois, o difícil vai ser mesmo escolher o tipo de bolo… Prove todos aqueles que conseguir e peça uma garrafa de vinho maltês. Depois, a vista. E não vai existir nada mais do que aquela vista.

VISITE “AS IRMÃS”

Ficou a pensar nas praias? Se quiser de areia, terá de rumar a norte, para a Golden Bay ou Mellieha. Mas as melhores estão mesmo nas ilhas irmãs de Malta – Comino e Gozo. Há mesmo quem diga que o paraíso mora em Comino. Trata-se da mais pequena de todas e não é habitada, devido à sua pequena dimensão. É daqueles sítios que se visitam num dia, de barco. Quando começar a avistar um rochedo entre Malta e Gozo, prepare-se. Devido às suas condições naturais e hidrográficas, Comino possui as águas mais cristalinas e transparentes da ilha. Acredite – é mesmo como se estivesse numa piscina enorme onde encontrar o que quer que seja lá no fundo é “peanuts”. Depois de se cansar de nadar na Lagoa Azul, siga para terra e suba à torre Saint Mary. Ao longo de Malta, vai reparar em dezenas de torres de vigia estrategicamente posicionadas em colinas e vales, mas esta é especial. Quando lá chegar, vai perceber porquê. Nunca haverá palavras suficientes para explicar o porquê. Para Gozo terá de reservar muito mais do que um dia. Pode parecer difícil, mas são abismais as diferenças entre Gozo e Malta, apesar de estarem à distância de uma viagem de ferry que demora 25 minutos. É quase como sair da agitada Lisboa e chegar ao Alentejo pacato e profundo – as gentes são diferentes, a comida é diferente, as praias são diferentes (e bem melhores!). Se puder, opte por ficar numa “farmhouse”, o tipo de alojamento mais tradicional e encantador de Gozo – uma espécie de casa rústica em pedra onde não falta espaço, jardim e piscina (quase sempre). É em Gozo que os malteses têm as suas “casas de campo”, para onde vão durante os fins-de-semana descarregar o stress acumulado nos dias de trabalho, e percebe-se porquê. Igualmente histórica e religiosa, estamos numa ilha mais campestre e menos vaidosa, onde escasseiam as imponentes fachadas (à excepção das igrejas) e abunda a natureza.

Quando chegar às praias de Ramla e San Blas, vai perceber a diferença entre Gozo e a ilha-mãe. Sim, Malta é muito mais do que um destino de praias mediterrânicas de tirar o fôlego. Sem elas, contudo, jamais seria o mesmo.

O QUE FAZER? NÓS DIZEMOS-LHE ONDE IR!
Compras?
Sliema. É a zona mais exclusiva e pretensiosa de Malta, onde estão localizadas as marcas de renome e as melhores lojas do país.

Praias?
Se estiver em Malta, siga para Norte, onde poderá encontrar as melhores praias de areia (Golden Bay e Mellieah). Se estiver em Gozo, é só escolher… Estão por toda a parte!

Trekking e caminhadas?
Dingli Cliffs. O ponto mais alto de Malta é muito procurado pelos amantes da natureza e actividades desportivas.

Mergulho?
Comino. Na verdade, qualquer ponto da ilha é bom para a prática de mergulho, mas de acordo com os especialistas essa pequena ilha é o melhor sítio. Quando lá chegar, rapidamente vai perceber porquê!

Sair à noite? Paceville. É o “hub” da vida nocturna de Malta, concentrando a maior parte dos pubs, bares e discotecas da ilha. Se preferir algo mais tranquilo e selectivo, opte por Valletta, mais concretamente a Straight Street, onde estão os melhores bares da cidade.

* ex-jornalista e residente em Malta há três anos

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Feira Internacional de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio regressa a Lisboa a 20 de outubro

A Feira Internacional de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio vai voltar a decorrer no Parque das Nações, em Lisboa, a 20 de outubro, contando com a presença de várias companhias de navios de todo o mundo, que vão recrutar colaboradores.

A Feira Internacional de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio vai voltar a decorrer no Parque das Nações, em Lisboa, a 20 de outubro, contando com a presença de várias companhias de navios de todo o mundo.

