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APAVT quer sistema de garantias no transporte aéreo

Para proteger os clientes em casos de insolvência de companhias aéreas.

Patricia Afonso
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Companhias aéreas devem mais de 4M€ às agências de viagem. APAVT reclama fiscalização do incumprimento à ANAC
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A APAVT alertou esta quarta-feira para a importância de se criar um sistema de garantias que proteja os clientes de eventuais insolvências no transporte aéreo.

Revelando que os clientes da SPANAIR e MALEV, que entraram em processo de insolvência há cerca de seis meses, ainda não foram reembolsados do valor dos bilhetes adquiridos e que não puderam ser ultilizados, a APAVT alerta para a necessidade de um sistema que proteja os passageiros de companhias aéreas.

“A IATA-International Air Transport Association, que através do sistema BSP consolida os pagamentos das agências de viagens às companhias aéreas suas associadas, tem estado a reter os valores relativos aos bilhetes pagos e não voados destas transportadoras, alegando estar a negociar com os administradores de falências das duas defuntas empresas um processo consensualizado de reembolso”, afirma a APAVT em comunicado, acrescentando que “não há ainda acordo nem garantia de que o dinheiro remetido pelas agências de viagens será alocado pelos administradores das falências (da SPAMNAIR e da MALEV) ao reembolso dos clientes.”

Assim, “a APAVT lamenta a inexistência de um sistema de proteção dos consumidores relativamente à falência de companhias aéreas, conforme tem vindo a clamar, tal como o tem vindo também a fazer a Confederação Europeia das Associações de Agências de Viagens e Operadores Turísticos (ECTAA), em cuja direção tem assento, representada por Pedro Costa Ferreira.”

Para o presidente da APAVT, “estamos não só preocupados com o facto de estes reembolsos não terem ainda sido feitos, o que por si só já é grave para as agências e os seus clientes, mas sobretudo com a falta de um sistema de proteção dos passageiros que seja eficaz.” “O risco de insolvência de companhias aéreas é real, a própria IATA há um mês reviu em baixa as suas previsões, antecipando agora que as transportadoras europeias tenham este ano um prejuízo conjunto superior a mil milhões de euros, em face da crise económica, o que é verdadeiramente preocupante”, acrescentou.

“A manter-se esta situação, mantém-se, e agrava-se até, a insegurança dos passageiros relativamente à possibilidade de serem reembolsados no caso de falência de uma companhia aérea, ao contrário do que acontece, por exemplo, no caso de falência de uma agência de viagens”, concluiu Pedro Costa Ferreira, referindo-se ao Fundo de Garantia das Agências de Viagens e Turismo.

A associação ermina a sua exposição afirmando que “irá, uma vez mais, apelar aos eurodeputados portugueses que façam desta uma das suas bandeiras no reinício dos trabalhos do Parlamento Europeu.”

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Governo lança pacote de 1.400M€ para apoiar empresas face aos custos da energia

Além de lançar uma linha de crédito de 600 milhões de euros, o Governo anunciou também várias medidas fiscais e um aviso de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas.

O ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, anunciou esta quinta-feira, 15 de setembro, o lançamento de um pacote no valor de 1.400 milhões de euros para apoiar as empresas nacionais face ao aumento dos custos da energia e que, entre outras medidas, conta com uma linha de crédito de 600 milhões de euros.

Numa conferência de imprensa que decorreu esta quinta-feira, no Ministério da Economia e do Mar, em Lisboa, António Costa e Silva revelou que a linha de crédito de 600 milhões de euros conta com “garantia mútua e prazo de oito anos”, assim como com uma “carência de capital de 12 meses para as empresas afetadas pelas perturbações”.

A linha de crédito tem execução a partir da segunda quinzena de outubro, destinando-se às empresas afetadas pelo aumento do preço da energia, matérias-primas e pelas cadeias de abastecimento.

Além desta linha de crédito, o governante anunciou também o alargamento de apoios a indústrias de consumo intensivo de gás, apoios à formação, medidas de aceleração da eficiência e transição energética, bem como fiscais.

A nível fiscal, um dos destaques vai para a suspensão do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e da taxa de carbono sobre o gás natural para a produção de eletricidade e cogeração, medida que está avaliada em 25 milhões de euros e que tem execução imediata.

