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2011 foi dos melhores anos para o turismo francês

INE francês dá conta de que, no ano passado, os hotéis registaram 198 milhões de dormidas, um crescimento de 3,2% em relação a 2010.

Tiago da Cunha Esteves
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2011 foi dos melhores anos para o turismo francês

INE francês dá conta de que, no ano passado, os hotéis registaram 198 milhões de dormidas, um crescimento de 3,2% em relação a 2010.

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No ano passado, os hotéis franceses registaram um total de 198 milhões de dormidas, “um valor próximo do recorde estabelecido neste indicador em 2007”, antes do despoletar da crise económica global.

De acordo com o INE francês, exceptuando o mês de Maio, todos os restantes estiveram acima dos níveis registados em 2010. O crescimento verificado deveu-se, principalmente, à clientela francesa (+3,5%), embora a estrangeira também tenha subido (+2,4%).

Por outro lado, as regiões que mais contribuíram para esta performance foram as de l’Île-de-France, com 37%, Rhône-Alpes (16%) e Provence – Alpes – Côte d’Azur (12%).

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Bestravel abre nova agência na Maia

Nova agência representa o regresso da marca Bestravel ao município da Maia.

A Bestravel abriu uma nova agência de viagens no distrito do Porto, localizada na Maia e que foi inaugurada esta segunda-feira, 17 de janeiro, informou o grupo de agências de viagens em comunicado.

“É com grande satisfação que assinalamos esta abertura, não só pelo regresso da marca Bestravel a um Município que identificamos como de elevado potencial, como também, por toda a luta que travámos enquanto rede e sector nos últimos dois anos. Trata-se de mais um reforço da marca a norte do país e numa região periférica ao Grande Porto”, refere Carlos Baptista, administrador da Bestravel.

A nova agência da Bestravel na Maia é dirigida por Sérgio Rocha, que se afirma “muito satisfeito” com esta nova etapa e “por fazer parte deste projeto de referência que é a Bestravel”, aponta, citado no comunicado divulgado pelo grupo de agências de viagens.

“Contamos com um enorme entusiasmo para prestar o melhor e mais personalizado serviço na área das viagens. Em nome da Bestravel da Maia convido todos a visitar-nos e a reservar as suas férias de sonho”, acrescenta Sérgio Rocha.

 

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Maioria dos profissionais de turismo espera recuperação em 2022, diz OMT

O Barómetro Mundial do Turismo, divulgado esta terça-feira, 18 de janeiro, pela Organização Mundial do Turismo (OMT), prevê que as chegadas de turistas internacionais podem crescer, este ano, entre 30% e 78% em relação a 2021.

A maioria dos profissionais de turismo está mais confiante para 2022 e 61% espera que, este ano, traga melhorias, apurou o mais recente Barómetro Mundial de Turismo da Organização Mundial do Turismo (OMT), cujos resultados preliminares foram esta terça-feira, 18 de janeiro, divulgados.

De acordo com a OMT, entre os profissionais ouvidos 58% mostram-se confiantes numa recuperação já em 2022, “principalmente durante o terceiro trimestre” do ano, enquanto para 42% dos inquiridos a recuperação deverá apenas chegar em 2023.

“A maioria dos especialistas (64%) agora espera que as chegadas internacionais retornem aos níveis de 2019 apenas em 2024 ou depois, acima dos 45% na pesquisa de setembro”, acrescenta a OMT.

Já o Índice de Confiança da OMT mostra um “ligeiro declínio” nos meses de janeiro a abril de 2022, com a organização a indicar que “a rápida e ampla implementação da vacinação, seguida de um levantamento das restrições às viagens, maior coordenação e informação mais clara” são fatores que os especialistas indicam como fundamentais para a recuperação do turismo internacional.

De acordo com a OMT, as previsões para este ano indicam que as chegadas de turistas internacionais podem crescer entre 30% e 78% em relação a 2021, num crescimento que, aponta a organização, “ainda está 50% a 63% abaixo dos níveis pré-pandemia”.

“O recente aumento nos casos de COVID-19 e a variante Ómicron devem interromper a recuperação e afetar a confiança até ao início de 2022, à medida que alguns países reintroduzem proibições e restrições de viagens para determinados mercados”, justifica a OMT, que realça também o facto do nível de vacinação continuar a ser desigual em todo o mundo como um problema acrescido para a recuperação.

Outro dos problemas é a manutenção de restrições às viagens, que continua a ser um forte obstáculo à recuperação do turismo internacional, principalmente em países da Ásia-Pacífico,  que continuam com as “fronteiras completamente fechadas”.

Além destes obstáculos, a OMT aponta ainda o aumento do preço do petróleo e da inflação, bem como a potencial subida das taxas de juro e dos volumes de dívida, assim como a “contínua interrupção das cadeias de abastecimento” como factores que podem contribuir para um ambiente económico mais “desafiador”, que pode comprometer a recuperação turística.

