Carnaval da Madeira regista taxa de ocupação hoteleira de 69%

Por a 25 de Janeiro de 2016 as 15:20

O secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira afirmou, esta segunda-feira, que a taxa de ocupação hoteleira na Região estimada para o período de Carnaval ronda os 69%, sendo “semelhante à do ano passado”.

“Prevê-se uma taxa de ocupação de 69%, semelhante à do ano passado, apesar de o Carnaval acontecer mais cedo do que em 2015”, afirmou Eduardo Jesus, durante a apresentação do evento.

Dedicado ao tema ‘Madeira, Carnaval de Sonho’, a edição deste ano conta com um investimento do executivo de 293 mil euros e envolve 3.500 pessoas na organização.

O dia alto do Carnaval madeirense acontece no sábado, dia 06 de Fevereiro, com o cortejo alegórico que, a partir das 21 horas, percorrerá as principais artérias da baixa da cidade e será constituído por nove grupos com cerca de 1.200 figurantes.

Mas, o começo do período carnavalesco acontece com a Festa dos Compadres, no norte da ilha, em Santana, nos dias 30 e 31 de Janeiro e, no Funchal, as comemorações da edição deste ano iniciam-se a 3 de Fevereiro e duram até 10, dia em que acontece o tradicional cortejo ‘Trapalhão’ que encerra as festividades.

Durante estes dias, a baixa da cidade terá animação com “sete bandas filarmónicas”, durante todo o dia, além de ‘ateliers’ de pintura facial, espectáculos de marionetas, magia, malabarismo e arruadas, referiu o responsável.

O Carnaval das crianças acontece a 05 de Fevereiro e nesse dia à tarde será realizado o Carnaval solidário envolvendo “cerca de 300 participantes”.

Eduardo Jesus referiu que sendo este o primeiro ano em que o actual executivo liderado por Miguel Albuquerque organiza o Carnaval, quer operar algumas mudanças que serão testadas já nesta edição.

Para o efeito, este ano, uma trupe irá levar turistas “para transformar o Carnaval num evento mais aberto à participação dos estrangeiros”, explicou.

O executivo pretende que esta “seja uma tendência generalizada para que as várias trupes possam acolher os estrangeiros que entendam participar”.

O secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira reconheceu, no entanto, que operacionalizar esta iniciativa depende de muitos factores, tais como a “antecedência com que o turista terá de manifestar a sua disponibilidade para proceder à sua inscrição”, ou os fatos que “terão de ter o tamanho apropriado” de cada um.

 

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