Esta feira, cujo objetivo passa por “promover o trabalho em navios e transmitir informação sobre carreiras marítimas”, tem entrada gratuita mas está sujeita a inscrição prévia, destinando-se a estudantes e profissionais das áreas de restauração, hotelaria, turismo, lojas, saúde, beleza, desporto, animação, audiovisual, segurança, entretenimento, ambiente, ar condicionado, manutenção hoteleira, convés, engenharia, máquinas, eletricidade, entre outras áreas.

O certame inclui três áreas distintas, concretamente uma Feira de Emprego, na qual as empresas de navios vão recrutar colaboradores, assim como um Congresso que inclui apresentações dos expositores aos visitantes e onde vão também ser realizados workshops de carreiras marítimas, além de uma área de Carreiras, com exposição de instituições de ensino, formação e serviços associados a desenvolvimento de carreira a bordo de navios.

Viking Cruises, Seabourn; Disney Cruise Line; Costa Crociere; Uniworld; U River Cruises; PeopleConquest e Steiner Spa & Fitness são algumas das companhias já confirmadas na feira, que vai também contar com a participação do Centro FOR-MAR, escola pública especializada em cursos especializados STCW, no domínio da formação marítima.

O evento vai contar ainda com a visita do secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, que já confirmou a presença na feira no dia 20 de outubro.

O programa do evento está disponível na plataforma online em www.trabalharnumnavio.pt.

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TAP lança promoção com voos desde 65 euros para Portugal, Espanha, França, Suíça e Marrocos

A promoção da TAP é válida para reservas realizadas até 17 de agosto, cuja viagem decorra entre 30 de outubro e 25 de março de 2023, com exceção do período entre 15 de dezembro e 15 de janeiro de 2023.

A TAP lançou esta quinta-feira, 4 de agosto, uma promoção com voos de ida e volta cujos preços começam nos 65 euros e que é válida para destinos em Portugal, Espanha, França, Suíça e Marrocos. A oferta está em vigor para reservas realizadas até 17 de agosto.

“A promoção inclui viagens para Barcelona a 69 euros; Bilbao a 65 euros; Valência a 79 euros; Fuerteventura a 119 euros; Las Palmas a 145 euros; Tenerife a 95 euros; Marselha a 79 euros; Toulouse a 99 euros; Zurique a 119 euros; Maraquexe a 125 euros”, destaca a TAP, num comunicado enviado à imprensa.

A oferta da TAP é válida para reservas realizadas até 17 de agosto, cujas viagens decorram entre 30 de outubro e 25 de março de 2023, excluindo o período entre 15 de dezembro e 15 de janeiro de 2023.

Todas as tarifas incluem o transporte de um item pessoal e de bagagem de mão, e as condições da oferta podem ser consultadas  no site da TAP.

 

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Procura internacional dita aumento de 76,2% no tráfego aéreo global de junho

Apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

O tráfego aéreo global aumentou 76,2% em junho face a igual mês de 2021, muito por culpa do aumento da procura internacional, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA),  que divulgou esta quinta-feira, 4 de agosto, os dados relativos ao transporte aéreo global de junho.

Segundo os dados da IATA, apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19.

Em junho, o tráfego doméstico subiu 5,2% face a mês homólogo de 2021, com a IATA a indicar que esta evolução trouxe “melhorias na maioria dos mercados”, o que, combinado com “a flexibilização de algumas restrições de bloqueio relacionadas com a Ómicron no mercado doméstico chinês”, permitiu o crescimento do tráfego doméstico.

Tal como no tráfego global, também o tráfego doméstico continua ainda abaixo do registado em  junho de 2019, já que em junho apenas foram atingidos 81,4% dos níveis apresentados antes da pandemia.

Mais positivo é o crescimento do tráfego internacional que, em junho, aumentou 229,5% face ao mesmo mês do ano passado, com a IATA a sublinhar que o “levantamento das restrições de viagem na maior parte da Ásia-Pacífico está a contribuir para a recuperação”. Já o tráfego internacional atingiu 65,0% dos níveis de junho de 2019.

