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“Não me preocupava nada não ter tido cargos no Turismo”

Leia o Conversas à Mesa, publicado na edição de 27 de Junho de 2014 com João Cotrim de Figueiredo, que anunciou a sua saída do cargo de presidente do Turismo de Portugal

Carina Monteiro
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“Não me preocupava nada não ter tido cargos no Turismo”

Leia o Conversas à Mesa, publicado na edição de 27 de Junho de 2014 com João Cotrim de Figueiredo, que anunciou a sua saída do cargo de presidente do Turismo de Portugal

Carina Monteiro
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Leia o Conversas à Mesa, publicado na edição de 27 de Junho de 2014 com João Cotrim de Figueiredo, que anunciou a sua saída do  cargo de  presidente do Turismo de Portugal

João Cotrim Figueiredo é um gestor de topo e chegou a presidente do Turismo de Portugal há oito meses, com um currículo invejável nas áreas de Corporate Finance e de Gestão de empresas. É avesso a entrevistas pessoais e não se conhecem entrevistas sobre o seu percurso profissional e pessoal. Mas nem por isso deixou de responder a todas as perguntas que lhe fiz. A conversa fluiu durante hora e meia sobre um percurso profissional recheado de desafios.
João Cotrim de Figueiredo nasceu em Lisboa, a 24 de Junho de 1961. Mas, como o pai nasceu no Rio de Janeiro, tem dupla-nacionalidade e é luso-brasileiro. É o segundo de três filhos e o único rapaz. Tanto ele como as irmãs estudaram na Escola Alemã de Lisboa.
Na primária tinham aulas em alemão, de manhã, e à tarde em português. Notou bastante cedo, porque tinha primos e amigos que estudavam noutras escolas, que na Escola Alemã, havia “uma combinação mais equilibrada entre a parte educativa, desportiva e cultural”. Praticou várias modalidades, como futebol, voleibol e râguebi. A partir do sexto ano teve uma educação idêntica à que havia na Alemanha, com mais três disciplinas: Português; História e Geografia de Portugal; e Físico-química. “Somente estas disciplinas eram em português”, lembra. João Cotrim de Figueiredo admite que nunca estudou muito. “Quando gostava da disciplina, aprendia naturalmente, porque estava atento nas aulas”. Gostava de História, Geografia e Matemática. Embora tenha tido dificuldades com o próprio alemão, não havia nada em que fosse mau.
Em casa, teve uma educação liberal. A mãe era dirigente da função pública no Porto de Lisboa, e o pai, um liberal, gestor e, mais tarde, empresário, incentivava-o intelectualmente, enquanto a mãe ficava encarregue dos afectos.
Já em criança, João Cotrim de Figueiredo recorda-se “de achar graça a gerir empresas”, por influência das conversas dos pais com amigos. A Escola Alemã era das poucas, na altura, que tinha 12 anos de escolaridade. “[…] No final do 12o. ano, havia um exame igual ao que se fazia na Alemanha. Na prática saí com um certificado europeu, em 1979, bem antes da entrada na União Europeia”.
João Cotrim de Figueiredo não entrou logo para a universidade. O pai sempre o incentivou a trabalhar nas férias para ganhar experiência. Fez coisas tão diferentes como trabalhar num Centro Comercial, na Av. de Roma, propriedade da Seguradora Império. Trabalhou em várias lojas, desde livrarias a uma loja de pronto-a-vestir. Recorda-se da senhora que lhe perguntou onde estavam as camisolas de mousse. Ele, que não fazia ideia do que seriam camisolas de mousse, respondeu: “Mousse é tudo isto”, apontando para tudo. Escusado será dizer que a senhora não gostou da resposta. Trabalhou, também, a vender cabides porta-a-porta. O avô tinha uma negócio ligado às madeiras e que também fazia cabides. Foi vender cabides porta-a-porta, aos 15 anos, para a Av. Almirante Reis. Numa dessas vezes, chegado à Praça da Figueira ao Braz&Braz, concluiu, sem grande esforço, uma encomenda. Na altura, de milhares de contos. “Fiquei nas nuvens, mas semanas mais tarde, soube que o negócio já estava encaminhado. Fiquei furioso com o meu pai”, conta.
Desse tempo a vender cabides recorda as lições que retirou. “Ainda acho que a arte da venda é central, não só às actividades económicas, mas, em boa parte, à forma como gerimos a nossa vida. A venda não é mais que um processo de convencimento de levar outros a aderir a uma ideia que é nossa. Percebi que tinha de ter a capacidade de me colocar no lugar dos outros e perceber qual o argumento que era importante para cada uma das pessoas”. Dessas várias experiências, surgiu-lhe o gosto pelas actividades comerciais e pela actividade económica em geral. “Quando saí da Escola não tive grandes dúvidas que ia fazer Economia. Uma das coisas que o meu pai me mandou fazer então foi sair novamente do país – , já tinha estado no estrangeiro a trabalhar, em Hamburgo, aos 16 anos”.
Foi trabalhar para Londres no dia em que fez 18 anos. Gostou tanto da cidade que voltar não lhe parecia uma opção. Resolveu informar-se sobre como estudar em Inglaterra. Recebeu uma boa e má notícia. O diploma alemão abria as portas, mas João Cotrim de Figueiredo era estrangeiro e as propinas eram “uma fortuna”. Plano? “Precisava de trabalhar ao mesmo tempo que estudava”. Já estava a trabalhar numa empresa grega de navegação, onde o pai tinha contactos. Fazia gestão da frota, por telex, para o resto do mundo. Em Inglaterra, as primeiras escolhas foram Cambribge e Oxford, mas aí não era fácil arranjar um emprego. Acabou por seguir a terceira escolha que, vista agora, devia ter sido a primeira, diz. London School of Economics and Political Science. “O reitor na altura era Ralf Gustav Dahrendorf, um alemão discípulo do filósofo Karl Popper, grande pensador do liberalismo moderno, cujas obras eu já tinha começado a ler”, recorda. Na universidade disse que queria candidatar-se a uma bolsa,ao que a resposta foi: “Mostra que tens notas”. Ao fim do primeiro semestre já tinha uma bolsa de estudo. Foi largando o part-time e dedicou-se somente às actividades da escola, como o trabalho na biblioteca.
Entre a decisão de estudar em Londres e ser admitido demorou um ano. Nesse ano, voltou a Portugal onde continuou a trabalhar e a estudar. Foi para o Técnico estudar Engenharia, à noite.
Regressou a Londres onde esteve mais quatro anos. “A vivência em Londres foi extraordinária”, lembra. Começou por viver numa casa, propriedade de uma antiga ex-actriz e agente de actores, o que levou a que maior parte dos co-hóspedes fossem artistas; depois numa residência onde “também havia artistas, de outro tipo”, brinca; e, por último, num apartamento com um colega grego.

