Os destinos que sejam compostos por culturas mais tolerantes podem beneficiar do aumento do turismo gay e também dos gastos efectuados nesse segmento de mercado, de acordo com um relatório publicado pela Organização Mundial de Turismo (OMT) e pela Associação Internacional de Turismo Gay e Lésbico.
O relatório fez comparações entre diversos destinos e permitiu concluir, por exemplo, que nos EUA os gastos do mercado gay representam apenas 5% do total, ao passo que na Cidade do Cabo (África do Sul) essa taxa sobe para 15%.
Países como a África do Sul, Argentina, Índia, Espanha, México e Coreia do Sul têm atraído cada vez mais mercado gay, devido a “atitudes progressistas”, aponta o relatório, onde se sustenta ainda que o turismo gay é muito influenciado pelas redes sociais e pelo “passa-a-palavra”.
A OMT lembra que, no ano passado, 76 países no mundo ainda consideravam a homossexualidade ilegal, sendo que em cinco deles a pena de morte ainda é aplicada.
