APAVT promove estudo para analisar peso das agências de viagens na economia

Por a 18 de Março de 2017 as 15:52

Conhecer melhor o sector das agências de viagens é o principal mote do estudo que vai ser desenvolvido este ano pela consultora Augusto Mateus & Associados e que resulta de um acordo assinado com a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT), esta sexta-feira, na BTL.

Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, indica que o estudo tem dois objectivos do ponto de vista da política da associação: “Conhecer melhor o sector no seu detalhe o que permite tirar alguma mensagem para as associadas relativamente a algum caminho estratégico que devamos seguir”, mas também “tentar iluminar um bocado o caminho da própria APAVT, isto é, através de um conhecimento mais detalhado do sector, conseguirmos, nós próprios perceber como é que podemos ajudar os nossos associados e como podemos melhor representar o sector”.

O estudo e as respectivas conclusões, que vão ser apresentadas no Congresso da APAVT, que vai decorrer em Novembro, em Macau, pretende ainda através de uma análise científica, revelar “o peso do sector na cadeia de distribuição, na economia do Turismo e na economia nacional”.

Segundo Sandra Primitivo, partner da Augusto Mateus & Associados, a primeira etapa do estudo passa por “fazer uma delimitação do sector”, mas também “ver a forma como evoluiu este sector ao longo do tempo, nomeadamente, após a crise económica e financeira”. “A ideia também é ver qual foi a evolução, qual é o peso do sector nas viagens e Turismo, depois ver qual é o valor do sector em termos directos e indirectos induzidos, ou seja, não só estes operadores, mas os efeitos de arrastamento que provocam a montante em outros operadores e a jusante na economia do país”, esclarece.

Do ponto de vista qualitativo, a responsável indica que será ainda analisada “a forma como o sector se posicionou ao longo da cadeia de valor das viagens e Turismo, como é que se posicionou e como respondeu face às tendências patrocinadas pelas tecnologias de informação e comunicação, a globalização… a forma como o sector reagiu e se adaptou”.

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