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Pedro Costa Ferreira defende “melhoria dos serviços” e “formação”

O presidente da APAVT falou à Publituris sobre o seu mandato, a situação do sector e o futuro, pelo menos a curto prazo.

Patricia Afonso
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Pedro Costa Ferreira defende “melhoria dos serviços” e “formação”

O presidente da APAVT falou à Publituris sobre o seu mandato, a situação do sector e o futuro, pelo menos a curto prazo.

Patricia Afonso
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Em entrevista à Publituris, o presidente da associação afirmou: “Primeiro grande balanço: o números são positivos, o sector é dos mais dinâmicos da economia portuguesa e as agências de viagem mantiveram ao longo do ano um papel chave e de absoluta charneira em toda esta história.”

Pedro Costa Ferreira defende, ainda, que é preciso “melhorar os serviços” e a formação dos recursos humanos, considerando que a construção de hotéis na última década criou “problemas muito específicos”, como as taxas de ocupação. Porém, reconhece mais-valias nesta construção, como o facto de ser “recente.”

Neste artigo deixamos-lhe, ainda, algumas das questões que fizemos ao presidente da APAVT, nomeadamente sobre os novos prazos de pagamento do BSP. Leia toda a entrevista na próxima edição da Publituris.

BSP: “UM MAU ACORDO É MELHOR DO QUE UMA BOA GUERRA”

Que impacto é que o novo período de pagamentos do BSP está a ter nas agências?

Em primeiro lugar, é uma negociação infeliz para a APAVT no sentido em que estamos a negociar condições de pagamento mais vulneráveis e uma comissão normal mais baixa. Então se são infelizes porque é que foram executadas? Porque foram absolutamente inevitáveis. Se fizermos o benchmark com o mercado europeu, Portugal estava claramente a pagar BSP mais tarde e a receber uma comissão normal mais alta do que a generalidade. Acresce uma condição particular: a APAVT fez um acordo com a TAP em 2004 de reajuste de comissões e definimos na altura, em que a comissão baixou de 4,5% para 1%, que teríamos dois mercados que serviriam de benchmark da situação portuguesa: o espanhol e francês. E no momento em que houvessem alterações significativas nesses mercados teríamos que voltar a dialogar.

Num segundo comentário, em relação ao espírito em que foram realizadas [as negociações]: claramente, um mau acordo é melhor do que uma boa guerra. Foi esse o espírito e por essa razão, mas também porque dialogámos com a TAP. Somos uma associação empresarial e, obviamente, defendemos os interesses dos agentes de viagem, mas esperamos fazê-lo com inteligência e não com demagogia. Sentimos que esta negociação era também fundamental para a TAP, que a adiou pelo tempo possível, e temos a consciência que defender os interesses dos agentes sem demagogia é perceber que também tem que haver aqui algum acordo e espírito de equipa com a TAP, infeliz que seja o resultado.

Finalmente, o resultado é um bom resultado, que poupa milhões de euros às agências de viagem, quer do ponto de vista da tesouraria, no caso do encurtamento dos prazos do BSP – que foi alargado no tempo; e no caso da comissão normal que também começa a funcionar bastante mais tarde. Como sempre um acordo tem sempre que ter cedências por ambas as partes e a poupança de milhões que os agentes fizeram, no fundo, foi a parte em que a TAP teve que ceder, demonstrando um espírito que é de assinalar.

Em relação às reacções, ainda é cedo para percebermos o efeito total. Neste momento, o efeito é ainda apenas ao nível dos prazos de pagamento e não da comissão normal, que ainda se mantém. Diria que é inevitável este encurtamento dos prazos de pagamento do BSP e que os agentes de viagem tenham que obter o mesmo efeito junto dos seus clientes.

Mas as agências estão preparadas para fazer este ‘pressing’ junto dos clientes?

Expresso uma dificuldade ainda mais clara: estão os nossos clientes preparados para pagar mais cedo? Esse é um problema do País e de todas as empresas.