No entanto, nem tudo são más notícias e também há perspetivas positivas, com a OMT a indicar que “a recuperação contínua do turismo em muitos mercados, principalmente na Europa e nas Américas, juntamente com a ampla implementação da vacinação e um levantamento mais coordenado das restrições de viagem, pode ajudar a restaurar a confiança do consumidor e acelerar a recuperação do turismo internacional em 2022”.

Até à recuperação do turismo internacional, a OMT espera que o turismo doméstico possa “impulsionar a recuperação do setor num número crescente de destinos, principalmente aqueles com grandes mercados domésticos”, até porque, segundo apontam os especialistas, o turismo doméstico e as viagens perto de casa, bem como as atividades ao ar livre e produtos baseados na natureza e o turismo rural “estão entre as principais tendências de viagens que vão continuar a moldar o turismo em 2022”.

 

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Grupo Vila Baleira adquire Aparthotel Luamar no Porto Santo

O grupo Vila Baleira adquiriu o Aparthotel Luamar, no Porto Santo, detido desde 1992 pelo grupo Sousa. O valor da transação não foi revelado.

O grupo Vila Baleira Hotels & Resorts reforçou a sua posição no arquipélago da Madeira com a aquisição do Aparthotel Luamar, na ilha de Porto Santo, unidade detida desde 1992 pelo grupo Sousa.

Localizado junto ao Vila Baleira Resort Porto Santo, o Aparthotel Luamar, que dispõe de 57 apartamentos, vem aumentar para 455 quartos a oferta do grupo detido pela Ferpinta Turismo.

Gonçalo Teixeira, administrador do grupo Vila Baleira Hotels & Resorts. considera importante esta aquisição, pois “vem fortalecer a nossa posição e oferta numa zona nobre da ilha do Porto Santo, alargando a nossa frente de praia”.

“Sempre foi nossa intenção reforçar a nossa oferta turística no arquipélago, seja por ampliação das unidades já existentes, seja por aquisição de outros hotéis”, explica Gonçalo Teixeira, para acrescentar que “trata-se de um negócio que faz sentido para aquela que é a estratégia e posicionamento do grupo no arquipélago da Madeira”.

Além deste novo hotel, o portefólio do grupo integra o Vila Baleira Porto Santo Resort, com 312 quartos, dos quais 56 são apartamentos, bem como o Vila Baleira Funchal, com 86 quartos, adquirido em 2020. No pico da operação, o grupo hoteleiro emprega 270 pessoas.

 

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Turismo recupera 4% em 2021 mas continua 72% abaixo dos níveis de 2019, aponta OMT

Dados preliminares do Barómetro Mundial de Turismo da Organização Mundial do Turismo (OMT) mostram que “o ritmo de recuperação permanece lento e desigual”.

Em 2021, o turismo a nível global recuperou e cresceu 4%, aponta a Organização Mundial do Turismo (OMT), que realça, no entanto, que as chegadas internacionais continuam 72% abaixo de 2019, o último ano antes da pandemia da COVID-19.

De acordo com os dados preliminares do Barómetro de Turismo da OMT, divulgados esta terça-feira, 18 de janeiro, no ano passado, as chegadas internacionais de turistas ficaram ligeiramente acima de 2020, quando este indicador tinha apresentado um decréscimo de 73% face a período pré-pandemia.

Segundo a OMT, “o aumento das taxas de vacinação, combinado com a flexibilização das restrições às viagem devido ao aumento da coordenação e protocolos transfronteiriços, ajudaram a liberar a procura reprimida”, o que permitiu uma “recuperação moderada” do setor, nomeadamente no segundo semestre de 2021, quando o decréscimo nas chegadas internacionais foi de 62%.

Em dezembro, acrescenta a OMT, as chegadas internacionais apresentaram uma descida de 65% face a igual mês de 2019, ainda que a organização sublinhe que, neste mês, ainda não se sentiu o impacto da nova variante Ómicron.

A recuperação observada no ano passado não foi, contudo, igual em todo o mundo, com a OMT a constatar que “o ritmo de recuperação permanece lento e desigual”, o que se deve aos diferentes graus de restrições que existem.

Por regiões, o destaque vai para a Europa e para as Américas que, segundo a OMT,  “registaram os resultados mais fortes em 2021 em comparação com 2020”, com aumentos de 19% e 17%, respetivamente, ainda que se mantenha um decréscimo de 63% face a 2019.

Na América, foi nas Caraíbas que foi registado o melhor desempenho, com uma subida de 63% face a 2019, mas uma descida de 37% em comparação com 2019, enquanto a zona mediterrânica da Europa apresentou uma subida de 57% face a 2020 e a América Central de 54%, resultados que, ainda assim, apresentam uma descida de 54% e 56%, respetivamente. Já na América do Norte houve um aumento de 17% face a 2020 e, na Europa Central e Ocidental, a subida foi de 18%.

