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Hotelaria nacional supera proveitos de 2014

De acordo com os dados divulgados, esta terça-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística, os proveitos totais apresentaram incrementos de 13,1% e os de aposento 14,7%, a preços correntes.

Marta Barradas
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Hotelaria nacional supera proveitos de 2014

De acordo com os dados divulgados, esta terça-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística, os proveitos totais apresentaram incrementos de 13,1% e os de aposento 14,7%, a preços correntes.

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Flores Hotel PortoNo acumulado do ano de 2015, a hotelaria nacional registou um total de 17,4 milhões de hóspedes e 48,9 milhões de dormidas, o que corresponde a aumentos de 8,6% e 6,7%, respectivamente. No entanto, apesar da evolução positiva, os crescimentos nestes dois indicadores ficaram aquém dos registados em 2014, cujos aumentos foram de 11,7% e 10,4%, respectivamente. Já no mês de Dezembro, Portugal acolheu 989,2 mil hóspedes e 2,3 milhões de dormidas, equivalendo a aumentos homólogos de 9,6% e 9,8%.

De acordo com os dados divulgados, esta terça-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística, os proveitos totais apresentaram incrementos de 13,1% e os de aposento 14,7%, a preços correntes, superando ligeiramente a evolução do ano de 2014, em que os aumentos foram de 12,2% e 13,1%, respectivamente. Os proveitos de aposento, face aos totais, aumentaram o seu peso de 70,6%, em 2014, para 71,6%, em 2015. Em relação ao mês de Dezembro passado, os proveitos totais fixaram-se nos 118,7 milhões de euros (+14,6%) e os proveitos de aposento em 77,4 milhões de euros (+16,1%).

Os hotéis continuam a liderar o número de dormidas na hotelaria nacional, tendo totalizado, no acumulado do ano transacto, 71,6% do total, representando um acréscimo de 11,1%. Os hotéis-apartamentos, com uma representatividade de 11,8%, apresentaram um ligeiro aumento, de 0,7%, enquanto houve um crescimento significativo das dormidas nos aldeamentos (+34,9%) e apartamentos turísticos (+17,4%).

O mesmo relatório revela que, em 2015, o mercado interno gerou 14,5 milhões de dormidas (+5,3%), desacelerando expressivamente face ao ano anterior, quando o aumento havia sido em 12,8%. Já as dormidas de não residentes em 2015 (34,4 milhões) aumentaram 7,3% (+9,3% em 2014 e +7,7% em 2013) e representaram 70,3% do total (+0,3 p.p.).

Em termos de taxa de ocupação líquida, a hotelaria nacional fixou-se nos 46,1% no acumulado de Janeiro a Dezembro, o que equivale a um aumento de 2,1 p.p. O mesmo indicador foi, no último mês de 2015, de 28,3%, mais 2,2 p.p. em relação ao mesmo mês de 2014.

Ainda em 2015, as dormidas aumentaram em todas as regiões do País, com principal destaque para os Açores (+19,6%, +0,9% em 2014), Norte (+13,6%, +11,0% no ano anterior) e Alentejo (+11,8%, após +16,5% em 2014). As três principais regiões turísticas, Algarve, que representam 34,0% das dormidas totais, Lisboa, com 25,1%),e Madeira, com 13,5%, apresentaram crescimentos moderados em 2015, de +2,7%, +6,7% e +5,8%, respectivamente.

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Figuras do Turismo

APENO contrata nova diretora de comunicação

A profissional Filipa Moroso foi a escolhida pela Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) para liderar a comunicação da instituição.

Em comunicado de imprensa, a APENO, “a primeira associação portuguesa dedicada em exclusivo ao enoturismo”, justifica a contratação com o facto de reconhecer “cada vez mais o papel da comunicação como parte estratégica da sua gestão”.

