Adolfo Mesquita Nunes apresenta as suas três grandes linhas para o sector

Por a 27 de Fevereiro de 2013 as 14:17

O secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, anunciou esta quarta-feira aquelas que serão as suas três grandes linhas de actuação para o desenvolvimento do turismo: libertar o sector da intervenção excessiva do Estado e dar mais poder aos privados; resolver e agilizar as questões relacionadas com o financiamento; e desenvolver uma promoção mais centrada na venda.

Na sessão de entrega de prémios dos Publituris Trade Awards, esta manhã, na BTL 2013, que abriu as suas portas na FIL, em Lisboa, o governante apresentou-se como sendo “um liberal” que “desconfia muito do Estado”. Perante uma plateia completamente cheia, Adolfo Mesquita Nunes deixou uma mensagem de confiança: “Estou do vosso lado para libertar o sector do peso do Estado”, afirmou.

O secretário de Estado lamentou também a estratégia desenvolvida na última década, “definida centralmente e assente na oferta imobiliária”. “O sector endividou-se ao som de um amanhã que não cantou”, referiu.

Para inverter essa tendência, garantiu que vai “promover todos os instrumentos e ferramentas” para que o turismo possa sair desta crise. “Estou convosco”, afirmou.

Entre as suas prioridades, estarão questões como a requalificação da oferta, “a eliminação de taxas e de burocracias” e o reforço do sector no desenvolvimento de políticas.

Em relação às empresas, assegurou que a recente linha de apoio à tesouraria, “que não tem funcionado bem”, vai ser melhorada. “Vou tratar disso já”, garantiu, acrescentando que é preciso trabalhar mais com a banca para fazer face às dificuldades de financiamento.

Por fim, a promoção também mereceu destaque naquele que foi o seu primeiro discurso público oficial, desde que tomou posse. “Uma estratégia centrada na venda é melhor e mais eficaz”, concluiu.

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