O executivo vai ainda atribuir uma uma majoração de IRC em 20% aos gastos com a eletricidade e o gás natural, fertilizantes, rações e outra alimentação para a atividade de produção agrícola.

Paralelamente, vai também ser lançado um aviso, com execução em setembro, de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas, nomeadamente, a sua participação em feiras internacionais, uma vez que, considerou o ministro, a promoção externa é “absolutamente importante”.

“Vamos lançar um aviso, executado em setembro, de 30 milhões de euros, para promover a internacionalização das empresas portuguesas e a sua participação em feiras internacionais”, avançou António Costa e Silva, citado pela Lusa.

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Novas licenças de AL em Lisboa suspensas por mais seis meses

A Câmara de Lisboa aprovou, esta quarta-feira, apenas com os votos contra da liderança PSD/CDS-PP, a proposta de PS, BE e Livre para prorrogar a suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) na cidade “por novo prazo de seis meses”.

Com esta proposta, que terá ainda de ser votada na Assembleia Municipal de Lisboa, a suspensão de novos registos de AL passa a aplicar-se em 15 das 24 freguesias da cidade, ou seja, apenas nove podem acolher novos estabelecimentos, uma vez que o número licenças pedidas em Campolide fez com que integrasse a anterior lista dos territórios com um rácio entre o número de estabelecimentos de AL e o número de fogos de habitação permanente igual ou superior a 2,5%.

Aprovada em reunião privada do executivo camarário, com o apoio do PCP e da vereadora independente eleita pela coligação PS/Livre e com os votos contra da liderança PSD/CDS-PP, a proposta de PS, BE e Livre prevê “a suspensão imediata da autorização de novos registos de estabelecimentos de AL, por novo prazo de seis meses, a contar do fim do prazo da suspensão atualmente vigente e até à entrada em vigor da alteração ao Regulamento Municipal do Alojamento Local”.

Com base nos dados do peso do alojamento local relativo ao alojamento familiar clássico, segundo notícia da Lusa, nas 24 freguesias da cidade de Lisboa, apresentados na proposta, passam de 14 para 15 as freguesias que apresentam um rácio superior a 2,5%, com a entrada de Campolide, que se junta a Santa Maria Maior (52%), Misericórdia (39%), Santo António (26%), São Vicente (16%), Arroios (14%), Estrela (11%), Avenidas Novas (7%), Alcântara (5%), Belém (4%), Campo de Ourique (4%), Parque das Nações (4%) e Penha de França (4%), Ajuda (3%) e Areeiro (3%).

Além dessas freguesias, mantém-se a proibição de novos estabelecimentos em zonas consideradas de “contenção absoluta”, nomeadamente Bairro Alto/Madragoa, Castelo/Alfama/Mouraria, Colina de Santana, Baixa e eixos Avenida da Liberdade/Avenida da República/Avenida Almirante Reis, de acordo com o Regulamento Municipal do Alojamento Local, em vigor desde novembro de 2019, que estabelece ainda uma zona de contenção relativa, com o registo limitado na Graça e no Bairro das Colónias.

Os vereadores do PS, BE e Livre querem ainda que a Direção Municipal de Urbanismo apresente, “até 10 de outubro”, o estudo urbanístico do turismo em Lisboa, com os rácios de “Alojamento Local / Imóveis Disponíveis para Habitação” e “Alojamento Local / Alojamentos Familiares Clássicos” por freguesia e por zona turística homogénea, que foi pedido pela câmara há “mais de oito meses”.

 

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INE: Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais ainda ficou 1,5% abaixo de julho de 2019

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em julho, os aeroportos nacionais movimentaram 6,2 milhões de passageiros, valor que ainda corresponde a um decréscimo de 1,5% face a mês homólogo de 2019.

Em julho, os aeroportos nacionais movimentaram 6,2 milhões de passageiros, número que traduz um aumento de 122,5% face a igual mês do ano passado mas que, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), ainda corresponde a um decréscimo de 1,5% face a mês homólogo de 2019.