“É através da comunicação que conseguimos promover a interação e o diálogo entre a APENO e os seus associados, e o público em geral, mas também agregar valor aos nossos serviços e atividades”, afirma a associação em comunicado, acrescentando que pretende apostar “cada vez mais em tornar o setor do enoturismo uma referência a nível nacional e internacional”.

Neste contexto, a APENO assegura que Filipa Moroso será “um importante reforço na área da comunicação”, dada a sua carreira de jornalista e experiência em comunicação institucional e assessoria de imprensa.

A associação explica que pretende construir uma comunicação “à medida de cada um dos associados”, construindo a sua estratégia com “o enoturista no centro”.

“Mais do que o diálogo e a promoção dos serviços e atividades da APENO, é fundamental construir uma comunicação personalizada de acordo com as necessidades de cada empresa, produtor ou região do setor do enoturismo. Vamos fazê-lo no nosso país, mas também além-fronteiras, dando a conhecer os nossos associados a jornalistas estrangeiros”, declara Maria João de Almeida, presidente-executiva da APENO.

Sobre o recente cargo, Filipa Moroso afirma que encara este desafio “com enorme responsabilidade e sentido de compromisso”.

“Quero ajudar a escrever a história da APENO e do enoturismo, uma história que desejo que seja longa, pródiga em boas colheitas e que fermente nas melhores barricas. Poder contar essa história à medida de cada associado, é ainda mais enriquecedor. Faz com que esta experiência seja ainda mais intensa e plural, permitindo-me descobrir muito da produção, cultura e tradições locais do nosso país, no que toca a um setor em franco crescimento pelo mundo”, termina a profissional.

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Destinos

Carlos Moedas anuncia parceria com Ryanair para “Fábrica de Unicórnios”

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou uma parceria com a Ryanair para a “Fábrica de Unicórnios”, afirmando, também, estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da companhia irlandesa.

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou esta terça-feira, 25 de outubro, que a cidade quer estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da Ryanair e anunciou uma parceria com a companhia aérea para a “Fábrica de Unicórnios”.

Aproveitando a presença do presidente da Ryanair, MichaelO’ Leary, que veio a Lisboa para celebrar o 20.º aniversário da operação da companhia no nosso país, Carlos Moedas disse que “tudo fazer para que a Ryanair também estabeleça aqui, mais um centro de inovação em Lisboa, acho que isso é importante, portanto vamos tentar estar nesta corrida”.

Perante vários representantes do setor do turismo nacional, entre eles a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal, entre outros, o autarca sublinhou que a concorrência para a localização do novo centro é “entre cidades de toda a Europa” e defendeu que Lisboa “tem de criar essa atratividade”.

Recorde-se que, no início de setembro, o presidente executivo da companhia aérea irlandesa, Michael O’Leary, disse, num encontro com jornalistas, em Dublin, que a Ryanair quer abrir um novo centro de treinos para pilotos e tripulantes de cabine na Península Ibérica e admitiu que o Porto é uma das hipóteses em consideração.

No entanto, hoje, o presidente executivo da companhia de aviação, Eddie Wilson, avançou que a decisão deverá ser tomada nos próximos três meses e que Madrid se apresenta como uma opção com melhores conexões.

O responsável disse ainda que a empresa está a analisar a hipótese de abrir instalações em Lisboa para a equipa de tecnologias de informação, que pretende reforçar.

Carlos Moedas aproveitou também o momento para anunciar que a Câmara de Lisboa e a Ryanair vão ser parceiros no desenvolvimento da Fábrica de Unicórnios, que deverá ser anunciada na próxima semana, na Web Summit.

“Vamos anunciar a Fábrica de Unicórnios, aquele que é o meu grande projeto de inovação, para que Lisboa seja a capital da inovação da Europa e, hoje, tive a boa notícia que a Ryanair vai também participar neste projeto”, frisou Moedas.

Já no que diz respeito ao novo aeroporto, Carlos Moedas afirmou que “o que a Ryanair fez foi mais do que simples números. Foi trazer pessoas para fazerem a nossa economia crescer”.