Regresso a Portugal
No final dos estudos em Londres, João Cotrim de Figueiredo queria regressar a Portugal, mas continuava sem um diploma português. “Para todos os efeitos sou um estrangeiro”, pensou.  Tinha aberto o MBA da Universidade Nova há pouco tempo e João Cotrim de Figueiredo concorreu. “Entrei sem qualquer experiência. Quando fiz o GMAT, tive uma nota alta, não sei se foi por isso que me admitiram”, afirma.
Concluiu o MBA, mas ainda faltava o serviço militar. Quando tentou resolver a situação, em 1985, estava dado como refractário.Justificou a ausência e fez a tropa. Antes apareceram propostas de emprego e uma delas agradou-lhe particularmente. Era a sociedade financeira MDM, cujas iniciais correspondiam a Mello, Deutsche Bank e Morgan Garanty Trust. Gostou das pessoas, mas não só.
Agradava-lhe o facto de se tratar do sector financeiro corporate e a ligação ao Grupo Mello, à americana de John P Morgan, e para o Deutche Bank, tinha a vantagem de falar alemão. Mas faltava-lhe ir à tropa. Garantiu à MDM que conseguiria começar a trabalhar em quatro meses. Fez a recruta e foi à Junta Médica e disseram-lhe: “O senhor está inapto”. João Cotrim de Figueiredo não poderia ter ficado mais contente com esta informação.
Começou a trabalhar na MDM, em 1985. “Encontrei um dream team. Além dos directores, como o José Matoso e o Jaime Almeida, –  até hoje é uma das minhas inspirações, pela qualidade humana e profissional, – na equipa tinha a Alexandra Fonseca, Clara Bragança, o Rui Horta e Costa, o Artur Silva Fernandes, o António Vasconcelos, António Bernardo, João Brião Sanches, Joaquim Barata Correia. Era uma fornada de gente a fazer aquilo que na altura não havia: o mercado de capitais”, recorda. Nos finais de 1987, os três accionistas acharam que o projecto precisava de maior unidade, e o Deutsche Bank comprou a totalidade do capital. “O processo foi complicado para muitas das pessoas, porque foram ‘namoradas’ por qualquer um dos accionistas. Ao mesmo tempo surgiu um convite do Citibank, que estava a criar de raiz o seu departamento de mercado de capitais e corporate finance”. Aceitou. “Criaram-se de raiz uma serie de coisas, como um departamento de corporate finance, que na própria estrutura do banco não se conhecia. Recebíamos emails, a questionar o que estávamos a fazer. Íamos às conferências internacionais explicar o que estávamos a fazer. Aqui podiam fazer-se coisas que não se podiam na América. A verdade é que eram operações rentáveis para as empresas e para o banco”, lembra. Entretanto, o Citibank abriu um concurso interno para atribuição de uma bolsa a quem quisesse candidatar-se a obtenção de uma licença de corretagem, com o compromisso que essa licença de corretor oficial era posta ao serviço do banco para criar uma sociedade de corretagem. João Cotrim de Figueiredo passou o exame, mas o Citibank já não quis avançar. “Tinha o diploma de corretor oficial e pus-me em campo para saber como podia capitalizar isso, mas curiosamente nunca quis ser corretor. Apareceram duas coisas: o interesse do Finibanco e do Grupo Mello em voltar a lançar uma sociedade financeira de raiz. O Finibanco valorizava a parte de corretagem e o Mello valorizava a minha experiência de corporate finance. Decidi vender a licença a um e abraçar o projecto Incofina do Grupo Jorge Mello, onde a lógica era fazer o desenvolvimento industrial com componente financeira”.  Mais tarde, o grupo BCP compra a Incofina. “Na altura, o Manuel Alfredo de Mello, por quem tenho grande estima, disse-me para ficar com o BCP, ou para ir trabalhar com eles na Nutrinveste”, recorda. “Sempre achei que a parte que me interessava nas empresas era fazer acontecer coisas, do lado financeiro, viabilizá-las. A questão agora era passar para o outro lado. Era estratégia pura industrial, 34 empresas de todo o tipo, em todas as situações. Arrumar aquilo era fascinante, mas não era uma opção fácil. Senti que já estava a demasiado tempo a fazer uma coisa que era um bocadinho frustrante, ou seja planear as operações e depois alguém as fazia. Senti que me fazia falta por as mãos na massa. Desde 1992 até agora nunca mais estive do lado financeiro das operações.  Recentemente, já depois de entrar no Turismo, senti que era uma área em que me sinto muito à vontade, tendo que estruturar as componentes de investimento, inserção de fundos comunitários”.
Porquê esta multiplicidade de experiências? “Não é que me canse das coisas, tenho necessidade de acrescentar mais ao currículo. Tenho um currículo tão multifacetado em coisas grandes, pequenas, a ganhar dinheiro, a perder, no sector financeiro, nos serviços, na indústria, com portugueses, com estrangeiros, em dificuldades, com desafogo”, refere.