Em África, as chegadas internacionais aumentaram 12% face a 2020, ainda que também nesta região os resultados continuem 74% abaixo de 2019, enquanto no Médio Oriente as chegadas diminuíram 24% em relação a 2020 e 79% em relação a 2019.

Já a Ásia foi a região que apresentou resultados mais  negativos, com as chegadas internacionais a descerem 65% face aos níveis de 2020 e 94% quando comparada com os valores pré-pandemia.

E se a recuperação das chegadas internacionais foi apenas moderada, também o aumento dos gastos provenientes do turismo seguiu a mesma tendência, já que a contribuição económica do turismo para o PIB mundial chegou aos 1,9 biliões de dólares, acima dos 1,6 biliões apurados em 2020, mas ainda “bem abaixo do valor pré-pandemia de 3,5 biliões de dólares”.

Já as receitas provenientes das exportações turísticas somaram 700 mil milhões de euros, também com uma “pequena melhoria” face a 2020, “devido aos maiores gastos por viagem”, mas ainda a “menos de metade dos 1,7 biliões de dólares registados em 2019”.

De acordo com a OMT, estima-se ainda que a receita média por viagem tenha chegado, no ano passado, aos 1.500 dólares, indicador que também está acima dos 1.300 dólares apurados em 2020, o que se deve a “estadias mais longas, bem como a preços mais altos no transporte e alojamento”.

A França e a Bélgica foram, segundo a OMT, os destaques no que diz respeitos aos gastos por viagem, uma vez que apresentaram “quedas comparativamente menores nas despesas com turismo, com -37% e -28%, respetivamente, em relação a 2019”, enquanto a Arábia Saudita e o Qatar, com descidas de 27% e 2%, respetivamente, também apresentaram “resultados um pouco melhores e 2021”.

 

 

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Costa Cruzeiros oferece “Cruise & Golf”

A Costa Cruzeiros vai possibilitar aos entusiastas do golfe jogar em alguns clubes no Mediterrâneo ocidental, ao mesmo tempo que desfrutam de uma viagem a bordo do Costa Smeralda. A nova oferta “Cruise & Golf” vai estar disponível a partir de maio, com reservas a abrir a 01 de fevereiro.

A Costa Cruzeiros apresenta uma nova oferta desenhada especificamente para os entusiastas de golfe e famílias. A “Cruise & Golf” permitirá combinar uma experiência de golfe com a descontração e o divertimento a bordo do Costa Smeralda.

Ao reservar “Cruise & Golf”, os entusiastas desta modalidade desportiva terão a oportunidade de jogar em alguns clubes de Itália, França e Espanha durante as escalas dos cruzeiros. Enquanto isso, as suas famílias poderão desfrutar dos serviços a bordo ou explorar os destinos através das excursões organizadas pela empresa.

A nova oferta “Cruise & Golf” vai estar disponível a partir do próximo mês de maio, a bordo do Costa Smeralda, nos cruzeiros de uma semana no Mediterrâneo ocidental, com visitas em Savona, Marselha, Barcelona, Palma de Mallorca, Palermo, Civitavecchia/Roma. As reservas vão abrir a partir de 01 de fevereiro.

Entretanto, a companhia de cruzeiros, é “Official Cruise Line” da Ryder Cup 2023, a mais importante competição por equipas de golfe, que irá decorrer pela primeira vez em Itália, no Marco Simone Golf & Country Club em Roma, de 29 de setembro a 1 de outubro de 2023.

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Amazing Evolution lança ofertas especiais para estadias longas

Os hotéis geridos pela Amazing Evolution apresentam ofertas especiais para estadias longas, ideais para quem procura uma ‘segunda casa’, aliando o lazer e o trabalho.

A Amazing Evolution, empresa gestora de unidades hoteleiras, acaba de lançar a campanha ‘Segunda Casa’, com condições especiais para todos aqueles que pretendem exercer a sua atividade profissional fora do escritório, aliando assim o lazer e o trabalho.

A campanha, que também visa potenciar o turismo na época baixa, é válida para estadias mínimas de 15 noites, em unidades hoteleiras situadas em diferentes pontos geográficos do país.

Todas as reservas incluem ainda pequeno-almoço, wi-fi gratuito e limpeza uma vez por semana. Há outas facilidades disponíveis, que variam conforme o hotel, e podem ser consultadas através dos websites de cada unidade.

Com preços que variam entre os 525 euros e os 1.050 euros, a campanha está disponível nas seguintes unidades: Aldeia dos Capuchos, Aldeia da Pedralva, Algarve Race Apartments, Placid Village, Hello Villas, Pelican Alvor, White Shell, Monte da Bemposta, e The Shipyard Angra.