De acordo com os dados divulgados esta quinta-feira, 15 de setembro, pelo INE, em julho, “registou-se o desembarque médio diário de 104,3 mil passageiros nos aeroportos nacionais”, valor que já se aproximou do observado em julho de 2019, quando tinha sido registado o desembarque de 105,5 mil passageiros por dia.

Em julho, 81,1% dos passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais corresponderam a tráfego internacional, dos quais 68,6% foi proveniente da Europa, enquanto nos passageiros embarcados 79,5% correspondia a tráfego internacional, sendo que 65,7% do total tinha como destino o continente europeu.

“O início do ano 2022 revelou uma tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico. Em julho de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 104,3 mil passageiros nos aeroportos nacionais (95,9 mil no mês anterior), aproximando-se do valor observado em julho de 2019 (105,5 mil)”, refere o INE, no comunicado divulgado esta quinta-feira, 15 de setembro.

No que diz respeito a aeronaves, o INE indica que, em julho, aterraram nos aeroportos nacionais 22,8 mil aeronaves em voos comerciais, número que também traduz uma decréscimo de 2,1% face ao mesmo mês de 2019.

Já no acumulado do ano até julho, o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 269,1% em comparação com o mesmo período de 2021, ainda que, na comparação com o mesmo período de 2019, se continue a identificar uma descida de 10,7%.

Por aeroportos, foi a infraestrutura lisboeta que concentrou a maior parte do tráfego de julho, tendo movimentado 49,3% do total de passageiros, o que correspondeu a 15,1 milhões de passageiros e traduz um crescimento de 300,0% comparando com igual período de 2021. No entanto, face a julho de 2019, o aeroporto de Lisboa apresentou ainda uma descida de 15,0% face ao mesmo período de 2019.

Apesar de Lisboa ter concentrado a maior parte do tráfego, foi em Faro que se registou a maior subida, num aumento que chegou aos 397,7% face ao mesmo mês de 2021, enquanto o Porto registou a maior aproximação aos níveis de 2019, registando, no entanto, uma descida de 8,3% face a julho do último ano antes da pandemia da COVID-19.

Por mercados, o Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos entre janeiro e julho, apresentando um crescimento de 589,2% no número de passageiros desembarcados e de 675,4% no número de passageiros embarcados face ao mesmo período de 2021.

Já a França ocupou a segunda posição, com aumentos de 192,3% nos passageiros
desembarcados e 221,9% nos passageiros embarcados, face ao mesmo período de 2021, enquanto a Espanha ficou na terceira posição do ranking.

 

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Moedas não prescinde de um lugar na negociação do novo aeroporto

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, avisou que não prescinde de um lugar à mesa das negociações sobre o novo aeroporto da capital.

Em entrevista à RTP3, esta quarta-feira, o autarca afirmou que “a mensagem para mim, e quero deixá-la muito clara, é que o presidente da Câmara de Lisboa, que representa os lisboetas, não prescinde de um lugar à mesa”.

Lembrou que, “obviamente, não fui convidado para esse lugar, mas quem me conhece sabe que sou bem capaz de lá aparecer e de me sentar, se não me convidarem”.

No programa “Grande Entrevista”, Carlos Moedas fez questão de assumir que considera “normal” que haja discussões entre o Primeiro-Ministro, António Costa, e o líder da oposição, Luís Montenegro acerca do novo aeroporto de Lisboa, para referir que “penso que neste momento, o Governo tem todas as condições para lançar o estudo de avaliação ambiental estratégica. E essa avaliação vai olhar para as várias soluções. Em 2023 não podemos continuar a não ter decisão”.

Para o presidente da Câmara de Lisboa há três pontos que “são essenciais”. O primeiro “é que temos de ter um novo aeroporto rapidamente, tomar a decisão e avançar rapidamente. O segundo é que se trata de um aeroporto internacional de Lisboa, por isso tem de ser um aeroporto que está a uma distância razoável da capital. Em terceiro lugar ainda temos o aeroporto da Portela que ainda vai durar muito, portanto vamos ter de investir nesse aeroporto”.

Moedas sublinhou que “não podemos continuar nesta situação. Lisboa precisa desesperadamente de um novo aeroporto” e sublinha que vai esperar a avaliação estratégica às soluções apresentadas pelo Governo e só depois vai “assumir uma posição”.