Estamos a trabalhar juntamente com os agentes, como, por exemplo, na implementação em maior escala do cartão de crédito que provoca que as empresas possam pagar a um prazo e que os agentes possam receber mais cedo. Há maneiras de abordar essas dificuldades, que são reais.

A menor penetração do cartão de credito a nível europeu é em Portugal. A APAVT está, no sue capitulo aéreo, a tentar criar as condições para que as empresas utilizem mais o cartão de crédito.

Estamos ainda a acompanhar o grupo de trabalho no capitulo aéreo dedicado exclusivamente a estas questões dos pagamento do BSP. E temos a consciência de que há, neste momento, uma exigência em relação ao diálogo com os clientes. Os agentes de viagem têm que fazer os clientes perceber que estas são as condições de trabalho e todos temos que ajustar. Quando pergunta se é possível ajustar? É sempre possível ajustar, estamos fartos de o fazer a todos os níveis no nosso País e sectores económicos. O que acho que não será possível é ajustarem apenas os agentes. Houve um diálogo entre os agentes e a TAP, provavelmente também tem que haver um diálogo com cedências mutuas entres os clientes em geral e as agências. Será esse o output razoável de uma situação dessas.

Um dos seus pontos quando eleito na APAVT, era o facilitar dos vistos. O que tem sido feito nesse sentido, nomeadamente pelo Governo, e como vê esse trabalho?

É um tema de difícil diálogo porque é muito árido do ponto de vista do output. Fizemos já várias diligências. A questão dos vistos é diferente de país para país pelas condições e também porque as do comportamento do ponto de vista da reciprocidade é diferente. Há aqui, às vezes, exigências diferentes até do nosso outgoing, consequências da nossa política de vistos em relação a um determinado destino turístico.

Temos-nos desdobrado em discussões de casos concretos com vários países, que não gostaríamos de enunciar por respeito à relação com essas embaixadas, e também existe um grupo de trabalho que acompanha este assunto junto do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

É um tema muito árido porque não há pior problema para resolver entre duas partes quando ele não está resolvido e as partes estão de acordo em resolvê-lo. E porque é difícil de resolver. O que quero dizer é que quando colocamos os problemas que sentimos em relação aos vistos de determinados países, as embaixadas desses países e os Ministérios dos Negócios Estrangeiros em geral não podem estar mais de acordo que é necessário ultrapassar esses problemas.

Depois, muitas vezes, encontramos problemas de logística e de segurança, de cumprimento de regras do Espaço Schengen. Gostávamos que os problemas logísticos estivessem a ser resolvidos de forma mais célere e, se calhar, mais focada, mas temos consciência de que quando há recursos escassos, geralmente, ‘quem ralha é quem tem razão’. Mas não é necessariamente quem está mais próximo de encontrar uma solução ou contribuir para ela. Temos tentado não ralhar e colaborar para encontrar soluções. Estas serão sempre pequenas vitórias numa área que é crítica, mas não só para Portugal. Está identificada na OMT como a principal barreira ao desenvolvimento do Turismo no Mundo. São barreiras que exigem muito trabalho, tempo, mas que os output e pequenas vitórias são sempre isso mesmo. Também é verdade, e isso não nos deve deixar esmorecer, que muitas vezes não perduram no tempo. Às vezes, determinada relação com determinada embaixada nossa em algum país provoca consequências positivas a curto prazo, mas depois a situação acaba por se degradar e recebemos dos nossos agentes queixas de situações que temporariamente até ficaram resolvidas.

 

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Europa volta a fechar

Devido ao aumento de casos da nova variante da Covid-19 a Europa tem vindo a aumentar, todos os dias, medidas de restrições. Os Países Baixos fecham mesmo.