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Portugal leva 52 empresas e sete regiões turísticas à FITUR

Na 42.ª edição da FITUR, Portugal vai contar com um stand de 682 metros quadrados, que foi “concebido para proporcionar um grande impacto visual no espaço da feira” e que coloca em destaque as sete regiões turísticas do país.

A 42.ª edição da FITUR, a feira de turismo de Madrid, Espanha, que decorre entre 19 e 23 de janeiro, vai voltar a contar com uma forte participação portuguesa, na qual está previstas a presença do Turismo de Portugal, 52 empresas e das sete regiões turísticas do país, informou o organismo público em comunicado.

“Em 2022, num visível esforço coletivo de retoma, a participação nacional é consideravelmente mais expressiva em número de empresas do que no ano anterior, contando com a participação de 52 empresas, as 7 regiões turísticas e o Turismo de Portugal”, lê-se no comunicado divulgado esta segunda-feira, 17 de janeiro.

Na FITUR, Portugal vai contar com um stand de 682 metros quadrados, que foi “concebido para proporcionar um grande impacto visual no espaço da feira, com destaque para os sete sóis que iluminam a cúpula do stand, numa alegoria às sete regiões, e um elemento decorativo que simula as ondas do oceano e que abraça as empresas portuguesas presentes”.

Ao longo da feira, o Turismo de Portugal tem prevista a apresentação de projetos, a exemplo da iniciativa “Viagem a Portugal Revisited” que, no âmbito das comemorações do Centenário de Saramago e com a curadoria do escritor José Luís Peixoto, “propõe a revisitação aos itinerários da obra do autor e convida escritores contemporâneos a inspirarem-se nesses locais”.

“Nessa mesma ocasião será também revelado o nome do escritor espanhol que participa no projeto. “Viagem a Portugal Revisited” resulta da parceria entre o Turismo de Portugal e a Fundação José Saramago e será uma das âncoras de promoção do Turismo Literário em 2022″, acrescenta o Turismo de Portugal.

Presentes na FITUR vão estar também Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, e Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, onde vão manter encontros “com as empresas e o trade e manterão contacto com os principais players do mercado”.

“A presença do Turismo de Portugal na 42.ª edição da FITUR tem como principal objetivo reativar os fluxos turísticos espanhóis e colmatar a quebra de turismo provocada pela crise pandémica”, explica Rita Marques, sublinhando que o mercado espanhol é “uma das grandes apostas em 2022″ e que “a relação de proximidade com a Espanha é claramente uma oportunidade”.

De acordo com o Turismo de Portugal, “apesar do contexto pandémico e da redução dos níveis da procura internacional, em 2020 Espanha posicionou-se como o 1.º mercado turístico para Portugal aferido pelo indicador hóspedes, com registo de 763,4 mil hóspedes que geraram 1.686 mil dormidas”, numa tendência que se manteve também em 2021.

Durante a FITUR, a secretária de Estado do Turismo vai ainda ser distinguida com a Medalha da Internacionalização, durante a XXV Conferência Iberoamericana de Ministros e Empresários do Turismo (CIMET), que se realiza na véspera da FITUR, no Auditório do IFEMA Madrid, aproveitando presença na FITUR e dada a estreita ligação ao mercado espanhol e, por conseguinte, aos mercados da América Latina, onde Portugal tem vindo a desenvolver um “trabalho relevante”.

 

 

 

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Publituris Hotelaria janeiro | Novas aberturas e remodelações

A Publituris Hotelaria de janeiro apresenta o já habitual dossier sobre as aberturas e remodelações da praça hoteleira para os próximos anos. Contas feitas, a Publituris Hotelaria somou mais de 200 unidades hoteleiras em pipeline até 2026 que estão, muitas, em fase de desenvolvimento e outras ainda em projeto.

Publituris

A Publituris Hotelaria de janeiro apresenta o já habitual dossier sobre as aberturas e remodelações da praça hoteleira para os próximos anos. De Norte a Sul, incluindo ilhas, tiramos o pulso ao pipeline em desenvolvimento no país e damos-lhe conta das mais recentes novidades.

Contas feitas, a Publituris Hotelaria somou mais de 200 unidades hoteleiras em pipeline até 2026 que estão, muitas,  em fase de desenvolvimento e outras ainda em projeto. No capítulo das remodelações deslindamos os principais hotéis que estão em fase de atualização sendo que o Algarve lidera neste ponto.

E como o início do ano é altura de projeções e análises, contamos, nesta edição, com um vasto leque de especialistas que nos ajudam a antever os próximos 12 meses. O investimento e o crescimento da praça hoteleira, a sustentabilidade, o wellness, a economia, a retoma do turismo e os recursos humanos são alguns dos motes esmiuçados na Publituris Hotelaria de janeiro.

* Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.
Contacto: Carmo David | [email protected] 215 825 430 **

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Ricardo Teles é o novo diretor Comercial da Bestravel

A Bestravel acaba de nomear Ricardo Teles para o cargo de diretor Comercial da rede, funções que acumulará com a área de expansão da marca.

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Ricardo Teles acaba de ser nomeado diretor Comercial da rede de agências de viagens Bestravel, acumulando a área de expansão da marca.

O novo responsável comercial da marca conta com uma carreira na área turística de mais de 25 anos, tendo, no passado, exercido o mesmo cargo na marca Bestravel, bem como no operador turístico EgoTravel.

Ricardo Teles, Diretor Comercial, afirma que “assumo este novo desafio com o objetivo de reforçar o crescimento recente da rede e a sua melhoria operacional na procura da criação constante de valor para as nossas franquias e clientes, em estreita articulação com os nossos parceiros.”

Por sua vez, Carlos Baptista, administrador da Bestravel, acredita que a nomeação do Ricardo Teles como diretor Comercial “nos trará proximidade com os parceiros e determinação naquilo que é a estratégia comercial da Bestravel. Será, certamente, uma aposta ganha”.

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Istambul, regresso à capital dos sultões

Dividida entre a Europa e a Ásia, Istambul é uma cidade histórica e um destino turístico imperdível, que já está a recuperar a azáfama e o rebuliço que os turistas lhe conferem. Venha com o Publituris descobrir a maior cidade da Turquia, que mantém todo o seu encanto, mesmo em tempos de pandemia.

Inês de Matos

Dividida entre a Europa e a Ásia, Istambul é uma cidade histórica e um destino turístico imperdível, que já está a recuperar a azáfama e o rebuliço que os turistas lhe conferem. Venha com o Publituris descobrir a maior cidade da Turquia, que mantém todo o seu encanto, mesmo em tempos de pandemia.

Mesquita Azul

São muitos os monumentos que funcionam como cartão-postal de Istambul, mas nenhum permite sentir o pulsar da cidade como o Grand Bazar. Localizado junto a muitos dos monumentos históricos, o Grand Bazar de Istambul é uma das principais artérias comerciais da cidade, um local onde tudo se vende e tudo se compra e onde locais e turistas se misturam numa turba que, nos tempos áureos, parece não terminar. São milhares e milhares de pessoas que, diariamente, circulam pelas mais de 60 ruas do Grand Bazar de Istambul e ali fazem compras nas 3.600 lojas que vendem desde artesanato, aos famosos turkish delight, sem esquecer as especiarias, chás e outros produtos que dão ao espaço uma multiplicidade de cores e aromas únicos no mundo.
Istambul foi a última cidade que visitei antes do início da pandemia, em fevereiro de 2020, ainda as notícias da chegada da COVID-19 à Europa eram escassas e intermitentes. Por isso, estava curiosa para saber qual seria o cenário que encontraria desta vez no Grand Bazar de Istambul, que já tinha visitado por três vezes, sempre com um mar de gente à minha volta, ao ponto de, por vezes, quase levitar em vez de andar. Estaria vazio ou a funcionar com restrições, as lojas estariam todas abertas? Estas eram algumas das dúvidas que andavam à volta na minha cabeça e me faziam duvidar que, desta vez, fosse encontrar uma cidade tão vibrante como tipicamente Istambul se apresenta. Mas não poderia estar mais enganada.
Se é verdade que a multidão não chegava ao ponto de nos fazer levitar, também é verdade que, dentro do Grand Bazar, assim como nas ruas imediatamente ao lado, para onde as lojas e bancas de produtos típicos se prolongam, o cenário não estava assim tão diferente da última vez. É que, tal como em Portugal, a Turquia conta já com uma elevada taxa de vacinação e adotou uma série de medidas para conter a COVID-19, que permitiram ao país respirar de alívio e voltar a abrir as portas aos turistas, que já percorrem novamente as ruas da cidade aos milhares, dando a Istambul uma animação que é tão característica da cidade.
E foi justamente com o objetivo de mostrar como está, atualmente, a situação na Turquia e para provar que Istambul é “um destino seguro”, que a Turkish Airlines e o operador turístico Viagens Tempo se juntaram para promover uma viagem de familiarização à maior cidade da Turquia, entre 15 e 19 de novembro, na qual o Publituris marcou presença, assim como um grupo de sete agentes de viagens.

Istambul em tempos de pandemia

Esta foi a quarta vez que visitei Istambul, uma cidade histórica que, ao longo dos séculos, conheceu diversas denominações – foi Bizâncio na época do império bizantino e, mais tarde, Constantinopla quando se converteu na capital do império romano no Oriente, passando a Istambul já depois da conquista pelos otomanos, em 1453 – e que guarda monumentos de quase todas as culturas e civilizações que por ali passaram.