TVI e Turismo de Portugal
Depois de uma experiência de seis meses na Privado Holding, em 2009, segue-se a TVI, em 2010. “Um dia recebo uma chamada do Fernando Neves de Almeida, tenho aqui uma coisa gira, que é mesmo a tua cara: “Queres substituir o Moniz? Não conhecendo a maneira como aquilo estava organizado, achei que era para fazer a parte de programação e disse que não. Depois percebi e voltei a encontrar o meu primeiro chefe, o Jaime Almeida, tendo sido esse um dos argumentos para achar que era uma boa ideia”, conta. “Orgulho-me muito do que fiz. Encontrei a TVI órfã do Moniz, fiz muitos amigos, num mundo diferente dos outros. Em muitos sentidos, este é mais glamoroso, mas não é isso que o faz diferente, tem muitos egos, mas não acho, que também seja isso que o distingue, a academia, por exemplo, também tem muitos egos. A TV é muito epidérmica, tudo se passa a nível dos sentimentos, exigiu uma gestão mais próxima”. A saída coincidiu com a crise grande no accionista espanhol Prisa, que incluiu a alteração da gestão de topo na Media Capital. “Tínhamos uma visão diferente na forma de gerir pessoas. Saio na sequência de questões que têm a ver com o respeito pela cultura, DNA do projecto”.
João Cotrim de Figueiredo não tem pruridos em falar da sua vinda para o Turismo. “Fui desafiado. Tenho uma relação de amizade com António Pires de Lima, que já era anterior a ter trabalhado com ele na Nutrinveste. Sempre mantivemos contactos sobre coisas do dia-a-dia. Falamos de negócios, política, números. Num dos contactos, antes de tomar posse como ministro, comento que tinha uma colaboração com a Confederação de Turismo Português na preparação das reuniões do Conselho Económico e Social. Ele disse-me: “Tu é que eras bom para por à frente do Turismo de Portugal, porque aquilo precisa de uma visão de negócios”. Eu disse-lhe: Tem graça, que o Francisco Calheiros já me tinha dito o mesmo. Passado uma ou duas semanas de tomar posse, liga-me. Digo-lhe já sei o que me vais dizer: A resposta é sim. Ele diz-me: “Não sei é se sabes que tens de passar pelo CreSap”, continua. Respondo: “Ah sim já ouvi falar, está bem, se tem de ser”. Assim foi. João Cotrim de Figueiredo foi escolhido para presidente do Turismo de Portugal, e exigiu à tutela a presença nas entrevistas para a restante equipa. Tinha algumas dúvidas quanto ao cargo, mas também certezas. As dúvidas? “Não saber como é que se gerem as pessoas sem instrumentos: não se pode aumentar, não se pode promover, não se pode contratar, não se pode despedir”, refere. Quanto às seguranças, não ficou receoso por não ter experiência no Turismo. “Não me preocupava nada não ter tido cargos no Turismo. Sei como funciona, alguém que chegue de fora tem de provar. Digo exactamente o que penso. Por vezes, não se criam amigos, mas cria-se algum respeito”.

