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Oásis Atlântico tem novo site

A Oásis Atlântico – Hotels & Resorts acaba de lançar um novo site com o intuito de dar mais informação sobre as suas unidades hoteleiras e os destinos onde estão inseridas.

Carina Monteiro
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A Oásis Atlântico – Hotels & Resorts acaba de lançar um novo site com “o objectivo de dar mais informação sobre as suas unidades hoteleiras e os destinos onde estão inseridas, bem como partilhar experiências e permitir uma maior interactividade com os visitante”, informa a empresa.

O site www.oasisatlantico.com disponibiliza a lista de hotéis do grupo português em Cabo Verde e no Brasil, assim como informações gerais sobre estes destinos, dicas de locais a visitar e uma agenda cultural dos locais onde estão implantados os Hotéis. Esta é última informação é uma novidade no site.

Na nova secção Experiências Oásis Atlântico, o utilizador pode construir as suas férias com base no tipo de viagem que deseja fazer – Oasis Diving, Oasis Romantic, Oasis Sports & Nature, Oasis History & Tradition, Oasis Relax ou Oasis Night Out e, ainda, escolher o hotel mais indicado para o tipo de férias que pretende ter.

O novo site tem ainda informação sobre Reuniões & Eventos, indicando a capacidade dos espaços de conferências e as diferentes soluções de restauração disponíveis.

O site está disponível em Português, Inglês e Espanhol.

Sobre o autorCarina Monteiro

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Trade britânico pede mais apoios para sobreviver à crise dos preços

A ABTA, a AITO e o The Travel Network Group consideram que a crise gerada pela inflação e aumento dos preços pode ser “a gota de água” para muitas empresas do setor, que ainda estão a viver momentos difíceis devido à COVID-19.

As associações britânicas ligadas ao turismo consideram que o apoio decretado pelas autoridades do Reino Unido para ajudar o setor do turismo a ultrapassar a crise do aumento dos preços é “dececionante”, uma vez que apenas está em vigor durante a época baixa e não é suficiente para cobrir as necessidades das empresas, depois de dois anos de pandemia.

“Os nossos membros estão a entrar na crise dos preços depois de dois dos piores anos da história do setor, com pequenas e médias empresas a estarem particularmente vulneráveis”, afirmou Mark Tanzer, presidente executivo da ABTA – Associação Britânica das Agências de Viagens, citado pela publicação britânica Travel Weekly.

A ABTA é um das associações britânicas do setor do turismo que têm vindo a solicitar às autoridades do Reino Unido um alargamento dos apoios concedidos às empresas para fazer face à crise gerada pela inflação e consequente aumento dos preços, que no Reino Unido consiste na limitação dos preços da energia por um período de seis meses para as empresas.

Além da ABTA, também a AITO – Associação dos Operadores Turísticos Independentes e o The Travel Network Group têm avisado as autoridades britânicas que é necessário aumentar os apoios para que “não se cometam os mesmos erros novamente”, uma vez que a crise da COVID-19 já deixou as empresas do setor numa situação difícil.

As associações turísticas querem, nomeadamente, que este apoio seja prolongado por um maior período de tempo, que não abranja apenas os seis meses correspondentes à época baixa do turismo britânico.

Segundo a Travel Weekly, Mark Tanzer quer também que o governo britânico procure “outras formas” de ajudar as empresas, a exemplo de um prazo mais alargado para o pagamento de taxas e impostos, mas também um acordo com a banca que permita igualmente um período mais dilatado para o pagamento dos créditos contraídos devido à COVID-19.

Na AITO, a opinião é semelhante e, segundo Martyn Sumners, diretor executivo da associação, apesar das medidas já apresmentadas representarem “um passo positivo”, os seis meses de limitação dos preços da energia são “um período muito curto para fornecer ajuda real”.

“Este setor foi o mais atingido na pandemia, de acordo com o Centro de Estatísticas Nacionais, e teve uma retoma difícil devido aos problemas com cancelamentos de voos e falta de funcionários nos aeroportos”, defende Martyn Sumners.

O responsável da AITO lembra que “nem todas as empresas beneficiaram dos subsídios na pandemia”, o que leva a associação a pedir que não se cometam os mesmo erros da época da COVID-19 e que o apoio agora concedido vá além dos seis meses inicialmente previstos.

Já o Travel Network Group considera que a falta de informação sobre os apoios disponíveis, assim como o prazo de seis meses, “são extremamente preocupantes”, uma vez que, alerta o grupo de viagens britânico, esta crise pode ser a “gota de água” para muitas empresas.