Além disso, admitiu que “o que a Ryanair fez foi dar a uma geração a possibilidade de viajar”; salientando que “vocês [Ryanair] democratizaram as viagens”.

Para rematar a intervenção, Moeadas afirmou ainda que “precisamos de um novo aeroporto já”, reforçando que “precisamos de um novo aeroporto em Lisboa”.

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Turismo de Portugal e IAPMEI promovem conferência sobre formação financeira

A sustentabilidade na criação de valor no negócio, o impacto da estratégia ESG no acesso ao financiamento e como oportunidade de negócio, bem como a fiscalidade verde, são alguns dos temas que vão estar em destaque.

O Turismo de Portugal e o IAPMEI vão promover, a 27 de outubro, uma conferência sobre formação financeira, dedicada ao tema “O valor financeiro dos negócios sustentáveis​”.

Esta conferência, que decorre em parceria com o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, visa “refletir sobre questões que poderão ajudar as empresas a integrar a estratégia ESG na sua gestão financeira, enquanto fonte de oportunidades, de inovação e de vantagem competitiva”, segundo informação publicada no site do Turismo de Portugal.

A iniciativa, que decorre na Semana da Formação Financeira e no âmbito do Plano Nacional de Formação Financeira, vai ter lugar online, a partir das 14h30, e vai abordar temas como a sustentabilidade na criação de valor no negócio, o impacto da estratégia ESG no acesso ao financiamento e como oportunidade de negócio, bem como a fiscalidade verde.

A conferência vai ser transmitida online, através do canal do Youtube do IAPMEI, e requer inscrição prévia, que pode ser realizada aqui.

Para mais informações e esclarecimentos sobre o programa do evento e inscrições, está ainda disponível o email [email protected].

 

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Hotelaria

Corpo Santo Lisbon Historical Hotel distinguido pelos World Luxury Hotel Awards 2022

O prémio foi entregue este fim de semana numa cerimónia decorreu em Antalya, na Turquia.

O Corpo Santo Lisbon Historical Hotel foi distinguido este fim de semana com o prémio Luxury Cultural Hotel – Global Winner pelos World Luxury Hotel Awards 2022, numa cerimónia decorreu em Antalya, na Turquia.

Criados em 2006, os World Luxury Hotel Awards premeiam o sucesso na indústria hoteleira de luxo, através dos votos dos hóspedes, viajantes e agentes do setor. Mais de 300 000 viajantes internacionais votam todos os anos, durante um período de quatro semanas, para selecionar os vencedores.

Durante a cerimónia de atribuição de prémios, Pedro Pinto, General Manager Corpo Santo Lisbon Historical Hotel, afirmou que este “acaba por ser o reconhecimento internacional do trabalho que desenvolvemos desde 2017”.

“Depois dos últimos anos plenos de desafios, continuamos a trabalhar para fazer melhor e elevar a cada dia os nossos padrões de excelência e tornar o nosso hotel numa experiência inesquecível para todos os convidados. Sem dúvida um prémio de todos, convidados e equipa”, afirmou Pedro Pinto, como referido em comunicado.

Localizado no Largo do Corpo Santo, em Lisboa, o hotel possui 75 quartos, onde estão incluídas oito suites. Dentro das valências deste espaço os clientes podem encontrar o restaurante “Porter Bistrô” e o “146 Bar”, bem como “um dos maiores e mais bem preservados trechos da muralha Fernandina do século XIV, considerada Monumento Nacional”.

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TAAG
Transportes

TACV e TAAG estudam abertura de rota conjunta entre Cabo Verde e Angola

A abertura de uma rota conjunta daria seguimento à agenda estratégica que Angola e Cabo Verde mantêm e no âmbito da qual têm vindo a ser estabelecidos vários protocolos de colaboração entre ambos os governos.