“A procura por viagens aéreas continua forte. Após dois anos de bloqueios e restrições nas fronteiras, as pessoas estão a aproveitar a liberdade de viajar para onde puderem”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego internacional mais subiu em junho, num aumento que chegou aos 492.0% face a junho de 2021, enquanto a capacidade disponibilizada subiu 138.9% e o load factor aumentou 45.8 pontos percentuais, fixando-se nos 76.7%, com a IATA a sublinhar que “a região está agora relativamente aberta a visitantes estrangeiros e ao turismo, o que está a ajudar a promover a recuperação”.

As boas notícias continuam no Médio Oriente, onde o tráfego aumentou 246.5% em junho, enquanto a capacidade subiu 102.4% e o load factor cresceu 32.4 pontos percentuais, para 78.0%.

Na Europa, o aumento do tráfego de junho foi de 234.4% face a mês homólogo de 2021, enquanto a capacidade subiu 134.5% e o load factor cresceu 25.8 pontos percentuais, fixando-se nos 86.3%, com a IATA a destacar que, a nível europeu, o tráfego internacional “está acima dos níveis pré-pandemia em termos ajustados sazonalmente”.

Na América do Norte, o aumento do tráfego aéreo chegou aos 168.9%, enquanto a capacidade subiu  95.0% e o load factor cresceu 24.1 pontos percentuais, para 87.7%, naquele que foi o load factor mais elevado entre todas as regiões.

Já na América Latina houve um aumento de 136.6% no tráfego face a junho de 2021, com a capacidade a subir 107.4% e o load factor a aumentar 10.3 pontos percentuais, para 83.3%, naquele que foi o terceiro load factor mais elevado, depois desta região ter liderado na ocupação ao longo de 20 meses.

Em África, o tráfego subiu 103.6% em junho, enquanto a capacidade aumentou 61.9% e o load factor cresceu 15.2 pontos percentuais, passando para 74.2%, naquele que voltou a ser o load factor mais baixo entre todas as regiões, ainda que a IATA revele que o “tráfego internacional entre África e as regiões vizinhas está próximo dos níveis pré-pandemia”.

Apesar das  melhorias, a IATA mostra-se preocupada com as perturbações que se têm registado nos aeroportos europeus e dos EUA, motivo pelo qual a associação volta a insistir no adiamento do regresso às regras dos slots, defendendo que, no imediato, essa decisão é “prematura”.

“Basta olhar para os problemas que as companhias aéreas e os seus passageiros em alguns aeroportos centrais estão a enfrentar. Esses aeroportos não conseguem suportar a sua capacidade declarada, mesmo com o limite atual de 64% de slots”, alerta Willie Walsh, que considera que “a flexibilidade ainda é essencial para apoiar uma recuperação bem-sucedida”.

 

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México recebe mais de 10M de turistas internacionais no 1.º semestre e ultrapassa 2019

No primeiro semestre de 2022, o México recebeu 10.266.000 turistas internacionais, número que ultrapassa em 1,5% o resultado contabilizado em igual período de 2019.

No primeiro semestre de 2022, o México recebeu 10.266.000 turistas internacionais, número que ultrapassa em 1,5% o resultado contabilizado em igual período de 2019, ainda antes da chegada da pandemia da COVID-19.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, os EUA continuaram a ser o principal mercado emissor de turistas internacionais para o México, contabilizando 6.660.000 turistas que chegaram ao país por via aérea, o que traduz um aumento de 50,5% face ao primeiro semestre de 2021 e uma subida de 19,1% face a período homólogo de 2019.

Os números avançados pela Unidade de Política Migratória, Registro e Identidade de Pessoas mexicana indicam que, além dos EUA, também o Canadá é um importante mercado emissor de turistas internacionais para o México, ocupando a segunda posição, com 859.580, o que corresponde a um aumento de 443,4% face ao primeiro semestre de 2021.  Na comparação com o mesmo período de 2019, o mercado canadiano ficou ainda 40,5% abaixo dos 1.445.000 turistas que tinham sido contabilizados.

