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SANA Hotels investe 1M€ no SANA Metropolitan

O projecto de remodelação da unidade, que contempla as suas principais áreas, será finalizado este ano.

Marta Barradas
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SANA Hotels investe 1M€ no SANA Metropolitan

O projecto de remodelação da unidade, que contempla as suas principais áreas, será finalizado este ano.

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O Grupo SANA Hotels investiu um milhão de euros na remodelação do Hotel Sana Metropolitan, em Lisboa, num projecto que engloba as principais áreas da unidade e que ficará finalizado, na totalidade, ainda este ano.

Nesta intervenção, foram já alvo de renovação o total dos seus 315 quartos, através da substituição de banheiras, camas e a introdução de novos elementos decorativos. Assim como os restantes hotéis do grupo hoteleiro, a unidade localizada junto ao Jardim Zoológico de Lisboa conta também agora com as ‘SANA Bed’, com novos colchões de tamanho ‘queen’.

O SANA Metropolitan passou ainda a contar com uma área de fitness com luz natural, equipada com máquinas da marca TechnogymAlém disso, o bar do hotel também foi totalmente renovado. O Wall Street Bar apresenta uma nova decoração, com um novo mobiliário, iluminação e equipamentos, disponibilizando uma nova carta de snacks, tapas e carta de Gin.

Já o restaurante do SANA Metropolitan, o Astrolábio, tem agora uma nova decoração, através da alteração do chão, iluminação e mobiliário. De acordo com Daniel Solsona, director da unidade, nesta área está a ser criada uma esplanada com acesso directo para a rua, que será uma das partes dos trabalhos de remodelação para este ano.

Ainda para 2016, o hotel procederá à renovação dos equipamentos audiovisuais das salas de reunião por equipamentos tecnologicamente mais evoluídos, bem como ao nível do mobiliário.

Veja abaixo as imagens da remodelação do hotel:

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APENO lança fóruns regionais para debater enoturismo

A APENO vai organizar diversos Fóruns Regionais com o intuito de debater os pontos fortes e de melhoria do enoturismo nacional. O arranque está marcado para o próximo dia 19 de outubro, em Torres Vedras, numa iniciativa que decorrerá ao longo de 2022 e 2023.

A Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) e a Ageas Seguros, em parceria com as Comissões Vitivinícolas Regionais nacionais (CVR), vai organizar diversos Fóruns Regionais com o intuito de debater os pontos fortes e de melhoria do enoturismo nacional e que irão realizar-se em 2022 e 2023 em vários pontos do país.

O arranque destes fóruns acontece no dia 19 de outubro, com o Fórum Regional de Enoturismo de Lisboa, nos Paços do Concelho, em Torres Vedras.

“Descentralizar tem sido a palavra-chave da APENO e da Ageas Seguros para se fazer mais e melhor pelo enoturismo em Portugal. Por isso, a missão, desta vez, é abrir portas a ciclos de debates, em que o foco é discutir o melhor e o pior do enoturismo nacional, com o intuito de se encontrarem soluções para fazer crescer ainda mais um setor já de si em franca expansão, mas com muito mais ainda para dar em território português”, refere a associação em comunicado.

João de Almeida, a presidente da APENO, considera que, dois anos depois da criação da associação, “fala-se muito de enoturismo, mas ainda ninguém tem definições nem números que ajudem a compreendê-lo, entre outras questões que têm de ser debatidas”. Por isso, diz, “a APENO tem estado focada em resolver estas questões e em criar bases sólidas de trabalho para que Portugal seja considerado uma região de referência no enoturismo a nível mundial”.

Já Francisco Toscano Rico, presidente da CVR de Lisboa, refere que “é no enoturismo que reside o maior potencial para crescermos em valor”; considerando que o Fórum Regional de Enoturismo, com a sua componente formativa especializada e a partilha de conhecimento por quem trabalha a temática dos territórios “é uma excelente oportunidade para as empresas reforçarem as suas competências nucleares num momento em que o enoturismo na Região Demarcada dos Vinhos de Lisboa está a crescer a um ritmo quase frenético”, afirma Francisco Toscano Rico, Presidente da CVR de Lisboa.

Os próximos fóruns já estão agendados e serão realizados na Região da Península de Setúbal, no dia 31 de outubro de 2022; e na Região Tejo, no dia 7 de novembro de 2022, com as datas dos próximos eventos nas restantes regiões vitivinícolas nacionais a serem divulgadas em breve.