Família e hobbies
João Cotrim de Figueiredo tem quatro filhos, dois rapazes e duas raparigas, com idades entre os 12 e os 25 anos. Partilha com os filhos os hobbies relacionados com o desporto, como o ténis e o ski. Além do desporto, tem imensos interesses, “o que é um drama para quem tem pouco tempo livre e agora especialmente”. Começando pelo desporto, mantém uma actividade física regular, corre três vezes por semana, pratica ténis e diz que há-de voltar ao golfe. Para o espírito gosta de ler, ficção e não ficção, de ouvir música, tocar guitarra, mal, e se o som for bom, consegue ouvir qualquer coisa. Gosta de viajar. Faz a maior parte das férias em Portugal. Gosta muito do Alentejo, onde tem um Monte. Gosta de cozinhar, cozinha para amigos e já fez viagens gastronómicas. Também gosta de fotografia. Enquanto profissional, tem uma obsessão por resultados e objectivos. “Não é uma coisa necessariamente boa, porque nem tudo se resume a números”. Deixa amigos nas equipas por onde passa. Mas, avisa, tem mau feitio, não gosta de falta de pontualidade e faltas de educação, intrigas, nem da falta de coragem típica de quem faz coisas pelas costas. O que mudou com a idade? “Os filtros. Tenho mais paciência e sei ver três passos à frente”, conclui.

Sobre o autorCarina Monteiro

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Jet2.com abre nova base no aeroporto britânico de Bournemouth e anuncia voos para a Madeira e Faro

No caso da Madeira, a Jet2.com vai operar um voo por semana, às quintas-feiras, enquanto para Faro estão previstas até duas ligações aéreas por semana, às segundas e sextas-feiras, desde a nova base de Bournemouth, que abre no verão de 2025.

A Jet2.com anunciou a abertura de uma nova base no aeroporto britânico de Bournemouth, a 12ª da companhia aérea em território do Reino Unido, que vai contar com novas rotas da transportadora para a Madeira e Faro no verão de 2025, de acordo com a Travel Weekly.

Os bilhetes para as rotas que a Jet2 vai operar a partir de Bournemouth foram esta terça-feira, 26 de março, colocados à venda e, além da Madeira e Faro, incluem mais 14 destinos na Europa, Ilhas Canárias e Mediterrâneo.

A Jet2.com vai operar 27 voos por semana desde Bournemoubth, com destaque para a Madeira e para Fuerteventura, nas Canárias, que são as duas rotas exclusivas que a Jet2 vai operar à partida da sua nova base.

No caso da Madeira, a Jet2.com vai operar um voo por semana, às quintas-feiras, enquanto para Faro estão previstas até duas ligações aéreas por semana, às segundas e sextas-feiras.

A companhia aérea vai basear dois aviões em Bournemouth, localidade no sul de Inglaterra onde há muito a indústria turística vinha a reclamar a existência de um maior número de voos e cuja nova base da Jet2 começa a operar a 1 de abril, na rota de Tenerife.

“Sabemos que os clientes e agentes de viagens independentes nos pedem há muito tempo para fazermos essa mudança e, por isso, estamos absolutamente encantados por anunciar hoje que o aeroporto de Bournemouth se tornará no nosso 12º aeroporto base no Reino Unido”, afirmou Steve Heapy, chief executive da Jet2.

A Travel Weekly recorda que a notícia da abertura da nova base em Bournemouth chega quando faltam poucos dias para a transportadora aérea iniciar operações na nova base de Liverpool, que também conta com voos para Portugal, uma vez que a Jet2 também vai passar a ligar o Aeroporto John Lennon à Madeira e a Faro.

Os voos na nova base da Jet2.com em Liverpool arrancam a 28 de março de 2024 e incluem uma ligação por semana exclusiva para a Madeira e quatro voos semanais para Faro, Algarve.

Além da Madeira e Faro, a Jet2.com vai abrir também rotas para Tenerife, Fuerteventura, Gran Canaria, Lanzarote, Alicante, Palma, Ibiza, Menorca, Antalya, Dalaman, Creta, Corfu, Rodes e Zante desde a nova base de Bournemouth.