Já a terceira posição no ranking de mercados emissores de turistas para o México ficou a Colômbia, com 412.542 turistas que chegaram ao país por via aérea, o que traduz uma subida de 191,9% face aos seis primeiros meses de 2021 e 49,1% acima do mesmo período de 2019.

As restantes nacionalidades contabilizaram 2.334.000 turistas nos primeiros seis meses do ano, o que representa um aumento de 136,1% face ao primeiro semestre de 2021, com uma quota de mercado de 22,7%.

O aeroporto de Cancun, um dos principais destinos turísticos do México, recebeu, entre janeiro e junho,  4.823.000 passageiros internacionais, número que ficou 83,8% acima de igual período do ano passado, enquanto o aeroporto da capital mexicana contabilizou a chegada de 1.974.000 turistas, o que revela uma subida homóloga de 111,2%. Já o aeroporto de Los Cabos recebeu 1.125.000, o que também traduz uma forte subida face a igual período de 2021, que chegou aos 51,6%.

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Grupo SATA ultrapassa 1M de passageiros transportados mais cedo que em 2019 e 2021

Marca de um milhão de passageiros transportados foi atingida a 31 de julho, dez semanas mais cedo do que no ano de 2021 e dias antes do ocorrido no ano pré-pandémico de 2019.

As companhias aéreas do Grupo SATA celebraram a 31 de julho a chegada à marca de um milhões de passageiros transportados, resultado que, este ano, foi alcançado mais cedo que em 2021 e até que em 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

“A marca simbólica de um milhão de passageiros transportados acabou por ser alcançada antes mesmo do registado em 2019, sendo que a 31 de julho de 2022, o grupo SATA atingia a marca de 1 milhão de passageiros transportados. Em suma, dez semanas mais cedo do que no ano de 2021 e dias antes do ocorrido no ano pré-pandémico de 2019”, destaca o grupo de aviação açoriano, que detém as companhias aéreas Azores Airlines e SATA Air Açores.

De acordo com um comunicado do grupo, numa comparação com os dados contabilizados a 31 de julho de 2019 e de 2021, verifica-se um aumento de 3% no número de passageiros transportados quando comparado com o ano de 2019, e de 83%, se comparado a igual período de 2021.

No comunicado enviado à imprensa, o Grupo SATA lembra que a primeira vez que a SATA Air Açores atingiu a marca de um milhão de passageiros foi em 1977, 30 anos depois do início de operação da companhia aérea, que começou a voar em 1947.

“Atualmente, as companhias aéreas transportam mais de um milhão de passageiros a cada ano que passa”, congratula-se o Grupo SATA.

 

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REVIVE abre novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias

O Paço Real de Caxias, em Oeiras, deverá ser concessionado por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

O Programa REVIVE lançou esta quinta-feira, 4 de agosto, um novo concurso para a concessão e recuperação para fins turísticos do Paço Real de Caxias, edifício histórico em Oeiras que já tinha sido alvo de um concurso em 2020, mas cujos termos do contrato se tornaram inviáveis devido ao surgimento da pandemia da COVID-19.

Com este novo concurso, pretende-se concessionar o Paço Real de Caxias por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, o novo concurso conta com “condições idênticas às do concurso anterior”, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros para colocar o edifício ao serviço do turismo. A área de construção total é de 5.817 m2.

Recorde-se que o Paço Real de Caxias é um imóvel construído em meados do século XVII e que se encontra classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1953, tendo sido um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis.

Segundo o comunicado divulgado pelo Programa REVIVE, este imóvel já tinha sido sujeito a concurso e concessionado em março de 2020, no entanto, com a chegada da pandemia da COVID-19, os termos do contrato tornaram-se inviáveis, o que levou à sua revogação e ao lançamento do novo concurso.

Além do Paço Real de Caxias, atualmente, estão abertos concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

Toda a informação sobre o novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias vai estar disponível no site do Programa REVIVE a partir desta quinta-feira, 4 de agosto.

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Air Europa estabelece acordo de interline com a Viva Air

Com o acordo de interline com a Viva Air, os passageiros da Air Europa passam a dispor de conexões desde Bogotá e/ou Medellín para 18 cidades colombianas, assim como de Lima para Cuzco, no Peru.