A Europa volta a apertar as restrições para travar o avanço da pandemia. França cancelou as festas de fim de ano. Reino Unido e Dinamarca têm medidas excecionais. Na Holanda, todas as lojas, restaurantes, bares, cinemas, museus, teatros e outros serviços não essenciais fecham até 14 de janeiro.

No Reino Unido, e principalmente em Londres, voltaram as medidas excecionais para travar a pandemia.

Na Irlanda, bares e restaurantes fecham às 20h00. A explosão de infeções devido à nova variante acionou o recolher obrigatório enquanto em França, estão canceladas as festas de Ano Novo. Foram decretadas regras mais apertadas para a vacinação, e na Alemanha, o governo recuperou planos de emergência.

A Holanda entrou em um novo lockdown desde este domingo, 19, com o objetivo de tentar conter o aumento de casos da variante Ómicron. A decisão acompanha diversas medidas e restrições dos países europeus frente ao aumento de casos impulsionado pela nova variante. O anúncio foi feito no sábado, 18, pelo primeiro-ministro Mark Rutte. Todas as lojas, restaurantes, bares, cinemas, museus, teatros e outros serviços não essenciais devem fechar até 14 de janeiro.

Entretanto, em Portugal, o Primeiro-Ministro António Costa admite que as medidas restritivas para fazer face à pandemia serão prolongadas após 9 de fevereiro.

“Se é possível antecipar o que vai ser a evolução, eu acho que devemos prever que a partir de 09 de janeiro vamos ter que ter de manter as medidas de controlo de fronteiras. Esta variante está a difundir-se muito intensamente na Europa, também em Portugal e, portanto, naturalmente, não vamos poder desarmar, vamos ter que manter ou mesmo reforçar se vier a ser necessário”, afirmou o primeiro-ministro.

O primeiro-ministro defendeu também que tem que estar preparado “para adotar qualquer medida que venha a ser necessária”, com a rapidez necessária para aumentar a prevenção de um risco de escalada na covid-19.

Por causa da Ómicron, detetada o mês passado na África Austral, a OMS calcula que o número de novos casos duplica a cada dia e meio nas regiões onde existe transmissão comunitária.

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Empresas de transporte de passageiros denunciam impacto “brutal” das novas restrições e pedem mais apoios

Associação Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros (ARP) diz que novas restrições provocaram “recuo inesperado e brutal” no transporte de passageiros, com “cancelamento de serviços na ordem dos 95%”.

Publituris

A Associação Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros (ARP) veio esta sexta-feira, 17 de dezembro, denunciar que as novas restrições adotadas na sequência da variante Ómicron provocaram um “recuo inesperado e brutal” no transporte de passageiros, nomeadamente nas empresas associadas ao turismo, e pede, por isso, apoios urgentes ao Governo que compensem o impacto dos cancelamentos.

“O infeliz agravamento da pandemia a nível mundial e as restrições à entrada em Portugal, assim como noutros países estrategicamente importantes para o turismo, originaram o cancelamento de serviços na ordem dos 95%, numa altura em que as empresas de transporte de passageiros da área do turismo ainda se encontram bastante fragilizadas”, denuncia a associação, num e-mail enviado ao ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, a que a Lusa teve acesso.

Rui Pinto, presidente da ARP e que assina o referido e-mail, salienta que, “apesar de todos os esforços”, as empresas do setor “continuam com muitas dificuldades, agora agravadas”, e estão “impossibilitadas de cumprir com os compromissos anteriormente assumidos junto da banca e demais entidades”, o que torna urgente a adoção de novos apoios ao setor.

“Assim, face à entrada em vigor do estado de calamidade e das medidas implementadas, torna-se urgente a criação de um pacote de medidas que apoiem as empresas, uma vez que a retoma, já de si lenta, sofreu agora um recuo inesperado e brutal”, sustenta a associação.

Entre os “apoios possíveis” e que considera “exequíveis”, a ARP destaca a manutenção do Apoio à Retoma Progressiva da Atividade “até as empresas atingirem os níveis de faturação de 2019”, a criação do Programa Adaptar Transportes Públicos de Passageiros e a reedição do Programa Apoiar.pt.