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San Sebastián limita grupos de visitantes organizados ao centro da cidade

A Câmara Municipal de San Sebastián, através do Turismo de Donostia, decidiu que, a partir do dia 10 de abril, entra em vigor a medida que visa limitar para o máximo de 25 pessoas o número de participantes nas visitas guiadas no centro da cidade.

A medida foi acordada com empresas de guias locais, que assumiram o compromisso de respeitar a referida limitação. Está também definido um limite horário para a prestação destes serviços de guia, entre as 8h00 e as 23h00.

O Turismo de San Sebastián coloca a qualidade de vida dos seus cidadãos no centro da sua estratégia. Por isso, foi a primeira cidade basca a regular a poluição sonora na atividade turística, proibindo há alguns meses a utilização de sistemas de sonorização, e publicou uma longa lista de recomendações para visitas guiadas, contemplando inclusive sanções em caso de incumprimento da portaria.

Esta lista incluiu ainda outras recomendações importantes como: utilização de sistemas de áudio individualizados; evitar a ocupação de locais públicos de passagem; evitar as áreas mais saturadas no verão e nos horários de pico; destacar o património, a cultura e a atratividade local da cidade e do território; ter conhecimento pelo menos das duas línguas oficiais (basco e espanhol) ou incentivar a visita à cidade de forma sustentável e responsável.

Em linha com o aumento do fluxo de visitantes, turistas e caminhantes de todo o mundo, o número de grupos de visitas guiadas em San Sebastián aumentou nos últimos anos. A presença destes grupos tem impacto, como explica a autarquia em comunicado, no quotidiano da cidade e dos seus habitantes, sobretudo nas zonas mais movimentadas, onde pode condicionar a convivência e a mobilidade. Por este motivo, a Câmara Municipal e o Turismo de Donostia pretendem limitar a presença dos grupos e promover uma situação que harmonize esta presença e atividade turística com a convivência com a população local.

Qualquer empresa de guias turísticos que queira realizar visitas guiadas nas vias públicas da cidade terá que preencher uma ‘Declaração Responsável’ que pode ser feita de forma simples online, através de um certificado digital, no qual o a empresa ou o guia compromete-se a cumprir uma série de condições para a realização da atividade, que inclui o compromisso de não guiar grupos superiores a 25 pessoas.

Ao realizar o procedimento de ‘Declaração Responsável’, a empresa de serviços guiados ou o guia obtém um documento com número de registo que deverá levar consigo, em formato físico ou digital, durante a realização da atividade guiada. Os agentes da guarda municipal poderão solicitar esta declaração de responsabilidade ao profissional que estiver a realizar a visita guiada e, caso não a possuam, poderão ser sancionados com multas que variam entre os 750 euros e os 1.500 euros.

Também em Barcelona há uma rejeição crescente ao turismo de massa. 61,5% dos seus habitantes acreditam que estão cada vez mais próximos do limite. Devido a esta situação, a cidade limitou o número máximo de turistas em grupos com guia a 20 pessoas.

Por sua vez, o presidente da Câmara de Sevilha colocou em cima da mesa a proposta de encerrar neste verão e cobrar entrada aos turistas na lendária Plaza de España, considerada um bem de interesse cultural.

 

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Aena anuncia investimento de 370M€ no aeroporto de Congonhas (São Paulo)

O aeroporto de Congonhas, o segundo maior do Brasil e localizado na Zona Sul de São Paulo, vai ganhar um novo terminal de passageiros até junho de 2028. A medida faz parte de um pacote de intervenções anunciado pela concessionária Aena.

A imprensa brasileira noticia que o grupo espanhol, que assumiu a concessão de 11 aeroportos no Brasil no último ano, vai investir só em Congonhas, o segundo maior do país, dois biliões de reais (cerca de 370 milhões de euros) nos próximos quatro anos. Durante as obras, a infraestrutura manterá a operação. A Aena pretende entregar as obras em junho de 2028 e operar o aeroporto até 2058.

O aeroporto terá infraestrutura para receber aviões maiores, como o Airbus A321, e realizar voos internacionais para países da América Latina. Com capacidade operacional aumentada, o aeroporto poderá movimentar 29,5 milhões de passageiros por ano, contra pouco mais de 22 milhões gerados em 2023

Entre as intervenções imediatas previstas para 2024 constam, entre outras, a reordenamento das vias de acesso no aeroporto, com incremento de 250 metros para embarque e desembarque de passageiros; Atualização do sistema de ar-condicionado do terminal; Reordenamento e ampliação da área de raio-x; Ampliação da sala de embarque.