A Air Europa estabeleceu um acordo de interline com a Viva Air, companhia aérea ultra low cost colombiana, que vai reforçar a oferta de voos da companhia aérea da companhia aérea espanhola na Colômbia e Peru, a partir do início deste mês.

Num comunicado enviado à imprensa, a Air Europa explica que, com este acordo, os seus passageiros passam a dispor de conexões desde Bogotá e/ou Medellín para 18 cidades colombianas, assim como de Lima para Cuzco, no Peru.

Cali, Pereira, Montería, Riohacha, Cúcuta, Bucaramanga são algumas das cidades para onde os passageiros da Air Europa podem agora voar na Colômbia, às quais se juntam ainda destinos na Costa Atlântica e caraíbas, tais como, San Andrés, Cartagena e Santa Marta.

Com este acordo de interlline, os passageiros da Air Europa podem voar para os destinos da Viva Air na Colômbia e Peru com um único bilhete, numa parceria que vai reforçar a presença da companhia aérea nesta região da América Latina.

“O acordo a que chegámos com a Viva Air completa a nossa presença na Colômbia e no Perú, e permite-nos colocar à disposição dos nossos clientes mais de 18 novas cidades. Este aumento na rede interna de novos destinos consolida a nossa posição e marca e abre-nos novas oportunidades internacionais. Com a Viva Air facultamos um melhor serviço e reiteramos o nosso compromisso com ambos os mercados, estratégicos para a nossa companhia”, destaca Estelle Leray, diretora de Alianças e Customer Experience de Air Europa.

Já Carlos Orellana, responsável de alianças da Viva Air, considera que “alcançar este acordo com Air Europa permitirá aos passageiros contar com mais itinerários alternativos, conectando-se à rede de destinos operados pela Viva Air”, nomeadamente a partir do hub da companhia aérea em Medellín, a partir do qual a low cost colombiana voa para 43 destinos domésticos na Colômbia e no Peru.

A Viva Air é uma companhia aérea ultra low cost colombiana que conta com uma frota de 23 aviões que é considerada a mais moderna da Colômbia, a segunda da América do Sul e a quarta do mundo. A companhia aérea voa na Colômbia há 10 anos e está presente no Peru há cinco anos e, nos próximos anos, conta abrir 30 novas rotas domésticas e internacionais.

 

 

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The Vintage Hotel & Spa Lisboa entra no portfólio da Small Luxury Hotels of the World

A marca é constituída por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo, com uma média de 50 quartos por unidade.

O The Vintage Hotel & Spa Lisboa, unidade de cinco estrelas gerida pela Bomporto Hotels, passa a constar no portfólio da Small Luxury Hotels of the World (SLH), uma marca de luxo que reúne unidades hoteleiras com características únicas e de carácter independente. A primeira unidade do grupo Bomporto a integrar a marca foi o The Lumiares Hotel & Spa Lisboa, em novembro de 2019.

O Small Luxury Hotels of the World (SLH) é constituído por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo. Com uma média de 50 quartos por unidade, as propriedades SLH “têm características únicas, com os mais altos padrões de luxo e bem-estar”, como indicado em comunicado.

“A integração da nossa segunda unidade hoteleira na SLH vem reforçar a estratégia de desenvolvimento de negócio e a notoriedade no segmento de luxo. É um selo de qualidade e uma afiliação de renome e prestígio que contribui para a promoção das nossas unidades a nível internacional. ” afirma Nick Roucos, diretor-geral da Bomporto Hotels.

Localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, o The Vintage Hotel & Spa Lisboa, boutique hotel de cinco estrelas, é composto por 56 quartos com uma decoração assente no design vintage e traços contemporâneos.  Combinando peças únicas de mobiliário vintage, produzidas especialmente para o hotel, e algumas reproduções feitas à medida, a estética do espaço reflete uma decoração contemporânea e simultaneamente apresenta o melhor do design dos anos 50, 60 e 70.

A unidade oferece diferentes atmosferas em cada um dos espaços que o compõem, tanto no rooftop bar, com um jardim vertical e vista para a capital, como nas diferentes áreas lounge, salas de estar e no spa.