“O plano não delineou apoios específicos para as empresas, que têm uma ameaça crescente de ruína financeira durante esta crise”, acrescenta Gary Lewis, responsável executivo do Travel Network Group, considerando que “a ideia de negociar contratos de longo prazo com fornecedores de energia é muito bem-vinda, mas apenas se isso permitir que as contas voltem a níveis razoáveis”.

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Quadrante visita à Turquia

Localização: CAPADÓCIA

Centralmente localizada, em uma região semiárida, num dos mais belos destinos turísticos, a Turquia, tornou-se mundialmente conhecida pelas suas formações rochosas em formato de cone, as mais famosas localizadas no Vale dos Monges, em Goreme, tendo sido baptizadas como “Chaminés das Fadas”, ou “Cidade das Fadas”. Uma das inesquecíveis experiências é a viagem de balão, que nos oferece uma vista divinalmente deslumbrante. Outros pontos de interesse nos são oferecidos:

Casas que remontam á idade do bronze, esculpidas na rocha e mais tarde usadas como lugares seguros, onde se refugiaram as primeiras comunidades cristãs, assim como as famosas cidades subterrâneas, o belíssimo Vale de Ihlara, onde se abrigam várias igrejas, também esculpidas na rocha, embelezadas com frescos sobre a vida de Jesus. São algumas propostas para visitas na Capadócia, a par de uma variadíssima e excelente oferta hoteleira, assim como de restauração.

Castelo Ushisar
Hotel Exdra
Passeio de Balão
Museu ao Ar livre de Goreme

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Transportes

TAAG: “Despedimentos não fazem parte da nossa agenda”, garante ministro angolano dos Transportes

O ministro angolano do Transportes, Ricardo de Abreu, garantiu esta quinta-feira, 15 de setembro, que a TAAG – Linhas Aéreas Angolanas não vai despedir funcionários, apesar do processo de reestruturação em curso na companhia aérea.

O ministro angolano do Transportes, Ricardo de Abreu, garantiu esta quinta-feira, 15 de setembro, que a TAAG – Linhas Aéreas Angolanas não vai despedir funcionários, apesar do processo de reestruturação em curso na companhia aérea.

“É obvio que temos um processo de restruturação em curso, mas, obviamente, que não estamos a contar com despedimentos que não fazem parte da nossa agenda, e é muito importante explicar à população que, mesmo ao longo da pandemia, com os aviões no chão, não houve um único despedimento”, garantiu Ricardo de Abreu, citado pela Lusa.

O ministro angolano dos Transportes foi questionado sobre os possíveis despedimentos na TAAG depois de, a 21 de agosto, os funcionários da TAAG terem realizado uma manifestação que pretendia alertar para alegados atropelos da nova administração da empresa angolana e impedir um processo de despedimento coletivo que, alegavam os trabalhadores da companhia aérea, poderia começar assim que o novo Presidente de Angola tomasse posse.

À questão concreta dos possíveis despedimentos, Ricardo Abreu respondeu que é “normal” que exista esse receio por parte dos trabalhadores da companhia aérea, explicando, no entanto, que o executivo angolano olha para essa questão como sendo um dos “grandes desafios de transformação e reestruturação” da economia e empresas do país.

O governante defendeu ainda que a companhia aérea de bandeira angolana tem de procurar sustentabilidade profissional, técnica e de gestão de custos.

“A TAAG é uma companhia aérea que tem que se garantir sustentável, num negócio altamente exigente, do ponto de vista profissional, técnico e de gestão de custos, para que seja sustentável. Nós não estamos num caminho em que podemos exigir que o Estado permaneça fiel ao subsídio das ineficiências das várias empresas públicas, porque os Estados não têm recursos para sustentar as ineficiências que existem em várias empresas públicas. Todas as empresas vão ter que passar por transformação semelhante”, explicou.

Recorde-se que, na semana passada, a TAAG e o Sindicato Provincial do Pessoal Navegante de Cabine (SINPROPNC) reuniram-se para discutir a atual situação da companhia de bandeira angolana, dias depois de o ministro dos Transportes ter exigido a abertura de conversações.

Mais tarde, a companhia emitiu um comunicado a explicar que o encontro durou cerca de três horas e serviu para “auscultação mútua e exposição de informação relevante sobre a situação atual da TAAG, bem como as preocupações da classe do Pessoal Navegante de Cabine”.