“Os lisboetas estão cansados. Nesta altura temos voos noturnos, as pessoas queixam-se, e com razão, do barulho. Já não há espaço na Portela, está tudo lotado”, concluiu.

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Porto entre as sete cidades pré-selecionadas para Capital Europeia de Turismo Inteligente 2023

O Porto partilha a candidatura ao prémio com as cidade de Aarhus (Dinamarca), Gijón (Espanha), Pafos (Chipre), San Sebastian (Espanha), Sevilha (Espanha), Zagreb (Croácia).

A cidade do Porto está entre as sete cidades pré-selecionadas pela Comissão Europeia (CE) para o prémio de Capital Europeia de Turismo Inteligente 2023. Além do Porto, as cidades finalistas selecionadas entre 29 candidatas de 13 países são: Aarhus (Dinamarca), Gijón (Espanha), Pafos (Chipre), San Sebastian (Espanha), Sevilha (Espanha), Zagreb (Croácia).

O concurso esteve aberto a cidades da UE e de países terceiros que participam no Programa COSME, tendo as candidaturas sido avaliadas por um rigoroso painel de peritos independentes. Os candidatos com a pontuação geral mais elevada em todas as categorias passaram à fase seguinte.

Na etapa seguinte, as cidades pré-selecionadas serão convidadas a apresentar as suas candidaturas perante um júri europeu, que selecionará as Capitais Europeias de Turismo Inteligente 2023. Juntamente com o título de Capital Europeia de Turismo Inteligente 2023, as cidades vencedoras receberão apoio ao nível da comunicação e da imagem de marca ao longo de 2023. Inclui-se um vídeo promocional, uma escultura em formato de hashtag especialmente projetada para exibição na cidade e ações promocionais concebidas para aumentar a visibilidade a nível mundial e da UE, bem como para aumentar o número de visitantes.

Desde 2018, o concurso proporcionou uma plataforma para expor histórias de sucesso e práticas de destaque. Os vencedores das edições anteriores, Helsínquia e Lyon (2019), Málaga e Gotemburgo (2020), Valência e Bordéus (2022), são modelos a seguir para o turismo inteligente na Europa e estão internacionalmente classificadas nos primeiros lugares ao nível da sustentabilidade, inovação, qualidade de vida e integração de práticas inteligentes.

De referir que a Capital Europeia de Turismo Inteligente é uma iniciativa da UE, atualmente financiada ao abrigo do Programa COSME, que visa promover o turismo inteligente na UE ao premiar cidades pelas suas abordagens pioneiras ao turismo inteligente em termos de acessibilidade, digitalização, sustentabilidade, património cultural e criatividade. Com base na experiência bem-sucedida de uma ação preparatória proposta pelo Parlamento Europeu, a iniciativa visa promover o desenvolvimento turístico inovador, sustentável e inclusivo, bem como divulgar e facilitar o intercâmbio de boas práticas.

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Greve do CTA francês perturba 80.000 passageiros da Ryanair e companhia apela à proteção dos sobrevoos

A greve do Controlo do Tráfego Aéreo Francês deverá levar a Ryanair a cancelar 420 voos nesta sexta-feira e companhia apela a uma “ação imediata” da UE.

A Ryanair apelou esta quinta-feira, 15 de setembro, à União Europeia (UE) para tomar medidas imediatas de modo a proteger os sobrevoos do espaço aéreo francês na sexta-feira, 16 de setembro, devido á greve do Controlo do Tráfego Aéreo (CTA) francês.

Em comunicado, a Ryanair diz “lamentar” ter de cancelar 420 voos (perturbando 80.000 passageiros) em resultado desta greve francesa injustificada do CTA, que perturbará os planos de viagem de fim-de-semana de milhares de cidadãos/visitantes europeus.

“É inexplicável que os voos que sobrevoam a França sejam perturbados pelas greves dos CTA franceses, embora os voos domésticos franceses sejam protegidos por leis de serviço mínimo”, salienta a companhia aérea low-cost irlandesa.

“A União Europeia deve intervir e proteger os sobrevoos para que os passageiros que viajam entre Espanha, Itália, Irlanda, Alemanha, etc., não sejam perturbados apenas porque sobrevoam a França enquanto os sindicatos CTA franceses fazem greve”, refere em comunicado.