Palácio Topkapi

Hoje, Istambul é uma metrópole que conta com mais de 15 milhões de habitantes e onde as práticas e cultura muçulmanas – a religião de 98% dos seus habitantes – se misturam com o que de mais moderno o século XXI trouxe e onde não faltam hotéis das mais conhecidas cadeias internacionais e lojas de marcas que tipicamente se encontram em qualquer capital europeia. Depois, há ainda uma rica gastronomia que, apesar da diferença para a portuguesa, muito por culpa dos aromas das especiarias, promete fazer adeptos, até porque muitos dos ingredientes a que estamos habituados na dieta mediterrânica também lá estão, como as azeitonas e o azeite, os legumes, a fruta, os frutos secos, o queijo ou o iogurte.
E foi justamente pela comida que começámos esta aventura pela capital dos sultões, nome por que eram conhecidos os antigos governantes muçulmanos e que deixaram na cidade palácios, mesquitas e outros monumentos que nos transportam para o conto das ‘Mil e Uma Noites’.
Chegámos a Istambul ao final da tarde e, depois de nos encontrarmos com Ayse Sezer, a guia que nos acompanhou durante a viagem, seguimos para o primeiro contacto com a gastronomia turca. O jantar, na zona de Kumkapi, contou com os típicos mezzes – as entradas turcas que também podem servir de refeição – assim como com outros dos mais tradicionais petiscos nacionais. Só depois da barriga estar mais composta fomos conhecer o Yigitalp Hotel, unidade de quatro estrelas na zona histórica de Istambul, que foi o nosso quartel-general.
Logo às primeiras horas que passámos na cidade, percebemos que, por lá, também a COVID-19 é encarada com cautela. Além das máscaras faciais que são obrigatórias em locais fechados, assim como em transportes públicos, todos os estabelecimentos, como hotéis, lojas, cafés ou restaurantes, têm em local bem visível as 14 regras que devem ser cumpridas para prevenir contágios e onde não faltam apelos à lavagem e desinfeção de mãos, ao distanciamento físico e à vigilância de sintomas associados à doença.
E, tal como Portugal lançou o selo Clean & Safe, também a Turquia criou um selo que garante o cumprimento das regras para estabelecimentos ligados ao turismo, denominado Safe Tourism, que está afixado à porta dos estabelecimentos aderentes.
Mas não se pense que esta viagem ficou marcada pela COVID-19. Apesar da doença ainda ser uma ameaça, mesmo que também na Turquia a taxa de vacinação seja elevada e atinja mais de 60% da população, e de frequentemente sermos lembrados das regras em vigor, o certo é que Istambul se mantém como uma cidade capaz de oferecer experiências inesquecíveis e onde todos os monumentos estão em pleno funcionamento e abertos aos visitantes.

Do Bósforo à Torre Galata

A cidade, em todo o seu esplendor, só se revelaria no dia seguinte, quando nos aventurámos num passeio de barco pelo Bósforo. Apesar do frio e do vento que, em novembro, já se fazem sentir em Istambul, os passeios de barco no Bósforo são um ‘must-do’, pois permitem apreciar toda a parte europeia da cidade, desde a zona histórica até à parte mais moderna e onde se encontra o estádio do Besiktas, sem esquecer a parte asiática, passando pela ponte do Bósforo, que liga a Europa à Ásia, assim como pela fortaleza de Rumelihisarı, construída pelo sultão Maomé II, no século XV, como apoio para a conquista de Constantinopla, em 1453.
O passeio no Bósforo durou praticamente toda a manhã e terminou já perto da hora do almoço. Mas, antes de nos voltarmos a deliciar com a gastronomia turca, houve ainda tempo para visitar a mesquita Rüstem Paxá, um edifício com quase meio século, que se encontra mesmo em frente à ponte de Galata e que é conhecida pelos seus azulejos de İznik, considerados os mais belos do género, ultrapassando mesmo os da Mesquita Azul.
O almoço chegaria logo depois da visita à mesquita e, desta vez, o restaurante selecionado foi o Ali Ocakbasi, no bairro de Beyoglu e bem perto da Praça Taksim, que visitámos após o almoço e onde existe agora uma nova mesquita batizada com o mesmo nome da praça e que foi inaugurada pelo Presidente Erdogan já este ano. A visita à Mesquita Taksim é interessante, pois é um edifício moderno e com uma decoração sóbria, bem diferente de grande parte das mais de 3.500 mesquitas que existem na cidade, muitas das quais históricas.
A tarde do primeiro dia completo em Istambul seria passada neste bairro de Beyoglu, que é mais associado às artes e à população mais jovem, funcionando mesmo como uma espécie de Bairro Alto lá da zona. É também neste bairro que se localiza a conhecida Avenida Istiklal, uma das mais conhecidas de Istambul, onde se concentram muitas das lojas de marcas internacionais e que é atravessada por um elétrico semelhante aos de Lisboa. Tal como o Grand Bazar, também esta avenida serve para medir o pulso à cidade e, nos dias em que por lá passámos, o movimento era constante, quase como nos tempos anteriores à pandemia.
Durante o passeio por Beyoglu, onde viríamos também a jantar nessa noite, visitámos ainda a Catedral do Espírito Santo, uma das poucas igrejas católicas que se encontram na cidade, assim como a Torre Galata, uma torre medieval com quase 67 metros de altura que se impõe na paisagem de Istambul e que, nos dias de hoje, funciona como um miradouro privilegiado. Sinal de que o turismo já está a recuperar em Istambul, era igualmente a fila que já se formava para subir à Torre Galata e que praticamente dava a volta ao edifício, mas que, ainda assim, era mais curta do que nas outras vezes em que visitei o monumento.