As melhorias com conclusão prevista para junho de 2028 passam pelo aumento da área de embarque e desembarque; Novo terminal, que será utilizado para embarques, enquanto o atual ficará para desembarques; Novo salão de check-in; Substituição das 12 portas de embarque existentes e implantação de outras sete; Novo sistema de processamento de bagagens, com mais sete carrosséis e duas novas esteiras de restituição; Novo pátio de 215 mil m2 para aviação comercial; Nova subestação elétrica, com uso de energia limpa; Novas salas VIP.

Além de Congonhas, a empresa vai gastar 2,5 mil milhões de reais (463 milhões de euros) nos outros 10 aeroportos do país cuja gestão foi adjudicada no último concurso.

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Docente da UC nomeada para o Urban Tourism Research Hall of Fame

A docente da Universidade de Coimbra (UC), Cláudia Seabra, foi nomeada para o Urban Tourism Research Hall of Fame pela investigação desenvolvida na área do turismo urbano.

Esta distinção, segundo a UC, destaca o trabalho de investigação excecional que a investigadora tem vindo a desenvolver na área do turismo urbano. É atribuída pela International Tourism Studies Association (ITSA) e pelos editores do International Journal of Tourism Cities (IJTC).

A mesma fonte realça que os investigadores a quem é atribuída esta distinção são nomeados por um júri composto por membros da ITSA e do IJTC tendo por base o número de citações de artigos científicos e livros na Web of Science, Scopus e Google Scholar, o impacto das investigações e ainda o tempo de investigação nas suas áreas de atuação.

Cláudia Seabra, citada na página oficial da Universidade de Coimbra, acentua que um prémio destes “leva-nos a pensar que mais importante do que o que já fizemos, é o que ainda podemos e devemos fazer”, para sublinhar que “os desafios da indústria turística nos destinos urbanos são, de facto, muitos. Estes destinos são cada vez mais pressionados pela procura turística. Por isso, são muitas as problemáticas, especialmente no que toca à sustentabilidade social, cultural, económica e ambiental”.

A docente e investigadora refere ainda que “os crescentes riscos que estes territórios enfrentam são uma área complexa e premente que merece um grande investimento no seu estudo”.

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Evolution Cascais-Estoril | Créditos: DR

Hotelaria

Hotelaria liderou investimento imobiliário em Portugal no ano passado

Em 2023, o setor hoteleiro atraiu 40% do total de investimento imobiliário realizado em Portugal, o que se traduziu em 605 milhões de euros.

Os números constam na 9ª edição do “The Property Handbook – a Real Estate Investment Guide”, que surge de uma parceria entre a consultora CBRE e a sociedade de advogados Vieira de Almeida (VdA).

De acordo com o estudo, o setor hoteleiro foi a “estrela” de investimento imobiliário em 2023 no território nacional, seguido pelo mercado de retalho, que conseguiu captar 35% do total deste tipo de investimento, ou seja, 550 milhões de euros.

Segundo a CBRE, a cidade de Lisboa ganhou 20 novos hotéis no ano passado, maioritariamente de quatro estrelas e com cerca de 2.000 quartos, sendo que para 2024 já estão previstos outras 20 unidades, com um total de 2.000 quartos.

Por outro lado, a consultora indica que no Porto surgiram dez novos hotéis em 2023, maioritariamente de cinco estrelas e com cera de 1.000 quartos, prevendo a abertura de mais 15 novos hotéis em 2024.

Já no mercado de retalho, em 2023, a análise destaca que foram inaugurados três retail parks e foram ainda abertas 93 lojas em Lisboa e 67 no Porto.

Investimento imobiliário decresceu cerca de 50% face a 2022

Apesar de a hotelaria ser dada como líder em 2023 no que diz respeito ao investimento imobiliário, o estudo dá conta de que “as elevadas taxas de juro, juntamente com os receios de uma recessão económica, conduziram a um declínio significativo dos volumes de investimento imobiliário a nível mundial”, uma tendência a que Portugal não escapou: em 2023 o país captou um total de investimento de 1,6 mil milhões de euros, um decréscimo de cerca de 50% face ao ano anterior.

Volume de negócios de investimento em imóveis de rendimento em Portugal | Créditos: CBRE

No estudo é apontado que “a forte atividade de investimento observada desde 2015 tem visado sobretudo os setores de escritórios e centros comerciais, embora o interesse se tenha diversificado para outras classes de ativos”. Como é referido, “a maior aceitação do risco tem atraído o interesse de vários investidores para outros ativos operacionais, como hotéis, residências para estudantes e cuidados de saúde”.

No caso de Portugal, a CBRE e a VdA indicam que “o abrandamento da atividade de investimento não tem sido motivado pelo desempenho operacional dos ativos, mas é sobretudo motivado por uma abordagem demasiado cautelosa por parte dos investidores”.