“Foi o que sempre quisemos, que a empresa estivesse aberta a ouvir as legítimas preocupações dos trabalhadores através do órgão que os representa e que acima de tudo, esteja aberta ao diálogo e a negociação”, disse na altura à Lusa o secretário adjunto do SINPROPCN, Délio Gomes.

O comunicado da TAAG adianta que foi estabelecido o compromisso de manter as sessões “para a boa resolução de questões laborais e preocupações relacionadas com o desenvolvimento da companhia”.

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Tecnologia

Newhotel comemora 38 anos

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal, a Newhotel comemora o seu 38.º aniversário este mês de setembro.

A Newhotel, empresa portuguesa de Cloud Computing para Hotelaria que atua no mercado internacional e precursora das Tecnologias da Informação no sector de Turismo em Portugal, vai cumprir este ano de 2022 38 anos de atividade.

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal e filiais no Brasil, Colômbia, Chile, Peru, Panamá, Espanha, Lituânia e Estados Unidos, Pedro Matoso, CEO da Newhotel Software, afirma que “os negócios de turismo estão hoje quase 100% dependentes da internet”, frisando que a Newhotel se destaca por ter sido pioneira e oferecer soluções Cloud preparadas para atender às necessidades e exigências dos Hotéis e Grupos full-service mais sofisticados”.

A empresa instalou, nos últimos três, novos sistemas Cloud, da última geração tecnológica, em mais de 650 hotéis e Grupos em diversos países, salientando “os projetos de transformação digital de hotéis de 5 e 6 estrelas com alguns dos mais importantes grupos mundiais da hotelaria em que estamos a trabalhar”.

Para assinalar este 38.º aniversário, a Newhotel vai realizar na quinta-feira 22 de setembro, nos jardins e terraço da sua sede em Lisboa, um evento especial comemorativo, para o qual foram convidados hoteleiros e embaixadas dos vários países onde a empresa está presente.

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Transportes

Sun Princess é o próximo navio da Princess Cruises e chega em fevereiro de 2024

Novo navio da Princess Cruises está a ser construído no estaleiro Fincantieri e vai ser o maior da frota da companhia de cruzeiros norte-americana, com capacidade para transportar 4.300 passageiros.

A Princess Cruises já revelou os primeiros detalhes sobre o Sun Princess, novo navio da companhia de cruzeiros norte-americana, que está a ser construído no estaleiro Fincantieri e que tem chegada prevista para fevereiro de 2024.

Com 175.500 toneladas, o Sun Princess vai ser o maior navio da frota da companhia de cruzeiros, com capacidade para transportar 4.300 passageiros, e vai contar ainda com características únicas, como “áreas de entretenimento inovadoras, restaurantes de vários andares e acomodações em cabines superiores”, indica a Princess Cruises em comunicado.

O Sun Princess vai seguir, segundo a companhia de cruzeiros, as “linhas suaves e limpas”, assim como a “estética de design inspirada na icônica Sereia do Mar que é tão característica da Princess”, afirmando-se como um navio de inspiração italiana que vai contar com “a icónica Piazza e a nova singularidade “The Dome”, um espaço de entretenimento de vanguarda inspirado nos terraços de Santorini”.

“O Sun Princess também contará com o exclusivo Princess Medallion, que ampliará a posição de liderança da Princess no fornecimento de experiências personalizadas excecionais. A Princess é única na sua capacidade de oferecer a variedade de serviços de cruzeiro incríveis disponíveis para os maiores navios do mundo, ao mesmo tempo em que oferece o serviço personalizado dos menores navios do setor”, acrescenta a companhia.

Depois da inauguração, o Sun Princess vai passar a temporada inaugural no Mediterrâneo e, posteriormente, segue para as Caraíbas Ocidentais e Orientais, realizando cruzeiros desde Port Everglades, na Flórida, EUA, durante o outono de 2024.

As vendas para os primeiros cruzeiros da temporada inaugural do Sun Princess arrancaram esta sexta-feira, 16 de setembro, e os preços começam nos 2.070 euros, incluindo taxas, para um cruzeiro de 10 noites no Mediterrâneo.

“O Sun Princess nasce numa nova plataforma de navio sob medida, projetada para simultaneamente abraçar a herança Princess enquanto avança corajosamente para o futuro com linhas elegantes, limpas e icónicas exclusivas da nossa marca”, afirma John Padgett, presidente da Princess Cruises.

O responsável destaca que, neste navio, a “cúpula inédita no deck superior e a Piazza de vidro suspensa no centro do Sun Princess oferecem designs inovadores com amplas vistas do oceano que oferecem oportunidades incríveis de conexão com o mar”.