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Aviação

OE 2023: Valor inscrito para rotas não liberalizadas é “insuficiente”, segundo Governo dos Açores

O presidente do Governo Regional dos Açores diz que o valor inscrito na proposta de Orçamento de Estado (OE) 2023 para as rotas não liberalizadas é “absolutamente insuficiente”.

José Manuel Bolieiro disse, no início desta semana, que o valor na proposta de Orçamento do Estado (OE) para o financiamento das obrigações de serviço público nas rotas não liberalizadas, 3,5 milhões de euros, é “absolutamente insuficiente”, devendo este nunca ser inferior ao triplo deste montante.

Falando no Conselho de Ilha no Pico, e posteriormente aos jornalistas, e conforme citado na página oficial do Governo Regional, o governante mostrou deceção pelo valor inscrito para tal, acrescentando esperar que haja uma evolução nesta “proposta”, seja por via de alertas do Governo dos Açores seja na própria negociação na Assembleia da República.

A “solidariedade do Estado” e a noção de continuidade territorial foram sublinhadas por José Manuel Bolieiro a propósito desta matéria.

A mesma fonte indica que, em causa, estão as ligações aéreas diretas entre Lisboa e o Pico, Faial e Santa Maria, e ainda a ligação entre Ponta Delgada e o Funchal.

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Transportes

Iberia com voos diretos para Luanda em ‘codeshare’ com TAAG

As capitais de Espanha e Angola passam a estar ligadas diretamente com dois voos semanais da Iberia em ‘codeshare’ com a TAAG.

A Iberia e a TAAG Linhas Aéreas de Angola estabeleceram um acordo de ‘codeshare’ que permite à companhia aérea espanhola oferecer voos diretos entre Madrid e Luanda ao mesmo tempo que reforça a conectividade entre a Europa e África.

Em comunicado, a Iberia informa que os voos serão efetuados duas vezes por semana, com partidas de Madrid às segundas e sextas-feiras, com o voo de regresso, a partir de Luanda, a realizarem-se às terças-feiras e domingos.

Além dos voos diretos entre Madrid e Luanda, os clientes da companhia aérea espanhola poderão fazer ligações da capital angolana com a Cidade do Cabo e Joanesburgo, na África do Sul, Windhoek na Namíbia e Maputo em Moçambique.

Entretanto, a TAAG irá oferecer aos seus clientes ligações para voos da Iberia de Madrid para Barcelona, Porto, Amsterdão, Bruxelas, Genebra, Zurique, Roma e Milão.

Esta parceria, refere a Iberia em comunicado, “insere-se no objetivo comum entre Espanha e Angola de criar novas oportunidades comerciais, económicas, culturais e turísticas internacionais”.

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Meeting Industry

“Winds of Change” marca tema do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo

O congresso organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) decorre de 16 a 18 de novembro.

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) desvendou esta terça-feira o programa do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que este ano decorre de 16 a 18 de novembro em Fátima, no Centro Pastoral Paulo VI.

Sob o tema “Winds of Change”, a associação assegura em comunicado que a edição deste ano “irá abrir com uma visão da sociedade aos dias de hoje e dos principais temas fraturantes transversais, para depois mergulhar em temas mais específicos da Hotelaria”.

“Têm sido anos de desafios e ameaças, tão inéditas quanto inesperadas – pandemia, guerra e inflação –, com consequências e impactos inegáveis no nosso setor de atividade, num calendário que está ainda por definir. Ignorar tudo o que já mudou, e ainda poderá mudar, ou agir recorrendo a lógicas e mecanismos do passado, dificilmente se constituirá como uma solução válida, ou fórmula vencedora”, defende a AHP em comunicado.

Nesse sentido, a associação declara que este é “o momento de ‘redesenhar o jogo’, enfrentando, juntos, estes ventos de mudança”. O programa completo do congresso, que aborda temas como a sustentabilidade, a captação de recursos humanos e as tendências e desafios do wellbeing para a indústria hoteleira, pode ser consultado aqui.

As inscrições para o Congresso encontram-se abertas até 11 de novembro. Para lá dos associados da AHP, também os associados da ADHP e da ACISO – Associação Empresarial de Ourém têm condições especiais de inscrição. Conheça as condições e inscreva-se no website do congresso.