Assim, a Ryanair propõe “três medidas simples” que aliviariam o impacto destas greves dos CTA franceses nos cidadãos/visitantes europeus. A primeira medida passa por “exigir que os sindicatos CTA franceses se envolvam em arbitragem vinculativa em vez de greves”. Além disso, pede uma “proteção dos sobrevoos franceses (ao abrigo das leis de serviços mínimos)”, e “permitir aos outros CTA da Europa gerir sobrevoos de França enquanto os sindicatos CTA franceses fazem greve”.

A Ryanair informa que todos os 80.000 clientes afetados foram notificados esta na manhã de quinta-feira e avisados das suas opções via e-mail/SMS.

Neal McMahon, diretor de Operações da Ryanair, apela “à ação imediata da UE para evitar que estas greves do CTA perturbem os planos de viagem de milhares de cidadãos/visitantes europeus”.

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9 em cada 10 alemães querem viajar em 2023

O desejo dos alemães por viagens mantém-se para 2023, com um recente estudo a indicar que as condições de reserva flexíveis são uma das condições mais relevantes a considerar pelos turistas.

Os alemães não perderam o interesse e vontade de viajar. As conclusões de um estudo realizado pela Tourlane e a Yougov indicam que 9 em cada 10 alemães continuam a querer viajar em 2023, assinalando que 92% dos inquiridos pretendem viajar no próximo ano. Contudo 78% dos alemães responderam que ainda não efetuaram qualquer reserva de viagem para 2023.

Relativamente a 2022, 56% dos inquiridos referiu já ter realizado uma viagem e que, devido à pandemia e incertezas externas, 39% prefere, geralmente, condições de reserva flexíveis.

Para 2023, o estudo indica a Alemanha, França e Itália como destinos mais populares e que uma percentagem significativa planeia passar as férias em terras germânicas ou países vizinhos.

Praia mantém-se líder
As conclusões do estudo da Tourlane e Yougov referem que 22% dos inquiridos mantém as férias de praia como preferenciais. Já 16% mostram uma preferência por férias ativas, enquanto 13% indicam as city trips. Estas três categorias são, aliás, os tipos de viagem mais populares entre os alemães inquiridos.

Na faixa etária entre os 18 e 24 anos, a sustentabilidade é o critério mais importante, com 54% dos inquiridos a admitirem querer passar mais tempo na natureza, concluindo-se, ainda, que 41% se mostra contra o turismo de massas.

Outro dos aspetos destacados no estudo prende-se com a cautela demonstrada pelos alemães quando abordada a questão das reservas das viagens, existindo a dúvida se o efeito das reservas antecipadas regressará.

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APAVT e DECO criam selo “Checked” para garantir confiança e segurança aos consumidores das agências de viagens

A partir de outubro, as agências de viagens físicas e online associadas da APAVT vão poder ostentar o selo “Checked by DECO”, que visa garantir mais confiança e segurança aos consumidores nas suas viagens, reduzindo assim as reclamações, foi anunciado, em conferência de imprensa, pelos presidentes da APAVT e da DECO.

Este projeto comum, segundo o presidente da APAVT, pretende “dar diferenciação às agências de viagens e confiança aos seus clientes. É mais um passo para trazer mais credibilidade ao setor”. As agências de viagens não são obrigadas a aderir ao selo, mas Pedro Costa Ferreira espera que a maioria o faça, pois vai dá-las maior credibilidade.

Este novo serviço passa a oferecer às empresas, no domínio da consultoria, cooperação e monitorização do seu relacionamento contratual com os consumidores, à luz das exigências legais e melhores práticas do mercado, ao mesmo tempo que procurará garantir que os consumidores beneficiam de uma informação mais transparente, segura e com qualidade. A falta de informação é, segundo a DECO, um dos motivos de reclamação mais frequentes.

Por sua vez, o presidente da DECO, Luís Silveira Rodrigues, explicou que se trata de um serviço prestado pela DECO que “procura pegar nas agências de viagens e levá-las à excelência que a defesa do consumidor exige”. Acrescentou que as agências de viagens interessadas em exibir esta menção devem preencher um formulário, respondendo a diversas questões. Se tudo bater certo, poderão receber o certificado em cerca de três semanas. Serão auditadas periodicamente e até receber a visita do “cliente mistério”.