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SETCS espera fechar 2022 com receitas turísticas superiores a 2019

Rita Marques revelou também, durante uma visita ao Algarve, que vai ser realizada uma missão empresarial para atrair trabalhadores estrangeiros para o turismo português, que deverá ter lugar no último trimestre do ano.

Inês de Matos

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, mostra-se confiante quantos aos resultados turísticos e acredita que o país tem “todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão” os de 2019, quando as receitas turísticas somaram 18,7 mil milhões de euros, naquele que foi um ano recorde para a atividade turística nacional.

“Depois de dois anos muitos difíceis para o setor do turismo, temos muito boas expetativas relativamente ao mês de agosto e, portanto, achamos que temos todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão aquelas que obtivemos em 2019”, admitiu a governante em declarações aos jornalistas, durante uma visita ao Algarve, que decorreu esta terça-feira, 2 de agosto.

Rita Marques lembrou que o Banco de Portugal (BdP) reviu, recentemente, em alta as perspetivas para este ano relativamente às receitas turísticas, estimando que, no final de 2022, este indicador fique 4,2% acima do valor apurado em 2019.

Durante a visita, Rita Marques falou também do problema da escassez de recursos humanos que afeta atualmente o setor e, além de admitir que Portugal precisa de 45 a 50 mil trabalhadores para o turismo, revelou que está a ser preparada uma missão empresarial para garantir que o país recebe trabalhadores provenientes dos países de língua portuguesa, que gozam do recentemente aprovado um regime de entrada e permanência no país.

“O objetivo é levar uma comitiva de empresários portugueses que estejam à procura de reforçar os mapas de pessoal, identificando trabalhadores dessas geografias que estejam interessados em vir para Portugal e que os serviços consulares possam depois administrativamente despachar favoravelmente os vistos e possamos trazer connosco os trabalhadores que pretendem ingressar neste setor de atividade”, explicou Rita Marques, revelando que esta missão deverá acontecer no último trimestre do ano.

Para Rita Marques, a nova lei veio introduzir “alterações muitíssimo relevantes e substanciais na emissão de vistos, designadamente no âmbito dos países que ratificaram o acordo da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”.

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Governo cria grupo de trabalho para agilizar emissão de vistos

O Turismo de Portugal é um dos organismos que vão estar representados neste novo grupo de trabalho.

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O Governo criou um grupo de trabalho para coordenar e acompanhar a emissão de vistos, com o objetivo de agilizar o procedimento, avança a Lusa, que cita um despacho da Presidência do Conselho de Ministros, publicado esta terça-feira, 2 de agosto, em Diário da República.

No texto do documento, a Presidência do Conselho de Ministros explica que este grupo de trabalho surge pela “necessidade de organização de fluxos regulares, seguros e ordenados de migrações, o combate à migração ilegal e ao tráfico de seres humanos a ela associado, assim como a regulação e agilização de condições para a entrada e permanência de cidadãos em Portugal”.

Este grupo de trabalho tem como objetivo a simplificação dos processos relativos aos pedidos de visto para tornar mais rápida a sua concessão e “acompanhar todo o processo de circuito de vistos”.

Além da simplificação e acompanhamento do processo de emissão de vistos, o grupo de trabalho vai também propor medidas para reforçar os recursos humanos nos postos consulares com mais pedidos de vistos e avaliar “a necessidade de colocação de elementos do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) e IEFP, I. P. (Instituto do Emprego e da Formação Profissional), nos postos mais sujeitos a pressão”.

A missão deste grupo de trabalho, que inclui representantes da Direção-Geral dos Assuntos Consulares, do SEF, do Alto Comissariado para as Migrações, do Turismo de Portugal, do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, e do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral, passa por “estabelecer um canal de comunicação permanente entre as entidades, das distintas áreas governativas, envolvidas nos processos de visto”.

Além de representantes dos institutos e organismos referidos, o grupo vai ainda contar com a participação de “um elemento de cada gabinete das referidas áreas governativas”, segundo o texto do documento, que entra em vigor esta quarta-feira, 3 de agosto.

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