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Destinos

TripWonder estreia-se em Lisboa

A nova plataforma online que quer revolucionar a forma como viajamos, TripWonder, acaba de chegar a Lisboa.

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Com uma aposta em itinerários personalizados e na experiência e conhecimentos de pessoas locais, a TripWonder, que se estreia em Lisboa, quer mudar a forma como se viaja e como se experiência cada destino.

A nova plataforma promete, assim, mostrar os lugares mais escondidos de uma cidade, pouco turísticos que merecem mesmo a pena visitar, as melhores atrações para quem quer fugir das enchentes de turistas, ou que restaurantes recomendam os locais.

Para tal, isso, a startup portuguesa conta com uma plataforma com dezenas de “Locals” (pessoas locais) que a ajudam a garantir uma experiência totalmente personalizada e genuína, mesmo antes da chegada ao destino. No site da Tripwonder os “Travelers” poderão encomendar itinerários com base numa vasta seleção de interesses escolhidos por si previamente. Com essa informação os Locais registados na plataforma preparam as recomendações perfeitas com os conhecimentos de quem melhor conhece o destino.

Numa primeira fase, a startup decidiu apostar na cidade de Lisboa para lançar a sua nova plataforma online e conta já com mais de 26 lisboetas dispostos a desvendar todos os segredos da cidade.

Para quem está a pensar visitar a capital portuguesa, basta entrar no site da TripWonder, preencher o formulário com as informações necessárias, incluindo o destino, duração da viagem, categorias de interesse e orçamento, e a seguir é só selecionar um “Local” para desenhar o itinerário perfeito para a sua estadia.

A plataforma oferece ainda uma opção de criação de itinerários urgentes para pedidos de última hora que garantem um roteiro personalizado em apenas 24h.

 

 

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Glion
Emprego e Formação

Glion Institute of Higher Education nomeia novos profissionais

A escola de hospitalidade e gestão de luxo com campus na Suíça e em Londres passa a contar com novos docentes no início deste ano letivo.

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O Glion Institute of Higher Education, uma escola especializada em hospitalidade e gestão de luxo com campus na Suíça e Londres, anunciou novas nomeações de docentes no início do ano académico 2022/23.

Nesse sentido, Mariam Megally é agora a nova diretora do programa da Glion’s Master’s in Hospitality, Entrepreneurship and Innovation. Sediada na Suíça, Mariam traz para o mestrado “uma vasta experiência empresarial internacional centrada nas competências empresariais”, como indicado em comunicado. Iniciou a carreira como consultora na McKinsey & Co antes de entrar no setor empresarial de alimentos e bebidas na Starbucks e Nestlé, um percurso que culminou com as funções de diretora de Inovação Estratégica Global da Starbucks para a Nestlé.

Desde 2012, Mariam tem trabalhado como professora de Estratégia para o MBA Executivo na Solvay Brussels School, no Vietname. É também juíza e mentora do acelerador Global Mass Challenge, onde fornece mentoria para as empresas em fase de arranque em matéria de alimentação e sustentabilidade.

A partir de 1 de outubro, a equipa da Glion passou também a contar com Eleonora Cattaneo como diretora no Master’s in Luxury Management and Guest Experience. Anteriormente, a profissional lecionava a cadeira de Building Brand Equity no mesmo mestrado. Com um doutoramento em Marketing pela Universidade de Pavia em Itália, um MBA pela SDA Bocconi, e um BA pela Universidade de Bristol, Eleonora Cattaneo centra a sua investigação em rebranding, marca de património e comportamento de compra sustentável no campo do luxo.

Antes de entrar na Glion, esta profissional foi diretora de educação executiva na Swiss Education Group. Foi também chefe de programa do mestrado em Gestão de Marcas de Luxo na Regent’s University e membro do corpo docente da SDA Bocconi em Milão, onde concebeu e dirigiu programas de educação executiva e MBA.

Novos cargos de direção estendem-se à Glion Londres

Entretanto, Debra Adams assume o cargo de diretora do programa Master’s in Real Estate, Finance and Development, com sede no campus da Glion em Londres.

Anteriormente, ocupou cargos em várias escolas de hotelaria no Reino Unido e na Suíça, sendo especialista em formações de finanças hoteleiras dirigidas a profissionais de finanças e chefes de departamento operacionais em hotéis, restaurantes e instalações de lazer. Debra é também administradora e membro do Conselho Nacional de Supervisão do Instituto de Hotelaria e Restauração.