O Sun Princess vai contar também com 29 opções de restaurantes e bares, enquanto a Piazza se estende por três pisos, contando com uma tela LED no centro, assim como com a cafeteria Coffee Currents adjacente átrio da Piazza e com vários outros clássicos, como o Crooners Bar, o Bellini’s Cocktail Bar e o Alfredo’s Pizzeria.

Já o ‘The Dome’, que é inspirado nos terraços de Santorini, é “um deck de vários níveis e a primeira cúpula de vidro a ser construída num navio de cruzeiro”, que vai ter uma piscina interior/exterior e uma fonte de água única durante o dia, enquanto à noite a piscina é transformada num palco, passando  ‘The Dome’ a funcionar como espaço de entretenimento noturno ao estilo do ambiente de South Beach.

O navio conta ainda com 2.157 cabines, incluindo 50 suites e 100 cabines conjugadas, que se distribuem por 21 decks, com destaque para a Signature Collection, uma nova zona de suites premium, que incluem acesso ao Signature Restaurant, Signature Lounge e Signature Sun Deck, uma área privativa do The Sanctuary.

O Sun Princess é também um navio mais amigo do ambiente e que conta com diversas inovações, sendo um dos 11 novos navios da frota corporativa da Princess Cruises movidos a tecnologia de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Este será o terceiro navio a apresentar o nome de Sun Princess, com a companhia a explicar que, em 1974 e em 1995, também lançou navios com o mesmo nome, que deixaram de operar em 1988 e em 2020, respetivamente.

A Princess Cruises conta revelar mais detalhes sobre o novo navio em breve e indica que já encomendou um segundo navio da classe Sphere à Fincantieri, cuja entrega está prevista para a primavera de 2025.

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Les Roches promove mais uma edição da SUTUS

A SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit vai voltar a decorrer na Les Roches Marbella, em Espanha, entre os dias 28 e 30 de setembro, voltando a debater o turismo espacial e subaquático.

A Les Roches Marbella vai voltar a promover, entre 28 e  30 de setembro, mais uma edição da SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit, iniciativa que vai na terceira edição e que vai debater a criação do primeiro hotel espacial e de cidades no espaço.

Nesta edição, a SUTUS vai contar com a participação de mais de 30 empresas, que vão apresentar nesta cimeira os seus projetos de turismo espacial e subaquático, segmentos turísticos considerados de luxo, que já vale entre 130 mil milhões e 170 mil milhões de euros anuais, e corresponde a 22% das receitas totais do setor, segundo a consultora Bain & Company.

Entre as empresas que vão marcar presença na SUTUS 2022, está já confirmada a participação da Orbital Assembly, que vai criar o primeiro hotel com alojamento para turistas no espaço, previsto para 2027; da Space VIP, que se dedica à “alfabetização” espacial e a inspirar a próxima geração de astronautas privados; da Axiom Space, que pretende criar cidades no espaço; e da Space Tourism Society, que monitoriza o crescente leque de experiências espaciais.

Além destas empresas, a SUTUS 2022 vai também contar com a participação de vários especialistas e oradores de renome internacional, a exemplo de Nancy Vermeulen, formadora de astronautas da Academia de Treino Espacial, e Susan Kilrain, astronauta reformada, que vai falar sobre a sua experiência para além do planeta Terra.

Além do espaço, em destaque vai estar ainda o turismo subaquático, que será representado por Fabien Cousteau, que vai apresentar a sua Estação Internacional do Oceano, que se pretende que esteja operacional a partir de 2026, assim como por Aaron Olivera, fundador e CEO da Earth 300, projeto ambiental e científico global materializado num iate futurista cujo principal objetivo é combater as alterações climáticas, e ainda por Scott Waters, presidente do Submarino Pisces VI, que falará sobre o turismo de mergulho nas Ilhas Canárias.

A SUTUS 2022 vai ainda debater a criação da Agência Espacial Espanhola (AEE), contando com a participação de Álvaro Giménez Cañete, Delegado Especial da Agência Espacial Espanhola, que vai apresentar o plano de ação para a criação desta nova organização, cuja sede está a ser disputada por Sevilha, Três Cantos (Madrid), Teruel, León, Puertollano (Ciudad Real) e Ilhas Canárias.