Ao nível da restruturação financeira, defende “a possibilidade de as empresas poderem reestruturar as moratórias/créditos com a banca sem que seja lançado um ‘alerta’ junto do Banco de Portugal, o que traria implicações na concessão de créditos futuros”.

A ARP pede ainda apoio ao financiamento da formação de trabalhadores do setor, onde existe “uma panóplia de formações obrigatórias”, sublinhando que “as dificuldades atuais tornam essa obrigação e vontade [em formar os recursos humanos] cada vez mais difíceis de cumprir”.

Outra das medidas reclamadas pela ARP é um desconto em portagens ao transporte pesado de passageiros, num contexto em que as portagens nas autoestradas portuguesas vão ter um aumento de 1,83% a partir de 2022.

No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a associação defende ainda a criação de linhas para a digitalização nos transportes públicos (dando como exemplos programas informáticos de gestão, controlo da frota, ‘app’, manutenção da frota ou ‘site’ de venda ‘online’), e apoios à internacionalização e à compra de autocarros elétricos e a hidrogénio.

Além do ministro da Economia e Transição Digital, a ARP enviou também um e-mail ao secretário de Estado da Mobilidade, Eduardo Pinheiro, em que destaca a “extrema importância e urgência” da inserção da CAE [Classificação das Atividades Económicas] relativo à atividade de transportes pesados de passageiros na Linha de Apoio ao Turismo 2021.

“Consciente do papel fulcral que os transportes pesados de passageiros têm no turismo, a secretaria de Estado do Turismo reconheceu esta atividade como fazendo parte integrante” do setor, passando assim o CAE 49392 (transporte terrestre de passageiros (turístico)) a constar de todas as linhas de apoio lançadas pelo Turismo de Portugal”, lembra a ARP.

A associação lamenta, no entanto, que após a análise às CAE elegíveis para a candidatura à Linha de Apoio ao Turismo 2021, se tenha verificado, “inexplicavelmente, a ausência da CAE 49392, contrariando aquilo que tem sido o entendimento da secretaria de Estado do Turismo”.

“Com base em estudos recentes da Comissão Europeia, perspetiva-se que os serviços relacionados com o turismo internacional continuarão a enfrentar prejuízos duradouros, pelo que a possibilidade das empresas se poderem candidatar a apoios desta natureza mostra-se de capital importância”, sublinha.

Segundo salienta a ARP, “numa altura em que o mundo enfrenta uma nova vaga e, por conseguinte, as empresas viram 95% dos seus serviços cancelados, estes apoios vão permitir que as mesmas, por um lado, se reorganizem e cumpram os seus compromissos financeiros, e, por outro, não recorram à tão indesejada insolvência”.

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Cabo Verde Airlines retoma este mês ligações entre Praia e Lisboa

O dia concreto ainda não se sabe, mas o primeiro-ministro cabo-verdiano assegurou que a Cabo Verde Airlines vai retomar ainda este mês as ligações entre a cidade da Praia e Lisboa.

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O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, assegurou que a Cabo Verde Airlines (CVA) vai retomar, ainda este mês as operações entre a cidade da Praia e Lisboa, mas não precisou o dia.

Em declarações aos jornalistas, na cidade da Praia, o chefe do governo disse que a retoma dos voos da companhia aérea de bandeira renacionalizada em julho, será “com sustentabilidade e continuidade”.

“As condições estão criadas e vão começar a operar em voos ponto a ponto Praia – Lisboa e depois, à medida que se vai solidificando a situação da empresa, vão para outras rotas, nomeadamente para Boston”, afirmou.

Na mesma semana, em declarações à rádio nacional, também a presidente do Conselho de Administração da Cabo Verde Arilines, Sara Pires, disse que a companhia já está autorizada a retomar os voos, mas sem determinar a data concreta, referindo apenas que já foi certificada pela Agência de Aviação Civil (AAC) do país.