A TACV e a TAAG estão a estudar a criação de uma rota conjunta entre Cabo Verde e Angola, avança a Lusa, que cita o Ministério dos Transportes e Turismo cabo-verdiano.

A abertura da rota conjunta entre as duas companhias aéreas de bandeira de Cabo Verde e Angola daria seguimento à agenda estratégica que os dois países mantêm e no âmbito da qual têm vindo a ser estabelecidos vários protocolos de colaboração entre ambos os governos.

Segundo a Lusa, a abertura de uma rota conjunta entre os dois países foi um dos temas abordados na reunião entre Carlos Santos, ministro do Turismo e dos Transportes de Cabo Verde, e Eduardo Fairen, presidente da comissão executiva da TAAG, que decorreu esta segunda-feira, 24 de outubro.

“Dentre as conversações havidas, destaca-se a possibilidade da criação da rota conjunta Angola/Cabo Verde/Angola e outras oportunidades de negócios entre as duas companhias aéreas, no quadro da política do Governo para os transportes aéreos para o aumento da conectividade entre Cabo Verde e o continente africano e não só”, indica uma nota informativa divulgada pelo ministério cabo-verdiano.

A Lusa recorda que as ligações aéreas entre Cabo Verde e Angola foram interrompidas com a pandemia da COVID-19, que levou mesmo a uma paragem total da companhia aérea cabo-verdiana, que, desde então, apenas retomou os voos para Lisboa, a partir do Sal, São Vicente e Praia.

A colaboração entre as duas companhias aéreas é bem-vista também pelo presidente angolano, João Lourenço, que, em março passado, defendeu a criação de uma ‘joint-venture’ entre as duas companhias aéreas de bandeira, para aproveitar as capacidades de cada país.

“Vamos juntar as capacidades dos dois países neste domínio da aviação civil e creio que sairemos todos a ganhar com isso”, disse João Lourenço na ocasião, depois de uma reunião com o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, na qual foi assinado um acordo entre as administrações das companhias aéreas estatais dos dois países para cedência de um avião Boeing 737-700 da TAAG à TACV.

Na mesma altura, foi ainda assinado um Acordo Bilateral de Serviços Aéreos entre os dois governos, um Memorando de Entendimento sobre os Transportes Aéreos entre os ministérios dos Transportes dos dois países, e um Memorando de Cooperação Técnica entre a Agência de Aviação Civil de Cabo Verde (AAC) e a Autoridade Nacional da Aviação Civil de Angola (ANAC).

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Transportes

ANAC chumba proposta da ANA e pede alterações às tarifas aeroportuárias para 2023

O regulador considerou que a proposta para as tarifas a vigorar nos aeroportos nacionais em 2023 era demasiado elevada e suspendeu o processo até a concessionária rever os valores propostos.

A Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) considerou esta segunda-feira, 24 de outubro, que a proposta da ANA – Aeroportos de Portugal para as tarifas a vigorar nos aeroportos nacionais em 2023 era demasiado elevada e suspendeu o processo até a concessionária rever os valores propostos.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado publicado no site da ANAC, o regulador diz que, “após análise dos elementos enviados pela ANA, verificou existirem contradições entre a proposta tarifária submetida pela ANA às transportadoras aéreas e os pontos 8.10, conjugado com o ponto 8.6. (Grupo de Lisboa), e 8.12 (aeroportos Porto e Faro), todos do Anexo 12 do Contrato de Concessão de Serviço Público Aeroportuário”.

Por isso, a ANAC “solicitou à Concessionária a fundamentação das opções tomadas em sede de Processo de Consulta Pública sobre as Taxas Reguladas 2023, designadamente quanto à conformidade da proposta tarifária com as disposições contratuais previstas no Contrato de Concessão”.