Palácio Topkapi e Santa Sofia

O segundo dia em Istambul começou com outro clássico, a visita ao Palácio Topkapi, antiga residência dos sultões e onde passámos praticamente toda a manhã, uma vez que este palácio se estende por uma generosa área de 700 mil metros quadrados. Além da dimensão do monumento, a visita ao Palácio Topkapi deve ser realizada às primeiras horas da manhã, uma vez que também as filas para entrar no edifício costumam ser longas e demoradas.
Ao longo da visita, é possível ver as diversas salas que eram usadas pelos sultões, fosse para receber enviados de outros países ou para acomodar o seu harém, sem esquecer o trono que era usado pelos governantes otomanos, assim como algumas exposições especiais, como a de relógios ou das armas dos sultões, passando ainda pelas relíquias sagradas do Islão.
Localizado em Sultanahmet, zona histórica de Istambul, o palácio fica ao lado de Santa Sofia e da Mesquita Azul, sendo necessários apenas alguns minutos de caminhada para visitar os três monumentos. E, após o palácio, foi para a Mesquita Azul que seguimos, numa visita que acabou por ser mais curta que o esperado, já que grande parte do edifício se encontra em reabilitação, incluindo o seu interior, e os deslumbrantes azulejos desta mesquita estavam tapados por andaimes, impedindo a sua contemplação.
O almoço seria a etapa seguinte e, desta vez, o restaurante Omar, em frente à Mesquita Azul, foi o escolhido. Mezzes e os típicos kebabs fizeram, mais uma vez, as delícias dos comensais.
Já a parte da tarde foi dedicada a visitar o antigo hipódromo – datado da época dos bizantinos mas do qual, infelizmente, já pouco resta -, assim como Santa Sofia, a apenas alguns passos de distância e que é um dos edifícios mais emblemáticos de Istambul. Construída como catedral na época dos bizantinos, Santa Sofia funcionou como mesquita durante o período dos otomanos e passou a museu pela mão de Kemal Ataturk, o pai da Turquia moderna, em 1931.

Santa Sofia

Santa Sofia é um edifício imponente, que nenhum turista deixa de visitar. A história, a grandiosidade, a sua cúpula com diâmetro superior a 30 metros e que se eleva a mais de 55 metros do chão, bem como os ricos mosaicos e vitrais, tornam Santa Sofia num local especial. Não posso, no entanto, deixar de realçar que, desde julho do ano passado, Santa Sofia voltou a funcionar como mesquita, por decisão do Presidente Erdogan, o que veio alterar muito daquilo que era a visita enquanto teve o estatuto de museu. Com a mudança, a visita ao primeiro andar do edifício passou a estar vedada, enquanto os mosaicos e vitrais com imagens católicas foram tapados com painéis amovíveis, o que retira muito do interesse histórico à visita.
O regresso de Santa Sofia a mesquita não foi, no entanto, um processo pacifico, uma vez que, segundo Ayse Sezer, “todos os guias turísticos estão contra” e fizeram até uma manifestação em protesto contra a mudança, mas sem grande efeito. Certo é que, nem tudo é mau nesta alteração, pois a entrada tornou-se gratuita e passou a ser possível visitar o edifício até à meia-noite. E visitar este imponente edifício à noite também tem um encanto especial.

