A análise da STR Global ao ano de 2009 mostra uma hotelaria europeia com resultados mistos dependendo da do mercado e da moeda utilizada para a comparação. Assim, o preço médio em euros foi de 94,23, menos 11,2% que no ano anterior. Já em dólares, este indicador situou-se nos 131,94 (-16%), e em libras, nos 83,89 (-1,2). O RevPAR caiu 16,7% em euros, para os 57,59 euros, 21,2% em dólares, para os 80,64 dólares, e 7,3% em libra inglesa, para os 51,27. A taxa de ocupação situou-se nos 61,1%, menos 6,2% que em 2008.No Reino Unido, Londres teve um aumento de 1% na taxa de ocupação, para os 80,5%, seguido de Edimburgo(0,7% para 75,3%), e Glasgow (0,1 por cento para 74,5 por cento).
Tel Aviv teve menos 15,2% para os 64,4% de ocupação e Budapeste, Hungria (-15,1% para 53,2 por cento). Terminaram o ano com a maior redução na ocupação. Tel Aviv foi o único mercado a encerrar o ano com um aumento de preço médio, que subiu 4,6 por cento, para os 155.97 euros.
Moscovo teve a maior redução de preço médio. Caiu 34,2% para 145,72 euros, seguido de Atenas, (-23,7 % para 107,84 euros) e Praga (-20,5% para os 76,03 euros). Nenhum dos principais mercados da Europa apresentou um aumento no RevPAR em 2009. Moscovo teve a maior queda de RevPAR, caindo 40,3%, para 85,05 euros.
A STR Global divulgou ainda os dados referentes a Dezembro. A ocupação na Europa aumentou 3,1% para 52,6%, o preço médio caiu 0,9%, para 90,69 euros e o RevPAR aumentou 2,2%, para 47,73 euros.
“A taxa de ocupação cresceu novamente na Europa no mês de Dezembro”, disse Elizabeth Randall, directora da STR Global. “O fim do ano também trouxe um aumento de 3,9% no RevPar em comparação com o ano passado”.
“O ano, visto como um todo, foi desafiante”, disse Randall. “A Europa terminou com uma queda de 21,2% no RevPAR provocado por uma diminuição de 16% no preço médio e pela queda na ocupação para 61,1%. Os mercados na Europa Oriental e Europa do Sul foram afectados mais do que na Europa Ocidental e do Norte, com algumas excepções, como Dublin e Amesterdão, que sofreram quedas no RevPAR de mais de 20%”, acrescentou.