Depois de “analisados os fundamentos invocados pela ANA, a ANAC considerou que a proposta tarifária apresentada para 2023 (que contempla aumentos das receitas da ANA nos aeroportos do Grupo de Lisboa acima da inflação 5,9 pontos percentuais, no aeroporto do Porto contempla um aumento global médio das taxas 1,9 pontos percentuais acima da inflação e no aeroporto de Faro contempla um aumento global médio das taxas em 2,71 pontos percentuais acima da inflação) não cumpre as disposições previstas no Contrato de Concessão”.

Nesse sentido, a 21 de outubro, o “Conselho de Administração da ANAC deliberou suspender de imediato o processo de consulta tarifária em curso” e “proferir uma determinação” com obrigações para a concessionária.

A ANAC pede alterações à “proposta de taxas das Atividades Reguladas a vigorar em 2023” nos aeroportos do Grupo de Lisboa, “de forma a assegurar que a RRMM (Receita Regulada Média Máxima) para 2023 não apresente um aumento superior a dois pontos percentuais acima da inflação”.

Já no que diz respeito “aos aeroportos do Porto e de Faro, a ANA deverá alterar a sua proposta de taxas das Atividades Reguladas a vigorar em 2023, por forma a acautelar que qualquer das referidas taxas não apresente um aumento superior à inflação, devendo, ainda, no que se refere ao aeroporto de Faro, explicitar as medidas a adotar já em 2023 para reforçar a sua competitividade”, acrescenta o comunicado da ANAC.

A ANAC quer ainda que a empresa que gere os aeroportos nacionais dê “conhecimento aos utilizadores, no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar da notificação da decisão hoje notificada, retomando-se o processo de consulta, com o prazo remanescente, acrescido de 10 dias úteis”.

Recorde-se que, no início de outubro, a ANA – Aeroportos de Portugal confirmou a apresentação de uma proposta de “atualização das taxas aeroportuárias reguladas com data de entrada em vigar a 01 de fevereiro de 2023, seguindo o novo modelo previsto no contrato de concessão para o período 2023 até ao final da concessão”.

De acordo com a concessionária, “ao abrigo do modelo, que vigorou nos primeiros 10 anos da concessão, a ANA fez reduções substanciais das taxas praticadas durante o período da covid que resultaram na devolução de um valor total de cerca de 54 milhões de euros aos seus clientes em 2020 e 2021”.

A ANA lembrava ainda que devolveu “mais de 13 milhões de euros às companhias aéreas referente a acertos da receita cobrada em 2021, nomeadamente em Lisboa e em Faro” e lembra que, durante o período pandémico, tomou medidas que resultaram na redução de 26% em Lisboa, de 18% no aeroporto do Porto e de 45% em Faro.

A gestora aeroportuária frisava também que a proposta apresentada previa acréscimos por passageiro de 0,35 euros nos Açores, 0,79 euros na Madeira, 0,81 euros no Porto, 0,80 euros em Faro e 1,53 euros em Lisboa, num aumento médio de 10,81% que, segundo a empresa, segue o aumento da taxa de inflação e as regras estabelecidas pelo Contrato de Concessão com o Estado Português.

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International Golf Travel Market

Meeting Industry

Lisboa acolhe a International Golf Travel Market nos próximos dois anos

Até à data, a maior feira do mundo ligada aos setores do golfe e turismo era realizada todos os anos em locais diferentes.

A cidade de Lisboa foi escolhida para acolher as edições de 2023 e de 2024 da International Golf Travel Market (IGTM), a maior feira do mundo ligada aos setores do golfe e do turismo. O anúncio foi feito no jantar de encerramento do evento deste ano, que teve lugar em Roma de 17 a 20 de outubro, como indicado em comunicado.

“A escolha de Lisboa para receber um evento desta dimensão é fruto do trabalho que tem sido desenvolvido para colocar Lisboa no mapa e ser reconhecida pelas suas características tão distintas ao nível da acessibilidade, oferta hoteleira e cultural”, refere Paula Oliveira, diretora executiva da Associação Turismo de Lisboa (ATL).