Por fim, Nicholas Northam também se junta à Glion London para lecionar a cadeira de Global Real Estate Markets no mestrado em Imobiliário, Finanças e Desenvolvimento. Durante a sua carreira de 40 anos no ramo da hotelaria, Nicholas foi diretor-geral de vários hotéis Marriott e foi diretor de operações da Marriott no Reino Unido. Além disso, passou mais de uma década na gestão de ativos, mais recentemente como vice-presidente executivo da Interstate Hotels and Resorts, a maior empresa de gestão da Europa e o braço internacional da Aimbridge Hospitality.

“Cada uma destas nomeações é estrategicamente significativa para a Glion ao iniciarmos o novo ano académico”, afirma em comunicado Michel Philippart, diretor-executivo do Glion Institute of Higher Education.

“Tenho o prazer de receber [estes profissionais] em apoio ao crescente interesse pelos nossos mestrados, não só em hospitalidade, mas também em campos adjacentes, tais como o imobiliário, experiência de hóspedes de luxo, e empreendedorismo, que constituem agora quase metade dos percursos de carreira prosseguidos pelos nossos estudantes”, termina.

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África quer transformar o turismo para crescimento e oportunidades

A África compromete-se a repensar o setor do turismo e o seu papel central na condução do crescimento e das oportunidades em todo o continente.

A 65ª sessão da Comissão Regional da OMT para África, que reuniu cerca de 25 Ministros do Turismo e representantes de alto nível de 35 países, bem como líderes do setor privado, teve lugar na Tanzânia. Poucos dias após a OMT celebrar o Dia Mundial do Turismo, o encontro abraçou o tema desse dia de ‘ Repensar o Turismo’ , com foco em inovação, branding, emprego e educação e parcerias.

No seu discurso de boas-vindas, o Secretário-Geral da OMT, Zurab Pololikashvili destacou “o turismo em África tem uma longa história de recuperação. E mostrou a sua resiliência novamente. Muitos destinos estão relatar fortes números de chegadas, mas devemos olhar além dos números e repensar como o turismo funciona para que o nosso setor possa aproveitar o seu potencial único de transformar vidas, impulsionar o crescimento sustentável e oferecer oportunidades em toda a África”.

A reunião da Comissão Regional da África foi realizada no momento em que a recuperação do turismo está em andamento em todo o continente.

De acordo com os dados mais recentes da OMT, nos primeiros sete meses do ano, as chegadas internacionais em toda a África aumentaram 171% em relação aos níveis de 2021, impulsionadas em grande parte pela procura regional.

Para ajudar os membros a capitalizar a retoma do setor e construir maior sustentabilidade e resiliência, a OMT está a priorizar empregos e formação juntamente com investimentos maiores e mais direcionados ao turismo.

As discussões na reunião da Comissão centraram-se na recuperação imediata e a longo prazo do turismo em todo o continente, inclusive através da redefinição do roteiro da Agenda da OMT para África 2030. Os principais tópicos destacados pelos participantes de alto nível incluíram a aceleração do turismo para o crescimento inclusivo, o avanço da sustentabilidade do setor e o papel das parcerias público-privadas para alcançar esses dois objetivos.

Paralelamente, também foi discutida a maior relevância da conectividade aérea, incluindo viagens aéreas de baixo custo no continente, bem como a necessidade premente de apoiar as pequenas e médias empresas na obtenção das ferramentas digitais e do conhecimento de que precisam para competir.

 

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Antigo Hotel de Turismo da Guarda sai do Programa REVIVE

O Governo decidiu desafetar o antigo Hotel de Turismo da Guarda do Programa REVIVE, por o mercado não ter respondido às ofertas públicas e porque “urge recorrer a soluções alternativas”.

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Um despacho do Governo publicado esta terça-feira determina “a desafetação do Programa REVIVE do imóvel do domínio privado do Instituto do Turismo de Portugal, I. P., denominado Hotel Turismo da Guarda, sito na cidade da Guarda”.

A decisão, segundo o texto publicado em Diário da República deste terça-feira, o Executivo justifica a decisão, referindo que “urge recorrer a soluções alternativas que permitam estancar a degradação contínua do imóvel e promover o respetivo aproveitamento económico, em benefício do Estado e da economia nacional”.

Refira-se que o Programa REVIVE foi lançado com o objetivo de promover a requalificação e o subsequente aproveitamento turístico de um conjunto de imóveis do Estado com valor arquitetónico, patrimonial, histórico e cultural, que se encontravam degradados.