Espanha vai estar ainda representada nesta iniciativa por Carlota Pérez Reverte, arqueóloga subaquática, assim como por Carmen García-Roger e Jorge Pla-García, ambos aspirantes a astronautas da ESA, estando ainda prevista a participação de empresas espanholas de referência mundial, como o Green Moon Project, que aposta na agricultura espacial como um bem para toda a humanidade, ou a Zero 2 Infinity, empresa que desenvolve balões de alta altitude para ter acesso ao espaço próximo e à órbita terrestre baixa usando uma cápsula e um lançador transportado por balões.

“Estamos muito contentes porque conseguimos que este congresso, o mais importante do mundo na discussão sobre o turismo das duas últimas fronteiras – sobre a cabeça e debaixo dos pés- contasse com as melhores agências e representantes dos projetos mais apaixonantes e excitantes do mundo”, afirma Carlos Díez de la Lastra, CEO de Les Roches.

A SUTUS 2022 vai ser transmitida via streaming e as inscrições para assistir ao evento já se encontram a decorrer. Todas as informações sobre a iniciativa estão disponíveis aqui.

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MSC Bellissima

Transportes

MSC Cruzeiros prolonga campanha de verão do MSC Bellissima até outubro

O MSC Bellissima está a realizar cruzeiros de sete noites no Mediterrâneo, com partidas de Valência ou Barcelona/Tarragona, e escalas nos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles.

A MSC Cruzeiros prolongou até outubro a campanha de verão 2022 do MSC Bellissima, navio que está a realizar um itinerário de sete noites pelo Mediterrâneo, com partidas e chegadas a Valência ou a Barcelona/Tarragona, e escalas nos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles.

De acordo com a companhia de cruzeiros, estão disponíveis pacotes que, além do cruzeiro, incluem também voos, transferes, bebidas e taxas portuárias, e que são válidos para embarques e desembarques em Valência.

O MSC Bellissima é um navio que foi inaugurado em 2019 e conta com capacidade para cerca de 4.500 passageiros, disponibilizando uma vasta oferta de entretenimento, que inclui quatro piscinas, um parque aquático com escorrega principal, MSC Formula Racer em tamanho real, um labirinto VR imersivo, cinema interativo XD, videojogos arcade e bowling.

O navio conta ainda com várias opções de restauração e bares, kids clubs em colaboração com a Chicco e com a LEGO, além de espetáculos noturnos exclusivos no Carousel Protection at Sea, que incluem SWEET e MYÜT, com música ao vivo com acrobatas e dançarinos.

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Lufthansa volta a ser totalmente privada

A Lufthansa voltou para mãos privadas depois da vendas dos últimos 6,2% detidos pelo Fundo de Estabilização Económica. No final de todo o processo, o Estado alemão obteve um lucro de 760 milhões de euros.

A Deutsche Lufthansa AG voltou para mãos privadas depois de o Estado alemão ter vendido o restante capital que detinha a diversos investidores estrangeiros.

Em comunicado, o Fundo de Estabilização Económica (WSF, sigla em alemão), que detinha ainda 6,2% da companhia (74,4 milhões de ações), refere que “saiu por completo” do capital da Lufthansa, num processo que estava previsto estar terminado em outubro de 2023. Recorde-se que o WSF tinha adquirido 20% das ações da companhia aérea por 306 milhões de euros, no verão de 2020, como parte do pacote de resgate estatal no valor de 5.800 milhões de euros.

Com a venda o Estado alemão arrecadou 1.070 milhões de euros, traduzindo num ganho líquido de 760 milhões de euros, valor muito próximo das estimativas iniciais.

Carsten Spohr, chairman da Administração Executiva e CEO da Deutsche Lufthansa AG, refere que “a estabilização da Lufthansa foi bem sucedida”, frisando que “também está a dar resultados financeiros para o Governo alemão e, portanto, para o contribuinte”.

“A Lufthansa está mais uma vez totalmente em mãos privadas”, concluindo que a companhia irá trabalhar para “para fortalecer a posição entre os principais grupos de companhias aéreas do mundo”.

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Turistas americanos destronam brasileiros do 3.º lugar no Norte de Portugal

Com Espanha e França a liderar, o mercado norte-americano surge, agora, em terceiro lugar na região do Norte de Portugal. Efeitos da maior conectividade aérea da United Airlines contra menos voos da TAP para o Brasil.

O mercado norte-americano subiu para terceiro na região Norte de Portugal, destronando o mercado brasileiro, por causa da aposta da conectividade aérea da companhia United Airlines, explicou o presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

“O mercado norte-americano conseguiu atingir uma posição nunca alcançada no Porto e Norte. É o terceiro mercado da região. Trocou com o Brasil”, avançou à agência Lusa Luís Pedro Martins.

