MTS Portugal com 350 mil passageiros transportados em 2016

Por a 24 de Junho de 2016 as 12:09

13480273_10154271715048844_673678937_nA MTS Portugal vai fechar o ano de 2016 com um total de 350 mil passageiros, afirmou esta quinta-feira Raquel Oliveira, general manager da MTS Portugal, num encontro que decorreu no restaurante Monte Mar, em Lisboa. De acordo com a responsável, o grupo já conta no País com cerca de 170 clientes ‘in house’, isto é, 170 clientes com contratos assinados.  Já no que diz respeito à distribuição em Portugal, o mercado alemão lidera com 37% do mercado, seguindo-se 26% mercado inglês, 19% Benelux e 12% Europa do Sul. “Esta grande quota do mercado alemão prende-se, sobretudo, com Lisboa e Madeira”, adianta ainda a responsável.

A região do Algarve continua a apresentar os melhores resultados para o grupo: “Adquirimos um cliente importante, o aumento do incremento da procura no Algarve foi de 40% e o nosso crescimento na região está acima da média da procura”, destaca, acrescentando que só no Algarve, em 2016, foram transportados aproximadamente 200 mil passageiros.
Para a responsável da MTS, “o nosso objectivo é fazer com que eles [clientes] cresçam e adquirir novos mercados, porque ainda não trabalhamos todos os mercados”. Sobre possíveis mercados, Raquel Oliveira salientou que “ainda temos uma taxa de mercado inglês que pode ser trabalhada, com novos clientes e clientes ‘in house’. Além disso, a nossa quota de mercado belga é muito baixa e o francês também podia ser muito melhor. Os mercados de leste também estão a ser trabalhados e estamos a trabalhar nos dois cantos do mundo.”

Durante o encontro, que contou com a presença de diversos hoteleiros, Raquel Oliveira frisou a preocupação que o sector deve ter em relação ao futuro: “2016 acaba como o melhor ano dos últimos 10 anos, mas 2018 não será assim. Temos uma procura acima do normal, porque as condições externas assim o ajudaram”. Segundo a responsável, que se dirigia aos profissionais deste sector, “é importante que subam os preços, mas não os vamos expulsar,  porque eles estão cá agora, principalmente em Lisboa, Porto e Madeira”, destacando que a maior preocupação se prende com a possibilidade deste aumento “não ser acompanhado por um aumento no serviço”.

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