A executiva anunciou que a transportadora aérea vai começar a operar com um aparelho Boeing-757-200 em regime de “wet leasing”, em que o proprietário do avião garante a tripulação, assim como o seguro, mas garantiu que até março deverá ter tripulação cabo-verdiana.

Anteriormente, o Governo tinha apontado a retoma dos Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), que não operam voos comerciais desde março de 2020, devido à pandemia de covid-19, durante o primeiro trimestre de 2022.

 

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Perú é o “Melhor destino de cruzeiros fluviais”

O Perú foi o vencedor de duas importantes categorias na primeira edição dos World Cruise Awards.: o de “Melhor destino de cruzeiros fluviais do mundo” e de “Melhor destino de cruzeiros fluviais da América Latina”.

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Os World Cruise Awards distinguiram o Perú como o “Melhor destino de cruzeiros fluviais do mundo”, e também como o “Melhor destino de cruzeiros fluviais da América Latina”.

Estes prémios, que se destinam a reconhecer, recompensar e celebrar a excelência na indústria global de cruzeiros, resultam da votação de profissionais do setor, bem como da media e dos consumidores.

Segundo a Promperú – Comissão de Promoção de Exportações e Turismo do Perú, a estes galardões dos World Cruise Awards seguem outros que o país tem arrecadado nos últimos meses, tais como nos WTA South America, onde o Perú foi considerado o melhor destino gastronómico da América do Sul, o melhor destino cultural da América do Sul, Machupicchu foi distinguido como o principal atrativo turístico da América do Sul e Promperú o escritório de turismo líder na América do Sul.

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Atividade de negócios cresce pelo terceiro mês consecutivo nas viagens e turismo, diz GlobalData

Segundo a empresa de análise e dados, em novembro foram registados 79 negócios nas viagens e turismo, incluindo fusões e aquisições, negócios de private equity e financiamento de risco, mais 9,7% que em outubro.

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Em novembro, o setor das viagens e turismo registou 79 negócios, incluindo fusões e aquisições, negócios de private equity e financiamento de risco, número que representa uma subida de 9,7% face às 72 transações reportadas em outubro, naquele que foi o terceiro mês consecutivo de subida na atividade de negócios nas viagens e turismo, segundo a GlobalData.

De acordo com os dados revelados esta sexta-feira, 17 de dezembro, pela empresa de análise e dados, novembro seguiu a tendência crescente que já vinha sendo evidenciada nos meses anteriores, ainda que Aurojyoti Bose, analista líder da GlobalData, se espera que a nova variante Ómicron possa vir a abalar o sentimento de negócios no setor.

“A atividade de negócios no setor de viagens e turismo melhorou ainda mais em novembro, seguindo a tendência dos meses anteriores, e este é o terceiro mês consecutivo de crescimento na atividade de negócios no setor. No entanto, a nova variante Omicron do vírus COVID-19 pode abalar o sentimento de negócios nos próximos meses”, alerta o responsável.

Segundo a GlobalData, a atividade de negócios apresentou, em novembro, diferentes comportamentos, tendo crescido em mercados importantes como os EUA, Reino Unido, Índia e China, ainda que na Austrália, Japão e Coreia do Sul se tenha verificado uma diminuição nas transações das viagens e turismo.

Em novembro, o número de negócios envolvendo fusões e aquisições aumentou 30% face a outubro, enquanto o volume de negócios de financiamento de risco e capital privado diminuiu 9,5% e 27,3%, respetivamente.

 

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easyJet já voa entre o Porto e Milão

Voos da easyJet entre o Porto e Milão decorrem quatro vezes por semana, aos domingos, segundas, quartas e sextas-feiras, passando a voos diários em finais de fevereiro.