Mercado das especiarias e Grand Bazar

Mas quem visita Istambul não pode deixar de passar pelos mercados da cidade, com destaque para o Bazar das Especiarias, também conhecido como Bazar Egípcio, e para o Grand Bazar de Istambul, locais de comércio mas que, pelo seu caráter histórico e arquitetura singulares, são também atrações turísticas, por onde passa a maioria dos turistas que visita a cidade.
Visitámos o primeiro logo no início desta viagem a Istambul e, mais uma vez, não consegui evitar voltar a ficar fascinada com os aromas e as cores que por ali se encontram. O açafrão, as pimentas de quase todas as variedades, a canela, o cravinho, a paprica ou o anis estrelado são algumas das especiarias que se encontram por todo o mercado, que também está localizado na zona histórica, em frente à Ponte Galata, que liga as duas partes europeias da cidade.
Mas o mercado que ninguém quer perder é mesmo o Grand Bazar, um dos maiores e mais antigos mercados do mundo. Construído depois da conquista de Constantinopla pelos otomanos, em 1455, o Grand Bazar de Istambul é um espaço coberto, com 45 mil metros quadrados e 22 portas de entrada, onde trabalham mais de 20 mil pessoas e por onde passam diariamente muitas mais. É uma autêntica cidade dentro da enorme cidade que é Istambul. Aqui, tudo se vende, mas há produtos emblemáticos, como as famosas ‘pashminas’ ou echarpes confecionadas com caxemira, os turkish delights – doces turcos que parecem gomas com frutos secos – ou o típico artesanato local. E, se for às compras, lembre-se que, por aqui, o regateio ainda é tradição, o que leva a que nada se compre sem que sejam necessários alguns minutos para regatear o preço com o vendedor. É assim que se fazem os melhores negócios.
O Grand Bazar de Istambul foi o último ponto desta viagem de familiarização a Istambul, de onde voltei com a certeza que, apesar da pandemia, a maior cidade da Turquia mantém todo o seu encanto e continua pronta a receber os turistas, ainda que, agora, seja necessário levar na bagagem também as máscaras faciais e, claro, o certificado de vacinação.

“Viagem superou todas as expetativas. Não podia ter corrido melhor”

Promovida pela Turkish Airlines e pelo operador turístico Viagens Tempo, esta viagem de familiarização decorreu entre 15 e 19 de novembro, com a participação de sete agentes de viagens da Graçatur, Bestravel Paços de Ferreira, FR Travel, Bonsai Viagens, Bestravel Benfica, Q Viagens Viseu e Inatel Viagens, além de Ana Aguiar, comercial das Viagens Tempo.
No final da viagem, Ricardo Davim, responsável das Viagens Tempo que, tal como Nuno Figueiredo, da Turkish Airlines, acompanhou o grupo, fazia um balanço positivo, considerando que a ação “superou todas as expetativas. Não podia ter corrido melhor”.
Além de dar a conhecer aos agentes de viagens os monumentos e atrações turísticas de Istambul, esta viagem de familiarização pretendeu também mostrar “que o destino está seguro” e que, apesar da COVID-19, o turismo já está de regresso à maior cidade da Turquia.
Para Istambul, as Viagens Tempo contam com vários programas, assim como viagens à medida, e, em 2021, disponibilizaram também um pacote de réveillon com lugares garantidos na Turkish Airlines, à partida de Lisboa e Porto.

Como ir e onde ficar?
Esta viagem teve partida e chegada ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, a partir de onde a Turkish Airlines realiza cinco voos por semana para Istambul, às segundas, terças, quintas, sextas e sábados. Além do Porto, a companhia aérea turca também voa para Istambul à partida de Lisboa, em ambos os casos com destino ao novo aeroporto de Istambul Arnavutköy, que foi inaugurado em 2018 e que é atualmente um dos maiores do mundo.
Para alojamento, Istambul oferece uma vasta gama de unidades de todas as classificações, incluindo de conhecidas cadeias internacionais de hotelaria. No nosso caso, o Yigitalp Hotel, de quatro estrelas superior e localizado na zona histórica, foi a unidade que nos acolheu.
Além de um confortável hotel de quatro estrelas superior, o Yigitalp Hotel oferece uma localização perfeita para quem quiser ficar alojado a uma custa distância das principais atrações da cidade, como a Mesquita Azul, Santa Sofia ou o Grand Bazar de Istambul.

O que levar?
Nesta altura do ano, é imperativo levar na bagagem agasalhos quentes, uma vez que o inverno costuma ser bastante frio em Istambul e são mesmo comuns os dias em que neva. Além disso, o calçado confortável é outro requisito, uma vez que é necessário andar bastante a pé, pois o trânsito caótico de Istambul não permite que as deslocações sejam sempre realizadas em veículos motorizados. Andar a pé ou de transportes públicos costumam ser as melhores opções. Depois, é ainda aconselhado que as senhoras levem um lenço ou echarpe, uma vez que, para entrar nas mesquitas, é necessário cobrir o cabelo.
Devido à COVID-19, é também necessário ter o certificado de vacinação ou apresentar um teste negativo à chegada, bem como fazer o registo na plataforma https://register.health.gov.tr.
Já o visto de entrada na Turquia deixou de ser necessário para os cidadãos portugueses desde março de 2020, bastando apenas ter o Cartão do Cidadão para entrar no país.

*A jornalista viajou a convite da Turkish Airlines e Viagens Tempo.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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