Assegura ainda que, “certamente, será um evento muito bem organizado e pensado para dar a conhecer o melhor do Golf em Lisboa. O Lisboa Golf Coast já é um produto consolidado, reconhecido internacionalmente e bastante apreciado, com mais de 20 campos de golfe em Cascais, Sintra, Península de Setúbal e Oeste”.

A ATL marcou novamente presença na edição deste ano da IGTM, com um espaço dedicado ao destino e às suas empresas. Durante os quatro dias de evento, Lisboa contou com a participação de nove empresas sob a marca Lisboa Golf Coast.

O International Golf Travel Market é o ponto de encontro a nível mundial da comunidade de viagens de golfe. Centenas de fornecedores do segmento de golfe juntam-se a outras centenas de compradores e jornalistas internacionais para quatro dias de oportunidades de networking e atualizações da indústria.

Até à data, o evento era realizado todos os anos em locais diferentes. Nos próximos dois anos passa a decorrer em Lisboa.

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EHTC

Emprego e Formação

EHTC dinamiza aula inaugural com fundador da BlueShift

Francisco Nogueira de Sousa marca presença como orador convidado na sessão que debate o tema “Mindset is what separates the best from the rest”.

A Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra (EHTC) dinamiza esta sexta-feira, 28 de outubro, uma aula inaugural onde debate o tema “Mindset is what separates the best from the rest”. Esta terá lugar no Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia, no Pólo II da Universidade de Coimbra, pelas 10h00.

A sessão conta com a presença de Francisco Nogueira de Sousa, CEO e fundador da Blueshift, que marca presença como orador convidado. Em comunicado, a organização afirma que o profissional se destaca pelos 15 anos de carreira na Starwood Hotels & Resorts em funções de liderança nas áreas comercial e operacional.

Além da Blueshift, lidera também a merytu, uma ‘start-up’ tecnológica, e é Board Member na Tripwix. Foi ainda diretor-geral do grupo Hotéis Real, onde “liderou uma reestruturação profunda”.

A aula inaugural na EHTC segue a seguinte programação:

10h00: Abertura;
10h15: Aula Inaugural por Francisco Nogueira de Sousa;
11h00: Debate;
11h30: Entrega de diplomas aos alunos do Quadro de Mérito 2021-2022;
12h00: Encerramento.

As inscrições, gratuitas e limitadas aos lugares disponíveis, devem ser efetuadas através do link.

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HotelShop

Meeting Industry

Inscrições para a 7ª Convenção HotelShop já estão abertas

O programa abre com intervenções de profissionais de hotelaria, que abordarão temas como a gestão de custos em F&B, engenharia de menus e gestão de custos na cozinha.

Os interessados em participar na 7ª Convenção HotelShop já podem fazer a sua inscrição online. Este ano, o evento bianual organizado pela central de compras HotelShop+SocialShop versa sobre o tema “Gestão Estratégica de Compras”.

A convenção decorre no Hotel Altis Grand, em Lisboa, a 30 de novembro, e as inscrições gratuitas deverão ser realizadas através do website da HotelShop, tal como a organização indica em comunicado.

O programa abre com intervenções de profissionais de hotelaria, que irão abordar temas como a gestão de custos em F&B, a engenharia de menus e a gestão de custos na cozinha. Nestes painéis, os visitantes podem contar com as intervenções de Neale French, consultor no Algarve Hotel Consultant; António Bóia, chef-executivo no restaurante JNcQUOI e Marta Sotto-Mayor, formadora e consultora internacional.

Já da parte da tarde, Carlos Abade, do Turismo de Portugal, fará uma intervenção sobre as perspetivas turísticas para 2023, seguida pelo painel “Logística e custos de abastecimento”, onde os CEOs da Makro, Sogenave e Parmalat/Lactalis serão confrontados com os graves problemas sentidos no abastecimento de matérias-primas e produtos.