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A easyJet inaugurou esta sexta-feira, 17 de dezembro, uma nova rota entre o Porto e Milão, em Itália, operação que conta com quatro voos por semana e que passa a ligações diárias a partir de final de fevereiro, e que vem reforçar a posição da easyJet no aeroporto portuense.

“Com esta nova rota, a easyJet reforça a sua posição como companhia #2 no aeroporto Francisco Sá Carneiro”, destaca a transportadora, que disponibiliza preços a partir de 15 euros nestas ligações, que decorrem aos domingos, segundas, quartas e sextas-feiras.

Os voos são operados em aviões A320, gozam de flexibilidade com alteração gratuita até duas horas antes da partida e estão disponíveis para reserva através do site da companhia aérea, em www.easyjet.com.

 

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Transavia abre rota entre o Porto e Ponta Delgada na primavera de 2022

Companhia aérea low cost do Grupo Air France-KLM vai realizar até dois voos por semana entre o Porto e Ponta Delgada, Açores, a partir de 27 de março de 2022.

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A Transavia vai abrir uma nova rota entre o Porto e Ponta Delgada a 27 de março de 2022, numa operação sazonal que apresenta preços a partir de 30 euros para voos de ida e que vai contar com até dois voos por semana, segundo comunicado da companhia aérea low cost do grupo Air France-KLM.

No comunicado divulgado, a Transavia realça que esta rota entre o Ponto e Ponta Delgada é a terceira que as companhias aéreas do Grupo Air France -KLM anunciam para a capital açoriana, todas com abertura prevista para o próximo ano.

“Depois de Ponta Delgada – Paris-Orly e Ponta Delgada – Amesterdão-Schiphol, é para nós um grande prazer anunciar a abertura de uma nova rota doméstica no mercado português, desta vez a ligação Porto – Ponta Delgada. Após um período bastante disruptivo, a Transavia tem envidado todos os esforços na reorganização da sua operação, no reforço da sua frota e na retoma da sua atividade de forma gradual – para oferecer cada vez mais opções de viagens a pequenos preços”, explica Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer da Transavia France.

De acordo com o responsável, Portugal é um “mercado histórico e estratégico” para a operação global do Grupo Air France-KLM e “um dos melhores exemplos” da recuperação turística, nomeadamente no que diz respeito aos turistas de lazer, que se espera que continue até aos verão de 2022.

A rota entre o Porto e Ponta Delgada vai contar com até dois voos por semana, às quartas-feiras e domingos, e os bilhetes já podem ser reservados através do site da companhia aérea, em www.transavia.com.

Além da nova rota, a Transavia anuncia ainda um reforço da capacidade para o verão nas rotas Porto-Paris Orly e Lisboa-Paris, que passam a contar com até 53 voos/semana (ou até 8 voos diários), no caso do Porto, e até 5 voos diários, em Lisboa.

A Transavia refere, no entanto, que “o programa de voos mantém-se em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

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AHRESP pede implementação de centros de testagem em todo o país no Ano Novo

Associação denuncia dificuldades no acesso aos testes à COVID-19, essencialmente em locais de animação noturna, e pede que, para o Ano Novo, esta situação seja acautelada para que não aumentem as festas paralelas.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal veio esta sexta-feira, 17 de dezembro, manifestar a sua preocupação face à escassez de postos de testagem, que tem levado a dificuldades no acesso aos testes com impacto negativo nos estabelecimentos de animação noturna e pede a sua implementação em todo o país, nomeadamente para o período do Ano Novo, em que “a situação pode piorar”.

Num comunicado divulgado esta sexta-feira, a associação diz que “tem tido conhecimento de vários problemas relacionados com a dificuldade de acesso aos testes para entrar em estabelecimentos de animação noturna, o que tem levado a muitas desistências por parte de potenciais clientes”.

“Afastar as pessoas dos estabelecimentos de animação noturna está a ter como efeito o ressurgimento de festas paralelas em locais não controlados, com as óbvias consequências ao nível pandémico”, indica a AHRESP, que considera que “na época de Ano Novo a situação pode piorar, pelo que os centros de testagem devem ser implementados em todo o país”.