Num balanço ao verão turístico na região Norte de Portugal, o presidente da TPNP referiu que em primeiro lugar está o mercado espanhol, em segundo o francês, e em terceiro lugar está agora o mercado norte-americano, remetendo o brasileiro para quinto lugar, com o mercado alemão em quarto.

A justificação para a alteração no ‘ranking’ dos mercados turísticos na região do Porto e Norte relaciona-se com a conectividade aérea através da United Airlines, a terceira maior linha aérea dos EUA e do mundo, considerou Luís Pedro Martins.

“Tudo aquilo que temos de esforço da United Airlines para trazer estes turistas para o Porto e Norte não temos tido por parte de quem nos servia o Brasil, e aqui a questão da TAP [companhia aérea de bandeira portuguesa], é de facto muito notória nessa descida no mercado brasileiro”.

O mercado brasileiro não se desinteressou pela região, mas a falta de conectividade aérea provocou a quebra da chegada de turistas brasileiros, acrescenta.

“Não por falta de procura, mas sim por falta de conectividade. (…) Temos agora menos voos do que os que tínhamos no mercado brasileiro, estamos em perda”.

Luís Pedro Martins destacou também a subida do mercado do Reino Unido, fruto do “bom comportamento” da British Airways na região Norte, referindo que a companhia aérea britânica teve uma operação “como nunca tinha tido e ela refletiu-se logo nos números da região”.

Contudo, nem tudo está a correr bem e o presidente da TPNP realçou “alguns perigos”. Temos a questão da guerra, por todas as razões, mas também porque nos prejudica diretamente alguns mercados. O mercado polaco, o da república Checa, o alemão, porque está próximo do conflito e é um mercado muito importante para o Porto e Norte”, declarou.

Outro problema com que a região se está a deparar é a falta de recursos humanos qualificados, um problema que vem do passado, mas que se agravou com a pandemia e a crise no setor do turismo, levando à fuga de pessoas qualificadas, explicou Luís Pedro Martins.

“Em 2019 o turismo era um setor sexy, mas com a pandemia muitos trabalhadores saíram. Convêm captar recursos com formação”, alertou, reconhecendo que as repercussões de um baixo grau de satisfação junto dos turistas são sentidas no ano seguinte.

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Nova Edição: O verão no Algarve, Minas Gerais, ProColombia, OMT e Surf

A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o verão no Algarve. Além disso, pode contar, igualmente, com uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira, a estratégia da ProColombia, os desafios da OMT e um especial dedicado ao surf.

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A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o Algarve. Com o verão a fechar portas, o Publituris foi perceber como correu este período tão importante para o turismo em Portugal e, especialmente, para a região do Algarve. As expectativas eram altas e ao que nos confirmaram pode mesmo falar-se de um “regresso ao passado”.

Além de ouvir os agentes do setor da hotelaria no Algarve, entrevistámos, igualmente, João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, e Helder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Nesta edição trazemos, igualmente, uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira faz uma radiografia dos atrativos culturais e patrimoniais que ligam Portugal ao Estado brasileiro, salientando que “Minas Gerais não é só um destino para visitar, como também é um destino seguro para o investimento estrangeiro”.

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Inovação, educação, investimento e sustentabilidade são os grandes desafios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para o futuro. Natalia Bayona, diretora de Inovação da OMT, destaca o papel das soluções digitais, referindo que a realidade aumentada ou a realidade virtual devem ser colocadas ao serviço do turismo.

Recordamos, igualmente, os nomeados para os Publituris Portugal Travel Awards 2022. São 104 nomeados em 15 categorias que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está decorre até dia 7 de outubro.

No “Especial” apanhámos a onda do surf. Uma década depois do mundo ter descoberto as ondas grandes da Nazaré, o surf tornou-se num importante produto turístico que veio tornar mais ‘cool’ a imagem turística de Portugal e contribuir para diminuir a sazonalidade. Tal como no futebol há um antes e depois de Cristiano Ronaldo, também no turismo muita coisa mudou com o surf, que se tornou num verdadeiro ponta-de-lança capaz de promover o destino como nenhum outro além-fronteiras.

Além do Pulse Report do mês de agosto, numa parceria com a GuestCentric, as opiniões pertencem a Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP; Pablo Rueda, Sales & Partnerships Director da Selligent Iberia; Manuel Carvalho e Sousa, docente do ISAG; António Paquete, economista e consultor de empresas; e Eunice Duarte, professora no ISG.

Boas leituras!

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