Segue-se um painel com Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, e o economista João César das Neves, que abordarão o impacto da inflação sobre a estrutura social do país e das IPSS. Haverá ainda espaço para uma sessão com o CEO da Mercedes-Benz Portugal, que explicará as vantagens e custos de aquisição de veículos elétricos.

A fechar os painéis de debate, o político e comentador Luís Marques Mendes dará a sua perspetiva sobre o futuro do turismo e do setor social.

Paralelamente a esta programa, estará a decorrer uma feira de fornecedores, sendo que ao almoço os participantes terão a oportunidade de “contactar com diversas ofertas de produtos e serviços”, bem como “participar em degustações, fast meetings e provas de bebidas”.

O evento termina com a entrega dos Prémios HotelShop+SocialShop, a cargo do apresentador televisivo Jorge Gabriel, referentes à performance dos melhores compradores e fornecedores da hotelaria em 2022.

Será ainda sorteado o prémio de viagem Gergran/Delifrance, no valor de 1.000 euros, bem como vários brindes que incluem estadias em hotéis associados à HotelShop.

Em comunicado, a organização afirma que o congresso “conta habitualmente com mais de 400 participantes”, tendo a pretensão de ser “um fórum aberto de formação em gestão de custos para a hotelaria e uma plataforma de networking entre responsáveis pelas compras e abastecimento de hotéis e IPSS”.

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Distribuição

Iniciativa GEA vai ter CONSIGO termina com balanço positivo

A iniciativa GEA vai ter CONSIGO, que terminou no final da passada semana, “caracterizou-se pelos mais elevados sucesso e adesão”, de acordo com as expectativas da administração do grupo de gestão de agências de viagens.

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Com esta iniciativa, o grupo pretendeu dar um maior e alargado tempo de antena e voz aos diretores da rede junto da equipa da GEA, já que nas Reuniões Regionais e Convenção Nacional a agenda não o permite. Independentemente das visitas que os comerciais do grupo fazem às agências, estas reuniões segmentadas geograficamente em grupos menos numerosos, permitem uma mais correta aproximação ao grupo.

De acordo com nota de imprensa, o Grupo GEA indica que diferentemente das Reuniões Regionais e da Convenção Nacional que todos os anos a GEA realiza, esta iniciativa teve uma abordagem distinta daqueles dois encontros anuais. Isto porque, “procurou, em primeiro lugar, e com um registo de maior proximidade presencial da direção e equipa GEA com as agências da rede, conhecer o balanço provisório das agências no ano que atualmente decorre. Em segundo lugar, tomar conhecimento sobre o decorrer das operações durante a temporada que está prestes a terminar, e também conhecer as questões que suscitaram maior ou menor contentamento no trato com os fornecedores com os quais a GEA tem relações estabelecidas”.

Segundo a GEA, outro aspeto a destacar “tem sido o de obter um feedback sobre o perfil do cliente, tendências de mercado, evolução dos hábitos de compra e características da procura.  Também ouvir às sugestões das agências para melhor poder preparar o próximo ano. Em resumo, tomar o pulso ao grupo e ao mercado neste período de retoma pós-pandemia”.

O comunicado dá ainda conta que, na segunda parte das reuniões, a GEA informou sobre o desempenho produtivo do grupo com os parceiros fornecedores, com especial atenção para os fornecedores que integram o projeto Mundigea, que embora já exista há mais de dez anos na GEA, encontra agora um novo modelo estratégico de compras, procurando sensibilizar o diretor de cada agência a orientar as suas compras naqueles fornecedores que maior rentabilidade possibilitam.

Como resultados, considerando o desempenho produtivo em 2022, o Grupo GEA “consegue resultados muito positivos, tendo tido um crescimento até 31 de agosto de 6,2% no top 10 Operadores (com 50.3 milhões de euros) e de 32,5% no top 5 Centrais hoteleiras (com 39,4 milhões de euros) face a 2019”.

Assim, graças a estes crescimentos, o grupo prevê um nível satisfatório de incentivos para as agências relativamente a 2022.

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