A associação diz que tem vindo a solicitar ajuda às autarquias para que este processo seja “facilitado e mais acessível”, tendo vários municípios já respondido aos apelos da AHRESP e colocado a funcionar “estruturas estrategicamente colocadas junto aos estabelecimentos noturnos”.

“É o caso de Lisboa, Porto, Viseu, Leiria, Sesimbra, Albufeira, Portimão e, ainda, Cascais, Coimbra e Estremoz. É assim da maior relevância que estes centros funcionem na passagem de ano”, conclui a AHRESP.

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MSC Cruzeiros pela 1ª vez com partidas e chegadas a Lisboa no verão

A MSC Cruzeiros anuncia que, pela primeira vez no verão, haverá partidas e chegadas a Lisboa, que decorrerão de junho a outubro de 2022.

Em 2022 a MSC Cruzeiros vai realizar, pela primeira vez no verão, embarques e desembarques em Lisboa. Os cruzeiros vão decorrer de junho a outubro do próximo ano.

A companhia anuncia que serão no total 11 cruzeiros de 10 noites, com um novo itinerário, a bordo do MSC Orchestra, com escalas em Alicante, em Costa Blanca, Mahon em Menorca, Olbia na Costa Esmeralda, Sardenha, em Génova, Marselha, Málaga e Cádis, antes de regressar a Lisboa. Haverá ainda mais dois mini-cruzeiros de cinco noites de Génova/Lisboa e Lisboa/Génova.

Segundo a MSC Cruzeiros, “esta novidade vem reforçar a nossa oferta aos passageiros portugueses com a oportunidade única de fazer um cruzeiro a partir de casa, com toda a segurança e conforto”

De referir que, com a implementação da sua política de reservas flexíveis, os clientes MSC Cruzeiros podem alterar a data do seu cruzeiro, sem quaisquer custos, até 15 dias antes da partida.

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Air France/KLM e Travelport chegam a acordo para distribuição de conteúdo NDC

Conteúdo NDC do grupo Air France-KLM deverá passar a estar disponível através da plataforma Travelport+ a partir do início de 2022.

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A Air France/KLM e a Travelport chegaram a acordo para a distribuição do conteúdo NDC do grupo de aviação através da Travelport+, a plataforma de distribuição de conteúdo e retalho de viagens de última geração da Travelport e à qual os agentes de viagens podem aceder através de acordos bilaterais, a partir do início de 2022.

“Os agentes precisam de assinar acordos de acesso bilaterais com a Air France-KLM e a Travelport para poderem aceder ao conteúdo e aos serviços NDC (New Distribution Capability) do Grupo através da Travelport+, sendo esse conteúdo integrado nas ferramentas das agências através do módulo Smartpoint ou das conexões API modernas e leves”, explica a Air France/KLM, em comunicado.

Segundo Pieter Bootsma, Chief Revenue Officer da Air France-KLM, através deste acordo que vem expandir a cooperação entre o grupo de aviação e a empresa de software para a indústria das viagens e turismo, o conteúdo e serviços NDC da Air France-KLM fica acessível através da plataforma Travelport+, naquele que é um passo importante na estratégia de distribuição do grupo.

“Este é um passo importante na nossa estratégia de distribuição, que complementa a nossa rede de distribuição NDC já existente. A NDC é uma inovação-chave para a Air France-KLM, uma vez que permite que os nossos clientes beneficiem de ofertas mais atrativas e personalizadas, como o pricing contínuo e pacotes à medida. É um passo tecnológico notável que abre novas perspetivas para o retalho no futuro”, considera o responsável.

O conteúdo da Air France-KLM deverá ficar disponível através da plataforma Travelport+ no início de 2022, com o grupo a avançar que os “recursos e funcionalidades” vão ser “adicionados progressivamente” à plataforma.

 

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