Rendimentos de primeira linha nas principais classes de ativos imobiliários | Créditos: CBRE
Sobre o autorCarla Nunes

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Emirates volta a recrutar tripulantes de cabine em Portugal em abril

A Emirates vai voltar a promover os seus Assessment Days em Portugal para recrutar tripulantes de cabine e, em abril, tem previstas ações em Faro, Braga e Coimbra.

A Emirates vai voltar a promover os seus Assessment Days em Portugal para recrutar tripulantes de cabine e, em abril, tem previstas ações em Faro, Braga e Coimbra, a decorrer entre 1 e 9 de abril.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea do Dubai indica que, para participarem nesta fase de candidaturas, os interessados devem realizar previamente a sua candidatura online aqui, onde é também possível conhecer todos os requisitos de candidatura, e submeter o seu curriculum vitae atualizado em inglês e com uma fotografia recente.

Esta nova ação de recrutamento da Emirates arranca em Faro, a 1 de abril, enquanto no dia 3 do mesmo mês a sessão de recrutamento da companhia aérea vai ter lugar em Braga, terminando no dia 9 de abril, em Coimbra.

“Os candidatos terão a oportunidade de trabalhar na maior companhia aérea internacional do mundo, que emprega atualmente mais de 20.000 tripulantes de cabine, incluindo portugueses”, destaca a Emirates, indicando que oferece “excelentes oportunidades de carreira, com excelentes instalações de formação e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus funcionários”.

Segundo a Emirates, “todos os candidatos selecionados que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai”.

A tripulação da Emirates, acrescenta a transportadora aérea do Dubai, “beneficia de um pacote salarial distinto no mercado que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai”.

Além das condições salariais e outros benefícios, os tripulantes da Emirates gozam ainda de condições especiais de viagem para si e para os seus familiares e amigos para todos os destinos para onde a companhia aérea voa.

Recorde-se que a Emirates voa para Portugal há 11 anos e oferece atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa para o Dubai, a partir de onde é possível ter acesso à rede de mais de 140 destinos em todo o mundo da companhia aérea.

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airBaltic abre nova rota para a Madeira e mantém voos para Lisboa no inverno

Depois de ter anunciado que vai abrir uma nova rota entre a Madeira e Riga, na Letónia, a 28 de outubro, a airBaltic confirmou esta terça-feira, 26 de março, que também os voos entre Lisboa e Vilnius, na Estónia, vão voltar a ser operados durante a próxima temporada de inverno.

Depois de ter anunciado que vai abrir uma nova rota entre a Madeira e Riga, na Letónia, a 28 de outubro, a airBaltic confirmou esta terça-feira, 26 de março, que também os voos entre Lisboa e Vilnius, na Lituânia, vão voltar a ser operados durante a próxima temporada de inverno.

“A companhia aérea continuará a operar algumas de suas rotas sazonais durante a temporada de inverno, incluindo Riga-Ljubljana, Riga-Baku (novembro), Tallinn-Malta (novembro), Vilnius-Lisboa e Vilnius-Hamburgo”, lê-se num comunicado divulgado pela airBaltic, que em Portugal é representada pela ATR.

Apesar de ainda não serem conhecido mais detalhes sobre a operação de Lisboa no inverno, a airBaltic indica que, para a Madeira, os voos arrancam a 28 de outubro de 2024, contando com três ligações aéreas por semana e os preços começam nos 199 em classe económica e nos 429 euros em classe executiva.

Além da Madeira, a airBaltic vai abrir outras duas novas rotas no próximo inverno, passando a ligar também Tallinn, na Estónia, a Kittilä, na Finlândia, e Vilnius a Oslo Torp, na Noruega, ambas operadas em aviões Airbus A220-300.

“Temos o prazer de anunciar a expansão da nossa rede, a partir dos Países Bálticos, com o lançamento destas novas rotas. A Madeira é um destino único na nossa rede e oferece uma experiência de lazer fantástica com sua magnífica paisagem e natureza de cortar a respiração. Além disso, as novas rotas – de Tallinn e Vilnius para Kittilä e Oslo, são destinos tanto para viagens de lazer como de negócios”, explica Martin Gauss, presidente e CEO da AirBaltic.

A rota Tallinn-Kittilä arranca a 21 de dezembro de 2024 e vai ter até dois voos por semana, enquanto a operação entre Vilnius e Oslo Torp começa a 29 de outubro e vai contar com dois voos por semana.

“Ao prepararmo-nos para a próxima temporada, estamos constantemente a avaliar o mercado e comprometidos em melhorar ainda mais as conexões de e para a região. Em 2024, operaremos um número recorde de rotas a partir das nossas bases, mais do que nunca, reforçando a conectividade global, o que está a gerar um interesse significativo e estamos assim prontos para oferecer aos passageiros uma ampla variedade de opções de viagens”, acrescenta Martin Gauss.