É neste quadro que o antigo Hotel Turismo da Guarda foi afeto ao programa. No entanto, após várias tentativas e esforços desenvolvidos, o mercado não respondeu às sucessivas ofertas públicas para a exploração privada do imóvel.

O edifício foi vendido em 2010, pela Câmara Municipal, então liderada Joaquim Valente, ao Turismo de Portugal, por 3,5 milhões de euros, para ser recuperado e transformado em hotel de charme com escola de hotelaria, mas o projeto não saiu do papel e o imóvel mantém-se de portas fechadas e a degradar-se.

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PSD quer ouvir ex-ministro João Leão no parlamento por causa das obras na Portela

O PSD pretende esclarecer “de quem é a responsabilidade” pelos atrasos na realização de obras no aeroporto da Portela, depois de o ‘chairman’ da ANA ter acusado o ex-ministro das Finanças de ter sido uma “força de bloqueio nas obras do aeroporto”.

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O PSD pediu uma audição urgente do ex-ministro das Finanças João Leão na Assembleia da República para esclarecer “de quem é a responsabilidade” pelos atrasos na realização de obras no aeroporto da Portela.

No requerimento, dirigido ao presidente da comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, o social-democrata Afonso Oliveira, o PSD salienta que quando o setor do turismo “vem sistematicamente pedindo o aumento da capacidade aeroportuária da capital, é de supor que o governo faça tudo ao seu alcance para satisfazer essa pretensão”.

“É do conhecimento público que, a par com a escolha da localização do novo aeroporto de Lisboa, o governo socialista de António Costa assumiu responsabilidades conjuntamente com a ANA-Aeroportos de Portugal para o reforço da capacidade do aeroporto de Lisboa, como forma de ganhar tempo e não desperdiçar receitas dos turistas chegados por via aérea”, é referido no texto.

Os deputados do PSD fazem referência às declarações do Presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal “que acusa o ex-ministro das Finanças dr. João Leão de ter rejeitado seis pedidos para avançar com obras de melhoria no aeroporto de Lisboa apesar “do empenho do ministro Pedro Nuno Santos”.

O PSD salienta que “qualquer obra de infraestruturas precisa da aprovação da Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos (UTAP), que está sob a tutela do Ministério das Finanças, e que, durante o mandato de João Leão, este “disse que não” às “seis cartas de pedidos” para avançar com as obras de melhoria na Portela”.

“É inacreditável que um governo possa ter no seu seio governantes que não se entendam relativamente aos projetos mais estruturantes para o país, desperdiçando potenciais receitas naturais que depois procura compensar pela manutenção de uma carga fiscal inaudita, ambos sob a orientação de um primeiro-ministro que parece não ter o dom da decisão”, lamentam os deputados do PSD.

Neste contexto, o grupo parlamentar social-democrata quer ouvir João Leão “no sentido de esclarecer de quem é a responsabilidade de retardar a realização de obras no aeroporto da Portela e o pretendido aumento da sua capacidade de receber passageiros”.

Recorde-se que no passado dia 30 de setembro, em entrevista à agência Lusa, o ex-ministro das Finanças João Leão considerou as declarações do ‘chairman’ da ANA, que o acusou de ter sido força de bloqueio nas obras do aeroporto, “infelizes” e “desapropriadas”, revelando, diz, “desconhecimento” sobre o processo de decisões num governo.

“Acho estranho isso ser dito passado um ano. Acho que a ser dito deveria ter sido dito na altura. Parecem-me declarações que são infelizes e desapropriadas”, disse João Leão, quando questionado sobre as declarações do presidente do Conselho de Administração da ANA, José Luís Arnaut.

Três dias antes, na VI Cimeira do Turismo Português, o ‘chairman’ da ANA afirmou esperar que com o novo ministro das Finanças, Fernando Medina, sejam autorizadas as obras de melhoria do aeroporto de Lisboa, depois de João Leão ter sido uma “força de bloqueio”.

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Assembleia Municipal do Porto aprova suspender registos de AL no centro histórico e Bonfim

Aprovada a 7 de outubro pelo executivo da Câmara do Porto, a proposta de suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) nas freguesias do centro histórico e do Bonfim, entra em vigor esta terça-feira, 11 de outubro, e vigorará por um período de seis meses.