O dirigente da Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor apontou que se a agência for aceite, recebe o selo; senão, os especialistas da DECO fazem recomendações e pode haver nova submissão. A certificação tem a validade de um ano e se a agência der viagens tiver deixado de cumprir os critérios, pode ser-lhe retirada. Ou seja, a DECO irá não só auditar como fornecer formação às empresas do setor que se candidatarem à iniciativa.

“Este é mais um passo do trabalho da DECO junto dos consumidores na prevenção de conflitos e na garantia de que as empresas adotam critérios de excelência no seu relacionamento com os clientes”, realçou Luís Silveira Rodrigues, reforçando que a DECO quer, assim, ajudar os consumidores a escolher as agências de viagens com melhores práticas.

 

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Negócios globais no turismo caem 32% em agosto face a mês anterior

Pelo segundo mês consecutivo, a GlobalData indica quebras na atividade de negócios no setor do turismo em viagens.

A atividade de negócios globais no setor do turismo registou uma quebra de 31,6% no mês de agosto de 2022, face ao mês anterior de julho, revela a GlobalData.

De acordo com a consultora, no oitavo mês de 2022 realizaram-se 54 negócios quando em julho deste ano esse número ascendeu a 79, verificando-se que este é o segundo mês consecutivo que a atividade negocial no setor do turismo e viagens a nível global regista uma quebra.

Aurojyoti Bose, Lead Analyst na GlobalData, refere, em nota de imprensa, que “as depressões económicas registadas em diversas partes do mundo parecem estar a afetar o interesse em realizar negócios no setor do turismo e viagens com a maioria dos mercados a assinalarem uma desaceleração”.

São vários os mercados que registaram esta quebra, destacando a GlobalData o Reino Unido, Japão, Índica, Espanha, Austrália e Alemanha no campo negativo no mês de agosto de 2022, enquanto EUA e China são as exceções a esta realidade.

De resto, a consultora avança que o volume de negócios manteve-se estável nos EUA, enquanto na China se registou um ligeiro aumento.

Em agosto de 2022, o anúncio de fusões e aquisições (Mergers and Acquisitions – M&A, em inglês) caiu 28%, indicando a GlobalData para o financiamento de risco e negócios de private equity quebras de 23,5% e 58,3%, respetivamente, face ao mês anterior de julho.

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Azul já recebeu primeiro avião A350

Novo avião da Azul é o primeiro dos dois que são esperados até ao final do ano e que vão substituir os A330CEO que a companhia aérea brasileira ainda está a operar.

A Azul recebeu recebeu esta quarta-feira, 14 de setembro, o seu primeiro avião A350, aparelho que tem capacidade para transportar 334 passageiros e que, segundo comunicado da companhia aérea brasileira, é o primeiro dos dois que são esperados até ao final do ano e que vão substituir os A330CEO.

“Estamos muito felizes em apresentar esta novidade aos nossos Clientes, Tripulantes e parceiros. O Airbus A350 é uma das aeronaves mais modernas existentes, o que vai trazer muito mais conforto para nossos clientes e mais eficiência em termos de consumo de combustível e emissão de CO2, trazendo redução no custo por assento quando comparado às aeronaves A330CEO, que hoje fazem os voos de longo curso da Azul”, afirma John Rodgerson, presidente da Azul.

O A350 é um aparelho de última geração e que é também mais amigo do ambiente, já que tem menos 20% de consumo de combustível por assento, o que resulta em emissões de CO2 por assento muito inferiores em comparação com o A330CEO.

O aparelho é também mais confortável que os de anterior geração, uma vez que disponibiliza uma cabine mais silenciosa, mais ampla, além de janelas panorâmicas mais largas e maior espaço nos compartimentos de bagagem.

Nas próximas semanas, a aeronave deve concluir o processo de certificação junto dos órgãos reguladores brasileiros e, até o final do ano, a Azul espera a entrega de mais um destes aparelhos para substituir as duas aeronaves de antiga geração A330CEO que a Azul ainda opera.

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