Recorde-se que a airBaltic opera mais de 130 rotas de Riga, Tallinn, Vilnius, Tampere e, sazonalmente, Gran Canária, oferecendo ligações para uma ampla variedade de destinos na Europa, Médio Oriente, Norte da África e na região do Cáucaso.

Os bilhetes para a temporada de inverno já estão disponíveis para reserva aqui.

 

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MSC Cruzeiros inclui voos de Lisboa para Hamburgo e Copenhaga nos itinerários do Norte da Europa

A MSC Cruzeiros acaba de lançar pacotes com voos incluídos de Lisboa para Hamburgo e para Copenhaga para os itinerários do Norte da Europa do MSC Euribia e MSC Poesia no verão de 2024.

Para o verão 2024, nos itinerários realizados pelo MSC Euribia, a MSC Cruzeiros disponibilizará voos a partir de Lisboa para Hamburgo e regresso à capital portuguesa, para além dos transferes disponibilizados pela companhia de Hamburgo para Kiel e de regresso à cidade alemã.

Assim, a companhia de cruzeiros dá a possibilidade aos passageiros de quando realizarem a sua reserva beneficiarem da possibilidade de terem tudo incluído a bordo.

O mais recente navio da frota da MSC Cruzeiros realizará itinerários de sete noites a partir de Kiel (Alemanha), escalando em cidades como Copenhaga (Dinamarca), Hellesylt (Noruega), Molde (Noruega) e Flaam (Noruega), com desembarque em Kiel.

Por sua vez, o MSC Poesia, que estará a navegar também no Norte da Europa, disponibilizará pacotes com voos incluídos para Copenhaga e regresso a Lisboa, a que acresce os transferes e o cruzeiro.

Com embarque a partir de Copenhaga, o MSC Poesia, realizará itinerários de sete noites que escalarão Warnemude (Alemanha), Bergen (Noruega), Eidfjord (Noruega), Kristiansand (Noruega) e Oslo (Noruega), para terminar na capital dinamarquesa.

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Aviação

Obras de melhoria dos aeroportos e aeródromos de Cabo Verde começam em abril

As obras para melhoria dos aeroportos e aeródromos de Cabo Verde, em linha com o contrato de concessão e padrões da VINCI Airports, iniciam-se no próximo mês de abril, foi anunciado.

A Cabo Verde Airports acaba de anunciar, em comunicado, que as intervenções, que começam em abril, devem-se à identificação de algumas mudanças como eixos estratégicos para a sustentabilidade e modernização das infraestruturas aeroportuárias, investimento na melhoria da qualidade dos serviços prestados, bem como a promoção e o desenvolvimento de novas rotas.

O comunicado citado pela Inforpress indica que para o cumprimento desta missão, que acreditam trazer ganhos “enormes” para todos, ao elevar a qualidade do destino turístico de Cabo Verde e promover o desenvolvimento económico e social do país, será necessária a realização de obras faseadas de melhoria, remodelação e modernização dos aeroportos.

A Cabo Verde Airports, que lamenta os constrangimentos que essas obras irão causar e apela à tolerância e compreensão de todos, lembra que essas intervenções ocorrerão nos aeroportos do Sal, Praia e São Vicente, bem como no aeródromo da ilha do Maio.

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Distribuição

Nortravel promove Montenegro em operação direta do Porto

O operador turístico Nortravel está a promover a sua operação charter direta de verão para Montenegro (Praia da Costa Adriática) à saída do Porto.

Em regime do tudo incluído, a Nortravel está a promover a sua programação para Montenegro que decorrerá de 23 de junho a 8 de setembro, com saídas do Porto.

O pacote de sete noites, na praia na Costa Adriática custa por pessoa em duplo desde 1.310 euros no Carine Hotel Delfin, e 1.354 euros no Carine Hotel Park, ambos de quatro estrelas localizados em Bijela. Já com alojamento no Carine Hotel Kumbor, quatro estrelas superior localizado em Herceg Novi, o preço começa nos 1.406 euros por pessoa.

Na praia de Budva, o pacote de sete noites no Iberostar Bellevue, de quatro estrelas fica desde 1.458 euros por pessoa, enquanto o Iberostar Herceg Novi custa 1,496 euros por pessoa, em alojamento duplo e regime do tudo incluído.

A viagem inclui passagem aérea em voo direto especial da Enter Air, em classe económica, com direito ao transporte de uma peça de bagagem de porão até 20kg e uma peça de bagagem de mão até 5kg, estadia no hotel e regime selecionados, transporte (regular) do aeroporto de Dubrovnik ao hotel em Montenegro e vice-versa, e seguro multiviagens.

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