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A Assembleia Municipal do Porto aprovou esta terça-feira, 11 de outubro, a suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) nas freguesias do centro histórico e do Bonfim, com a oposição a considerar que a decisão “peca por tardia”.

A suspensão de novos registos de Alojamento Local nas duas freguesias foi aprovada com os votos favoráveis do movimento independente “Aqui Há Porto”, PS, BE, PAN e CDU, e com a abstenção do PSD, Chega e de três deputados do movimento independente.

Pelo PSD, o eleito Rodrigo Passos disse “não ser possível votar favoravelmente” a suspensão de uma atividade que “tantos benefícios trouxe à cidade”.

Considerando que a suspensão de novos registos é “um penso pequeno para uma grande ferida”, o social-democrata lembrou que foi o Alojamento Local que permitiu “reabilitar locais que jamais seriam reabilitados” na cidade.

“Num momento como este, em que vemos uma inflação galopante, partirmos para a suspensão de novos licenciamentos levanta diversos perigos”, destacou Rodrigo Passos, apelando ao executivo para que seja célere na apresentação do esboço do regulamento e considerando que “este desafio não se resolverá com medidas avulsas”.

Também o eleito pelo PS, Rui Lage, destacou que o AL foi “uma força motriz importantíssima” para a reabilitação dos centros históricos das cidades, em particular, do Porto, lembrando que em muitos momentos este foi “uma tábua de salvação” para muitas famílias.

Destacando que teria sido “conveniente e útil” que o setor tivesse sido regulado mais cedo, o socialista saudou, no entanto, a “sensatez” do executivo e apelou, à semelhança do PSD, à rápida concretização do documento.

“A notícia do advento do regulamento do AL é boa. Aguardamos a proposta e não falharemos em dar o nosso contributo”, adiantou Rui Lage.

Já a eleita do BE, Susana Constante Pereira, congratulou-se com a “mudança de rumo do executivo”, ainda que lamentando que a suspensão “peque por tardia”.

“O momento é tardio face à crise que já se vive na cidade”, defendeu Susana Constante Pereira, dizendo serem necessárias “medidas ativas”.

“Não só o executivo deve assumir o compromisso de acompanhar a suspensão com um regulamento robusto, como políticas públicas que recuperem o edificado habitacional”, acrescentou.

Também o deputado único do PAN, Paulo Vieira de Castro, salientou a necessidade de regular o AL na cidade, considerando, no entanto, que se “impõe cautela e salvaguarda do interesse público”.

“A regulação em falta pode vir a trazer harmonia para o futuro”, referiu.

Pela CDU, o eleito Rui Sá destacou que o turismo foi e é “um aspeto positivo para a cidade”, mas que “muitas vezes a diferença entre o remédio e o veneno está na dose”.

“O AL traduziu-se na cidade do Porto em problemas que todos estamos a sentir”, referiu, lembrando que apesar dos apelos feitos em 2018, a câmara “escolheu a opção ideológica de que o mercado se autorregulava”.

“A Câmara já deveria ter feito o seu trabalho de casa e ter o regulamento”, defendeu, apelando, no entanto, para que o documento seja posto à consideração do executivo “o mais rápido possível”.

Por sua vez, o eleito pelo movimento independente “Aqui Há Porto”, José Maria Montenegro, destacou o investimento feito pelos proprietários de AL na cidade do Porto, dizendo que a suspensão não representa “um ataque ou desrespeito” pelos proprietários.

“Não é desrespeito por esse investimento. Não há nenhuma suspensão da atividade, quem lá está, continua”, disse.

José Maria Montenegro rejeitou ainda que o regulamento do AL tenha por base “preconceitos” ou “diretórios ideológicos”.

A suspensão da autorização de novos registos de estabelecimentos de alojamento local na União de Freguesias de Cedofeita, St. Ildefonso, Sé, Miragaia, S. Nicolau, Vitória e na Freguesia do Bonfim tem “efeitos imediatos”, entrando em vigor nesta terça-feira.

A suspensão vigorará por um período de seis meses, “prorrogável por igual período, ou, em alternativa, se esta ocorrer primeiro, até à entrada em vigor do regulamento”.

A proposta de suspensão foi aprovada a 7 de outubro pelo executivo da Câmara do Porto com os votos favoráveis dos vereadores do movimento independente de Rui Moreira, do PS, BE e CDU e com a abstenção do PSD.

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