Miguel Velez | Um olhar para 2017

Por a 28 de Dezembro de 2016 as 11:18
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O Publituris vai publicar, até ao final do ano, as opiniões de diversos players do sector sobre o ano que agora finda e as perspectivas para 2017.

O que foi para si o melhor e o pior de 2016 no que diz respeito ao Turismo?
O ano de 2016 foi muito desafiante para o sector do turismo, numa adaptação constante às exigências que o mercado impõe. Pessoalmente, destaco o crescimento exponencial do cluster dos hotéis boutique, razão pela qual criámos o projecto Unlock Boutique Hotels, uma management company que em 6 meses conta com 5 hotéis membro e a gestão integral de 4 unidades. Acrescento ainda o lançamento da RateGain, que nestes meses passou a ter mais 17 hotéis em Portugal a trabalhar nas suas plataformas.

Quais são as suas perspectivas para 2017? Será um ano melhor ou pior que 2016?
O ano de 2017 será um ano de consolidação para os projectos, que, tal como a Unlock, apareceram para dar resposta às necessidades de mercado e que procuram agora o seu período estável de crescimento. Na Unlock Boutique Hotels temos o desafio constante de continuar a crescer, quer no modelo de gestão integral, quer no modelo de soft services brand partner, em que os hotéis boutique se podem associar à Unlock mantendo a gestão própria mas usufruindo de todas as vantagens da rede Unlock. Vamos abrir a unidade de Évora, provavelmente o hotel mais central, e assumir a gestão de outras unidades já em estudo. Estamos preparados para um ano de forte trabalho e bons desafios.

Na sua opinião, quais são os temas/momentos que marcarão o próximo ano no que diz respeito ao Turismo?
Creio que todos os que trabalham no sector têm grandes expectativas – que continue a evoluir e a crescer. Na minha opinião, o importante é manter a humildade e o esforço de continuar sempre a promover o país e as nossas ofertas, garantindo um serviço de qualidade. Penso que se manterá a tendência para os hotéis se unirem junto de causas que lhes sejam próximas de forma a tornarem-se mais fortes, captarem mais receita e reduzirem os seus custos devido à escala de Grupo. Na componente da gestão de pessoas e talentos, o setor irá a continuar a evoluir fortemente e todos temos um papel crítico, quer seja na formação e nos desafios criados, quer seja em temas mais formais, como a legislação adequadas às necessidades.

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